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4242608 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Atração pelos abismos

Por Helô Bacichette

Na semana passada, enquanto assistia a um documentário sobre cânions, falésias e

outras paisagens impressionantes, lembrei-me de uma frase atribuída a Nietzsche. Dias depois,

ao retomar a leitura de Quando Nietzsche Chorou, lembrei-me novamente da frase e ela me

pareceu ainda mais viva: “Quando você olha durante muito tempo para um abismo, o abismo

também olha para dentro de você”. Talvez porque algumas ideias, assim como certos lugares,

encontrem o momento certo para nos visitar.

Há lugares que exercem sobre nós uma atração difícil de explicar. Os cânions de

Cambará do Sul, as falésias da praia de Torres, as bordas dos precipícios despertam, ao mesmo

tempo, fa...ínio e respeito. Diante deles, sentimos uma estranha vertigem: o impulso de recuar

um passo e, ao mesmo tempo, avançar outro. Milhares de pessoas percorrem longas distâncias

para contemplar profundezas que inspiram admiração e deslumbramento. Algumas buscam a

fotografia perfeita; outras, querem apenas o silêncio.

Nietzsche sugeria que, ao contemplarmos um abismo, somos também contemplados por

ele. A frase parece falar menos de fendas abertas na rocha do que daquelas que carregamos

na alma. Há profundezas que não aparecem nos mapas. São feitas de perguntas, medos,

perdas, desejos e mistérios.

Talvez por isso certas paisagens nos emocionem tanto. Elas nos devolvem uma imagem

de nós mesmos. Diante da imensidão de um cânion, percebemos o quanto somos pequenos.

Guimarães Rosa escreveu que “o sertão é dentro da gente”. Poderíamos dizer o mesmo

dos abismos. Eles não pertencem apenas à geografia. Habitam a memória, a arte, a fé e os

caminhos que percorremos para compreender quem somos.

A literatura tem dessas vertigens. Um grande livro é sempre uma aproximação da borda.

Uma obra de arte nos convida a olhar para aquilo que evitamos. A fé, por sua vez, pede

coragem para caminhar por onde os olhos não alcançam o fundo.

Talvez fosse isso que Mario Quintana intuía em sua poesia: que a vida guarda mais

mistérios do que respostas e que nem tudo precisa ser explicado para ser compreendido. Há

profundidades que não se medem em metros, mas em assombro.

Por isso, continuamos visitando cânions, montanhas, falésias e furnas. Não porque

desejemos a queda, mas porque, diante deles, o olhar alcança mais longe e a alma se aventura

mais fundo. Até que, no fim, percebemos: os abismos da natureza apenas espelham.

Contemplamos suas profundezas e encontramos sombra e o nosso próprio rosto. Lá embaixo

não há vazio, há apenas nós.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/atracao-pelos-abismos-cmq11r6pk01r0013dz590gl9t.html).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da palavra sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto.

“enquanto assistia a um documentário sobre cânions, falésias e outras paisagens impressionantes”.

 

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4242607 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Atração pelos abismos

Por Helô Bacichette

Na semana passada, enquanto assistia a um documentário sobre cânions, falésias e

outras paisagens impressionantes, lembrei-me de uma frase atribuída a Nietzsche. Dias depois,

ao retomar a leitura de Quando Nietzsche Chorou, lembrei-me novamente da frase e ela me

pareceu ainda mais viva: “Quando você olha durante muito tempo para um abismo, o abismo

também olha para dentro de você”. Talvez porque algumas ideias, assim como certos lugares,

encontrem o momento certo para nos visitar.

Há lugares que exercem sobre nós uma atração difícil de explicar. Os cânions de

Cambará do Sul, as falésias da praia de Torres, as bordas dos precipícios despertam, ao mesmo

tempo, fa...ínio e respeito. Diante deles, sentimos uma estranha vertigem: o impulso de recuar

um passo e, ao mesmo tempo, avançar outro. Milhares de pessoas percorrem longas distâncias

para contemplar profundezas que inspiram admiração e deslumbramento. Algumas buscam a

fotografia perfeita; outras, querem apenas o silêncio.

Nietzsche sugeria que, ao contemplarmos um abismo, somos também contemplados por

ele. A frase parece falar menos de fendas abertas na rocha do que daquelas que carregamos

na alma. Há profundezas que não aparecem nos mapas. São feitas de perguntas, medos,

perdas, desejos e mistérios.

