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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontecerá quando um foguete da SpaceX
colidir com a Lua na quarta-feira
A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões
de anos, tendo sua superfície característica e repleta de
crateras moldada por asteroides e meteoros, além de
sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e
módulos de pouso enviados por agências espaciais
terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma
colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete
da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois
quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil
quilômetros por hora.
A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da
SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme
estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à
Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana
chegou a essa conclusão após astrônomos
independentes notarem, por meio de dados públicos,
que o componente lançado em janeiro de 2025 estava
em rota de colisão acidental com o solo lunar. O
porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a
Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de
treinamento, observando posteriormente o local da
colisão com objetivos científicos.
A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado
como parte de uma missão conjunta entre os Estados
Unidos e o Japão para transportar dois módulos de
pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do
Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à
Terra, algumas peças se desprendem no espaço e
permanecem presas em órbita até colidirem com outro
corpo celeste. O componente envolvido no evento é a
seção superior do foguete, que possui dimensões
equivalentes a um prédio de cinco andares e peso
terrestre de pelo menos quatro toneladas.
O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a
trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera
Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da
Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com
mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão
iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira
no horário de Brasília, promete cativar astrônomos
amadores e profissionais.
O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de
Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande
com a Lua não oferece perigo e proporcionará um
verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o
impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se
espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que,
devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua
gravidade reduzida, o momento será mais
impressionante do que qualquer explosão similar na
Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de
quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.
Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas
com acesso a telescópios sofisticados poderão observar
um clarão irradiando da superfície lunar.
Bothwell destacou também o potencial educativo do
impacto como uma oportunidade única para analisar os
efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua.
Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o
evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o
Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri
da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira
e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã
recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a
poeira em movimento, os astrônomos esperam
transformar o acidente em um experimento útil,
aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo
pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja
matéria fresca será exposta pela primeira vez.
Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como
um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial
gerado pelo homem. O astrônomo manifestou
preocupação com o aumento anual de objetos em órbita,
salientando que eventuais colisões entre satélites geram
ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma
reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência
Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil
objetos com mais de dez centímetros de diâmetro
flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil
toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde
o início da Era Espacial, em 1957.
O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu
em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês
Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu
o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio,
a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente
contra a superfície lunar para coletar dados destinados
às missões Apollo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA em relação à compreensão e à interpretação textual.
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O que acontecerá quando um foguete da SpaceX
colidir com a Lua na quarta-feira
A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões
de anos, tendo sua superfície característica e repleta de
crateras moldada por asteroides e meteoros, além de
sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e
módulos de pouso enviados por agências espaciais
terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma
colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete
da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois
quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil
quilômetros por hora.
A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da
SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme
estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à
Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana
chegou a essa conclusão após astrônomos
independentes notarem, por meio de dados públicos,
que o componente lançado em janeiro de 2025 estava
em rota de colisão acidental com o solo lunar. O
porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a
Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de
treinamento, observando posteriormente o local da
colisão com objetivos científicos.
A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado
como parte de uma missão conjunta entre os Estados
Unidos e o Japão para transportar dois módulos de
pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do
Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à
Terra, algumas peças se desprendem no espaço e
permanecem presas em órbita até colidirem com outro
corpo celeste. O componente envolvido no evento é a
seção superior do foguete, que possui dimensões
equivalentes a um prédio de cinco andares e peso
terrestre de pelo menos quatro toneladas.
O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a
trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera
Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da
Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com
mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão
iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira
no horário de Brasília, promete cativar astrônomos
amadores e profissionais.
O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de
Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande
com a Lua não oferece perigo e proporcionará um
verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o
impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se
espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que,
devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua
gravidade reduzida, o momento será mais
impressionante do que qualquer explosão similar na
Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de
quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.
Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas
com acesso a telescópios sofisticados poderão observar
um clarão irradiando da superfície lunar.
Bothwell destacou também o potencial educativo do
impacto como uma oportunidade única para analisar os
efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua.
Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o
evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o
Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri
da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira
e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã
recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a
poeira em movimento, os astrônomos esperam
transformar o acidente em um experimento útil,
aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo
pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja
matéria fresca será exposta pela primeira vez.
Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como
um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial
gerado pelo homem. O astrônomo manifestou
preocupação com o aumento anual de objetos em órbita,
salientando que eventuais colisões entre satélites geram
ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma
reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência
Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil
objetos com mais de dez centímetros de diâmetro
flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil
toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde
o início da Era Espacial, em 1957.
O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu
em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês
Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu
o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio,
a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente
contra a superfície lunar para coletar dados destinados
às missões Apollo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
No vocábulo destacado, os elementos que o compõem classificam-se, do ponto de vista morfológico, respectivamente, como __________.
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna.
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O que acontecerá quando um foguete da SpaceX
colidir com a Lua na quarta-feira
A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões
de anos, tendo sua superfície característica e repleta de
crateras moldada por asteroides e meteoros, além de
sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e
módulos de pouso enviados por agências espaciais
terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma
colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete
da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois
quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil
quilômetros por hora.
A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da
SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme
estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à
Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana
chegou a essa conclusão após astrônomos
independentes notarem, por meio de dados públicos,
que o componente lançado em janeiro de 2025 estava
em rota de colisão acidental com o solo lunar. O
porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a
Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de
treinamento, observando posteriormente o local da
colisão com objetivos científicos.
A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado
como parte de uma missão conjunta entre os Estados
Unidos e o Japão para transportar dois módulos de
pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do
Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à
Terra, algumas peças se desprendem no espaço e
permanecem presas em órbita até colidirem com outro
corpo celeste. O componente envolvido no evento é a
seção superior do foguete, que possui dimensões
equivalentes a um prédio de cinco andares e peso
terrestre de pelo menos quatro toneladas.
O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a
trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera
Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da
Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com
mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão
iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira
no horário de Brasília, promete cativar astrônomos
amadores e profissionais.
O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de
Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande
com a Lua não oferece perigo e proporcionará um
verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o
impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se
espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que,
devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua
gravidade reduzida, o momento será mais
impressionante do que qualquer explosão similar na
Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de
quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.
Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas
com acesso a telescópios sofisticados poderão observar
um clarão irradiando da superfície lunar.
Bothwell destacou também o potencial educativo do
impacto como uma oportunidade única para analisar os
efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua.
Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o
evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o
Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri
da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira
e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã
recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a
poeira em movimento, os astrônomos esperam
transformar o acidente em um experimento útil,
aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo
pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja
matéria fresca será exposta pela primeira vez.
Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como
um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial
gerado pelo homem. O astrônomo manifestou
preocupação com o aumento anual de objetos em órbita,
salientando que eventuais colisões entre satélites geram
ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma
reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência
Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil
objetos com mais de dez centímetros de diâmetro
flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil
toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde
o início da Era Espacial, em 1957.
O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu
em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês
Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu
o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio,
a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente
contra a superfície lunar para coletar dados destinados
às missões Apollo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a concordância nominal dos termos destacados.
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração Intercalada
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontecerá quando um foguete da SpaceX
colidir com a Lua na quarta-feira
A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões
de anos, tendo sua superfície característica e repleta de
crateras moldada por asteroides e meteoros, além de
sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e
módulos de pouso enviados por agências espaciais
terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma
colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete
da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois
quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil
quilômetros por hora.
A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da
SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme
estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à
Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana
chegou a essa conclusão após astrônomos
independentes notarem, por meio de dados públicos,
que o componente lançado em janeiro de 2025 estava
em rota de colisão acidental com o solo lunar. O
porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a
Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de
treinamento, observando posteriormente o local da
colisão com objetivos científicos.
A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado
como parte de uma missão conjunta entre os Estados
Unidos e o Japão para transportar dois módulos de
pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do
Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à
Terra, algumas peças se desprendem no espaço e
permanecem presas em órbita até colidirem com outro
corpo celeste. O componente envolvido no evento é a
seção superior do foguete, que possui dimensões
equivalentes a um prédio de cinco andares e peso
terrestre de pelo menos quatro toneladas.
