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4128274 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Leia o texto 5 para responder às questões 9 e 10.

Texto 5

‘Notório saber’ e a sala de aula como laboratório do improviso

Por: Thiago Esteves – Carta Capital 02/02/2026

  1. Enquanto estudantes aguardam ansiosos o início do ano letivo, milhares de professoras e
  2. professores atendem aos chamados das secretarias estaduais e municipais de educação para os
  3. processos de atribuição, designação ou distribuição de aulas. É por meio desses procedimentos
  4. que as redes estaduais e municipais de ensino organizam a distribuição das aulas na educação
  5. básica e que, na ausência de docentes efetivos suficientes, recorrem à contratação temporária de
  6. professores.
  7. Quem acompanha de perto a angústia de professoras e professores nesse período sabe que é
  8. justamente nesse momento que se torna visível uma das práticas mais nefastas das redes
  9. públicas de ensino: a ampliação da carga horária de docentes concursados e o recurso
  10. sistemático à contratação temporária de professoras e professores. Mais do que revelar o descaso
  11. de uma parcela significativa de governadores e prefeitos com a educação, uma vez que esse tipo
  12. de vínculo deveria ser exceção e não regra, esse processo explicita um problema ainda mais
  13. grave: a admissão de profissionais sem a formação adequada para o exercício do magistério.
  14. Trata-se de uma política educacional frequentemente amparada em portarias, autorizações e
  15. normativas expedidas pelas próprias secretarias ou pelos conselhos de educação, que acaba por
  16. instituir, na prática, uma espécie de notório saber disfarçado. [...]

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/notorio-saber-e-a-sala-de-aula-como-laboratorio-do-improviso.

Com base no texto 5, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.

( ) A ideia principal do texto é a de que há urgência na realização de concursos para contratação de professores efetivos nas redes públicas de ensino.

( ) Na linha 03, o elemento anafórico “desses procedimentos” retoma os seguintes termos mencionados na linha 03: “processos de atribuição, designação ou distribuição de aulas”.

( ) As redes de ensino recorrem à contratação temporária de professores, pois não há docentes efetivos suficientes.

( ) A contratação temporária de professores revela a preocupação de muitos governadores e prefeitos com a educação no país.

( ) A contratação temporária de professores deve se tornar regra nas redes de ensino municipais e estaduais no país.

( ) Na linha 16, o texto refere-se à instituição de “uma espécie de notório saber disfarçado” que se relaciona à falta de formação adequada de professoras e professores contratados temporariamente.

 

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4128268 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Texto 4

Enunciado 4673610-1

Legenda: Uma vez a Dolores atendeu uma vendedora de plano de telefonia. A moça ficou 40 minutos presa na ligação com a Dolores. Nunca mais ela ligou. Dona Anésia, Instagram, @dona.anesia, 05 set. 2025. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOPe1hAjHwB/?img_index=10.

Com base no texto 4, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.

( ) O humor da tirinha pode ser explicado pela quebra de expectativa do leitor, já que a personagem Dolores trata a pessoa ao telefone com intimidade, mesmo sem conhecê-la.

( ) No quarto quadrinho, a partir do enunciado “Não, aqui é a Dolores”, o leitor já pode ter certeza de que a ligação recebida é de uma pessoa desconhecida e se trata de um engano.

( ) No quinto quadrinho, a palavra “aqui” refere-se à casa de Dona Anésia e pode ser classificada como uma conjunção locativa.

( ) No penúltimo quadrinho, a vírgula antes de “menina” é empregada em razão de um vocativo.

( ) No sexto quadrinho, a expressão “tomar um café” pode ser entendida como um encontro entre amigas, o que confere sentido conotativo ao enunciado.

 

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4128263 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Leia o texto 3 para responder à questão 5.

Texto 3

Enunciado 4673599-1

BRASIL. Ministério da Saúde, Instagram, @minsaude, 12 dez. 2025. Disponível em: https://www.instagram.com/minsaude.

Com base no texto 3, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.

I. O texto tem como objetivo principal alertar a população sobre a necessidade de procurar ajuda médica diante dos sintomas do vírus da zika.

II. Trata-se de um texto do tipo instrucional que apresenta características como o uso de verbos no imperativo e linguagem objetiva.

