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4228590 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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Quem vive com pressa talvez só esteja sempre atrasado

Por Marco Matos

O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa. É inacreditável como a

tal Lei de Murphy, às vezes, faz tanto sentido.

Mas vou além do que pode dar errado e “inevitavelmente” acontece. Tenho uma teoria:

a pressa está quase sempre associada a quem está atrasado. Nunca vi alguém que acorda mais

cedo do que precisa sair para o trabalho correndo como se tivesse que chegar ontem.

Nesta quarta-feira (25), dia de jogo da seleção, parei por alguns minutos para observar.

Vi motoristas de cara fechada. Gente sem paciência. Pessoas querendo chegar logo a algum

lugar. Ouvi buzinas, ______. O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia

antecipado por causa do futebol.

Preferi assistir ao jogo da academia, que permaneceu aberta. Pode parecer estranho, mas

foi interessante acompanhar o início da partida com outros três ou quatro gatos pingados que

resolveram cumprir uma tarefa comum de uma quarta-feira qualquer.

Basicamente, a pressa é resultado de falta de prioridade. Da confusão entre dever e

______. Da tentativa de produzir mais sem condições reais para isso. É a pressa a culpada por

uma série de outros problemas, apontada, inclusive, como fator de risco para o estresse. Afinal,

ela é sintoma ou causa?

A pontualidade não é o forte de todo mundo. Arrisco dizer que nem metade da

humanidade consegue cumprir horários com rigor. Mas, para além das horas marcadas, ser

pontual também é dar conta das próprias obrigações dentro de um tempo possível: seja um

dia, um turno ou uma rotina.

Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado.

Fazer as atividades nas horas pré-determinadas ajuda muito. Uma consulta médica que atrasa

minutos, por exemplo, pode comprometer toda a organização de quem, por regra, chega

sempre 10 minutos antes.

Além de ser pontual, adiantar tarefas ajuda a manter o tempo no seu devido lugar. As

horas e os minutos são matemáticos — não mudam. Já a sensação de atraso é puramente

humana. A pressa, no fundo, é irônica: é tentar acelerar para chegar antes em uma corrida em

que os pontuais largaram no horário e, por isso mesmo, acabam indo mais longe.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/06/quem-vive-com-pressa-talvez-so-esteja-sempre-atrasado-cmqtrynhw00je01gzi1xw9nkv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a conjugação correta no futuro do presente do indicativo do verbo “Preferi”, no trecho “Preferi assistir ao jogo da academia”, retirado do texto.
 

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4228589 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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Quem vive com pressa talvez só esteja sempre atrasado

Por Marco Matos

O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa. É inacreditável como a

tal Lei de Murphy, às vezes, faz tanto sentido.

Mas vou além do que pode dar errado e “inevitavelmente” acontece. Tenho uma teoria:

a pressa está quase sempre associada a quem está atrasado. Nunca vi alguém que acorda mais

cedo do que precisa sair para o trabalho correndo como se tivesse que chegar ontem.

Nesta quarta-feira (25), dia de jogo da seleção, parei por alguns minutos para observar.

Vi motoristas de cara fechada. Gente sem paciência. Pessoas querendo chegar logo a algum

lugar. Ouvi buzinas, ______. O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia

antecipado por causa do futebol.

Preferi assistir ao jogo da academia, que permaneceu aberta. Pode parecer estranho, mas

foi interessante acompanhar o início da partida com outros três ou quatro gatos pingados que

resolveram cumprir uma tarefa comum de uma quarta-feira qualquer.

Basicamente, a pressa é resultado de falta de prioridade. Da confusão entre dever e

______. Da tentativa de produzir mais sem condições reais para isso. É a pressa a culpada por

uma série de outros problemas, apontada, inclusive, como fator de risco para o estresse. Afinal,

ela é sintoma ou causa?

