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Considerando as regras de concordância verbal e nominal, complete as lacunas do trecho a seguir:
Ao nascer, todos temos reservas abundantes de gordura marrom, que____ como um aquecedor interno. Bebês não têm massa muscular suficiente para tremer, por isso____ da gordura marrom para converter açúcares e gorduras em calor.
As células de gordura marrom têm um número muito alto de mitocôndrias, as fábricas de energia dentro das células. Mas, ao contrário das mitocôndrias normais, que produzem trifosfato de adenosina (ATP), a moeda energética usada pelo corpo, as mitocôndrias das células de gordura marrom____ uma proteína chamada termogenina, ou UCP1, que transforma calorias diretamente em calor.
"Quando____, a gordura marrom tem capacidade de produzir 300 vezes mais calor por unidade de massa do que qualquer outro tecido ou órgão do corpo", afirma Michael Symonds, professor de fisiologia do desenvolvimento da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.
Grande parte do que se sabe sobre a gordura marrom vem de estudos com pequenos mamíferos, como camundongos e ratos. Esses roedores têm grandes reservas da gordura, que os____ durante o inverno, período em que hibernam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr5z8936y6jo)
A sequência que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas acima é:
Ao nascer, todos temos reservas abundantes de gordura marrom, que____ como um aquecedor interno. Bebês não têm massa muscular suficiente para tremer, por isso____ da gordura marrom para converter açúcares e gorduras em calor.
As células de gordura marrom têm um número muito alto de mitocôndrias, as fábricas de energia dentro das células. Mas, ao contrário das mitocôndrias normais, que produzem trifosfato de adenosina (ATP), a moeda energética usada pelo corpo, as mitocôndrias das células de gordura marrom____ uma proteína chamada termogenina, ou UCP1, que transforma calorias diretamente em calor.
"Quando____, a gordura marrom tem capacidade de produzir 300 vezes mais calor por unidade de massa do que qualquer outro tecido ou órgão do corpo", afirma Michael Symonds, professor de fisiologia do desenvolvimento da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.
Grande parte do que se sabe sobre a gordura marrom vem de estudos com pequenos mamíferos, como camundongos e ratos. Esses roedores têm grandes reservas da gordura, que os____ durante o inverno, período em que hibernam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr5z8936y6jo)
A sequência que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas acima é:
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"A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015 para 74,3% em 2025."
Considerando o tipo, tempo e modo dos verbos no trecho acima, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:
( ) A forma verbal 'tem avançado' é uma locução verbal formada pelo verbo auxiliar no presente do indicativo e pelo particípio de um verbo regular, expressando uma ação iniciada no passado que se prolonga até o presente.
( ) A troca de 'tem avançado' por 'avançou' preservaria integralmente o sentido do trecho.
( ) O verbo 'ter', no trecho, exerce função de verbo auxiliar, sendo responsável pela formação de um tempo composto do modo indicativo.
( ) A forma verbal 'passando' refere-se ao verbo regular 'passar' no particípio, expressando processo contínuo e mudança gradual, ligado semanticamente ao verbo principal 'tem avançado'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Considerando o tipo, tempo e modo dos verbos no trecho acima, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:
( ) A forma verbal 'tem avançado' é uma locução verbal formada pelo verbo auxiliar no presente do indicativo e pelo particípio de um verbo regular, expressando uma ação iniciada no passado que se prolonga até o presente.
( ) A troca de 'tem avançado' por 'avançou' preservaria integralmente o sentido do trecho.
( ) O verbo 'ter', no trecho, exerce função de verbo auxiliar, sendo responsável pela formação de um tempo composto do modo indicativo.
( ) A forma verbal 'passando' refere-se ao verbo regular 'passar' no particípio, expressando processo contínuo e mudança gradual, ligado semanticamente ao verbo principal 'tem avançado'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando
estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo
de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em
relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia
por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos
na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul,
não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos
indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena
o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento,
principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90%
da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das
mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no
hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones
que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para
o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma
combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a
formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
Considerando as classes de palavras e a função sintática que adquirem no contexto, analise as afirmativas a seguir:
I- O vocábulo 'nem' é um advérbio invariável que exerce a função de operador argumentativo de negação parcial.
