Foram encontradas 364.882 questões.
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
I. A pesquisa traz informações que permitem conhecer e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes e é um retrato de como estão os jovens, crianças e adolescentes em relação a diferentes questões relacionadas à saúde.
II. A pesquisa serve como base para a melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa etária pesquisada.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Questão presente nas seguintes provas
Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a
importância da leitura para o desenvolvimento e a
alfabetização
O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia
18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do
escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da
literatura infantil brasileira. A oportunidade
homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil
na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os
primeiros anos de vida potencializa o processo de
desenvolvimento integral das crianças.
Para além de preparar melhor para a alfabetização
dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e
ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos
com a leitura, como também amplia o vocabulário e
desenvolvimento de habilidades cognitivas
importantes para as crianças.
“O contato com o livro e a leitura é uma das
experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois
abre portas para todas as áreas do conhecimento.
Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo,
a criança desenvolve a atenção, a memória e a
concentração, amplia o vocabulário e o repertório,
fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o
raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa
melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
A partir da leitura, com o passar do tempo, as
crianças conseguem expor de forma mais objetiva e
consistente seus pensamentos e emoções, o que é
importante tanto na infância quanto na vida adulta,
considera a especialista.
Maria destaca que livros com ilustrações coloridas,
textos curtos e formatos variados (como obras feitas
de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a
experiência mais acessível e lúdica.
“É importante que, no momento de contar as
histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação
de voz diferente conforme os personagens, mostre as
figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes
possibilitam uma melhor experiência para a criança,
além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos,
já é possível pedir para a criança participar da história,
recontando a parte que ouviu e criando uma nova
história por meio das imagens presentes no livro”,
afirma.
Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da
criança a se preparar melhor para o processo de
alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da
leitura:
O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso
aos livros desde bebê tem um interesse natural pela
alfabetização, e essa motivação é um dos maiores
preditores para o sucesso.
Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos
livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo.
Oralmente, ela produz frases mais completas e
entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o
início da leitura.
Desenvolvimento da consciência fonológica: o
contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve
muito mais rapidamente a consciência fonológica,
habilidade essencial para a alfabetização.
O contato com os livros desde cedo, viabilizado por
meio da família e da escola, fomenta a formação de
leitores críticos e engajados.
Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a
importância da leitura para o desenvolvimento e a
alfabetização
O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia
18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do
escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da
literatura infantil brasileira. A oportunidade
homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil
na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os
primeiros anos de vida potencializa o processo de
desenvolvimento integral das crianças.
Para além de preparar melhor para a alfabetização
dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e
ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos
com a leitura, como também amplia o vocabulário e
desenvolvimento de habilidades cognitivas
importantes para as crianças.
“O contato com o livro e a leitura é uma das
experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois
abre portas para todas as áreas do conhecimento.
Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo,
a criança desenvolve a atenção, a memória e a
concentração, amplia o vocabulário e o repertório,
fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o
raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa
melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.
A partir da leitura, com o passar do tempo, as
crianças conseguem expor de forma mais objetiva e
consistente seus pensamentos e emoções, o que é
importante tanto na infância quanto na vida adulta,
considera a especialista.
Maria destaca que livros com ilustrações coloridas,
textos curtos e formatos variados (como obras feitas
de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a
experiência mais acessível e lúdica.
“É importante que, no momento de contar as
histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação
de voz diferente conforme os personagens, mostre as
figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes
possibilitam uma melhor experiência para a criança,
além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos,
já é possível pedir para a criança participar da história,
recontando a parte que ouviu e criando uma nova
história por meio das imagens presentes no livro”,
afirma.
Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da
criança a se preparar melhor para o processo de
alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da
leitura:
O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso
aos livros desde bebê tem um interesse natural pela
alfabetização, e essa motivação é um dos maiores
preditores para o sucesso.
Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos
livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo.
Oralmente, ela produz frases mais completas e
entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o
início da leitura.
Desenvolvimento da consciência fonológica: o
contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve
muito mais rapidamente a consciência fonológica,
habilidade essencial para a alfabetização.
O contato com os livros desde cedo, viabilizado por
meio da família e da escola, fomenta a formação de
leitores críticos e engajados.
Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.
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