A pontualidade não é o forte de todo mundo. Arrisco dizer que nem metade da

humanidade consegue cumprir horários com rigor. Mas, para além das horas marcadas, ser

pontual também é dar conta das próprias obrigações dentro de um tempo possível: seja um

dia, um turno ou uma rotina.

Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado.

Fazer as atividades nas horas pré-determinadas ajuda muito. Uma consulta médica que atrasa

minutos, por exemplo, pode comprometer toda a organização de quem, por regra, chega

sempre 10 minutos antes.

Além de ser pontual, adiantar tarefas ajuda a manter o tempo no seu devido lugar. As

horas e os minutos são matemáticos — não mudam. Já a sensação de atraso é puramente

humana. A pressa, no fundo, é irônica: é tentar acelerar para chegar antes em uma corrida em

que os pontuais largaram no horário e, por isso mesmo, acabam indo mais longe.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/06/quem-vive-com-pressa-talvez-so-esteja-sempre-atrasado-cmqtrynhw00je01gzi1xw9nkv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente a palavra “burburinho” no trecho a seguir, retirado do texto, sem alterações ao seu sentido.

“O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia antecipado por causa do futebol”.
 

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4228588 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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Quem vive com pressa talvez só esteja sempre atrasado

Por Marco Matos

O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa. É inacreditável como a

tal Lei de Murphy, às vezes, faz tanto sentido.

Mas vou além do que pode dar errado e “inevitavelmente” acontece. Tenho uma teoria:

a pressa está quase sempre associada a quem está atrasado. Nunca vi alguém que acorda mais

cedo do que precisa sair para o trabalho correndo como se tivesse que chegar ontem.

Nesta quarta-feira (25), dia de jogo da seleção, parei por alguns minutos para observar.

Vi motoristas de cara fechada. Gente sem paciência. Pessoas querendo chegar logo a algum

lugar. Ouvi buzinas, ______. O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia

antecipado por causa do futebol.

Preferi assistir ao jogo da academia, que permaneceu aberta. Pode parecer estranho, mas

foi interessante acompanhar o início da partida com outros três ou quatro gatos pingados que

resolveram cumprir uma tarefa comum de uma quarta-feira qualquer.

Basicamente, a pressa é resultado de falta de prioridade. Da confusão entre dever e

______. Da tentativa de produzir mais sem condições reais para isso. É a pressa a culpada por

uma série de outros problemas, apontada, inclusive, como fator de risco para o estresse. Afinal,

ela é sintoma ou causa?

A pontualidade não é o forte de todo mundo. Arrisco dizer que nem metade da

humanidade consegue cumprir horários com rigor. Mas, para além das horas marcadas, ser

pontual também é dar conta das próprias obrigações dentro de um tempo possível: seja um

dia, um turno ou uma rotina.

Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado.

Fazer as atividades nas horas pré-determinadas ajuda muito. Uma consulta médica que atrasa

minutos, por exemplo, pode comprometer toda a organização de quem, por regra, chega

sempre 10 minutos antes.

Além de ser pontual, adiantar tarefas ajuda a manter o tempo no seu devido lugar. As

horas e os minutos são matemáticos — não mudam. Já a sensação de atraso é puramente

humana. A pressa, no fundo, é irônica: é tentar acelerar para chegar antes em uma corrida em

que os pontuais largaram no horário e, por isso mesmo, acabam indo mais longe.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/06/quem-vive-com-pressa-talvez-so-esteja-sempre-atrasado-cmqtrynhw00je01gzi1xw9nkv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a escrita correta das palavras na Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

•  “Ouvi buzinas, _________. O burburinho de uma cidade [...]”.
•  “Da confusão entre dever e _________. Da tentativa de produzir mais [...]”.
 

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4228587 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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Quem vive com pressa talvez só esteja sempre atrasado

Por Marco Matos

O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa. É inacreditável como a

tal Lei de Murphy, às vezes, faz tanto sentido.

