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TEXTO I
A ascensão das cidades modernas trouxe, consigo, um desafio persistente e multifacetado: a mobilidade urbana. Longe de ser um mero problema de trânsito, a mobilidade envolve a capacidade das pessoas de se deslocarem de forma eficiente, segura e sustentável, acessando trabalho, educação, saúde e lazer. Em grandes centros, a dependência excessiva do transporte individual motorizado tem gerado congestionamentos crônicos, poluição sonora e atmosférica, além de elevados custos econômicos e sociais. Ciclovias, faixas exclusivas para ônibus e sistemas de metrô e trem são iniciativas cruciais para reverter esse quadro, incentivando modos de transporte alternativos e mais ecológicos.
A acessibilidade urbana, por sua vez, é um pilar fundamental da mobilidade. Ela assegura que todos os cidadãos, independentemente de suas condições físicas, tenham igualdade de oportunidades para usufruir do espaço público. Calçadas adequadas, rampas de acesso, sinalizações táteis e veículos de transporte coletivo adaptados são essenciais para garantir que idosos, pessoas com deficiência e pais com carrinhos de bebê possam circular com autonomia e dignidade. A ausência de acessibilidade não apenas exclui, mas também limita o desenvolvimento social e econômico de parcelas significativas da população.
Outro aspecto vital na configuração das cidades é a infraestrutura de saneamento básico. Embora muitas vezes invisível, a rede de esgoto, o tratamento de água e a coleta de lixo impactam diretamente a saúde pública e a qualidade de vida. Cidades com saneamento deficitário enfrentam problemas de doenças, degradação ambiental e, consequentemente, menor bem-estar para seus habitantes. Praças e parques, enquanto espaços verdes e de convivência, complementam essa visão de cidade planejada. Eles oferecem áreas para recreação, promovem a socialização e contribuem para a melhoria do microclima e da biodiversidade urbana, funcionando como verdadeiros pulmões nas paisagens cinzentas das metrópoles. A interconexão entre uma mobilidade eficiente, acessibilidade universal, saneamento básico robusto e espaços verdes contribui para a construção de comunidades vibrantes e resilientes, onde a vida urbana floresce para todos.
(Adaptado de Estadão, nov. 2024)
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
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TEXTO I
A ascensão das cidades modernas trouxe, consigo, um desafio persistente e multifacetado: a mobilidade urbana. Longe de ser um mero problema de trânsito, a mobilidade envolve a capacidade das pessoas de se deslocarem de forma eficiente, segura e sustentável, acessando trabalho, educação, saúde e lazer. Em grandes centros, a dependência excessiva do transporte individual motorizado tem gerado congestionamentos crônicos, poluição sonora e atmosférica, além de elevados custos econômicos e sociais. Ciclovias, faixas exclusivas para ônibus e sistemas de metrô e trem são iniciativas cruciais para reverter esse quadro, incentivando modos de transporte alternativos e mais ecológicos.
A acessibilidade urbana, por sua vez, é um pilar fundamental da mobilidade. Ela assegura que todos os cidadãos, independentemente de suas condições físicas, tenham igualdade de oportunidades para usufruir do espaço público. Calçadas adequadas, rampas de acesso, sinalizações táteis e veículos de transporte coletivo adaptados são essenciais para garantir que idosos, pessoas com deficiência e pais com carrinhos de bebê possam circular com autonomia e dignidade. A ausência de acessibilidade não apenas exclui, mas também limita o desenvolvimento social e econômico de parcelas significativas da população.
Outro aspecto vital na configuração das cidades é a infraestrutura de saneamento básico. Embora muitas vezes invisível, a rede de esgoto, o tratamento de água e a coleta de lixo impactam diretamente a saúde pública e a qualidade de vida. Cidades com saneamento deficitário enfrentam problemas de doenças, degradação ambiental e, consequentemente, menor bem-estar para seus habitantes. Praças e parques, enquanto espaços verdes e de convivência, complementam essa visão de cidade planejada. Eles oferecem áreas para recreação, promovem a socialização e contribuem para a melhoria do microclima e da biodiversidade urbana, funcionando como verdadeiros pulmões nas paisagens cinzentas das metrópoles. A interconexão entre uma mobilidade eficiente, acessibilidade universal, saneamento básico robusto e espaços verdes contribui para a construção de comunidades vibrantes e resilientes, onde a vida urbana floresce para todos.
(Adaptado de Estadão, nov. 2024)
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TEXTO I
A ascensão das cidades modernas trouxe, consigo, um desafio persistente e multifacetado: a mobilidade urbana. Longe de ser um mero problema de trânsito, a mobilidade envolve a capacidade das pessoas de se deslocarem de forma eficiente, segura e sustentável, acessando trabalho, educação, saúde e lazer. Em grandes centros, a dependência excessiva do transporte individual motorizado tem gerado congestionamentos crônicos, poluição sonora e atmosférica, além de elevados custos econômicos e sociais. Ciclovias, faixas exclusivas para ônibus e sistemas de metrô e trem são iniciativas cruciais para reverter esse quadro, incentivando modos de transporte alternativos e mais ecológicos.