O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a
trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera
Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da
Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com
mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão
iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira
no horário de Brasília, promete cativar astrônomos
amadores e profissionais.
O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de
Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande
com a Lua não oferece perigo e proporcionará um
verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o
impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se
espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que,
devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua
gravidade reduzida, o momento será mais
impressionante do que qualquer explosão similar na
Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de
quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.
Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas
com acesso a telescópios sofisticados poderão observar
um clarão irradiando da superfície lunar.
Bothwell destacou também o potencial educativo do
impacto como uma oportunidade única para analisar os
efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua.
Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o
evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o
Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri
da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira
e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã
recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a
poeira em movimento, os astrônomos esperam
transformar o acidente em um experimento útil,
aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo
pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja
matéria fresca será exposta pela primeira vez.
Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como
um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial
gerado pelo homem. O astrônomo manifestou
preocupação com o aumento anual de objetos em órbita,
salientando que eventuais colisões entre satélites geram
ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma
reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência
Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil
objetos com mais de dez centímetros de diâmetro
flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil
toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde
o início da Era Espacial, em 1957.
O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu
em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês
Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu
o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio,
a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente
contra a superfície lunar para coletar dados destinados
às missões Apollo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V), considerando o emprego da pontuação no trecho.
( ) As vírgulas que isolam "prevista para ocorrer por volta de quarta-feira no horário de Brasília" delimitam uma oração reduzida de particípio com valor explicativo.
( ) A retirada das duas vírgulas preserva a correção gramatical e mantém inalterado o sentido expresso no período.
( ) A expressão "por volta de quarta-feira no horário de Brasília" integra a oração reduzida intercalada, razão pela qual permanece corretamente delimitada pelas vírgulas.
( ) O emprego das vírgulas justifica-se por isolar um adjunto adverbial deslocado de tempo.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que acontecerá quando um foguete da SpaceX
colidir com a Lua na quarta-feira
A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões
de anos, tendo sua superfície característica e repleta de
crateras moldada por asteroides e meteoros, além de
sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e
módulos de pouso enviados por agências espaciais
terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma
colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete
da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois
quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil
quilômetros por hora.
A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da
SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme
estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à
Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana
chegou a essa conclusão após astrônomos
independentes notarem, por meio de dados públicos,
que o componente lançado em janeiro de 2025 estava
em rota de colisão acidental com o solo lunar. O
porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a
Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de
treinamento, observando posteriormente o local da
colisão com objetivos científicos.
A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado
como parte de uma missão conjunta entre os Estados
Unidos e o Japão para transportar dois módulos de
pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do
Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à
Terra, algumas peças se desprendem no espaço e
permanecem presas em órbita até colidirem com outro
corpo celeste. O componente envolvido no evento é a
seção superior do foguete, que possui dimensões
equivalentes a um prédio de cinco andares e peso
terrestre de pelo menos quatro toneladas.
O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a
trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera
Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da
Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com
mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão
iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira
no horário de Brasília, promete cativar astrônomos
amadores e profissionais.
O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de
Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande
com a Lua não oferece perigo e proporcionará um
verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o
impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se
espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que,
devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua
gravidade reduzida, o momento será mais
impressionante do que qualquer explosão similar na
Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de
quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.
Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas
com acesso a telescópios sofisticados poderão observar
um clarão irradiando da superfície lunar.
Bothwell destacou também o potencial educativo do
impacto como uma oportunidade única para analisar os
efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua.
Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o
evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o
Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri
da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira
e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã
recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a
poeira em movimento, os astrônomos esperam
transformar o acidente em um experimento útil,
aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo
pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja
matéria fresca será exposta pela primeira vez.
Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como
um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial
gerado pelo homem. O astrônomo manifestou
preocupação com o aumento anual de objetos em órbita,
salientando que eventuais colisões entre satélites geram
ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma
reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência
Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil
objetos com mais de dez centímetros de diâmetro
flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil
toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde
o início da Era Espacial, em 1957.
O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu
em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês
Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu
o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio,
a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente
contra a superfície lunar para coletar dados destinados
às missões Apollo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Assinale a alternativa em que a forma verbal "seja" foi CORRETAMENTE flexionada no pretérito imperfeito do subjuntivo, mantendo a adequação gramatical do período.
