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Assinale a alternativa que mantém a relação semântica geral nesta frase:
Além do acesso, a utilização dos serviços de saúde também é influenciada por fatores sociais.
Além do acesso, a utilização dos serviços de saúde também é influenciada por fatores sociais.
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Assinale a alternativa que apresenta uma conclusão possível a partir deste fragmento:
Indivíduos em contextos de vulnerabilidade tendem a buscar atendimento de forma tardia, muitas vezes em momentos de agravamento do quadro clínico, evidenciando a limitada resolutividade da atenção primária e aumentando a demanda por serviços de média e alta complexidade.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. (2026)
Indivíduos em contextos de vulnerabilidade tendem a buscar atendimento de forma tardia, muitas vezes em momentos de agravamento do quadro clínico, evidenciando a limitada resolutividade da atenção primária e aumentando a demanda por serviços de média e alta complexidade.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. (2026)
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Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA do fragmento a seguir:
No presente estudo, a revisão sistemática foi utilizada com o objetivo de analisar evidências científicas publicadas entre 2021 e 2026 sobre os impactos das desigualdades sociais na saúde da população.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. (2026)
No presente estudo, a revisão sistemática foi utilizada com o objetivo de analisar evidências científicas publicadas entre 2021 e 2026 sobre os impactos das desigualdades sociais na saúde da população.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. (2026)
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Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta deste fragmento:
De modo complementar, a escolaridade desempenha papel fundamental na determinação dos desfechos em saúde. Baixos níveis educacionais associam-se à menor adesão às práticas preventivas e à dificuldade de compreensão das orientações em saúde.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. Desigualdades sociais e seus impactos na saúde. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 12, n. 2, 1–19, 2026
De modo complementar, a escolaridade desempenha papel fundamental na determinação dos desfechos em saúde. Baixos níveis educacionais associam-se à menor adesão às práticas preventivas e à dificuldade de compreensão das orientações em saúde.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. Desigualdades sociais e seus impactos na saúde. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 12, n. 2, 1–19, 2026
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo
Historicamente, obstáculos e lutas em prol do
reconhecimento das reais necessidades de saúde da
mulher em sua integralidade foram prementes ao longo
das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto
da saúde da mulher e suas especificidades, sob a
perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil
na contemporaneidade.
Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso
universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de
assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este
componente denota que todos têm o direito de definir o
curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter
filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada
reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem
segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade,
ao desvincular a maternidade da vida sexual.
O PR traz a magnitude da educação sexual e
conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os
profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o
privilégio e a responsabilidade para garantia de uma
tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se
que os serviços de PR de alta qualidade e os seus
provedores devem respeitar, proteger e cumprir os
direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para
resultados positivos na saúde sexual, assim como
oportunízando a qualificação da relação interpessoal com
os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente
e sua satisfação com o serviço de saúde.
No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza
como medida prioritária para os orgãos ministeriais e
expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao
assegurar os componentes de concepção e contracepção
de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo.
É fundamental que estes serviços estejam organizados
para garantia da qualidade e quantidade adequada de
contraceptivos que atendam à demanda populacional.
Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade
é distinta, de modo que se denota a carência de métodos
contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem
como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis,
haja vista que a maior parte das mulheres que passam por
uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso,
descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos
contraceptivos.
O Fundo de População das Nações Unidas detalha
que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas
da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões
de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda
estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações
não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a
apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e
reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes
centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e
no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas
as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às
políticas públicas, mediante ampliação do acesso e
conhecimento para as mulheres que mais necessitam.
Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção
primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo
Historicamente, obstáculos e lutas em prol do
reconhecimento das reais necessidades de saúde da
mulher em sua integralidade foram prementes ao longo
das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto
da saúde da mulher e suas especificidades, sob a
perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil
na contemporaneidade.
Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso
universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de
assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este
componente denota que todos têm o direito de definir o
curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter
filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada
reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem
segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade,
ao desvincular a maternidade da vida sexual.