Talvez por isso certas paisagens nos emocionem tanto. Elas nos devolvem uma imagem

de nós mesmos. Diante da imensidão de um cânion, percebemos o quanto somos pequenos.

Guimarães Rosa escreveu que “o sertão é dentro da gente”. Poderíamos dizer o mesmo

dos abismos. Eles não pertencem apenas à geografia. Habitam a memória, a arte, a fé e os

caminhos que percorremos para compreender quem somos.

A literatura tem dessas vertigens. Um grande livro é sempre uma aproximação da borda.

Uma obra de arte nos convida a olhar para aquilo que evitamos. A fé, por sua vez, pede

coragem para caminhar por onde os olhos não alcançam o fundo.

Talvez fosse isso que Mario Quintana intuía em sua poesia: que a vida guarda mais

mistérios do que respostas e que nem tudo precisa ser explicado para ser compreendido. Há

profundidades que não se medem em metros, mas em assombro.

Por isso, continuamos visitando cânions, montanhas, falésias e furnas. Não porque

desejemos a queda, mas porque, diante deles, o olhar alcança mais longe e a alma se aventura

mais fundo. Até que, no fim, percebemos: os abismos da natureza apenas espelham.

Contemplamos suas profundezas e encontramos sombra e o nosso próprio rosto. Lá embaixo

não há vazio, há apenas nós.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/atracao-pelos-abismos-cmq11r6pk01r0013dz590gl9t.html).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que tem o mesmo número de fonemas e letras.
 

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4242606 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Atração pelos abismos

Por Helô Bacichette

Na semana passada, enquanto assistia a um documentário sobre cânions, falésias e

outras paisagens impressionantes, lembrei-me de uma frase atribuída a Nietzsche. Dias depois,

ao retomar a leitura de Quando Nietzsche Chorou, lembrei-me novamente da frase e ela me

pareceu ainda mais viva: “Quando você olha durante muito tempo para um abismo, o abismo

também olha para dentro de você”. Talvez porque algumas ideias, assim como certos lugares,

encontrem o momento certo para nos visitar.

Há lugares que exercem sobre nós uma atração difícil de explicar. Os cânions de

Cambará do Sul, as falésias da praia de Torres, as bordas dos precipícios despertam, ao mesmo

tempo, fa...ínio e respeito. Diante deles, sentimos uma estranha vertigem: o impulso de recuar

um passo e, ao mesmo tempo, avançar outro. Milhares de pessoas percorrem longas distâncias

para contemplar profundezas que inspiram admiração e deslumbramento. Algumas buscam a

fotografia perfeita; outras, querem apenas o silêncio.

Nietzsche sugeria que, ao contemplarmos um abismo, somos também contemplados por

ele. A frase parece falar menos de fendas abertas na rocha do que daquelas que carregamos

na alma. Há profundezas que não aparecem nos mapas. São feitas de perguntas, medos,

perdas, desejos e mistérios.

Talvez por isso certas paisagens nos emocionem tanto. Elas nos devolvem uma imagem

de nós mesmos. Diante da imensidão de um cânion, percebemos o quanto somos pequenos.

Guimarães Rosa escreveu que “o sertão é dentro da gente”. Poderíamos dizer o mesmo

dos abismos. Eles não pertencem apenas à geografia. Habitam a memória, a arte, a fé e os

caminhos que percorremos para compreender quem somos.

A literatura tem dessas vertigens. Um grande livro é sempre uma aproximação da borda.

Uma obra de arte nos convida a olhar para aquilo que evitamos. A fé, por sua vez, pede

coragem para caminhar por onde os olhos não alcançam o fundo.

Talvez fosse isso que Mario Quintana intuía em sua poesia: que a vida guarda mais

mistérios do que respostas e que nem tudo precisa ser explicado para ser compreendido. Há

profundidades que não se medem em metros, mas em assombro.

Por isso, continuamos visitando cânions, montanhas, falésias e furnas. Não porque

desejemos a queda, mas porque, diante deles, o olhar alcança mais longe e a alma se aventura

mais fundo. Até que, no fim, percebemos: os abismos da natureza apenas espelham.

Contemplamos suas profundezas e encontramos sombra e o nosso próprio rosto. Lá embaixo

não há vazio, há apenas nós.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/atracao-pelos-abismos-cmq11r6pk01r0013dz590gl9t.html).

