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Aula de Português
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/54105/aula-de-portugues
Acesso em: 1º dez. 2025.
I- O poema ironicamente valoriza a norma culta e a gramática para o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa
PORQUE
II- a linguagem vai além do ensino formal: ela é viva, plural e ligada à experiência humana.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
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Disponível em: https://www.aio.com.br/questions/content/observe-acharge-a-seguir-disponivel_6 Acesso em: 28 nov. 2025. Adaptado.
Sobre as diferentes dimensões que caracterizam as linguagens digitais, é correto afirmar que
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Disponível em: https://www.aio.com.br/questions/content/observe-acharge-a-seguir-disponivel_6 Acesso em: 28 nov. 2025. Adaptado.
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Antunes (2003) declara que “a compreensão deturpada que se tem da gramática da língua e de seu
estudo tem funcionado como um imenso entrave à
ampliação da competência dos alunos para a fala, a
escuta, a leitura e a escrita de textos adequados e
relevantes.” (Antunes, 2003, p.30)
A esse respeito, associe corretamente o tipo de gramática ao seu respectivo ensino.
TIPOS 1. Inflexível 2. Irrelevante 3. Fragmentada 4. Descontextualizada
ENSINOS ( ) Gramática que é muito mais "sobre a língua", desvinculada, portanto, dos usos reais da língua escrita ou falada na comunicação do dia a dia.
( ) Gramática de frases inventadas, da palavra e da frase isoladas, sem sujeitos interlocutores, sem contexto, sem função; frases feitas para servir de lição, para virar exercício.
( ) Gramática de uma língua supostamente uniforme e fixada num conjunto de regras que, conforme constam nos manuais, devem manter-se a todo custo (apesar dos muitos usos em contrário).
( ) Gramática com primazia em questões sem importância para a competência comunicativa dos falantes. A este propósito, valia a pena perguntarse qual a competência comunicativa que há em distinguir um adjunto adnominal de um complemento nominal, por exemplo.
A sequência correta dessa associação é:
A esse respeito, associe corretamente o tipo de gramática ao seu respectivo ensino.
TIPOS 1. Inflexível 2. Irrelevante 3. Fragmentada 4. Descontextualizada
ENSINOS ( ) Gramática que é muito mais "sobre a língua", desvinculada, portanto, dos usos reais da língua escrita ou falada na comunicação do dia a dia.
( ) Gramática de frases inventadas, da palavra e da frase isoladas, sem sujeitos interlocutores, sem contexto, sem função; frases feitas para servir de lição, para virar exercício.
( ) Gramática de uma língua supostamente uniforme e fixada num conjunto de regras que, conforme constam nos manuais, devem manter-se a todo custo (apesar dos muitos usos em contrário).
( ) Gramática com primazia em questões sem importância para a competência comunicativa dos falantes. A este propósito, valia a pena perguntarse qual a competência comunicativa que há em distinguir um adjunto adnominal de um complemento nominal, por exemplo.
A sequência correta dessa associação é:
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Bechara (2009, p. 52) define alguns tipos de gramática
e aquela que “é uma disciplina científica que registra
um sistema linguístico em todos os aspectos (fonético-fonológico, morfossintático e léxico) [e que], por
ser de natureza científica, não está preocupada em
estabelecer o que é certo ou errado no nível do saber
elocutivo, do saber idiomático e do saber expressivo”
é a gramática
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“A coesão, manifestada no nível microtextual, referese aos modos como os componentes do universo textual, isto é, as palavras que ouvimos ou vemos, estão
ligados entre si dentro de uma sequência.” (Fávero,
1997, p.10)
A partir dessa explicitação, Fávero propõe uma classificação em termos de função que exerce a coesão na construção do texto.
Associe corretamente o tipo de coesão classificado por Fávero (1997) à sua respectiva função.
TIPOS 1. Referencial 2. Recorrencial 3. Sequencial
FUNÇÕES ( ) Obtida por paralelismo e paráfrase. ( ) Obtida por substituição e por reiteração. ( ) Ocorre por ordenação temporal e por conexão.
A sequência correta dessa associação é:
A partir dessa explicitação, Fávero propõe uma classificação em termos de função que exerce a coesão na construção do texto.
Associe corretamente o tipo de coesão classificado por Fávero (1997) à sua respectiva função.
TIPOS 1. Referencial 2. Recorrencial 3. Sequencial
FUNÇÕES ( ) Obtida por paralelismo e paráfrase. ( ) Obtida por substituição e por reiteração. ( ) Ocorre por ordenação temporal e por conexão.
A sequência correta dessa associação é:
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Leia o texto.