Mas vou além do que pode dar errado e “inevitavelmente” acontece. Tenho uma teoria:

a pressa está quase sempre associada a quem está atrasado. Nunca vi alguém que acorda mais

cedo do que precisa sair para o trabalho correndo como se tivesse que chegar ontem.

Nesta quarta-feira (25), dia de jogo da seleção, parei por alguns minutos para observar.

Vi motoristas de cara fechada. Gente sem paciência. Pessoas querendo chegar logo a algum

lugar. Ouvi buzinas, ______. O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia

antecipado por causa do futebol.

Preferi assistir ao jogo da academia, que permaneceu aberta. Pode parecer estranho, mas

foi interessante acompanhar o início da partida com outros três ou quatro gatos pingados que

resolveram cumprir uma tarefa comum de uma quarta-feira qualquer.

Basicamente, a pressa é resultado de falta de prioridade. Da confusão entre dever e

______. Da tentativa de produzir mais sem condições reais para isso. É a pressa a culpada por

uma série de outros problemas, apontada, inclusive, como fator de risco para o estresse. Afinal,

ela é sintoma ou causa?

A pontualidade não é o forte de todo mundo. Arrisco dizer que nem metade da

humanidade consegue cumprir horários com rigor. Mas, para além das horas marcadas, ser

pontual também é dar conta das próprias obrigações dentro de um tempo possível: seja um

dia, um turno ou uma rotina.

Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado.

Fazer as atividades nas horas pré-determinadas ajuda muito. Uma consulta médica que atrasa

minutos, por exemplo, pode comprometer toda a organização de quem, por regra, chega

sempre 10 minutos antes.

Além de ser pontual, adiantar tarefas ajuda a manter o tempo no seu devido lugar. As

horas e os minutos são matemáticos — não mudam. Já a sensação de atraso é puramente

humana. A pressa, no fundo, é irônica: é tentar acelerar para chegar antes em uma corrida em

que os pontuais largaram no horário e, por isso mesmo, acabam indo mais longe.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/06/quem-vive-com-pressa-talvez-so-esteja-sempre-atrasado-cmqtrynhw00je01gzi1xw9nkv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

São informações abordadas pelo texto, EXCETO:
 

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4228586 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Quem vive com pressa talvez só esteja sempre atrasado

Por Marco Matos

O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa. É inacreditável como a

tal Lei de Murphy, às vezes, faz tanto sentido.

Mas vou além do que pode dar errado e “inevitavelmente” acontece. Tenho uma teoria:

a pressa está quase sempre associada a quem está atrasado. Nunca vi alguém que acorda mais

cedo do que precisa sair para o trabalho correndo como se tivesse que chegar ontem.

Nesta quarta-feira (25), dia de jogo da seleção, parei por alguns minutos para observar.

Vi motoristas de cara fechada. Gente sem paciência. Pessoas querendo chegar logo a algum

lugar. Ouvi buzinas, ______. O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia

antecipado por causa do futebol.

Preferi assistir ao jogo da academia, que permaneceu aberta. Pode parecer estranho, mas

foi interessante acompanhar o início da partida com outros três ou quatro gatos pingados que

resolveram cumprir uma tarefa comum de uma quarta-feira qualquer.

Basicamente, a pressa é resultado de falta de prioridade. Da confusão entre dever e

______. Da tentativa de produzir mais sem condições reais para isso. É a pressa a culpada por

uma série de outros problemas, apontada, inclusive, como fator de risco para o estresse. Afinal,

ela é sintoma ou causa?

A pontualidade não é o forte de todo mundo. Arrisco dizer que nem metade da

humanidade consegue cumprir horários com rigor. Mas, para além das horas marcadas, ser

pontual também é dar conta das próprias obrigações dentro de um tempo possível: seja um

dia, um turno ou uma rotina.

Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado.

Fazer as atividades nas horas pré-determinadas ajuda muito. Uma consulta médica que atrasa

minutos, por exemplo, pode comprometer toda a organização de quem, por regra, chega

sempre 10 minutos antes.

