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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini
O Atlas da Mobilidade Social, divulgado no fim de julho, mostra que gênero, raça e origem
familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma
plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em
parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.
De acordo com o levantamento, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas
entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse mesmo grupo
quando adultos. Entre os não brancos, essa probabilidade sobe para 51,6%, indicando que a
questão racial é ainda mais determinante para esse grupo.
Segundo os dados do Atlas, o gênero também altera significativamente as possibilidades
de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda
na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%.
Essa disparidade aparece também no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não
brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse
percentual é menor, de 52,9%.
O estudo mostra ainda que filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atin_em a idade
adulta. As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas: apenas 8,32% conseguem alcançar
o grupo dos 25% mais ricos e somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do
país.
Já a situação para quem nasce em famílias de maior renda é bastante diferente. Jovens
cujos pais pertenciam à faixa intermediária da distribuição de renda (entre os 26% e os 75%
dos mais ricos) têm 17,5% de probabilidade de alcançar o grupo dos 25% mais ricos na vida
adulta. Entre os filhos das famílias que pertenciam aos 25% mais ricos, 56,5% permanecem
nesse mesmo estrato quando adultos e 30,8% chegam ao grupo dos 10% mais ricos.
A hierarquia de oportunidades ▲ de acordo com o Atlas ▲ mostra-se re_iliente ao longo do
tempo. Ao comparar duas gerações, nascidas de 1983 a 1987 e de 1988 a 1990, os dados
mostram que, embora tenha havido um pequeno aumento na mobilidade social entre os dois
grupos analisados, a possibilidade de ascensão social dos filhos permanece similar à dos pais.
Filhos de pais que pertenciam aos 25% mais pobres da população e nasceram entre 19
e 1987 tinham 7,9% de probabilidade de ascender aos 25% mais ricos quando adultos. Entre os
nascidos de 1988 a 1990, essa probabilidade subiu para 8,8%. O cenário se repete entre os
filhos de famílias de renda média: a chance de ascender aos 25% mais ricos passou de 16,6%
para 18,6%, uma variação pequena que reforça a per_istência da baixa mobilidade social.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini
O Atlas da Mobilidade Social, divulgado no fim de julho, mostra que gênero, raça e origem
familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma
plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em
parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.
De acordo com o levantamento, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas
entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse mesmo grupo
quando adultos. Entre os não brancos, essa probabilidade sobe para 51,6%, indicando que a
questão racial é ainda mais determinante para esse grupo.
Segundo os dados do Atlas, o gênero também altera significativamente as possibilidades
de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda
na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%.
Essa disparidade aparece também no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não
brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse
percentual é menor, de 52,9%.
O estudo mostra ainda que filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atin_em a idade
adulta. As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas: apenas 8,32% conseguem alcançar
o grupo dos 25% mais ricos e somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do
país.
Já a situação para quem nasce em famílias de maior renda é bastante diferente. Jovens
cujos pais pertenciam à faixa intermediária da distribuição de renda (entre os 26% e os 75%
dos mais ricos) têm 17,5% de probabilidade de alcançar o grupo dos 25% mais ricos na vida
adulta. Entre os filhos das famílias que pertenciam aos 25% mais ricos, 56,5% permanecem
nesse mesmo estrato quando adultos e 30,8% chegam ao grupo dos 10% mais ricos.
A hierarquia de oportunidades ▲ de acordo com o Atlas ▲ mostra-se re_iliente ao longo do
tempo. Ao comparar duas gerações, nascidas de 1983 a 1987 e de 1988 a 1990, os dados
mostram que, embora tenha havido um pequeno aumento na mobilidade social entre os dois
grupos analisados, a possibilidade de ascensão social dos filhos permanece similar à dos pais.
Filhos de pais que pertenciam aos 25% mais pobres da população e nasceram entre 19
e 1987 tinham 7,9% de probabilidade de ascender aos 25% mais ricos quando adultos. Entre os
nascidos de 1988 a 1990, essa probabilidade subiu para 8,8%. O cenário se repete entre os
filhos de famílias de renda média: a chance de ascender aos 25% mais ricos passou de 16,6%
para 18,6%, uma variação pequena que reforça a per_istência da baixa mobilidade social.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini
O Atlas da Mobilidade Social, divulgado no fim de julho, mostra que gênero, raça e origem
familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma
plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em
parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.
De acordo com o levantamento, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas
entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse mesmo grupo
quando adultos. Entre os não brancos, essa probabilidade sobe para 51,6%, indicando que a
questão racial é ainda mais determinante para esse grupo.
Segundo os dados do Atlas, o gênero também altera significativamente as possibilidades
de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda
na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%.
Essa disparidade aparece também no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não
brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse
percentual é menor, de 52,9%.
O estudo mostra ainda que filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atin_em a idade
adulta. As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas: apenas 8,32% conseguem alcançar
o grupo dos 25% mais ricos e somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do
país.
Já a situação para quem nasce em famílias de maior renda é bastante diferente. Jovens
cujos pais pertenciam à faixa intermediária da distribuição de renda (entre os 26% e os 75%
dos mais ricos) têm 17,5% de probabilidade de alcançar o grupo dos 25% mais ricos na vida
adulta. Entre os filhos das famílias que pertenciam aos 25% mais ricos, 56,5% permanecem
nesse mesmo estrato quando adultos e 30,8% chegam ao grupo dos 10% mais ricos.
A hierarquia de oportunidades ▲ de acordo com o Atlas ▲ mostra-se re_iliente ao longo do
tempo. Ao comparar duas gerações, nascidas de 1983 a 1987 e de 1988 a 1990, os dados
mostram que, embora tenha havido um pequeno aumento na mobilidade social entre os dois
grupos analisados, a possibilidade de ascensão social dos filhos permanece similar à dos pais.
Filhos de pais que pertenciam aos 25% mais pobres da população e nasceram entre 19
e 1987 tinham 7,9% de probabilidade de ascender aos 25% mais ricos quando adultos. Entre os
nascidos de 1988 a 1990, essa probabilidade subiu para 8,8%. O cenário se repete entre os
filhos de famílias de renda média: a chance de ascender aos 25% mais ricos passou de 16,6%
para 18,6%, uma variação pequena que reforça a per_istência da baixa mobilidade social.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) A maior permanência das mulheres no grupo dos 25% mais pobres, em comparação com os homens de mesma origem familiar, permite inferir que o gênero é um fator que torna mais difícil a ascensão social.
( ) Com base exclusivamente nos dados apresentados, é possível afirmar que a diferença de mobilidade social entre homens e mulheres é maior entre a população não branca do que entre a população branca.
( ) O aumento das probabilidades de ascensão entre as duas gerações analisadas indica alguma melhora na mobilidade social, mas não é suficiente para afastar a conclusão de que a hierarquia de oportunidades permanece relativamente estável.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
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familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma
plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em
parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.
De acordo com o levantamento, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas
entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse mesmo grupo
quando adultos. Entre os não brancos, essa probabilidade sobe para 51,6%, indicando que a
questão racial é ainda mais determinante para esse grupo.
Segundo os dados do Atlas, o gênero também altera significativamente as possibilidades
de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda
na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%.
Essa disparidade aparece também no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não
brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse
percentual é menor, de 52,9%.
O estudo mostra ainda que filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atin_em a idade
adulta. As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas: apenas 8,32% conseguem alcançar
o grupo dos 25% mais ricos e somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do
país.
Já a situação para quem nasce em famílias de maior renda é bastante diferente. Jovens
cujos pais pertenciam à faixa intermediária da distribuição de renda (entre os 26% e os 75%
dos mais ricos) têm 17,5% de probabilidade de alcançar o grupo dos 25% mais ricos na vida
adulta. Entre os filhos das famílias que pertenciam aos 25% mais ricos, 56,5% permanecem
nesse mesmo estrato quando adultos e 30,8% chegam ao grupo dos 10% mais ricos.
A hierarquia de oportunidades ▲ de acordo com o Atlas ▲ mostra-se re_iliente ao longo do
tempo. Ao comparar duas gerações, nascidas de 1983 a 1987 e de 1988 a 1990, os dados
mostram que, embora tenha havido um pequeno aumento na mobilidade social entre os dois
grupos analisados, a possibilidade de ascensão social dos filhos permanece similar à dos pais.
Filhos de pais que pertenciam aos 25% mais pobres da população e nasceram entre 19
e 1987 tinham 7,9% de probabilidade de ascender aos 25% mais ricos quando adultos. Entre os
nascidos de 1988 a 1990, essa probabilidade subiu para 8,8%. O cenário se repete entre os
filhos de famílias de renda média: a chance de ascender aos 25% mais ricos passou de 16,6%
para 18,6%, uma variação pequena que reforça a per_istência da baixa mobilidade social.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini
O Atlas da Mobilidade Social, divulgado no fim de julho, mostra que gênero, raça e origem
familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma
plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em
parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.
De acordo com o levantamento, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas
entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse mesmo grupo
quando adultos. Entre os não brancos, essa probabilidade sobe para 51,6%, indicando que a
questão racial é ainda mais determinante para esse grupo.
Segundo os dados do Atlas, o gênero também altera significativamente as possibilidades
de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda
na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%.
Essa disparidade aparece também no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não
brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse
percentual é menor, de 52,9%.
O estudo mostra ainda que filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da
população têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atin_em a idade
adulta. As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas: apenas 8,32% conseguem alcançar
o grupo dos 25% mais ricos e somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do
país.
Já a situação para quem nasce em famílias de maior renda é bastante diferente. Jovens
cujos pais pertenciam à faixa intermediária da distribuição de renda (entre os 26% e os 75%
dos mais ricos) têm 17,5% de probabilidade de alcançar o grupo dos 25% mais ricos na vida
adulta. Entre os filhos das famílias que pertenciam aos 25% mais ricos, 56,5% permanecem
nesse mesmo estrato quando adultos e 30,8% chegam ao grupo dos 10% mais ricos.
A hierarquia de oportunidades ▲ de acordo com o Atlas ▲ mostra-se re_iliente ao longo do
tempo. Ao comparar duas gerações, nascidas de 1983 a 1987 e de 1988 a 1990, os dados
mostram que, embora tenha havido um pequeno aumento na mobilidade social entre os dois
grupos analisados, a possibilidade de ascensão social dos filhos permanece similar à dos pais.
Filhos de pais que pertenciam aos 25% mais pobres da população e nasceram entre 19
e 1987 tinham 7,9% de probabilidade de ascender aos 25% mais ricos quando adultos. Entre os
nascidos de 1988 a 1990, essa probabilidade subiu para 8,8%. O cenário se repete entre os
filhos de famílias de renda média: a chance de ascender aos 25% mais ricos passou de 16,6%
para 18,6%, uma variação pequena que reforça a per_istência da baixa mobilidade social.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atin_em a idade adulta”.
• “A hierarquia de oportunidades▲ de acordo com o Atlas▲ mostra-se re_iliente ao longo do tempo”.
• “uma variação pequena que reforça a per_istência da baixa mobilidade social”.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
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INSTRUÇÃO: Leia este texto para responder à questão.
O poder de ver as pequenas alegrias da vida
Por alguns anos, usar a palavra “gratidão” no lugar do “obrigada” virou moda. Parecia que todo mundo em todo lugar estava grato por algo a todo instante. Do dia para noite, o “hype” era dizer, escrever, vestir camisa, twittar e postar a tal da “#gratidão”.
Só de ouvir alguém fazendo essa troca de vocábulos me fazia virar os olhos e bufar. Pensava: “Agora começou a banalização de mais uma palavra. Todo mundo falando, mas ninguém nem para pra pensar no porquê da gratidão.”
Anos se passaram desde o “boom” da gratidão, mas meu ranço em relação à palavra segue firme. Porém, para minha surpresa, recentemente me descobri uma grande hipócrita. Ao mesmo tempo em que tenho aversão a ela, passei a notar muitas pequenas alegrias no meu dia e passo minutos diários apenas agradecendo por elas.
BOCCARA, Diana e LOBO, Leo. Coluna Couple of things
da Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.
co/colunista/o-poder-de-ver-as-pequenas-alegrias-da-
vida/. Acesso em: 9 nov. 2025. [Fragmento adaptado]
Glossário:
• Hype: mania coletiva; termo usado para descrever uma onda de popularidade.
• Boom: aumento súbito e exagerado
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INSTRUÇÃO: Leia este texto para responder à questão.
O poder de ver as pequenas alegrias da vida
Por alguns anos, usar a palavra “gratidão” no lugar do “obrigada” virou moda. Parecia que todo mundo em todo lugar estava grato por algo a todo instante. Do dia para noite, o “hype” era dizer, escrever, vestir camisa, twittar e postar a tal da “#gratidão”.
Só de ouvir alguém fazendo essa troca de vocábulos me fazia virar os olhos e bufar. Pensava: “Agora começou a banalização de mais uma palavra. Todo mundo falando, mas ninguém nem para pra pensar no porquê da gratidão.”
Anos se passaram desde o “boom” da gratidão, mas meu ranço em relação à palavra segue firme. Porém, para minha surpresa, recentemente me descobri uma grande hipócrita. Ao mesmo tempo em que tenho aversão a ela, passei a notar muitas pequenas alegrias no meu dia e passo minutos diários apenas agradecendo por elas.
BOCCARA, Diana e LOBO, Leo. Coluna Couple of things
da Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.
co/colunista/o-poder-de-ver-as-pequenas-alegrias-da-
vida/. Acesso em: 9 nov. 2025. [Fragmento adaptado]
Glossário:
• Hype: mania coletiva; termo usado para descrever uma onda de popularidade.
• Boom: aumento súbito e exagerado
No último parágrafo do texto, a autora utiliza os termos “ranço”, “surpresa”, “hipócrita”, “aversão”.
Esses termos podem ser substituídos, sem prejuízo do sentido do trecho, respectivamente, por:
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INSTRUÇÃO: Leia este texto para responder à questão.
Dicionário arretado
Obra investiga o léxico específico do Nordeste para termos comuns em todo o Brasil
“Cão chupando manga” pode significar “pessoa muito capacitada”. Dependendo da região do Brasil onde o leitor estiver, a afirmação talvez cause algum estranhamento já que é comum o uso daqueles termos para passar a ideia de algo horrível, no Sudeste do país, por exemplo. Mas é certo que “cão chupando manga” na Bahia tem sentido positivo e não pejorativo. É também verdade que, em Alagoas, Paraíba e Pernambuco, “cão de calçolão” é a expressão usada para dizer que uma coisa é horrorosa. Investigações sobre os significados de palavras e expressões nos estados da região nordeste compõem o dicionário do Nordeste (Editora Cepe, 700 páginas), trabalho do jornalista pernambucano Fred Navarro.
Revista Língua Portuguesa: gramática, narrativa, arte e cultura.
São Paulo: Ed. Segmento. Ano 9, n. 103. Maio 2014, p. 8.
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INSTRUÇÃO: Leia este texto para responder à questão.
Dicionário arretado
Obra investiga o léxico específico do Nordeste para termos comuns em todo o Brasil
“Cão chupando manga” pode significar “pessoa muito capacitada”. Dependendo da região do Brasil onde o leitor estiver, a afirmação talvez cause algum estranhamento já que é comum o uso daqueles termos para passar a ideia de algo horrível, no Sudeste do país, por exemplo. Mas é certo que “cão chupando manga” na Bahia tem sentido positivo e não pejorativo. É também verdade que, em Alagoas, Paraíba e Pernambuco, “cão de calçolão” é a expressão usada para dizer que uma coisa é horrorosa. Investigações sobre os significados de palavras e expressões nos estados da região nordeste compõem o dicionário do Nordeste (Editora Cepe, 700 páginas), trabalho do jornalista pernambucano Fred Navarro.
Revista Língua Portuguesa: gramática, narrativa, arte e cultura.
São Paulo: Ed. Segmento. Ano 9, n. 103. Maio 2014, p. 8.
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