Magna Concursos

Foram encontradas 350.056 questões.

3961559 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos
     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 
   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.
    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.
    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.
   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.
   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Em “A tradição [...] remonta a quase 4 mil anos”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na frase:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961558 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos
     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 
   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.
    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.
    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.
   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.
   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.

Em relação às ideias apresentadas no texto, analisar os itens.

I. Tanto na contemporaneidade quanto no tempo dos reis da Babilônia, as metas de ano novo trazem em sua essência a esperança de melhoria pessoal.

II. Um juramento público não cumprido por um rei da Babilônia marcou o início do que se considera hoje como metas de ano novo.

III. O estabelecimento do primeiro dia de janeiro como início de um novo ano, com a inserção de atitudes práticas de renovação, deu-se com os povos romanos.

Está CORRETO o que se afirma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961527 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à ortografia oficial das palavras, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) “Antissocial” admite escrita com ou sem hífen.
( ) “Autoescola” escreve-se sem hífen.
( ) “Micro-ondas” escreve-se com hífen.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961526 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à concordância verbal, analisar os itens.

I. “Fazem dois anos que não o vejo.” está correto.
II. “Havia muitas pessoas na sala.” está correto.
III. “Devem existir problemas.” está correto.

Está CORRETO o que se afirma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961525 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) “Segue anexa a declaração.” está correto.
( ) “Seguem anexos os documentos.” está errado.
( ) “Segue anexo os documentos.” está correto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961524 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à flexão, analisar os itens.

I. “Pão-duro” admite plural apenas no primeiro elemento.
II. “Surdo-mudo” admite plural nos dois elementos.
III. O adjetivo “azul-marinho” é invariável.

Está CORRETO o que se afirma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961523 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em “Não fui à reunião porque estava doente.”, o uso de porque está correto, introduzindo explicação.
( ) Em “Queria sair, mais estava chovendo.”, o emprego de mais está correto, indicando oposição.
( ) Em “Por quê ninguém o avisou antes?”, o uso de por quê está correto, introduzindo frase interrogatória.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961522 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Provas:
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
“Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.” (7º parágrafo).

O pronome oblíquo “te” deveria estar em posição enclítica ao verbo. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que a colocação do pronome foi realizada de forma CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961521 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
Um texto pode manter traços de outras sequências textuais, inclusive, com uso de linguagem figurada. No texto em análise, um trecho que exemplifica uso de linguagem figurada é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3961520 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Provas:
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
Analisar os itens e assinalar as funções sintáticas respectivas dos termos sublinhados.

I. “[...] Chama os amigos de testemunhas do passado. [...]” (2º parágrafo).
II. “[...] Diz que eles são nosso espelho. [...]” (2º parágrafo).
III. “[...] O ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.” (2º parágrafo).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas