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Homem de 23 anos, estudante universitário, é levado à Unidade
de Pronto Atendimento (UPA) por um amigo da moradia
estudantil, que o encontrou chorando, trancado no banheiro
com diversas cartelas de medicamentos próximas de si.
O paciente nega ter ingerido qualquer fármaco ou outras
substâncias, mas admite estar pensando em dar fim à própria
vida. Refere tristeza profunda há cerca de 2 meses, com piora
recente após o término de um relacionamento. Diz estar
“sem propósito na vida” e que “ninguém sentiria falta” se
ele morresse. Conta que viu na internet que tomar muitos
comprimidos de paracetamol seria a melhor forma de morrer.
Relata insônia inicial e terminal, perda de apetite, queda de
rendimento acadêmico e isolamento social. Nega uso atual de
drogas ilícitas, mas admite consumo de álcool eventualmente.
Abandonou psicoterapia após 2 sessões. Todos os familiares
vivem em outro estado.
Ao exame, apresenta-se vígil, orientado, com discurso
discretamente lentificado, sem alucinações ou delírios evidentes.
O contato visual é pobre, o afeto está intensamente rebaixado
e não modulante. Exames laboratoriais gerais solicitados à
chegada na UPA não mostram alterações.
Qual é a conduta adequada ao caso clínico apresentado?
Qual é a conduta adequada ao caso clínico apresentado?
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Mulher de 52 anos chega ao acolhimento de Unidade Básica de
Saúde (UBS), muito chorosa, e relata: “Estou com dificuldade
para dormir, não tenho comido direito, desde o ocorrido ...
é o meu filho, sabe ... ele morreu há 3 dias ... e a dor no meu
coração está muito forte, quase insuportável”. A paciente chora
copiosamente e diz que sonha com uma pessoa gritando o
nome de seu filho, relembrando o momento em que o tinha
encontrado na rua, vítima de atropelamento. Após o primeiro
acolhimento, ela fica um pouco mais calma, relatando que não
pensa em se matar, que nunca tinha sido atendida por psiquiatra
ou tomado medicamentos antes, mas que nesse momento
precisa de muita ajuda.
Diante do caso, qual a conduta adequada?
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Pais de um menino de 10 anos levam a criança para avaliação
médica em Unidade Básica de Saúde (UBS). Relatam que seu filho
se dá bem com a família até que não lhe seja permitido fazer algo
que deseja. Quando isso ocorre, ele fica irritado, impulsivamente
agressivo e agitado por várias horas. Assim que se acalma ou
consegue o que quer, fica feliz e agradável novamente. Os
pais entendem que o filho parece agir deliberadamente para
aborrecer os outros e nunca assume a culpa por seus próprios
erros ou mau comportamento. Relatam ainda que ele discute
com adultos ou figuras de autoridade e em várias situações não
aceita as regras de boa convivência com os familiares.
Considerando o caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
Considerando o caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
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Um casal consulta com o médico de família e comunidade
devido à preocupação da esposa com marido, que tem
demonstrado compulsividade relacionada ao consumo de
pornografia. Isso tem gerado discussões constantes entre eles,
pois o homem é motorista por aplicativo e está deixando de
trabalhar devido a este padrão de comportamento — o que
tem impactado na situação financeira da família, que já é difícil.
Ele relata que a prática começou como distração e alívio do
estresse, mas admite que tem dificuldades para controlar esses
comportamentos e reconhece as consequências que isso tem
g erado para seu contexto familiar.
Durante a consulta, o médico identifica sinais de baixa autoestima e de ansiedade nesse paciente. Diante desse relato, qual é o grau de motivação do paciente para a mudança de comportamento?
Durante a consulta, o médico identifica sinais de baixa autoestima e de ansiedade nesse paciente. Diante desse relato, qual é o grau de motivação do paciente para a mudança de comportamento?
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Homem de 22 anos, com histórico de transtorno de ansiedade,
sem tratamento medicamentoso, se dirige à Unidade de Pronto
Atendimento (UPA) com queixa de dor epigástrica, palpitação,
falta de ar e sensação de morte iminente. Exame físico: frequência
cardíaca de 96 bpm, frequência respiratória de 24 irpm,
pressão arterial de 120 x 80 mmHg, bulhas cardíacas e ausculta
torácica sem anormalidades, ausência de tiragem intercostal,
abdome sem alterações. Após exames complementares, foi
descartada doença cardiovascular ou respiratória aguda,
porém o paciente apresentou novo episódio semelhante.