III. Trata-se de um texto argumentativo, pois tenta convencer o leitor a procurar ajuda médica a partir de exemplos reais.

IV. O texto tem como um de seus objetivos orientar a população a prevenir a doença, já que contém dicas de como evitar a proliferação do mosquito transmissor da doença.

 

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4128260 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Leia o texto 2 para responder às questões 3 e 4.

Texto 2

01 Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie

02 Alerta de spoiler: dá nojo o que fizeram com o Orelha. Mas dá calafrio ver gente pedindo “olho

03 por olho, dente por dente”.

04 A inominável tortura do Orelha, um doguinho que era mascote da comunidade da praia Brava, em

05 Florianópolis, é um daqueles casos que colocam à prova nossa humanidade por duas razões.

06 Primeiro, a violência brutal cometida por adolescentes com o esforço de adultos influentes para

07 acobertar o crime. E, segundo, a quantidade de pessoas nas redes pedindo sequestro, tortura e

08 morte dos investigados.

09 Indignação é necessária. Justiça, u. Mas justiça, não justiçamento – a lógica

10 miliciana em que o devido processo legal vira detalhe e a lei do mais forte assume o comando.

11 Punir quem torturou o Orelha (e quem tentou protegê-los com ameaça, influência ou carteira da

12 OAB) é obrigação do Estado. Transformar a barbárie em espetáculo de linchamento só nos torna

13 parecidos com aquilo que dizemos condenar.

14 Punir, sim. Linchar, não. Porque, quando isso acontece, o Estado de direito se torna o alvo. Leia

15 a íntegra do texto na minha coluna no UOL, link na bio.

SAKAMOTO, Leonardo. Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie. Instagram, @leosakamoto, 27 jan. 2026. Disponível em:

https://www.instagram.com/p/DUB0NHuFHQZ/?igsh=d29ibmU2cGk0YWdy.

Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.

 

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4128257 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Leia o texto 2 para responder às questões 3 e 4.

Texto 2

01 Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie

02 Alerta de spoiler: dá nojo o que fizeram com o Orelha. Mas dá calafrio ver gente pedindo “olho

03 por olho, dente por dente”.

04 A inominável tortura do Orelha, um doguinho que era mascote da comunidade da praia Brava, em

05 Florianópolis, é um daqueles casos que colocam à prova nossa humanidade por duas razões.

06 Primeiro, a violência brutal cometida por adolescentes com o esforço de adultos influentes para

07 acobertar o crime. E, segundo, a quantidade de pessoas nas redes pedindo sequestro, tortura e

08 morte dos investigados.

09 Indignação é necessária. Justiça, u. Mas justiça, não justiçamento – a lógica

10 miliciana em que o devido processo legal vira detalhe e a lei do mais forte assume o comando.

11 Punir quem torturou o Orelha (e quem tentou protegê-los com ameaça, influência ou carteira da

12 OAB) é obrigação do Estado. Transformar a barbárie em espetáculo de linchamento só nos torna

13 parecidos com aquilo que dizemos condenar.

14 Punir, sim. Linchar, não. Porque, quando isso acontece, o Estado de direito se torna o alvo. Leia

15 a íntegra do texto na minha coluna no UOL, link na bio.

SAKAMOTO, Leonardo. Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie. Instagram, @leosakamoto, 27 jan. 2026. Disponível em:

https://www.instagram.com/p/DUB0NHuFHQZ/?igsh=d29ibmU2cGk0YWdy.

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 2.

 

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4128256 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Leia o texto 1 para responder às questões 1 e 2.

Texto 1

  1. […] Alguns anos atrás, fui visitar o México. Na época, o clima político nos Estados Unidos, de
  2. onde eu vinha, estava tenso, e debatia-se muito a imigração. Como costuma acontecer nos
  3. Estados Unidos, imigração tinha se tornado sinônimo de mexicanos. Havia histórias infindáveis
  4. sobre pessoas que fraudavam o sistema de saúde, passavam clandestinamente pela fronteira ou
  5. eram presas ali, esse tipo de coisa. Eu me lembro de sair para passear no meu primeiro dia em
  6. Guadalajara e ver as pessoas indo para o trabalho, fazendo tortilhas no mercado, fumando,
  7. rindo. Primeiro senti uma leve surpresa, e então fui tomada pela vergonha. Percebi que tinha
  8. estado tão mergulhada na cobertura da mídia sobre os mexicanos que eles haviam se tornado
  9. uma só coisa na minha mente: o imigrante abjeto. Eu tinha acreditado na história única dos
  10. mexicanos e fiquei morrendo de vergonha daquilo.
  11. É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem
  12. parar, e é isso que esse povo se torna.

ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 21-22.

Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.

 

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4128253 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Leia o texto 1 para responder às questões 1 e 2.

Texto 1

  1. […] Alguns anos atrás, fui visitar o México. Na época, o clima político nos Estados Unidos, de
  2. onde eu vinha, estava tenso, e debatia-se muito a imigração. Como costuma acontecer nos
  3. Estados Unidos, imigração tinha se tornado sinônimo de mexicanos. Havia histórias infindáveis
  4. sobre pessoas que fraudavam o sistema de saúde, passavam clandestinamente pela fronteira ou
  5. eram presas ali, esse tipo de coisa. Eu me lembro de sair para passear no meu primeiro dia em
  6. Guadalajara e ver as pessoas indo para o trabalho, fazendo tortilhas no mercado, fumando,
  7. rindo. Primeiro senti uma leve surpresa, e então fui tomada pela vergonha. Percebi que tinha
  8. estado tão mergulhada na cobertura da mídia sobre os mexicanos que eles haviam se tornado
  9. uma só coisa na minha mente: o imigrante abjeto. Eu tinha acreditado na história única dos
  10. mexicanos e fiquei morrendo de vergonha daquilo.
  11. É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem
  12. parar, e é isso que esse povo se torna.

ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 21-22.

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.

 

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Texto 9

Enunciado 4673251-1

Disponível em: https://mobidiagnosticos.com.br/ecocardiograma-o-exame-que-cuida-doseu-coracao-agora-tambem-em-domicilio. [Adaptado].

Com base no texto 9, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.

I. Há dois pressupostos no enunciado, um de que antes o ecocardiograma não era realizado em domicílio e outro de que o exame continua podendo ser realizado fora do domicílio.

II. Os pressupostos são informações explícitas no enunciado, que no texto 9 são depreendidos pelas marcas linguísticas “agora” e “também”.

III. No contexto do anúncio publicitário do ecocardiograma, pode-se subentender que está mais cômodo realizar o exame pela praticidade de fazê-lo em casa.

IV. Os subentendidos são informações implícitas no texto, não expressas formalmente, apenas sugeridas pelo contexto.

 

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Texto 2

  1. — Ellis Boyd Redding, sua ficha diz que você cumpriu 40 anos de sua prisão perpétua. Se sente
  2. reabilitado?
  3. — Reabilitado? Bom, vamos ver, não tenho ideia do que isso significa.
  4. — Significa poder voltar a viver em sociedade...
  5. — Sei o que significa pra você, filho. Pra mim, isso é apenas uma frase vazia, inventada por
  6. políticos, pra que jovens como você vistam terno e gravata e tenham um exemplo. O que você
  7. quer saber? Se eu estou arrependido?
  8. — Está?
  9. — Não há dia que não lamento. Não porque eu esteja aqui, ou porque eu ache que tenha que
  10. fazer isso. Penso no que eu era antes. Um rapaz estúpido que cometeu um crime terrível. Quero
  11. contar como tudo aconteceu, mas não posso. Esse rapaz já não existe mais, só restou esse
  12. velho. Devo viver com isso. Reabilitado? Que tristeza de palavra.

Um sonho de liberdade. Direção de Frank Darabont. Estados Unidos: Columbia Pictures, 1994.

Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.

( ) O pronome “isso” (linhas 03 e 05) tem a mesma referência.

( ) “Se” (linha 01) corresponde a um índice de indeterminação do sujeito.

( ) O sufixo “eza” (linha 12) é formador de substantivo a partir de adjetivo.

( ) O termo “arrependido” (linha 07) está exercendo a função de adjunto do nome.

( ) A forma verbal “posso” (linha 11) significa capacidade.