Além de ser pontual, adiantar tarefas ajuda a manter o tempo no seu devido lugar. As

horas e os minutos são matemáticos — não mudam. Já a sensação de atraso é puramente

humana. A pressa, no fundo, é irônica: é tentar acelerar para chegar antes em uma corrida em

que os pontuais largaram no horário e, por isso mesmo, acabam indo mais longe.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/06/quem-vive-com-pressa-talvez-so-esteja-sempre-atrasado-cmqtrynhw00je01gzi1xw9nkv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que está de acordo com a teoria do autor sobre a pressa.
 

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4228585 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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Quem vive com pressa talvez só esteja sempre atrasado

Por Marco Matos

O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa. É inacreditável como a

tal Lei de Murphy, às vezes, faz tanto sentido.

Mas vou além do que pode dar errado e “inevitavelmente” acontece. Tenho uma teoria:

a pressa está quase sempre associada a quem está atrasado. Nunca vi alguém que acorda mais

cedo do que precisa sair para o trabalho correndo como se tivesse que chegar ontem.

Nesta quarta-feira (25), dia de jogo da seleção, parei por alguns minutos para observar.

Vi motoristas de cara fechada. Gente sem paciência. Pessoas querendo chegar logo a algum

lugar. Ouvi buzinas, ______. O burburinho de uma cidade que teve o tempo útil do dia

antecipado por causa do futebol.

Preferi assistir ao jogo da academia, que permaneceu aberta. Pode parecer estranho, mas

foi interessante acompanhar o início da partida com outros três ou quatro gatos pingados que

resolveram cumprir uma tarefa comum de uma quarta-feira qualquer.

Basicamente, a pressa é resultado de falta de prioridade. Da confusão entre dever e

______. Da tentativa de produzir mais sem condições reais para isso. É a pressa a culpada por

uma série de outros problemas, apontada, inclusive, como fator de risco para o estresse. Afinal,

ela é sintoma ou causa?

A pontualidade não é o forte de todo mundo. Arrisco dizer que nem metade da

humanidade consegue cumprir horários com rigor. Mas, para além das horas marcadas, ser

pontual também é dar conta das próprias obrigações dentro de um tempo possível: seja um

dia, um turno ou uma rotina.

Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado.

Fazer as atividades nas horas pré-determinadas ajuda muito. Uma consulta médica que atrasa

minutos, por exemplo, pode comprometer toda a organização de quem, por regra, chega

sempre 10 minutos antes.

Além de ser pontual, adiantar tarefas ajuda a manter o tempo no seu devido lugar. As

horas e os minutos são matemáticos — não mudam. Já a sensação de atraso é puramente

humana. A pressa, no fundo, é irônica: é tentar acelerar para chegar antes em uma corrida em

que os pontuais largaram no horário e, por isso mesmo, acabam indo mais longe.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/06/quem-vive-com-pressa-talvez-so-esteja-sempre-atrasado-cmqtrynhw00je01gzi1xw9nkv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, qual é o sentido da expressão “O cadarço sempre desamarra quando a gente está com pressa”?
 

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4228559 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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O jeitinho brasileiro de fazer pizza

Por Marco Matos

Dia 10 de julho é Dia da Pizza. A data foi criada nos anos 1980 por um secretário de

turismo de São Paulo com um objetivo simples: celebrar e divulgar ainda mais um dos pratos

mais populares do planeta.

Onde quer que a gente vá, há uma pizza esperando. A receita nasceu na Itália, claro, mas

conquistou o mundo inteiro. E talvez o segredo esteja justamente na simplicidade: massa,

molho e alguma coisa por cima. Parece pouco. Mas, quando tudo é bem-feito, vira uma

experiência inesquecível.