II- A expressão 'do clima' é uma locução adjetiva exercendo a função sintática de adjunto adnominal, que restringe e especifica o sentido do substantivo mudanças, distinguindo-as de outras possíveis mudanças.
III- O vocábulo 'mas' é uma conjunção adversativa, responsável por introduzir uma oração que contrasta com a ideia anterior.
IV- O vocábulo 'segundo' atua como adjetivo variável, qualificando o substantivo 'Francisco Aquino', estabelecendo adequadamente relação de concordância nominal.
É CORRETO o que se afirma em:
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando
estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo
de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em
relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia
por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos
na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul,
não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos
indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena
o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento,
principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90%
da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das
mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no
hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones
que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para
o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma
combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a
formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
O vocábulo 'Centro-Sul' está grafado corretamente com hífen, assim como os vocábulos a seguir, EXCETO:
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando
estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo
de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em
relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia
por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos
na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul,
não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos
indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena
o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento,
principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90%
da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das
mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no
hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones
que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para
o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma
combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a
formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
Com base nas regras de acentuação gráfica aplicáveis aos vocábulos 'últimas' e 'acúmulo', assinale V (verdadeiro) ou F (falso):
( ) O vocábulo 'acúmulo' recebe acento por apresentar a antepenúltima sílaba tônica, conforme a regra de acentuação das proparoxítonas.
( ) O vocábulo 'últimas' recebe acento pela regra do 'i' tônico que forma hiato, podendo ficar sozinho na sílaba ou acompanhado de 'l'.
( ) Os vocábulos apresentados seguem regras distintas de acentuação.
( ) O vocábulo 'acúmulo' recebe acento pela mesma regra de acentuação que incide sobre o vocábulo 'perdíamos'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando
estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo
de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em
relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia
por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos
na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul,
não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos
indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena
o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento,
principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90%
da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das
mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no
hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones
que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para
o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma
combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a
formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
Considerando os significados que as palavras adquirem no contexto em que são empregadas, analise as afirmativas a seguir:
I- O vocábulo 'risco' é empregado em sentido conotativo, pois não se refere a um perigo real, apenas circunstancial.
II- O vocábulo 'rajadas' é exemplo de palavra polissêmica, pois, no contexto, significa ventos fortes e súbitos, mas, em outros contextos, pode designar uma descarga contínua de arma de fogo.
III- O vocábulo 'altíssimo' é usado em sentido figurado, pois, ao não se referir a uma medida concreta de altura, estabelece uma metáfora associada à dimensão física do ciclone.
IV- No contexto da linguagem meteorológica, o termo 'previsão' possui o mesmo valor semântico de 'certeza', uma vez que ambos indicam a ideia de ocorrência inevitável e confirmada dos fenômenos atmosféricos.
É CORRETO o que se afirma em:
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando
estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo
de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em
relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia
por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos
na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul,
não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos
indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena
o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento,
principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90%
da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das
mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no
hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones
que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para
o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma
combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a
formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
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Leia as seguintes afirmativas:
1- Na época colonial, os africanos trouxeram diversos conhecimentos para o Brasil, entre eles, o modo de fazer acarajé.
2- O acarajé é um bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê, cortado e recheado com camarão, caruru, vatapá e pimenta.
A partir dessas afirmativas, assinale a alternativa em que é possível identificar extrapolação.
1- Na época colonial, os africanos trouxeram diversos conhecimentos para o Brasil, entre eles, o modo de fazer acarajé.
2- O acarajé é um bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê, cortado e recheado com camarão, caruru, vatapá e pimenta.
A partir dessas afirmativas, assinale a alternativa em que é possível identificar extrapolação.
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A escrita por extenso do número 8.872 é
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02
Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/surfando-internet/. Acesso em: 23 dez. 2026.
I - O uso dos advérbios “depois” e “agora” marcam a passagem do tempo.
II - Os verbos “surfando”, “navegando” e “afogando” foram usados no gerúndio.
III - A expressão “a gente começou” poderia ser substituída por “nós começamos”.
IV - O pronome “nos”, no último quadro, corresponde à expressão “nós mesmos”.
V - O termo “a gente” indica que a personagem se exclui das ações expressas.
Estão CORRETAS as afirmativas
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