Foram encontradas 37.192 questões.

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
Com relação à estrutura química da hidrazona, se R for um grupo metila, então a hidrazona seria constituída por um nitrogênio com hibridização sp2, um nitrogênio com hibridização sp3, sete carbonos com geometria trigonal planar e um carbono com geometria tetraédrica.
Provas

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
É esperado que a acetofenona (C6H5COCH3) apresente ponto de ebulição superior ao do etilbenzeno (C6H5CH2CH3).
Provas

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
Caso a solução concentrada de KOH empregada na reação em tela acidentalmente entre em contato com a pele de uma pessoa, deve-se neutralizá-la imediatamente com uma solução de ácido forte, a fim de evitar queimaduras.
Provas

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
A hidrazona é um intermediário menos estável que uma imina (R1R2C═NR3).
Provas

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
Em geral, aldeídos reagem mais rapidamente que cetonas na formação da hidrazona, devido ao menor impedimento estérico e à maior eletrofilicidade do carbono carbonílico.
Provas

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
Caso R2 seja H no composto de partida, a etapa inicial da reação de Wolff-Kishner envolverá uma substituição nucleofílica da hidrazina ao carbono da carbonila.
Provas

A reação de Wolff-Kishner, ilustrada anteriormente, demonstra a redução de carbonilas a alcanos sob condições básicas. Nessa reação, o composto de partida (Ph─COR, em que R pode ser H ou um grupo alquila ou arila) reage com hidrazina (NH2NH2), o que gera como intermediário uma hidrazona (Ph─CR═N─NH2), que, então, na presença de etilenoglicol (HOCH2CH2)2O e hidróxido de potássio (KOH), é convertida a um alcano, com liberação de gás nitrogênio (N2).
Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
Para o produto etilbenzeno (C6H5CH2CH3), o índice de deficiência de hidrogênio (IDH) é igual a 8.
Provas

J. Am. Chem. Soc. v. 120, n.º 26, 1968 (com adaptações).
O gráfico anterior diz respeito a um experimento que trata da dependência da constante de velocidade (k) de uma reação química em relação à temperatura absoluta (T) na reação de combustão do formaldeído. A lei usual de Arrhenius estabelece que \(k (T) = Ae^{−E_o/RT}\), em que \(E_o\) representa a energia de ativação constante, \(R\), a constante universal dos gases, e \(A\), o fator pré-exponencial. Mais recentemente, Aquilanti e Mundim generalizaram a teoria de Arrhenius por meio da equação \(k (T) = A\left(1 − d\dfrac{RT}{E_o} \right)^{1/d}\). O gráfico do tipo Arrhenius é uma representação \(ln (k) × \dfrac{1.000}{T}\).
Com base nessas informações e nas leis da cinética química, julgue os itens subsecutivos.
Nos resultados experimentais apresentados no gráfico, a constante de velocidade k obedece à lei usual de Arrhenius em toda a faixa de temperaturas do experimento.
Provas

J. Am. Chem. Soc. v. 120, n.º 26, 1968 (com adaptações).
O gráfico anterior diz respeito a um experimento que trata da dependência da constante de velocidade (k) de uma reação química em relação à temperatura absoluta (T) na reação de combustão do formaldeído. A lei usual de Arrhenius estabelece que \(k (T) = Ae^{−E_o/RT}\), em que \(E_o\) representa a energia de ativação constante, \(R\), a constante universal dos gases, e \(A\), o fator pré-exponencial. Mais recentemente, Aquilanti e Mundim generalizaram a teoria de Arrhenius por meio da equação \(k (T) = A\left(1 − d\dfrac{RT}{E_o} \right)^{1/d}\). O gráfico do tipo Arrhenius é uma representação \(ln (k) × \dfrac{1.000}{T}\).
Com base nessas informações e nas leis da cinética química, julgue os itens subsecutivos.
Pela teoria usual de Arrhenius, a energia de ativação de uma reação química é constante, mas, segundo a teoria de Aquilanti-Mundim, ela varia com a temperatura.
Provas
Nas condições-padrão (25 °C, 1 mol/L e 1 bar), a termodinâmica das células galvânicas relaciona a energia livre de Gibbs-padrão (\(ΔGº\)), o potencial-padrão da célula (\(Eº_{cel}\)) e a constante de equilíbrio (K) por \(ΔGº = nFEº_{cel}\) , ou \(ΔGº = −RT\ ln\ K\), em que n representa a quantidade de matéria de elétrons transferidos na reação balanceada, a constante de Faraday é F = 96.500 C/mol, a constante dos gases é R = 8,31 J∙mol−1∙K−1 e a temperatura é T = 298 K.
A tabela a seguir apresenta os potenciais-padrão de redução a 25 °C.

A partir dessas informações, e considerando a convenção da IUPAC e que a reação
2 Fe2+(aq) + I2(s) ⇌ 2 Fe3+(aq) + 2 I−(aq)
ocorra em uma célula eletroquímica, julgue os itens que se seguem.
O valor do potencial-padrão da célula eletroquímica em questão é menor que 0,3 V.
Provas
Caderno Container