Dentro desse universo existem muitas variações. E tudo começa pela base: a massa. A

mais gostosa que já comi é de uma pizzaria de São Paulo que usa uma técnica que lembra

massa folhada. Nem sei explicar direito. O que sei é que ela faz um leve “crec” quando a gente

morde. É fina, delicada, leve e crocante na medida certa. Um respiro interessante em tempos

de obse....ão pela fermentação natural, que, confesso, nunca me conquistou completamente.

A segunda peça fundamental é o molho de tomate. Para mim, pizza de verdade tem que

ter molho e, de preferência, um molho generoso, daqueles em que ainda se percebem pequenos

pedações de tomate. A forma como ele é distribuído sobre a massa também faz diferença. Não

sou fã de borda recheada, mas admiro aquela pizza em que o molho quase escorre até o limite

do disco. Aquele “quase” que evita bordas secas e sem graça. É uma arte.

Há ainda um elemento que considero indispensável: queijo. Independentemente do

recheio, um bom queijo transforma qualquer pizza. Meu favorito sempre será o provolone. O

toque defumado tem uma personalidade difícil de superar. Segurar a fatia com a mão, dar uma

mordida e ver o queijo esticar enquanto os dedos se afastam da boca é um dos espetáculos

mais bonitos da gastronomia.

E os recheios? Aqui peço desculpas aos italianos mais tradicionais, mas gosto de sabores

surpreendentes e coberturas generosas. As versões minimalistas ficam até melancólicas ao

lado de uma pizza brasileira cheia de catupiry.

Não sou ade....to de carne de gado na pizza. Mas frango, quatro queijos, portuguesa,

milho com bacon... Sou apaixonado. Pizza boa é aquela em que, ao pegar a fatia com a mão,

uma parte do recheio ameaça escapar. Pizza, para mim, tem que transmitir fartura. Adoro

receber a caixa do motoboy e sentir que ela está pesada.

E nem vou perder tempo comparando nossas pizzas doces às de outros lugares do mundo.

Afinal, quantos países podem se orgulhar de criar uma pizza de pudim? Só isso já é um

excelente motivo para ter orgulho de ser brasileiro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/07/o-jeitinho-brasileiro-de-fazer-pizza-e-digno-de-comemoracao-cmrdso59u00kd01je90z4h29s.html – texto adaptado especialmente

para esta prova).

Assinale a alternativa na qual o sinal de pontuação hachurado é empregado para indicar que há uma interrupção daquilo que se está dizendo.
 

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4228558 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Doce-SC
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O jeitinho brasileiro de fazer pizza

Por Marco Matos

Dia 10 de julho é Dia da Pizza. A data foi criada nos anos 1980 por um secretário de

turismo de São Paulo com um objetivo simples: celebrar e divulgar ainda mais um dos pratos

mais populares do planeta.

Onde quer que a gente vá, há uma pizza esperando. A receita nasceu na Itália, claro, mas

conquistou o mundo inteiro. E talvez o segredo esteja justamente na simplicidade: massa,

molho e alguma coisa por cima. Parece pouco. Mas, quando tudo é bem-feito, vira uma

experiência inesquecível.

Dentro desse universo existem muitas variações. E tudo começa pela base: a massa. A

mais gostosa que já comi é de uma pizzaria de São Paulo que usa uma técnica que lembra

massa folhada. Nem sei explicar direito. O que sei é que ela faz um leve “crec” quando a gente

morde. É fina, delicada, leve e crocante na medida certa. Um respiro interessante em tempos

de obse....ão pela fermentação natural, que, confesso, nunca me conquistou completamente.

A segunda peça fundamental é o molho de tomate. Para mim, pizza de verdade tem que

ter molho e, de preferência, um molho generoso, daqueles em que ainda se percebem pequenos

pedações de tomate. A forma como ele é distribuído sobre a massa também faz diferença. Não

sou fã de borda recheada, mas admiro aquela pizza em que o molho quase escorre até o limite

do disco. Aquele “quase” que evita bordas secas e sem graça. É uma arte.