A acessibilidade urbana, por sua vez, é um pilar fundamental da mobilidade. Ela assegura que todos os cidadãos, independentemente de suas condições físicas, tenham igualdade de oportunidades para usufruir do espaço público. Calçadas adequadas, rampas de acesso, sinalizações táteis e veículos de transporte coletivo adaptados são essenciais para garantir que idosos, pessoas com deficiência e pais com carrinhos de bebê possam circular com autonomia e dignidade. A ausência de acessibilidade não apenas exclui, mas também limita o desenvolvimento social e econômico de parcelas significativas da população.
Outro aspecto vital na configuração das cidades é a infraestrutura de saneamento básico. Embora muitas vezes invisível, a rede de esgoto, o tratamento de água e a coleta de lixo impactam diretamente a saúde pública e a qualidade de vida. Cidades com saneamento deficitário enfrentam problemas de doenças, degradação ambiental e, consequentemente, menor bem-estar para seus habitantes. Praças e parques, enquanto espaços verdes e de convivência, complementam essa visão de cidade planejada. Eles oferecem áreas para recreação, promovem a socialização e contribuem para a melhoria do microclima e da biodiversidade urbana, funcionando como verdadeiros pulmões nas paisagens cinzentas das metrópoles. A interconexão entre uma mobilidade eficiente, acessibilidade universal, saneamento básico robusto e espaços verdes contribui para a construção de comunidades vibrantes e resilientes, onde a vida urbana floresce para todos.
(Adaptado de Estadão, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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TEXTO I Em um mundo cada vez mais conectado por
tecnologias, paradoxalmente, a conexão humana profunda
parece, por vezes, rarear. A reflexão sobre o comportamento e a
cidadania ganha contornos urgentes, evidenciando a
necessidade de resgatar e fortalecer valores que sustentam a
vida em comunidade. O voluntariado, por exemplo, surge como
um potente catalisador social, capaz de unir indivíduos em
torno de causas comuns, sejam elas a proteção do meio
ambiente, o apoio a comunidades carentes ou a promoção da
educação. Ele não apenas beneficia os receptores da ajuda, mas
também enriquece a experiência de vida dos voluntários,
promovendo um senso de pertencimento e propósito.
Paralelamente, o consumo consciente, longe de ser apenas uma
tendência, configura-se como um pilar fundamental para uma
cidadania mais responsável. A escolha por produtos e serviços
que consideram o impacto social e ambiental de sua produção e
descarte reflete uma postura ativa do cidadão na construção de
um futuro mais justo e sustentável. Esta prática, ao ponderar as
consequências de cada decisão de compra, transforma o ato
individual em um gesto coletivo de grande significado,
impactando cadeias produtivas e incentivando a ética
empresarial. A solidariedade comunitária, por sua vez,
transcende a mera caridade, estabelecendo laços de mútua
dependência e apoio. Em comunidades onde a solidariedade é
cultivada, a resiliência coletiva é amplificada, permitindo que
obstáculos sejam superados com maior facilidade e que a
qualidade de vida local seja significativamente elevada. Este
engajamento mútuo é a base para o combate eficaz ao
preconceito, que se manifesta em suas diversas formas e mina a
coesão social. Através do diálogo, da empatia e do
reconhecimento da alteridade, as barreiras do preconceito
podem ser gradualmente demolidas, pavimentando o caminho
para uma sociedade verdadeiramente inclusiva e democrática.
A vida em comunidade, portanto, não é apenas a coexistência
de diferentes, mas a construção ativa de um espaço onde a
diversidade é celebrada e o bem-estar coletivo, prioridade.
(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)
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Read the following excerpt from OCENs (2006, p.116):
"Activity B
A teacher brings an advertisement about Mother's Day, taken from a magazine. She asks students to read it and answer questions such as:
- Do the mothers represented in the advertisement resemble those you know? Why not?
- Which mothers are not represented in the advertisement?
- Which children will give presents to their mothers?
- How do the children get money to buy presents for their mothers?
- Who creates/produces these advertisements?
- Why do the people who produce the advertisements spend time and effort to ensure that the reader knows which product is available on the market?"
BRASIL. Ministério da Educação: Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 2006, p.116.
Concerning Critical Literacy studies, choose the CORRECT alternative:
"Activity B
A teacher brings an advertisement about Mother's Day, taken from a magazine. She asks students to read it and answer questions such as:
- Do the mothers represented in the advertisement resemble those you know? Why not?
- Which mothers are not represented in the advertisement?
- Which children will give presents to their mothers?
- How do the children get money to buy presents for their mothers?
- Who creates/produces these advertisements?
- Why do the people who produce the advertisements spend time and effort to ensure that the reader knows which product is available on the market?"
BRASIL. Ministério da Educação: Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 2006, p.116.
Concerning Critical Literacy studies, choose the CORRECT alternative:
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TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado
nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é,
na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes
contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a
heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as
diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois
sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os
que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su -
peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente
é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade
deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas
à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato
comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da
variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando
e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
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