( ) A palavra “reabilitado” (linhas 02, 03 e 12) tem mais de um sentido a depender de quem a emprega.

 

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Texto 1

  1. ‘Parabém’ pra você? no dia da língua portuguesa, confira curiosidades do idioma
  2. Dia 5 de maio, os países lusófonos comemoram o Dia Mundial da Língua Portuguesa. E um dos
  3. temas de estudo mais interessantes de qualquer língua é a origem das palavras.
  4. Todo mundo adora as curiosidades sobre as mudanças que ocorrem ao longo da história. De
  5. onde veio essa palavra? Como o sentido mudou tanto? Por que escrevemos dessa forma?
  6. Então, neste dia especial, a CNN homenageia o jeitinho brasileiro de usar o português. Veja
  7. algumas curiosidades de nosso idioma:
  8. 1. Igreja
  9. Essa palavra tem a origem latina ICCLESIA. Por isso, os assuntos relacionados à igreja são
  10. chamados de eclesiásticos. Qual a curiosidade? Somente no português, o “L” de Icclesia mudou
  11. para o “R” de Igreja. Em francês ficou église, em espanhol iglesia, em italiano chiesa. A mudança
  12. ocorreu apenas no português.
  13. Talvez, agora, você entenda por que acontece o uso de pobrema, chicrete, brusa, framengo e
  14. Creusa. A mudança de L para R é uma característica do português. E ainda tem a palavra
  15. escravo, cuja origem é a forma latina sclavum, que também vai gerar a forma inglesa slave. O
  16. sclavum (com L) se tornou escravo (com R). [...]
  17. 3. Parabéns ou Parabém?
  18. Você sabia que a palavra parabéns, usada para felicitar uma pessoa, é originada da forma
  19. singular “parabém”? É a junção de “para+bem”, ou seja, desejo algo para o bem de alguém.
  20. Portanto, se você quiser desejar apenas “uma felicidade” a alguém, pode dizer, tranquilamente,
  21. parabém a você. [...]
  22. 6. Tratante
  23. Tratante é uma pessoa que trata de negócios. Esse foi o sentido inicial da palavra. É o mesmo
  24. caso de estudante (aquele que estuda) e falante (aquele que fala). Há alguns séculos, tratante
  25. era a pessoa que tratava dos negócios de pessoas nobres. Ele fazia a intermediação entre os
  26. negociantes. Mas, como os envolvidos não se falavam, o tratante começou a tratar muito mais
  27. dele mesmo e, assim, aumentar seus próprios ganhos, sem a ciência dos envolvidos. Por essa
  28. razão, o tratante ficou com a fama de desonesto ou trapaceiro. [...]
  29. 10. Nhe-nhe-nhem
  30. Sim, essa palavra existe. É um substantivo masculino. A origem é na língua tupi, na qual
  31. “nheem” significa falar. Em meados do século XVI, aqui no Brasil, os portugueses achavam que
  32. os índios falavam muito. Então, eles usavam três vezes a palavra “falar” para representar esse
  33. tal “falatório”. Surge daí o nhe-nhe-nhem, que quer dizer “falar, falar, falar”. [...]

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/parabem-pra-voce-no-dia-da-lingua-portuguesa-confira-curiosidades-do-idioma.

Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.

( ) A expressão “‘Parabém’ pra você?” (linha 01) é empregada como estratégia para despertar a atenção do leitor para o processo de formação que envolve algumas palavras do português.

( ) A troca de “L” para “R” nas palavras do português não constitui desvio da norma culta, considerando o processo de formação que envolve vocábulos com essas letras.

( ) O sufixo “-nte”, que figura nas palavras “tratante” (linha 23), “estudante” (linha 24) e “falante” (linha 24), tem o significado agentivo, referindo-se a quem realiza a ação descrita pela base das palavras.

( ) A palavra “nhe-nhe-nhem” (linha 33) é gerada a partir do processo de formação denominado derivação, com o acréscimo de dois prefixos a uma base verbal.

( ) A palavra francesa “église” (linha 11), a espanhola “iglesia” (linha 11) e a italiana “chiesa” (linha 11) não derivam da palavra latina “ICCLESIA”, por isso não houve a mudança de “L” para “R”.

 

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