Há ainda um elemento que considero indispensável: queijo. Independentemente do

recheio, um bom queijo transforma qualquer pizza. Meu favorito sempre será o provolone. O

toque defumado tem uma personalidade difícil de superar. Segurar a fatia com a mão, dar uma

mordida e ver o queijo esticar enquanto os dedos se afastam da boca é um dos espetáculos

mais bonitos da gastronomia.

E os recheios? Aqui peço desculpas aos italianos mais tradicionais, mas gosto de sabores

surpreendentes e coberturas generosas. As versões minimalistas ficam até melancólicas ao

lado de uma pizza brasileira cheia de catupiry.

Não sou ade....to de carne de gado na pizza. Mas frango, quatro queijos, portuguesa,

milho com bacon... Sou apaixonado. Pizza boa é aquela em que, ao pegar a fatia com a mão,

uma parte do recheio ameaça escapar. Pizza, para mim, tem que transmitir fartura. Adoro

receber a caixa do motoboy e sentir que ela está pesada.

E nem vou perder tempo comparando nossas pizzas doces às de outros lugares do mundo.

Afinal, quantos países podem se orgulhar de criar uma pizza de pudim? Só isso já é um

excelente motivo para ter orgulho de ser brasileiro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/07/o-jeitinho-brasileiro-de-fazer-pizza-e-digno-de-comemoracao-cmrdso59u00kd01je90z4h29s.html – texto adaptado especialmente

para esta prova).

Assinale a alternativa na qual o encontro consonantal da palavra está separado em sílabas diferentes.
 

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4228557 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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O jeitinho brasileiro de fazer pizza

Por Marco Matos

Dia 10 de julho é Dia da Pizza. A data foi criada nos anos 1980 por um secretário de

turismo de São Paulo com um objetivo simples: celebrar e divulgar ainda mais um dos pratos

mais populares do planeta.

Onde quer que a gente vá, há uma pizza esperando. A receita nasceu na Itália, claro, mas

conquistou o mundo inteiro. E talvez o segredo esteja justamente na simplicidade: massa,

molho e alguma coisa por cima. Parece pouco. Mas, quando tudo é bem-feito, vira uma

experiência inesquecível.

Dentro desse universo existem muitas variações. E tudo começa pela base: a massa. A

mais gostosa que já comi é de uma pizzaria de São Paulo que usa uma técnica que lembra

massa folhada. Nem sei explicar direito. O que sei é que ela faz um leve “crec” quando a gente

morde. É fina, delicada, leve e crocante na medida certa. Um respiro interessante em tempos

de obse....ão pela fermentação natural, que, confesso, nunca me conquistou completamente.

A segunda peça fundamental é o molho de tomate. Para mim, pizza de verdade tem que

ter molho e, de preferência, um molho generoso, daqueles em que ainda se percebem pequenos

pedações de tomate. A forma como ele é distribuído sobre a massa também faz diferença. Não

sou fã de borda recheada, mas admiro aquela pizza em que o molho quase escorre até o limite

do disco. Aquele “quase” que evita bordas secas e sem graça. É uma arte.

Há ainda um elemento que considero indispensável: queijo. Independentemente do

recheio, um bom queijo transforma qualquer pizza. Meu favorito sempre será o provolone. O

toque defumado tem uma personalidade difícil de superar. Segurar a fatia com a mão, dar uma

mordida e ver o queijo esticar enquanto os dedos se afastam da boca é um dos espetáculos

mais bonitos da gastronomia.

E os recheios? Aqui peço desculpas aos italianos mais tradicionais, mas gosto de sabores

surpreendentes e coberturas generosas. As versões minimalistas ficam até melancólicas ao

lado de uma pizza brasileira cheia de catupiry.

Não sou ade....to de carne de gado na pizza. Mas frango, quatro queijos, portuguesa,

milho com bacon... Sou apaixonado. Pizza boa é aquela em que, ao pegar a fatia com a mão,

uma parte do recheio ameaça escapar. Pizza, para mim, tem que transmitir fartura. Adoro

receber a caixa do motoboy e sentir que ela está pesada.

