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Para responder a questão, leia a charge abaixo.

Nas sentenças EU TRABALHAVA COMO SEGURANÇA, MAS VEIO A CRISE E PERDI MEU EMPREGO e EU TRABALHAVA COMO CURUPIRA, PROTEGENDO A MATA, MAS VEIO O DESMATAMENTO E FIQUEI SEM MATA, a conjunção coordenativa MAS estabelece uma conexão central em ambos os discursos.
Considerando as relações de coordenação e as intenções comunicativas do texto, esse elemento coesivo introduz uma oração que expressa ideia de:
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Para responder a questão, leia a charge abaixo.

Na queixa do personagem à direita, ele constata o motivo de seu infortúnio afirmando que VEIO O DESMATAMENTO E FIQUEI SEM MATA. Sem alterar a semântica original da frase e mantendo o registro culto, a palavra DESMATAMENTO poderia ser perfeitamente substituída pelo seguinte sinônimo:
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Para responder a questão, leia a charge abaixo.

A charge utiliza o humor gráfico e a intertextualidade com narrativas tradicionais para construir uma forte crítica social e ambiental. O efeito de sentido principal da imagem, consolidado pelo paralelismo sintático nas falas do ex-segurança e do Curupira, baseia-se em um recurso de argumentação focado na seguinte premissa:
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Em determinados contextos, o emprego do pronome oblíquo “lhe”, assim como de certos vocábulos e construções, é utilizado com a finalidade de conferir maior formalidade ao enunciado. Contudo, nem sempre essa tentativa de formalização se realiza em conformidade com a norma-padrão, podendo acarretar desvio gramatical. Nesse sentido, assinale a alternativa em que o uso do pronome “lhe” ocorre de forma inadequada.
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Assinale a alternativa em que o termo em destaque NÃO expressa a ideia de uma única ação verbal.
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Em um trabalho educativo, o professor apresenta aos alunos diversos exemplos concretos de situações envolvendo corrupção na política brasileira e, a partir dessas observações, conduz a turma à formulação de uma conclusão geral sobre o caráter da atividade política. Com base no método de raciocínio empregado, é correto afirmar que se trata de raciocínio:
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A obra “A Redenção de Cã” (1895), de Modesto Bro-cos, articula, em sua tessitura imagética, um com-plexo jogo de significações que dialoga intertextual-mente com a narrativa bíblica da maldição de Cã (Detalhes sobre a história bíblica da Maldição de Cã. Na história do Gênesis (7:21), Cã se apresenta como um dos três filhos de Noé, salvos do dilúvio por Javé. Segundo as escrituras, Cã viu Noé bêbado e nu em sua tenda e, em vez de cobri-lo, foi chamar os irmãos Sem e Jafé. Os irmãos ficaram constrangidos e co-briram o pai. Envergonhados, se mantiveram de costas para não verem sua nudez. Ao recobrar a so-briedade, Noé soube do ocorrido e amaldiçoou Cã e seus descendentes, determinando que fossem escra-vos.), ao mesmo tempo em que se insere no horizonte ideológico do cientificismo racial do século XIX.

“Ontem, eu encontrei João aqui e disse a ele que voltaria amanhã. Naquele momento, ele parecia surpreso com a notícia.” Assinale a alternativa que apresenta uma expressão de natureza indexical.
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A obra “A Redenção de Cã” (1895), de Modesto Bro-cos, articula, em sua tessitura imagética, um com-plexo jogo de significações que dialoga intertextual-mente com a narrativa bíblica da maldição de Cã (Detalhes sobre a história bíblica da Maldição de Cã. Na história do Gênesis (7:21), Cã se apresenta como um dos três filhos de Noé, salvos do dilúvio por Javé. Segundo as escrituras, Cã viu Noé bêbado e nu em sua tenda e, em vez de cobri-lo, foi chamar os irmãos Sem e Jafé. Os irmãos ficaram constrangidos e co-briram o pai. Envergonhados, se mantiveram de costas para não verem sua nudez. Ao recobrar a so-briedade, Noé soube do ocorrido e amaldiçoou Cã e seus descendentes, determinando que fossem escra-vos.), ao mesmo tempo em que se insere no horizonte ideológico do cientificismo racial do século XIX.

Considerando a disposição das personagens, a gestualidade e a construção simbólica da cena, assinale a alternativa que melhor traduz a estratégia discursivo-visual da obra:
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LIBERDADE
É se sentir livre
É não mentir e poder sempre dizer a verdade
É fazer tudo quando der vontade
É poder sorrir sempre
Liberdade é ter sempre
Um grande poder de serenidade
De forma que possamos ter uma identidade
Que está dentro de nós e se descobre
Liberdade é não ter medo
Mas ter, sim, o respeito Respeito
esse que possamos compartilhar com o mundo
Liberdade é um sentimento de contentamento
Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado
Para poder mostrar o valor da força do pensamento.
No poema, observa-se a repetição de uma mesma estrutura no início de versos consecutivos, especialmente no primeiro conjunto de versos. Esse recurso estilístico denomina-se:
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LIBERDADE
É se sentir livre
É não mentir e poder sempre dizer a verdade
É fazer tudo quando der vontade
É poder sorrir sempre
Liberdade é ter sempre
Um grande poder de serenidade
De forma que possamos ter uma identidade
Que está dentro de nós e se descobre
Liberdade é não ter medo
Mas ter, sim, o respeito Respeito
esse que possamos compartilhar com o mundo
Liberdade é um sentimento de contentamento
Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado
Para poder mostrar o valor da força do pensamento.
A partir da leitura analítica do poema, assinale a alternativa que traduz a concepção de liberdade construída pelo eu lírico.
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