Quais fármacos podem ser prescritos na crise e a longo prazo,
respectivamente?
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Mulher de 26 anos, primípara, se dirige à Unidade Básica de
Saúde (UBS) para a consulta pós-parto de 8 semanas. Marido
relata que, nas últimas 6 semanas, ela está chorosa na maior
parte do tempo e sem vontade de fazer as atividades rotineiras.
Mesmo com suporte familiar, não consegue dormir, além de
se queixar de pouca energia, redução de apetite e dificuldade
em cuidar do bebê. Nega pensamentos de morte, desejo de
fazer mal ao bebê ou sintomas psicóticos. Exames laboratoriais
normais.
Nesse momento, a conduta adequada é
Nesse momento, a conduta adequada é
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Mulher de 52 anos chega ao acolhimento de Unidade Básica de
Saúde (UBS), muito chorosa, e relata: “Estou com dificuldade
para dormir, não tenho comido direito, desde o ocorrido ...
é o meu filho, sabe ... ele morreu há 3 dias ... e a dor no meu
coração está muito forte, quase insuportável”. A paciente chora
copiosamente e diz que sonha com uma pessoa gritando o
nome de seu filho, relembrando o momento em que o tinha
encontrado na rua, vítima de atropelamento. Após o primeiro
acolhimento, ela fica um pouco mais calma, relatando que não
pensa em se matar, que nunca tinha sido atendida por psiquiatra
ou tomado medicamentos antes, mas que nesse momento
precisa de muita ajuda.
Diante do caso, qual a conduta adequada?
Diante do caso, qual a conduta adequada?
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Pais de um menino de 10 anos levam a criança para avaliação
médica em Unidade Básica de Saúde (UBS). Relatam que seu filho
se dá bem com a família até que não lhe seja permitido fazer algo
que deseja. Quando isso ocorre, ele fica irritado, impulsivamente
agressivo e agitado por várias horas. Assim que se acalma ou
consegue o que quer, fica feliz e agradável novamente. Os
pais entendem que o filho parece agir deliberadamente para
aborrecer os outros e nunca assume a culpa por seus próprios
erros ou mau comportamento. Relatam ainda que ele discute
com adultos ou figuras de autoridade e em várias situações não
aceita as regras de boa convivência com os familiares.
Considerando o caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
Considerando o caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
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Homem, 58 anos, com história de uso abusivo de álcool,
foi internado em enfermaria há 48 horas por quadro de
tremores, ansiedade e alucinações visuais. Durante as
últimas 24 horas, houve piora da confusão mental, com
menor aceitação da dieta, agitação psicomotora, tosse e
sudorese intensa. Exame físico: PA = 170 x 100 mmHg;
FC = 132 bpm; temperatura = 38,2 °C. Ausculta cardíaca rítmica e sem sopros; ausculta pulmonar com roncos
difusos. Exame neurológico: sem aparentes déficits motores, mas não sustenta atenção, ausência de nistagmo.
Exames laboratoriais: hemograma = Hb 13,8 g/dL;
leucócitos = 11.000/mm3
; plaquetas = 120.000/mm3
;
sódio = 134 mEq/L; potássio = 3,1 mEq/L; magnésio =
1,5 mg/dL; creatinina = 1,1 mg/dL; AST = 210 U/L;
ALT = 85 U/L; fosfatase alcalina = 190 U/L; bilirrubinas
totais = 3,1 mg/dL; INR = 1,4.
A conduta adequada para o quadro apresentado é iniciar
A conduta adequada para o quadro apresentado é iniciar
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Um paciente do sexo masculino, de 24 anos, previamente hígido, que trabalha no mercado financeiro, comparece ao consultório com queixas de dificuldade de atenção
com prejuízo laboral e questiona alternativas de terapia
medicamentosa, pois está preocupado com a queda de
performance sinalizada pelo chefe e a possibilidade de
perder o emprego.
Sobre o diagnóstico do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, é correto afirmar:
Sobre o diagnóstico do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, é correto afirmar:
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