O PR traz a magnitude da educação sexual e
conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os
profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o
privilégio e a responsabilidade para garantia de uma
tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se
que os serviços de PR de alta qualidade e os seus
provedores devem respeitar, proteger e cumprir os
direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para
resultados positivos na saúde sexual, assim como
oportunízando a qualificação da relação interpessoal com
os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente
e sua satisfação com o serviço de saúde.
No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza
como medida prioritária para os orgãos ministeriais e
expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao
assegurar os componentes de concepção e contracepção
de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo.
É fundamental que estes serviços estejam organizados
para garantia da qualidade e quantidade adequada de
contraceptivos que atendam à demanda populacional.
Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade
é distinta, de modo que se denota a carência de métodos
contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem
como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis,
haja vista que a maior parte das mulheres que passam por
uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso,
descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos
contraceptivos.
O Fundo de População das Nações Unidas detalha
que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas
da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões
de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda
estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações
não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a
apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e
reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes
centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e
no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas
as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às
políticas públicas, mediante ampliação do acesso e
conhecimento para as mulheres que mais necessitam.
Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção
primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda poputacional.
I. A palavra populacional é um exemplo de derivação parassintética, pois exige o acréscimo simultâneo de um prefixo e de um sufixo para fazer sentido.
II. Nas palavras qualidade e quantidade, a sequência qu é classificada como dígrafo consonantal, assim como ocorre na palavra adequada.
IlI. Considerando a posição da sílaba tônica das palavras que compõem o trecho, verifica-se o predomínio de vocábulos paroxítonos e a completa inexistência de palavras proparoxÍtonas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo
Historicamente, obstáculos e lutas em prol do
reconhecimento das reais necessidades de saúde da
mulher em sua integralidade foram prementes ao longo
das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto
da saúde da mulher e suas especificidades, sob a
perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil
na contemporaneidade.
Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso
universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de
assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este
componente denota que todos têm o direito de definir o
curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter
filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada
reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem
segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade,
ao desvincular a maternidade da vida sexual.
O PR traz a magnitude da educação sexual e
conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os
profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o
privilégio e a responsabilidade para garantia de uma
tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se
que os serviços de PR de alta qualidade e os seus
provedores devem respeitar, proteger e cumprir os
direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para
resultados positivos na saúde sexual, assim como
oportunízando a qualificação da relação interpessoal com
os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente
e sua satisfação com o serviço de saúde.
No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza
como medida prioritária para os orgãos ministeriais e
expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao
assegurar os componentes de concepção e contracepção
de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo.
É fundamental que estes serviços estejam organizados
para garantia da qualidade e quantidade adequada de
contraceptivos que atendam à demanda populacional.
Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade
é distinta, de modo que se denota a carência de métodos
contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem
como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis,
haja vista que a maior parte das mulheres que passam por
uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso,
descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos
contraceptivos.
O Fundo de População das Nações Unidas detalha
que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas
da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões
de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda
estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações
não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a
apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e
reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes
centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e
no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas
as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às
políticas públicas, mediante ampliação do acesso e
conhecimento para as mulheres que mais necessitam.
Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção
primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
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Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo
Historicamente, obstáculos e lutas em prol do
reconhecimento das reais necessidades de saúde da
mulher em sua integralidade foram prementes ao longo
das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto
da saúde da mulher e suas especificidades, sob a
perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil
na contemporaneidade.
Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso
universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de
assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este
componente denota que todos têm o direito de definir o
curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter
filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada
reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem
segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade,
ao desvincular a maternidade da vida sexual.
O PR traz a magnitude da educação sexual e
conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os
profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o
privilégio e a responsabilidade para garantia de uma
tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se
que os serviços de PR de alta qualidade e os seus
provedores devem respeitar, proteger e cumprir os
direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para
resultados positivos na saúde sexual, assim como
oportunízando a qualificação da relação interpessoal com
os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente
e sua satisfação com o serviço de saúde.
No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza
como medida prioritária para os orgãos ministeriais e
expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao
assegurar os componentes de concepção e contracepção
de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo.
É fundamental que estes serviços estejam organizados
para garantia da qualidade e quantidade adequada de
contraceptivos que atendam à demanda populacional.
Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade
é distinta, de modo que se denota a carência de métodos
contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem
como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis,
haja vista que a maior parte das mulheres que passam por
uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso,
descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos
contraceptivos.
O Fundo de População das Nações Unidas detalha
que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas
da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões
de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda
estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações
não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a
apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e
reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes
centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e
no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas
as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às
políticas públicas, mediante ampliação do acesso e
conhecimento para as mulheres que mais necessitam.
Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de Textos
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
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Historicamente, obstáculos e lutas em prol do
reconhecimento das reais necessidades de saúde da
mulher em sua integralidade foram prementes ao longo
das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto
da saúde da mulher e suas especificidades, sob a
perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil
na contemporaneidade.
Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso
universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de
assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este
componente denota que todos têm o direito de definir o
curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter
filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada
reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem
segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade,
ao desvincular a maternidade da vida sexual.
O PR traz a magnitude da educação sexual e
conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os
profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o
privilégio e a responsabilidade para garantia de uma
tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se
que os serviços de PR de alta qualidade e os seus
provedores devem respeitar, proteger e cumprir os
direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para
resultados positivos na saúde sexual, assim como
oportunízando a qualificação da relação interpessoal com
os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente
e sua satisfação com o serviço de saúde.
No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza
como medida prioritária para os orgãos ministeriais e
expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao
assegurar os componentes de concepção e contracepção
de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo.
É fundamental que estes serviços estejam organizados
para garantia da qualidade e quantidade adequada de
contraceptivos que atendam à demanda populacional.
Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade
é distinta, de modo que se denota a carência de métodos
contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem
como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis,
haja vista que a maior parte das mulheres que passam por
uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso,
descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos
contraceptivos.
O Fundo de População das Nações Unidas detalha
que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas
da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões
de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda
estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações
não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a
apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e
reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes
centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e
no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas
as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às
políticas públicas, mediante ampliação do acesso e
conhecimento para as mulheres que mais necessitam.
Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção
primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo
Historicamente, obstáculos e lutas em prol do
reconhecimento das reais necessidades de saúde da
mulher em sua integralidade foram prementes ao longo
das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto
da saúde da mulher e suas especificidades, sob a
perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil
na contemporaneidade.
Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso
universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de
assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este
componente denota que todos têm o direito de definir o
curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter
filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada
reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem
segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade,
ao desvincular a maternidade da vida sexual.
O PR traz a magnitude da educação sexual e
conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os
profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o
privilégio e a responsabilidade para garantia de uma
tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se
que os serviços de PR de alta qualidade e os seus
provedores devem respeitar, proteger e cumprir os
direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para
resultados positivos na saúde sexual, assim como
oportunízando a qualificação da relação interpessoal com
os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente
e sua satisfação com o serviço de saúde.
No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza
como medida prioritária para os orgãos ministeriais e
expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao
assegurar os componentes de concepção e contracepção
de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo.
É fundamental que estes serviços estejam organizados
para garantia da qualidade e quantidade adequada de
contraceptivos que atendam à demanda populacional.
Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade
é distinta, de modo que se denota a carência de métodos
contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem
como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis,
haja vista que a maior parte das mulheres que passam por
uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso,
descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos
contraceptivos.
O Fundo de População das Nações Unidas detalha
que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas
da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões
de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda
estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações
não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a
apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e
reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes
centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e
no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas
as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às
políticas públicas, mediante ampliação do acesso e
conhecimento para as mulheres que mais necessitam.
Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para
Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção
primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
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