“Maria é minha irmã. Maria é bonita. Maria tem um cachorrinho. O cachorrinho é branco. Maria brinca com o cachorrinho. Maria é feliz” (Kock, 2006, p.105)
Sobre a coerência e a coesão do texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) Considera-se um não texto por falta de coesão. ( ) Há coerência, pois existe lógica e progressão temática. ( ) Há palavras que indiquem sequência temporal ou causal. ( ) As palavras Maria e cachorrinho são elementos de coesão.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
“Maria é minha irmã. Maria é bonita. Maria tem um cachorrinho. O cachorrinho é branco. Maria brinca com o cachorrinho. Maria é feliz” (Kock, 2006, p.105)
Sobre a coerência e a coesão do texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) Considera-se um não texto por falta de coesão. ( ) Há coerência, pois existe lógica e progressão temática. ( ) Há palavras que indiquem sequência temporal ou causal. ( ) As palavras Maria e cachorrinho são elementos de coesão.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
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“O estudo da gramática de uma língua costuma ser
feito, pedagogicamente, sob quatro aspectos, conforme as unidades linguísticas em estudo: fonemas,
morfemas e palavras, sintagmas e frases, e unidades semânticas em geral. A cada um desses tipos de
unidades linguísticas corresponde uma determinada
área de estudo, ou seja, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica.” (Sautchuk, 2010, p. 1)
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, com relação às unidades linguísticas focalizadas.
Quando a unidade é o fonema, pode-se, por exemplo, estudar fenômenos da língua como a ____________________. Fenômenos semânticos propiciam o estudo da ____________________. Agora, se estiver nos limites dos morfemas, pode-se estudar a ____________________. Já a ____________________ remete-se ao estudo comandado pelas relações entre as palavras formando sintagmas.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, com relação às unidades linguísticas focalizadas.
Quando a unidade é o fonema, pode-se, por exemplo, estudar fenômenos da língua como a ____________________. Fenômenos semânticos propiciam o estudo da ____________________. Agora, se estiver nos limites dos morfemas, pode-se estudar a ____________________. Já a ____________________ remete-se ao estudo comandado pelas relações entre as palavras formando sintagmas.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
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Ninguém sabe crasear, mas ler todo mundo lê
Otto Lara Resende
Depois que a redação voltou ao vestibular, o que
mais se ouve nesta época do ano é uma jeremiada
sobre o desprezo a que está hoje relegado o livro.
Ninguém sabe escrever porque ninguém lê.
Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser.
Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever. O mais
comum, ou o mais aceito, é o que elimina qualquer
noção de gramática. Não há razão para impor regra,
nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber
análise léxica ou sintática.
Como os mestres que sustentam este ponto de
vista sustentam também que pouquíssimo ou quase
nada se lê, sobretudo nas novas gerações, presumo
que a técnica de escrever seja ensinada por um processo mediúnico. Com a moda universal do esoterismo, quem sabe já se chegou ao aprendizado da leitura sem livro. Ou sem texto de qualquer espécie.
No Brasil, como sabemos há séculos, nossos compatriotas analfabetos se contam por milhões. Até
porque é muito difícil diagnosticar com precisão o
grau de analfabetismo de um cidadão. Há titulares de
diplomas e canudos que não vão muito longe em matéria de alfabeto. Um simples ditado, daqueles que
há anos se davam na escola primária, pode derrubar
milhares de bacharéis de grau superior. Isto para não
falar da crase.
A crase é hoje um obstáculo tão difícil, ou mais,
do que o “cujo”. Há 30 anos ou mais, o Ferreira Gullar
formulou as novas tábuas da lei nessa matéria. O primeiro mandamento trazia o princípio da libertação.
A crase não foi feita para humilhar ninguém. Era um
tempo em que a crase ainda humilhava. Hoje chegamos a um tal nível de saúde mental que ninguém se
abala com a crase.
Mas afinal de contas, eu ia falar da leitura. E do
livro, cujo dia passou quase despercebido. Pois há um
Dia do Livro. Mera coincidência, é o dia de São Judas
Tadeu, o santo dos impossíveis e dos desesperados.
São Judas Tadeu, de quem sou devoto, atraiu à sua
igreja milhares de fiéis no Rio e pelo Brasil afora.
Podia ser também o patrono do livro, já que o livro, pelo que ouço, só existe e resiste por força de um
milagre. Cheguei até aqui e não disse o que queria.
