Foram encontradas 364.882 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A economia da longevidade
José Eustáquio
O Brasil está prestes a atingir um marco
demográfico histórico: pela primeira vez, terá mais
pessoas de 60 anos ou mais do que crianças e
adolescentes de zero a 14 anos. Segundo projeções
do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), em 2029 o país contará com 40,1 milhões
de idosos, superando os 39,2 milhões de jovens com
menos de 15 anos.
O Censo Demográfico de 2022 já evidenciou essa
transição em nível regional. Em dois estados, a
população idosa superava a jovem: no Rio Grande do
Sul, havia 115 idosos para cada 100 jovens; no Rio de
Janeiro, 106 para cada 100. Entre as 27 capitais, cerca
de 55% já apresentavam mais idosos do que jovens.
Porto Alegre destacava-se como a capital mais
envelhecida, com 137 idosos para cada 100 jovens,
enquanto São Paulo, a maior cidade do país,
registrava 103 para cada 100.
A idade mediana da população brasileira era de 18
anos em 1950, chegou a 34 anos em 2022 e deve
atingir 49 anos em 2072, quando o país celebrará os
250 anos da Independência. Nessa data, a razão de
idosos poderá alcançar 317 para cada 100 jovens. O
envelhecimento populacional tende, assim, a
consolidar-se como a principal característica
demográfica do Brasil no século 21 — um processo
que traz desafios relevantes, mas também
oportunidades.
O principal desafio decorre do esgotamento do
primeiro bônus demográfico. A proporção de pessoas
em idade ativa (15 a 59 anos) já está em declínio, o
que pode gerar crise fiscal e estagnação econômica
caso o país mantenha uma visão estática das relações
intergeracionais, baseada em um ciclo de vida rígido
— com jovens apenas estudando, adultos
exclusivamente trabalhando e idosos integralmente
aposentados.
A narrativa da catástrofe demográfica tornou-se
recorrente. No entanto, o envelhecimento deve ser
encarado com perspectiva construtiva, pois há outras
duas janelas estratégicas para promover prosperidade
e bem-estar.
O segundo bônus demográfico, ou bônus da
produtividade, ao contrário do primeiro, não é
transitório. Seus efeitos podem se prolongar
indefinidamente, desde que haja investimentos
contínuos em educação, saúde, ciência e
infraestrutura. Esses fatores elevam a produtividade do
trabalho, permitindo que a economia produza mais
com menor uso de insumos humanos e ambientais,
compensando a redução da força de trabalho.
A outra fronteira estratégica é o terceiro bônus
demográfico, ou bônus da longevidade, associado à
expansão de vidas saudáveis e ativas. Esse bônus
depende de como a sociedade se organiza para viver
mais e melhor, ampliando os anos com autonomia e
sem incapacidades severas. Nesse contexto, o capital
humano acumulado ao longo da vida permite que os
idosos continuem contribuindo, compartilhando
experiência, conhecimento e capacidades produtivas.
O professor Andrew Scott, em “The Longevity
Economy” (2021), publicado na The Lancet Healthy
Longevity, argumenta que esse marco exige uma
mudança de paradigma: deixar a ideia de uma
“sociedade que envelhece” para construir uma
“sociedade da longevidade”. Na primeira,
acrescentam-se anos à vida; na segunda, adiciona-se
vida aos anos.
A “sociedade que envelhece” costuma ser vista pela
ótica dos custos, como a expansão dos gastos com
previdência e saúde. Já a “sociedade da longevidade”
enfatiza a transformação do ciclo de vida. Scott
destaca a maleabilidade do envelhecimento — a
possibilidade de intervenções que permitam viver não
apenas mais, mas com mais saúde, maior integração
social e níveis mais elevados de produtividade.
A economia da longevidade exige superar o
etarismo e construir trajetórias de vida mais flexíveis e
multietapas, com requalificação ao longo da vida,
mudanças de carreira e maior inclusão das gerações
maduras no mercado de trabalho, além de maior
capacidade de adaptação por parte dos indivíduos, das
empresas e das políticas públicas.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/aeconomia-dalongevidade.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&ut
m_campaign=compwa. Acesso em: 25 maio 2026.
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A economia da longevidade
José Eustáquio
O Brasil está prestes a atingir um marco
demográfico histórico: pela primeira vez, terá mais
pessoas de 60 anos ou mais do que crianças e
adolescentes de zero a 14 anos. Segundo projeções
do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), em 2029 o país contará com 40,1 milhões
de idosos, superando os 39,2 milhões de jovens com
menos de 15 anos.
O Censo Demográfico de 2022 já evidenciou essa
transição em nível regional. Em dois estados, a
população idosa superava a jovem: no Rio Grande do
Sul, havia 115 idosos para cada 100 jovens; no Rio de
Janeiro, 106 para cada 100. Entre as 27 capitais, cerca
de 55% já apresentavam mais idosos do que jovens.
Porto Alegre destacava-se como a capital mais
envelhecida, com 137 idosos para cada 100 jovens,
enquanto São Paulo, a maior cidade do país,
registrava 103 para cada 100.
A idade mediana da população brasileira era de 18
anos em 1950, chegou a 34 anos em 2022 e deve
atingir 49 anos em 2072, quando o país celebrará os
250 anos da Independência. Nessa data, a razão de
idosos poderá alcançar 317 para cada 100 jovens. O
envelhecimento populacional tende, assim, a
consolidar-se como a principal característica
demográfica do Brasil no século 21 — um processo
que traz desafios relevantes, mas também
oportunidades.
O principal desafio decorre do esgotamento do
primeiro bônus demográfico. A proporção de pessoas
em idade ativa (15 a 59 anos) já está em declínio, o
que pode gerar crise fiscal e estagnação econômica
caso o país mantenha uma visão estática das relações
intergeracionais, baseada em um ciclo de vida rígido
— com jovens apenas estudando, adultos
exclusivamente trabalhando e idosos integralmente
aposentados.
A narrativa da catástrofe demográfica tornou-se
recorrente. No entanto, o envelhecimento deve ser
encarado com perspectiva construtiva, pois há outras
duas janelas estratégicas para promover prosperidade
e bem-estar.
O segundo bônus demográfico, ou bônus da
produtividade, ao contrário do primeiro, não é
transitório. Seus efeitos podem se prolongar
indefinidamente, desde que haja investimentos
contínuos em educação, saúde, ciência e
infraestrutura. Esses fatores elevam a produtividade do
trabalho, permitindo que a economia produza mais
com menor uso de insumos humanos e ambientais,
compensando a redução da força de trabalho.
A outra fronteira estratégica é o terceiro bônus
demográfico, ou bônus da longevidade, associado à
expansão de vidas saudáveis e ativas. Esse bônus
depende de como a sociedade se organiza para viver
mais e melhor, ampliando os anos com autonomia e
sem incapacidades severas. Nesse contexto, o capital
humano acumulado ao longo da vida permite que os
idosos continuem contribuindo, compartilhando
experiência, conhecimento e capacidades produtivas.
O professor Andrew Scott, em “The Longevity
Economy” (2021), publicado na The Lancet Healthy
Longevity, argumenta que esse marco exige uma
mudança de paradigma: deixar a ideia de uma
“sociedade que envelhece” para construir uma
“sociedade da longevidade”. Na primeira,
acrescentam-se anos à vida; na segunda, adiciona-se
vida aos anos.
A “sociedade que envelhece” costuma ser vista pela
ótica dos custos, como a expansão dos gastos com
previdência e saúde. Já a “sociedade da longevidade”
enfatiza a transformação do ciclo de vida. Scott
destaca a maleabilidade do envelhecimento — a
possibilidade de intervenções que permitam viver não
apenas mais, mas com mais saúde, maior integração
social e níveis mais elevados de produtividade.
A economia da longevidade exige superar o
etarismo e construir trajetórias de vida mais flexíveis e
multietapas, com requalificação ao longo da vida,
mudanças de carreira e maior inclusão das gerações
maduras no mercado de trabalho, além de maior
capacidade de adaptação por parte dos indivíduos, das
empresas e das políticas públicas.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/aeconomia-dalongevidade.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&ut
m_campaign=compwa. Acesso em: 25 maio 2026.
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A economia da longevidade
José Eustáquio
O Brasil está prestes a atingir um marco
demográfico histórico: pela primeira vez, terá mais
pessoas de 60 anos ou mais do que crianças e
adolescentes de zero a 14 anos. Segundo projeções
do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), em 2029 o país contará com 40,1 milhões
de idosos, superando os 39,2 milhões de jovens com
menos de 15 anos.
O Censo Demográfico de 2022 já evidenciou essa
transição em nível regional. Em dois estados, a
população idosa superava a jovem: no Rio Grande do
Sul, havia 115 idosos para cada 100 jovens; no Rio de
Janeiro, 106 para cada 100. Entre as 27 capitais, cerca
de 55% já apresentavam mais idosos do que jovens.
Porto Alegre destacava-se como a capital mais
envelhecida, com 137 idosos para cada 100 jovens,
enquanto São Paulo, a maior cidade do país,
registrava 103 para cada 100.
A idade mediana da população brasileira era de 18
anos em 1950, chegou a 34 anos em 2022 e deve
atingir 49 anos em 2072, quando o país celebrará os
250 anos da Independência. Nessa data, a razão de
idosos poderá alcançar 317 para cada 100 jovens. O
envelhecimento populacional tende, assim, a
consolidar-se como a principal característica
demográfica do Brasil no século 21 — um processo
que traz desafios relevantes, mas também
oportunidades.
O principal desafio decorre do esgotamento do
primeiro bônus demográfico. A proporção de pessoas
em idade ativa (15 a 59 anos) já está em declínio, o
que pode gerar crise fiscal e estagnação econômica
caso o país mantenha uma visão estática das relações
intergeracionais, baseada em um ciclo de vida rígido
— com jovens apenas estudando, adultos
exclusivamente trabalhando e idosos integralmente
aposentados.
A narrativa da catástrofe demográfica tornou-se
recorrente. No entanto, o envelhecimento deve ser
encarado com perspectiva construtiva, pois há outras
duas janelas estratégicas para promover prosperidade
e bem-estar.
O segundo bônus demográfico, ou bônus da
produtividade, ao contrário do primeiro, não é
transitório. Seus efeitos podem se prolongar
indefinidamente, desde que haja investimentos
contínuos em educação, saúde, ciência e
infraestrutura. Esses fatores elevam a produtividade do
trabalho, permitindo que a economia produza mais
com menor uso de insumos humanos e ambientais,
compensando a redução da força de trabalho.
A outra fronteira estratégica é o terceiro bônus
demográfico, ou bônus da longevidade, associado à
expansão de vidas saudáveis e ativas. Esse bônus
depende de como a sociedade se organiza para viver
mais e melhor, ampliando os anos com autonomia e
sem incapacidades severas. Nesse contexto, o capital
humano acumulado ao longo da vida permite que os
idosos continuem contribuindo, compartilhando
experiência, conhecimento e capacidades produtivas.
O professor Andrew Scott, em “The Longevity
Economy” (2021), publicado na The Lancet Healthy
Longevity, argumenta que esse marco exige uma
mudança de paradigma: deixar a ideia de uma
“sociedade que envelhece” para construir uma
“sociedade da longevidade”. Na primeira,
acrescentam-se anos à vida; na segunda, adiciona-se
vida aos anos.
A “sociedade que envelhece” costuma ser vista pela
ótica dos custos, como a expansão dos gastos com
previdência e saúde. Já a “sociedade da longevidade”
enfatiza a transformação do ciclo de vida. Scott
destaca a maleabilidade do envelhecimento — a
possibilidade de intervenções que permitam viver não
apenas mais, mas com mais saúde, maior integração
social e níveis mais elevados de produtividade.
A economia da longevidade exige superar o
etarismo e construir trajetórias de vida mais flexíveis e
multietapas, com requalificação ao longo da vida,
mudanças de carreira e maior inclusão das gerações
maduras no mercado de trabalho, além de maior
capacidade de adaptação por parte dos indivíduos, das
empresas e das políticas públicas.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/aeconomia-dalongevidade.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&ut
m_campaign=compwa. Acesso em: 25 maio 2026.
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Determinado intérprete de Libras de uma rede
municipal atua no 5º ano de uma sala de aula
inclusiva. Durante a mediação de uma aula de
matemática, o intérprete aplica o modelo
sociolinguístico de processamento de mensagem.
Nesse contexto, qual é o principal objetivo da
aplicação desse modelo pelo intérprete?
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaNoções de Fonética
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Questão presente nas seguintes provas
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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