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“A Era da Informação e o Paradoxo do Conhecimento"
Adaptado de Manuel Castells
"Vivemos na era da informação, um tempo em
que o conhecimento está acessível de maneira inédita.
Entretanto, o paradoxo do conhecimento é evidente:
quanto mais informações circulam, mais difícil se
torna distinguir o essencial do supérfluo. A
sobrecarga informacional pode levar à
superficialidade, ao invés de promover o
aprofundamento do saber. Nesse contexto, a
capacidade crítica e a mediação são fundamentais.
Precisamos não apenas acessar informações, mas
compreendê-las, analisá-las e contextualizá-las. A
construção do conhecimento exige mais do que
acúmulo de dados; requer reflexão e síntese,
elementos que muitas vezes se perdem na avalanche
informacional do mundo contemporâneo."
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para
casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que
ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor
não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me
agradecia, revelando melhor sua delicada
composição. Quantas novidades há numa flor se a
contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para
o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte,
peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste
jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para
casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que
ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor
não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me
agradecia, revelando melhor sua delicada
composição. Quantas novidades há numa flor se a
contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para
o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte,
peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste
jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para
casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que
ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor
não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me
agradecia, revelando melhor sua delicada
composição. Quantas novidades há numa flor se a
contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para
o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte,
peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste
jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para
casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que
ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor
não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me
agradecia, revelando melhor sua delicada
composição. Quantas novidades há numa flor se a
contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para
o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte,
peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste
jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para
casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que
ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor
não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me
agradecia, revelando melhor sua delicada
composição. Quantas novidades há numa flor se a
contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para
o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte,
peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste
jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
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Sintaticamente, na frase “Roberto jogou lixo pela janela”,
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Leia atentamente a frase: “Ser pequeno
na vida, disse Messi, o jogador de futebol,
me ensinou que podia ser grande no futebol”. A expressão “o jogador de futebol” está
entre vírgulas porque se refere a um(a):
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Na frase “Aquilo que acredito é bem
raro”. O verbo acreditar pode ser empregado com outra regência. Assim, estaria
correto dizer:
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Assinale a frase cujo emprego da crase
está adequado.
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