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O que acontecerá quando um foguete da SpaceX
colidir com a Lua na quarta-feira
A Lua suportou inúmeros impactos ao longo de milhões
de anos, tendo sua superfície característica e repleta de
crateras moldada por asteroides e meteoros, além de
sofrer colisões mais recentes de pequenas sondas e
módulos de pouso enviados por agências espaciais
terrestres. Na quarta-feira, cientistas preveem mais uma
colisão no satélite, desta vez provocada por um foguete
da SpaceX à deriva, deslocando-se a cerca de dois
quilômetros por segundo, ou aproximadamente oito mil
quilômetros por hora.
A seção superior de um dos foguetes Falcon 9 da
SpaceX impactará a Lua em cinco de agosto, conforme
estimativas do Centro de Estudos de Objetos Próximos à
Terra (CNEOS) da Nasa. A agência espacial americana
chegou a essa conclusão após astrônomos
independentes notarem, por meio de dados públicos,
que o componente lançado em janeiro de 2025 estava
em rota de colisão acidental com o solo lunar. O
porta-voz Jimi Russell declarou que não há perigo para a
Terra e que a Nasa rastreará o foguete para fins de
treinamento, observando posteriormente o local da
colisão com objetivos científicos.
A SpaceX lançou esse foguete Falcon 9 no ano passado
como parte de uma missão conjunta entre os Estados
Unidos e o Japão para transportar dois módulos de
pouso lunar e equipamentos científicos. Embora parte do
Falcon 9 seja reutilizável e projetada para retornar à
Terra, algumas peças se desprendem no espaço e
permanecem presas em órbita até colidirem com outro
corpo celeste. O componente envolvido no evento é a
seção superior do foguete, que possui dimensões
equivalentes a um prédio de cinco andares e peso
terrestre de pelo menos quatro toneladas.
O astrônomo Bill Gray, responsável por descobrir a
trajetória, afirma que o objeto cairá próximo à Cratera
Einstein, situada na parte iluminada da Lua e visível da
Terra, prevendo que o impacto formará uma cratera com
mais de dezessete metros de diâmetro. A colisão
iminente, prevista para ocorrer por volta de quarta-feira
no horário de Brasília, promete cativar astrônomos
amadores e profissionais.
O astrônomo Matt Bothwell, da Universidade de
Cambridge, ressaltou que a colisão de algo tão grande
com a Lua não oferece perigo e proporcionará um
verdadeiro espetáculo visual. Segundo Bothwell, o
impacto lançará uma enorme nuvem de poeira, a qual se
espalhará lateralmente com o tempo. Ele detalhou que,
devido à ausência de atmosfera na Lua e à sua
gravidade reduzida, o momento será mais
impressionante do que qualquer explosão similar na
Terra, visto que nada desacelerará o objeto e milhões de
quilogramas de detritos serão lançados ao espaço.
Embora o evento não seja visível a olho nu, pessoas
com acesso a telescópios sofisticados poderão observar
um clarão irradiando da superfície lunar.
Bothwell destacou também o potencial educativo do
impacto como uma oportunidade única para analisar os
efeitos da colisão de um objeto na superfície da Lua.
Diante disso, cientistas preparam-se para monitorar o
evento de perto: grandes telescópios nas Américas, o
Lunar Reconnaissance Orbiter da Nasa e a sonda Danuri
da Coreia do Sul rastrearão o clarão, a nuvem de poeira
e a nova cratera, enquanto um projeto de ciência cidadã
recrutará amadores para filmar a cena. Ao registrar a
poeira em movimento, os astrônomos esperam
transformar o acidente em um experimento útil,
aprimorando modelos de impactos lunares e obtendo
pistas sobre a composição subterrânea do local, cuja
matéria fresca será exposta pela primeira vez.
Além disso, Bothwell advertiu que a colisão serve como
um alerta sobre o acúmulo constante de lixo espacial
gerado pelo homem. O astrônomo manifestou
preocupação com o aumento anual de objetos em órbita,
salientando que eventuais colisões entre satélites geram
ainda mais fragmentos, o que pode desencadear uma
reação em cadeia descontrolada. Segundo a Agência
Espacial Europeia (ESA), existem cerca de cinquenta mil
objetos com mais de dez centímetros de diâmetro
flutuando no espaço, somando cerca de dezessete mil
toneladas de artefatos lançados pela humanidade desde
o início da Era Espacial, em 1957.
O último impacto de um foguete inativo na Lua ocorreu
em 2022, quando a seção superior 3C do foguete chinês
Longa Marcha, da missão Chang'e 5-T1 de 2014, atingiu
o lado oculto do satélite. Décadas antes desse episódio,
a própria Nasa já havia lançado objetos intencionalmente
contra a superfície lunar para coletar dados destinados
às missões Apollo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2kdx1y307o.adaptado.
Analise as afirmativas a seguir.
I. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "alertou", pois expressa a comunicação de uma preocupação ou de uma informação relevante sobre determinado fato.
II. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "antecipou", pois indica a apresentação prévia de uma informação relacionada a um acontecimento futuro.
III. O emprego de "advertiu" indica, no contexto apresentado, que o astrônomo comunicou uma preocupação relacionada ao aumento de objetos em órbita.
IV. O termo "advertiu" apresenta sentido equivalente a "comunicou", pois indica a transmissão de uma informação sobre o evento previsto para a superfície lunar.
Assinale a alternativa correta.
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En la investigación de maestría de Frazão (2017), cuando se preguntó a los estudiantes si entendían que hay variantes estigmatizadas en la lengua española, las respuestas fueron:
“(Estudiante 2 - Español I) Sí, por ejemplo, el “vos” de Sudamérica. He visto a profesores decir que no es propio de países desarrollados. Mi opinión es diferente. Si tengo la oportunidad de aprender y usar esa variante, lo haré.
(Estudiante 3 - Español II) Desafortunadamente, existe prejuicio entre los acentos. Lo digo por experiencia propia, porque incluso hoy en día hay gente que me “corrige” cuando pronuncio la “r” o hablo con un acento más paulista, incluso sin querer, así que en español no es diferente.
(Estudiante 4 - Español III) Creo que el español hablado en la Península Ibérica, digamos, goza de buena reputación, porque allí tenemos España, un país desarrollado con un alto Índice de Desarrollo Humano (IDH), y las variantes de América son objeto de prejuicios.”
(Frazão, 2017, p. 32-33)
Considerando los testimonios y el rol del profesor de español en la actualidad, elija la alternativa que describa el enfoque pedagógico más apropiado para afrontar los desafíos de la diversidad y el prejuicio lingüístico:
Fuente: FRAZÃO, Valdelúcia dos Santos. A variação Linguística no Ensino da Língua Espanhola: possíveis horizontes no Ensino Técnico Integrado ao Médio (ETIM). Dissertação de Mestrado Profissional em Linguística e Ensino. Universidade Federal da Paraíba. 2017. Disponible en: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12042. Acceso el 2 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
“(Estudiante 2 - Español I) Sí, por ejemplo, el “vos” de Sudamérica. He visto a profesores decir que no es propio de países desarrollados. Mi opinión es diferente. Si tengo la oportunidad de aprender y usar esa variante, lo haré.
(Estudiante 3 - Español II) Desafortunadamente, existe prejuicio entre los acentos. Lo digo por experiencia propia, porque incluso hoy en día hay gente que me “corrige” cuando pronuncio la “r” o hablo con un acento más paulista, incluso sin querer, así que en español no es diferente.
(Estudiante 4 - Español III) Creo que el español hablado en la Península Ibérica, digamos, goza de buena reputación, porque allí tenemos España, un país desarrollado con un alto Índice de Desarrollo Humano (IDH), y las variantes de América son objeto de prejuicios.”
(Frazão, 2017, p. 32-33)
Considerando los testimonios y el rol del profesor de español en la actualidad, elija la alternativa que describa el enfoque pedagógico más apropiado para afrontar los desafíos de la diversidad y el prejuicio lingüístico:
Fuente: FRAZÃO, Valdelúcia dos Santos. A variação Linguística no Ensino da Língua Espanhola: possíveis horizontes no Ensino Técnico Integrado ao Médio (ETIM). Dissertação de Mestrado Profissional em Linguística e Ensino. Universidade Federal da Paraíba. 2017. Disponible en: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12042. Acceso el 2 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
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Considere el siguiente texto para la cuestión que sigue, e identifique la afirmación incorrecta.
"Se estima que en Brasil se hablan más de 250 lenguas, incluyendo 180 lenguas indígenas, lenguas de inmigrantes, lenguas de señas (LIBRAS), criollas y lenguas afrobrasileñas (BRASIL, 2007; 2010; 2010a). Esta realidad ha sido ampliamente debatida por diversos investigadores brasileños, como Morello y Oliveira, quienes defienden la educación lingüística como un derecho ciudadano, concibiendo las lenguas no solo como vehículos de integración, sino también como patrimonio cultural e histórico. Dada la frontera de Brasil con 10 países (Argentina, Bolivia, Colombia, Paraguay, Perú, Uruguay, Venezuela, Guyana y Surinam), esta realidad multilingüe se desarrolla dentro del contexto latinoamericano más amplio, donde se producen y coexisten otras situaciones de contacto lingüístico, además de las relaciones e intersecciones culturales.”
Fuente: Ana Lucia Pederzolli Cavalheiro Recuero. O espanhol em contato nas fronteiras sul-americanas. Disponible en https://institucional. ufpel.edu.br/projetos/id/p8343. Publicado el 1er de mayo de 2019. Acceso el 3 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
"Se estima que en Brasil se hablan más de 250 lenguas, incluyendo 180 lenguas indígenas, lenguas de inmigrantes, lenguas de señas (LIBRAS), criollas y lenguas afrobrasileñas (BRASIL, 2007; 2010; 2010a). Esta realidad ha sido ampliamente debatida por diversos investigadores brasileños, como Morello y Oliveira, quienes defienden la educación lingüística como un derecho ciudadano, concibiendo las lenguas no solo como vehículos de integración, sino también como patrimonio cultural e histórico. Dada la frontera de Brasil con 10 países (Argentina, Bolivia, Colombia, Paraguay, Perú, Uruguay, Venezuela, Guyana y Surinam), esta realidad multilingüe se desarrolla dentro del contexto latinoamericano más amplio, donde se producen y coexisten otras situaciones de contacto lingüístico, además de las relaciones e intersecciones culturales.”
Fuente: Ana Lucia Pederzolli Cavalheiro Recuero. O espanhol em contato nas fronteiras sul-americanas. Disponible en https://institucional. ufpel.edu.br/projetos/id/p8343. Publicado el 1er de mayo de 2019. Acceso el 3 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
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La Asociación de Academias de la Lengua Española (ASALE) y la Real Academia Española (RAE) definen reglas
y normas de la Lengua Española. Por un lado, esas instituciones cuidan de la integridad y de la expansión del
idioma. Por otro lado, en nombre de la unidad, ignoran la diversidad dialectal. De ese modo, crean un estándar
artificial. Considerando la actuación de dichas instituciones y los conceptos diacronía y sincronía aplicados a la
Lengua Española, marque la alternativa que presenta un análisis correcto sobre la dinámica del idioma.
Fuente: CASTEDO, Tatiana Maranhão. Um estudo sociolinguístico sobre o pronome vos em Santa Cruz de la Sierra. XVII Congreso Internacional Asociación de Lingüística y Filología de América Latina (ALFAL 2014), João Pessoa. Disponible en https://www.mundoalfal.org/ CDAnaisXVII/trabalhos/R0290-2.pdf. Acceso el 3 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
Fuente: CASTEDO, Tatiana Maranhão. Um estudo sociolinguístico sobre o pronome vos em Santa Cruz de la Sierra. XVII Congreso Internacional Asociación de Lingüística y Filología de América Latina (ALFAL 2014), João Pessoa. Disponible en https://www.mundoalfal.org/ CDAnaisXVII/trabalhos/R0290-2.pdf. Acceso el 3 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
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O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/chargeinclusao-digital/. Acesso em: 2 jun. 2026.
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