E nem vou perder tempo comparando nossas pizzas doces às de outros lugares do mundo.

Afinal, quantos países podem se orgulhar de criar uma pizza de pudim? Só isso já é um

excelente motivo para ter orgulho de ser brasileiro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/07/o-jeitinho-brasileiro-de-fazer-pizza-e-digno-de-comemoracao-cmrdso59u00kd01je90z4h29s.html – texto adaptado especialmente

para esta prova).

Assinale a alternativa na qual as sílabas da palavra estão separadas corretamente.
 

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4228556 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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O jeitinho brasileiro de fazer pizza

Por Marco Matos

Dia 10 de julho é Dia da Pizza. A data foi criada nos anos 1980 por um secretário de

turismo de São Paulo com um objetivo simples: celebrar e divulgar ainda mais um dos pratos

mais populares do planeta.

Onde quer que a gente vá, há uma pizza esperando. A receita nasceu na Itália, claro, mas

conquistou o mundo inteiro. E talvez o segredo esteja justamente na simplicidade: massa,

molho e alguma coisa por cima. Parece pouco. Mas, quando tudo é bem-feito, vira uma

experiência inesquecível.

Dentro desse universo existem muitas variações. E tudo começa pela base: a massa. A

mais gostosa que já comi é de uma pizzaria de São Paulo que usa uma técnica que lembra

massa folhada. Nem sei explicar direito. O que sei é que ela faz um leve “crec” quando a gente

morde. É fina, delicada, leve e crocante na medida certa. Um respiro interessante em tempos

de obse....ão pela fermentação natural, que, confesso, nunca me conquistou completamente.

A segunda peça fundamental é o molho de tomate. Para mim, pizza de verdade tem que

ter molho e, de preferência, um molho generoso, daqueles em que ainda se percebem pequenos

pedações de tomate. A forma como ele é distribuído sobre a massa também faz diferença. Não

sou fã de borda recheada, mas admiro aquela pizza em que o molho quase escorre até o limite

do disco. Aquele “quase” que evita bordas secas e sem graça. É uma arte.

Há ainda um elemento que considero indispensável: queijo. Independentemente do

recheio, um bom queijo transforma qualquer pizza. Meu favorito sempre será o provolone. O

toque defumado tem uma personalidade difícil de superar. Segurar a fatia com a mão, dar uma

mordida e ver o queijo esticar enquanto os dedos se afastam da boca é um dos espetáculos

mais bonitos da gastronomia.

E os recheios? Aqui peço desculpas aos italianos mais tradicionais, mas gosto de sabores

surpreendentes e coberturas generosas. As versões minimalistas ficam até melancólicas ao

lado de uma pizza brasileira cheia de catupiry.

Não sou ade....to de carne de gado na pizza. Mas frango, quatro queijos, portuguesa,

milho com bacon... Sou apaixonado. Pizza boa é aquela em que, ao pegar a fatia com a mão,

uma parte do recheio ameaça escapar. Pizza, para mim, tem que transmitir fartura. Adoro

receber a caixa do motoboy e sentir que ela está pesada.

E nem vou perder tempo comparando nossas pizzas doces às de outros lugares do mundo.

Afinal, quantos países podem se orgulhar de criar uma pizza de pudim? Só isso já é um

excelente motivo para ter orgulho de ser brasileiro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/07/o-jeitinho-brasileiro-de-fazer-pizza-e-digno-de-comemoracao-cmrdso59u00kd01je90z4h29s.html – texto adaptado especialmente

para esta prova).

Qual das alternativas abaixo apresenta uma palavra que NÃO tem o mesmo sentido de “mas” no trecho a seguir, retirado do texto?

“Aqui peço desculpas aos italianos mais tradicionais, mas gosto de sabores surpreendentes”.
 

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