Assinale a alternativa correta em relação à(s) classe(s) de palavras à(s) qual(quais) pertencem as palavras sublinhadas no trecho a seguir, retirado do texto:

“Milhares de pessoas percorrem longas distâncias para contemplar profundezas que inspiram admiração e deslumbramento”.

 

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4242605 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Na semana passada, enquanto assistia a um documentário sobre cânions, falésias e

outras paisagens impressionantes, lembrei-me de uma frase atribuída a Nietzsche. Dias depois,

ao retomar a leitura de Quando Nietzsche Chorou, lembrei-me novamente da frase e ela me

pareceu ainda mais viva: “Quando você olha durante muito tempo para um abismo, o abismo

também olha para dentro de você”. Talvez porque algumas ideias, assim como certos lugares,

encontrem o momento certo para nos visitar.

Há lugares que exercem sobre nós uma atração difícil de explicar. Os cânions de

Cambará do Sul, as falésias da praia de Torres, as bordas dos precipícios despertam, ao mesmo

tempo, fa...ínio e respeito. Diante deles, sentimos uma estranha vertigem: o impulso de recuar

um passo e, ao mesmo tempo, avançar outro. Milhares de pessoas percorrem longas distâncias

para contemplar profundezas que inspiram admiração e deslumbramento. Algumas buscam a

fotografia perfeita; outras, querem apenas o silêncio.

Nietzsche sugeria que, ao contemplarmos um abismo, somos também contemplados por

ele. A frase parece falar menos de fendas abertas na rocha do que daquelas que carregamos

na alma. Há profundezas que não aparecem nos mapas. São feitas de perguntas, medos,

perdas, desejos e mistérios.

Talvez por isso certas paisagens nos emocionem tanto. Elas nos devolvem uma imagem

de nós mesmos. Diante da imensidão de um cânion, percebemos o quanto somos pequenos.

Guimarães Rosa escreveu que “o sertão é dentro da gente”. Poderíamos dizer o mesmo

dos abismos. Eles não pertencem apenas à geografia. Habitam a memória, a arte, a fé e os

caminhos que percorremos para compreender quem somos.

A literatura tem dessas vertigens. Um grande livro é sempre uma aproximação da borda.

Uma obra de arte nos convida a olhar para aquilo que evitamos. A fé, por sua vez, pede

coragem para caminhar por onde os olhos não alcançam o fundo.

Talvez fosse isso que Mario Quintana intuía em sua poesia: que a vida guarda mais

mistérios do que respostas e que nem tudo precisa ser explicado para ser compreendido. Há

profundidades que não se medem em metros, mas em assombro.

Por isso, continuamos visitando cânions, montanhas, falésias e furnas. Não porque

desejemos a queda, mas porque, diante deles, o olhar alcança mais longe e a alma se aventura

mais fundo. Até que, no fim, percebemos: os abismos da natureza apenas espelham.

Contemplamos suas profundezas e encontramos sombra e o nosso próprio rosto. Lá embaixo

não há vazio, há apenas nós.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/atracao-pelos-abismos-cmq11r6pk01r0013dz590gl9t.html).

Analise as assertivas que seguem a respeito da palavra hachurada no trecho abaixo, retirado do texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

“as bordas dos precipícios despertam, ao mesmo tempo, fa...ínio e respeito”.

( ) Trata-se de um substantivo abstrato. 

( ) A lacuna pontilhada deve ser preenchida com a letra “c”. 

( ) “Encantamento” é um sinônimo possível para a palavra.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4242604 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Na semana passada, enquanto assistia a um documentário sobre cânions, falésias e

outras paisagens impressionantes, lembrei-me de uma frase atribuída a Nietzsche. Dias depois,

ao retomar a leitura de Quando Nietzsche Chorou, lembrei-me novamente da frase e ela me

pareceu ainda mais viva: “Quando você olha durante muito tempo para um abismo, o abismo

também olha para dentro de você”. Talvez porque algumas ideias, assim como certos lugares,

encontrem o momento certo para nos visitar.

