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“eu daria um protocolar bom dia no elevador, sem reconhecer o privilégio da companhia, a não ser que fosse a Sabrina, a Grazi, o Jean Wyllys ou o Marcelo Dourado”.
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Coluna 1
1. Metáfora.
2. Hipérbole.
3. Metonímia.
Coluna 2
( ) “só lembro do Dourado porque me treinou em uma academia, há séculos”.
( ) “Você pode nunca ter ouvido falar em Mari Krüger, Marianna Armellini e Juvi Chagas, para citar alguns nomes que sigo nas redes”.
( ) “de alguém me apresentar para outra pessoa dizendo “você sabe quem é ela, não sabe?”, e a criatura, coitada, fica com cara de paisagem, claro”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
“Noveleira desde criança, sabia quem era quem, de protagonistas ___ estreantes”.
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“Já não assisto novela na tevê, mas vejo recortes de cenas no Instagram, e é atordoante: de 40 anos pra baixo, não sei o nome de ninguém”.
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● “sabia quem era quem, de protagonistas ___ estreantes”.
● “são cerca de 520 homens e mulheres ___ quem eu daria um protocolar bom dia”.
● “Por eu escrever livros e colunas, acontece, ___ vezes, de alguém me apresentar”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos acima.
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“Outro dia estava em um elevador e entraram dois caras. Eles poderiam ser Henrique & Juliano. Ou Zé Neto & Cristiano. Jamais saberei (pesquisei os nomes no Google, de novo, já que estou por fora de quem são as estrelas sertanejas)”.
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I. Caso a autora se encontrasse com algumas celebridades, ela provavelmente as ignoraria, por achar os participantes de reality shows fúteis.
II. Martha Medeiros admite que, caso se encontrasse com alguns atores, não teria vergonha de se mostrar uma grande tiete deles.
III. A autora se considera alienada em relação ao que ocorre nas redes sociais, na medida em que desconhece influencers e personalidades da atualidade.
Quais estão corretas?
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Acredita quem quer
Por Helô Bacichette
Algum tempo atrás, cruzando a Serra, vi uma daquelas tendas que surgem de repente
___ beira da estrada, onde se encontra de tudo um pouco: imagens de santos, tapetes, vasos,
quadros e esculturas de todos os tipos e tamanhos. Procurava uma pequena imagem para levar
comigo quando um homem se aproximou do atendente e fez um pedido inusitado.
— O senhor tem uma escultura de extraterrestre? — perguntou com naturalidade, como
quem pede um santo de devoção.
Falava sério. Segundo ele, os extraterrestres estavam por aí, observando tudo. Uma
estátua grande ajudaria a marcar presença, como quem acena para alguém que passa lá no
alto. O vendedor apontou para o fundo da tenda. Lá estavam eles: seres verdes de olhos
grandes, enfileirados ao lado de anjos e arcanjos, como se também aguardassem por quem
acreditasse neles. Enquanto o homem examinava as peças com atenção, fui tomada por uma
daquelas perguntas que não cabem em prateleiras: por que será que, mesmo quando
imaginamos o desconhecido, damos a ele formas tão parecidas com as nossas?
Fiquei pensando naquela convivência improvável: de um lado, santos de olhar
compassivo esperando as preces da Terra. Do outro, a ideia de um ET verde gigante, erguido
talvez no quintal de alguém, esperando ser visto do céu.
Talvez por isso eu tenha relacionado aquele acontecimento na tenda ___ notícia de um
rapaz do Paraná que afirmava ter presenciado a passagem de um objeto estranho no céu.
Bastou a história circular nas redes para surgirem dúvidas, piadas e julgamentos. A maioria
parecia convencida de que ele inventara tudo. Talvez sim. Talvez não. O que me chamou ___
atenção foi a rapidez com que decidimos o que é impossível. Quando o assunto desafia nossas
certezas, a descrença costuma correr mais depressa do que a curiosidade.
Naquela tenda de estrada, conviviam sem conflito o sagrado, o imaginado e o
inexplicável. Cada um levando para casa aquilo em que escolhia acreditar. Talvez seja assim
que o mundo se equilibre: entre a fé, a dúvida e a imaginação. Não sei se o homem encontrou
a estátua que procurava. Eu saí de lá com minha pequena imagem de santo e com uma dúvida
silenciosa: e se, de algum modo, aquele homem buscasse um espelho onde pudesse se
reconhecer?
Desde então, sempre que passo por alguma tenda de beira de estrada e vejo uma dessas
figuras verdes de olhos enormes, lembro daquele encontro improvável e sorrio sozinha. Porque,
no fim das contas, existem histórias que não precisam de provas nem explicações. Afinal, só
acredita quem quiser.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/acredita-quem-quiser-cmqbiedyv02au016tdgsx6dc0.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Acredita quem quer
Por Helô Bacichette
Algum tempo atrás, cruzando a Serra, vi uma daquelas tendas que surgem de repente
___ beira da estrada, onde se encontra de tudo um pouco: imagens de santos, tapetes, vasos,
quadros e esculturas de todos os tipos e tamanhos. Procurava uma pequena imagem para levar
comigo quando um homem se aproximou do atendente e fez um pedido inusitado.
— O senhor tem uma escultura de extraterrestre? — perguntou com naturalidade, como
quem pede um santo de devoção.
Falava sério. Segundo ele, os extraterrestres estavam por aí, observando tudo. Uma
estátua grande ajudaria a marcar presença, como quem acena para alguém que passa lá no
alto. O vendedor apontou para o fundo da tenda. Lá estavam eles: seres verdes de olhos
grandes, enfileirados ao lado de anjos e arcanjos, como se também aguardassem por quem
acreditasse neles. Enquanto o homem examinava as peças com atenção, fui tomada por uma
daquelas perguntas que não cabem em prateleiras: por que será que, mesmo quando
imaginamos o desconhecido, damos a ele formas tão parecidas com as nossas?
Fiquei pensando naquela convivência improvável: de um lado, santos de olhar
compassivo esperando as preces da Terra. Do outro, a ideia de um ET verde gigante, erguido
talvez no quintal de alguém, esperando ser visto do céu.
Talvez por isso eu tenha relacionado aquele acontecimento na tenda ___ notícia de um
rapaz do Paraná que afirmava ter presenciado a passagem de um objeto estranho no céu.
Bastou a história circular nas redes para surgirem dúvidas, piadas e julgamentos. A maioria
parecia convencida de que ele inventara tudo. Talvez sim. Talvez não. O que me chamou ___
atenção foi a rapidez com que decidimos o que é impossível. Quando o assunto desafia nossas
certezas, a descrença costuma correr mais depressa do que a curiosidade.
Naquela tenda de estrada, conviviam sem conflito o sagrado, o imaginado e o
inexplicável. Cada um levando para casa aquilo em que escolhia acreditar. Talvez seja assim
que o mundo se equilibre: entre a fé, a dúvida e a imaginação. Não sei se o homem encontrou
a estátua que procurava. Eu saí de lá com minha pequena imagem de santo e com uma dúvida
silenciosa: e se, de algum modo, aquele homem buscasse um espelho onde pudesse se
reconhecer?
Desde então, sempre que passo por alguma tenda de beira de estrada e vejo uma dessas
figuras verdes de olhos enormes, lembro daquele encontro improvável e sorrio sozinha. Porque,
no fim das contas, existem histórias que não precisam de provas nem explicações. Afinal, só
acredita quem quiser.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/06/acredita-quem-quiser-cmqbiedyv02au016tdgsx6dc0.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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