Digo agora assim de estalo o que é a minha tese. Seguinte: nada neste mundo é mais promovido do que
o livro. Dessacralizado pela sociedade de consumo, o
livro não perdeu status. Continua a seu modo sagrado. Quem ousaria, por exemplo, declarar de público
que não lê? Conheço dois casos. O Graciliano, que
nos últimos anos de sua vida não lia nada. É o que ele
dizia. E o garoto que outro dia disse na televisão que
detesta ler. Cara de pau? Não. Um bravo!
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6549/ninguemsabe-crasear-mas-ler-todo-mundo-le Acesso em: 24 nov. 2025. Adaptado.
“Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser. Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever.”
Tendo por base a afirmação de Otto Lara Resende, bem como o Eixo da Produção de Textos da BNCC, é correto afirmar que as práticas a seguir estão relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos, EXCETO:
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Ninguém sabe crasear, mas ler todo mundo lê
Otto Lara Resende
Depois que a redação voltou ao vestibular, o que
mais se ouve nesta época do ano é uma jeremiada
sobre o desprezo a que está hoje relegado o livro.
Ninguém sabe escrever porque ninguém lê.
Escrever é uma técnica e, como tal, pode ser ensinada e, claro, pode ser aprendida por quem quiser.
Também é uma arte, mas isto é outra história. Há vários métodos de ensinar a técnica de escrever. O mais
comum, ou o mais aceito, é o que elimina qualquer
noção de gramática. Não há razão para impor regra,
nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber
análise léxica ou sintática.
Como os mestres que sustentam este ponto de
vista sustentam também que pouquíssimo ou quase
nada se lê, sobretudo nas novas gerações, presumo
que a técnica de escrever seja ensinada por um processo mediúnico. Com a moda universal do esoterismo, quem sabe já se chegou ao aprendizado da leitura sem livro. Ou sem texto de qualquer espécie.
No Brasil, como sabemos há séculos, nossos compatriotas analfabetos se contam por milhões. Até
porque é muito difícil diagnosticar com precisão o
grau de analfabetismo de um cidadão. Há titulares de
diplomas e canudos que não vão muito longe em matéria de alfabeto. Um simples ditado, daqueles que
há anos se davam na escola primária, pode derrubar
milhares de bacharéis de grau superior. Isto para não
falar da crase.
A crase é hoje um obstáculo tão difícil, ou mais,
do que o “cujo”. Há 30 anos ou mais, o Ferreira Gullar
formulou as novas tábuas da lei nessa matéria. O primeiro mandamento trazia o princípio da libertação.
A crase não foi feita para humilhar ninguém. Era um
tempo em que a crase ainda humilhava. Hoje chegamos a um tal nível de saúde mental que ninguém se
abala com a crase.
Mas afinal de contas, eu ia falar da leitura. E do
livro, cujo dia passou quase despercebido. Pois há um
Dia do Livro. Mera coincidência, é o dia de São Judas
Tadeu, o santo dos impossíveis e dos desesperados.
São Judas Tadeu, de quem sou devoto, atraiu à sua
igreja milhares de fiéis no Rio e pelo Brasil afora.
Podia ser também o patrono do livro, já que o livro, pelo que ouço, só existe e resiste por força de um
milagre. Cheguei até aqui e não disse o que queria.
Digo agora assim de estalo o que é a minha tese. Seguinte: nada neste mundo é mais promovido do que
o livro. Dessacralizado pela sociedade de consumo, o
livro não perdeu status. Continua a seu modo sagrado. Quem ousaria, por exemplo, declarar de público
que não lê? Conheço dois casos. O Graciliano, que
nos últimos anos de sua vida não lia nada. É o que ele
dizia. E o garoto que outro dia disse na televisão que
detesta ler. Cara de pau? Não. Um bravo!
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6549/ninguemsabe-crasear-mas-ler-todo-mundo-le Acesso em: 24 nov. 2025. Adaptado.
Texto I
“Não há razão para impor regra, nem lei. Tudo se pode ignorar. Ninguém precisa saber análise léxica ou sintática.”
Texto II
“Quando era professora de Língua Portuguesa, ainda no Ensino Fundamental e Médio, sempre havia, em sala de aula, momentos inevitáveis nos quais era preciso 'ensinar análise sintática'. Aos poucos, comecei a questionar a própria utilidade de um ensino mecânico e repetitivo, pautado por uma nomenclatura complicada e por uma sequência exaustiva de exercícios e mais exercícios em forma de orações 'com termos grifados'. Sem que nenhum aluno me questionasse, passei a me perguntar o porquê de tudo aquilo.” (SAUTCHUK, 2010, p. XV)
Com base na leitura dos textos I e II, infere-se que ambos criticam o ensino de regras gramaticais, assim, sob o aspecto morfossintático, é correto afirmar que(,)
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