Há lugares que exercem sobre nós uma atração difícil de explicar. Os cânions de

Cambará do Sul, as falésias da praia de Torres, as bordas dos precipícios despertam, ao mesmo

tempo, fa...ínio e respeito. Diante deles, sentimos uma estranha vertigem: o impulso de recuar

um passo e, ao mesmo tempo, avançar outro. Milhares de pessoas percorrem longas distâncias

para contemplar profundezas que inspiram admiração e deslumbramento. Algumas buscam a

fotografia perfeita; outras, querem apenas o silêncio.

Nietzsche sugeria que, ao contemplarmos um abismo, somos também contemplados por

ele. A frase parece falar menos de fendas abertas na rocha do que daquelas que carregamos

na alma. Há profundezas que não aparecem nos mapas. São feitas de perguntas, medos,

perdas, desejos e mistérios.

Talvez por isso certas paisagens nos emocionem tanto. Elas nos devolvem uma imagem

de nós mesmos. Diante da imensidão de um cânion, percebemos o quanto somos pequenos.

Guimarães Rosa escreveu que “o sertão é dentro da gente”. Poderíamos dizer o mesmo

dos abismos. Eles não pertencem apenas à geografia. Habitam a memória, a arte, a fé e os

caminhos que percorremos para compreender quem somos.

A literatura tem dessas vertigens. Um grande livro é sempre uma aproximação da borda.

Uma obra de arte nos convida a olhar para aquilo que evitamos. A fé, por sua vez, pede

coragem para caminhar por onde os olhos não alcançam o fundo.

Talvez fosse isso que Mario Quintana intuía em sua poesia: que a vida guarda mais

mistérios do que respostas e que nem tudo precisa ser explicado para ser compreendido. Há

profundidades que não se medem em metros, mas em assombro.

Por isso, continuamos visitando cânions, montanhas, falésias e furnas. Não porque

desejemos a queda, mas porque, diante deles, o olhar alcança mais longe e a alma se aventura

mais fundo. Até que, no fim, percebemos: os abismos da natureza apenas espelham.

Contemplamos suas profundezas e encontramos sombra e o nosso próprio rosto. Lá embaixo

não há vazio, há apenas nós.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/atracao-pelos-abismos-cmq11r6pk01r0013dz590gl9t.html).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. A literatura se avizinha dos abismos na medida em que nos mostra aquilo com que não queremos lidar.

II. A autora cita Guimarães Rosa pela semelhança geográfica entre abismos e o sertão.

III. Algumas coisas nos causam assombro e atração e nos convidam ao perigo até que o desejemos sem nos preocupar com nossa integridade física.

Quais estão corretas?

 

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4242508 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MPE-GO

Contato diário com cultura e arte pode desacelerar envelhecimento, diz estudo

Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a ritmo mais lento de envelhecimento celular

Sarah Macedo

 

Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente. Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.

O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido, incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.

Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3% mais lento.

Em média, os participantes que realizavam alguma atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de seis meses nessa mesma métrica.

 

Como o estudo foi feito

Para a pesquisa, os participantes precisaram responder com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições, eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como monumentos, prédios antigos e parques históricos).

“Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.

Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de exercícios físicos.

Fancourt também destacou que diferentes atividades culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais, visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente, emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.” [...]

 

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml. Acesso em: 17 jun. 2026.

A respeito do uso dos travessões em: “Fancourt também destacou que diferentes atividades culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. ‘Cada tipo de atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais, visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente, emocionalmente e fisiologicamente’, afirmou em entrevista à revista Smithsonian.”, assinale a alternativa correta.
 

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4242507 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MPE-GO

Contato diário com cultura e arte pode desacelerar envelhecimento, diz estudo

Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a ritmo mais lento de envelhecimento celular

Sarah Macedo

 

Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente. Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.

O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido, incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.

Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3% mais lento.

Em média, os participantes que realizavam alguma atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de seis meses nessa mesma métrica.

 

Como o estudo foi feito

Para a pesquisa, os participantes precisaram responder com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições, eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como monumentos, prédios antigos e parques históricos).

“Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.

Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de exercícios físicos.

Fancourt também destacou que diferentes atividades culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais, visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente, emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.” [...]

 

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml. Acesso em: 17 jun. 2026.

Sobre os seguintes excertos do texto, assinale a alternativa correta.
 

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4242506 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MPE-GO

Contato diário com cultura e arte pode desacelerar envelhecimento, diz estudo

Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a ritmo mais lento de envelhecimento celular

Sarah Macedo

 

Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente. Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.

O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido, incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.

Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3% mais lento.

Em média, os participantes que realizavam alguma atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de seis meses nessa mesma métrica.

 

Como o estudo foi feito

Para a pesquisa, os participantes precisaram responder com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições, eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como monumentos, prédios antigos e parques históricos).

“Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.

Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de exercícios físicos.

Fancourt também destacou que diferentes atividades culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais, visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente, emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.” [...]

 

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml. Acesso em: 17 jun. 2026.

A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
 

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Contato diário com cultura e arte pode desacelerar envelhecimento, diz estudo

Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a ritmo mais lento de envelhecimento celular

Sarah Macedo

 

Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente. Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.

O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido, incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.

Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3% mais lento.

Em média, os participantes que realizavam alguma atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de seis meses nessa mesma métrica.

 

Como o estudo foi feito

Para a pesquisa, os participantes precisaram responder com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições, eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como monumentos, prédios antigos e parques históricos).

“Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.

Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de exercícios físicos.

Fancourt também destacou que diferentes atividades culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais, visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente, emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.” [...]

 

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml. Acesso em: 17 jun. 2026.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o uso do acento na palavra destacada.
 

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4242504 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MPE-GO

Contato diário com cultura e arte pode desacelerar envelhecimento, diz estudo

Pesquisa feita com mais de 3.500 adultos sugere que prática de atividades ligadas à criatividade e cultura pode estar ligada a ritmo mais lento de envelhecimento celular

Sarah Macedo

 

Atividades como ouvir música, ler um livro, desenhar ou visitar um museu podem fazer mais pela sua saúde do que relaxar a mente. Segundo uma nova pesquisa da UCL (University College London), na Inglaterra, pessoas que mantêm contato frequente com artes e atividades culturais apresentam um ritmo mais lento de envelhecimento biológico.

O estudo, publicado em 11 de maio na revista Innovation in Aging, reuniu informações de mais de 3,5 mil adultos do Reino Unido, incluindo exames de sangue e questionários sobre hábitos culturais. Com esses dados, os pesquisadores conseguiram calcular a idade biológica dos participantes e acompanhar a velocidade com que o corpo envelhece.

Os resultados mostraram que pessoas que se envolviam com atividades artísticas semanalmente envelheciam cerca de 4% mais lentamente do que aquelas que quase nunca tinham esse tipo de contato. Já quem mantinha esse hábito ao menos uma vez por mês apresentava um envelhecimento cerca de 3% mais lento.

Em média, os participantes que realizavam alguma atividade artística semanalmente eram biologicamente um ano mais jovens do que aqueles que raramente se dedicavam a elas, enquanto as pessoas que praticavam exercícios físicos uma vez por semana apresentavam uma diferença de cerca de seis meses nessa mesma métrica.

 

Como o estudo foi feito

Para a pesquisa, os participantes precisaram responder com que frequência, ao longo do último ano, participaram de atividades como canto, dança, pintura, fotografia e artesanato, além de visitas a exposições, eventos culturais, museus, bibliotecas, arquivos e patrimônios históricos (como monumentos, prédios antigos e parques históricos).

“Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico”, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.

Para Feifei Bu, pesquisadora da UCL e autora sênior do estudo, o estudo traz “a primeira evidência” de uma relação entre o envolvimento com atividades artísticas e cultura e um envelhecimento biológico mais lento. Segundo ela, os resultados reforçam pesquisas anteriores que associam as artes à redução do estresse, diminuição de inflamações e melhora do risco de doenças cardiovasculares, benefícios já observados com a prática de exercícios físicos.

Fancourt também destacou que diferentes atividades culturais podem impactar o organismo de maneiras distintas. “Cada tipo de atividade artística — ler, fazer música, assistir a apresentações culturais, visitar locais históricos — tem efeitos diferentes sobre nós cognitivamente, emocionalmente e fisiologicamente”, afirmou em entrevista à revista Smithsonian. “Por isso, se envolver em uma variedade de atividades, assim como manter uma alimentação diversificada, é extremamente benéfico para a saúde.” [...]

 

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/contato-diario-com-cultura-e-arte-pode-desacelerar-envelhecimento-diz-estudo.ghtml. Acesso em: 17 jun. 2026.

Em relação ao excerto “‘Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico’, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.”, assinale a alternativa correta.
 

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