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Assinale a alternativa cujo elemento destacado
exprime o ponto de vista do locutor, não se
referindo a nenhuma palavra específica dentro do
enunciado.
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Tempestade de noite
É impressionante. É deslumbrante. Chega
a dar medo. Mas pouca coisa no mundo é mais
bonita do que uma tempestade de noite. O céu
carregado e coberto de nuvens mais escuras que
o escuro da noite de repente iluminado por um
primeiro raio, que estoura num trovão distante,
seguido de outro que corta outro pedaço do céu e
explode mais próximo, como se uma salva da
artilharia dos anjos saudasse Deus passando por
trás das nuvens, numa inspeção de rotina pelos
jardins do céu.
E a trovoada segue firme, enquanto o
vento começa a aumentar de força balançando
cada vez com mais violência os galhos das
árvores.
Instala-se um duelo dramático. De um
lado os trovões dando cobertura para os raios que
cortam o céu. De outro o vento querendo superar
os trovões, ajudado pelas árvores sem outra
chance, emprestando seus galhos para caixa de
ressonância da tempestade alucinada, assobiando
entre as folhas os cantos de guerra de uma raça
esquecida no passado distante, ressuscitada pelas
forças da natureza medindo força na noite cada
vez mais escura.
De repente cai uma gota. E outra, e outra.
Uma mais pesada do que a outra, a seguinte
maior que a anterior até que a chuva desaba,
densa, oblíqua, arrastada pelo vento,
inconformado com soma entre os raios, os
trovões e a água que cai feito uma cachoeira das
nuvens cada vez mais baixas e mais claras,
iluminadas por rápidas sequências de raios,
explodindo em trovões cada vez mais perto.
A tempestade se acerta. Todas a forças se
compõem. Deixam de lado os ciúmes e as
vaidades menores, para encherem a noite com a
força incontrolável de todos os elementos
somando forças para arrasarem a terra no reinado
da lua, desmantelado pela explosão da natureza.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Tempestade de noite.
Crônicas da cidade. Disponível em<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2020/12/20/te
mpestade-de-noite/>. .
“(...) um primeiro raio, que estoura num trovão distante, seguido de outro que corta outro pedaço do céu”
A palavra destacada no período acima introduz uma oração de valor:
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Tempestade de noite
É impressionante. É deslumbrante. Chega
a dar medo. Mas pouca coisa no mundo é mais
bonita do que uma tempestade de noite. O céu
carregado e coberto de nuvens mais escuras que
o escuro da noite de repente iluminado por um
primeiro raio, que estoura num trovão distante,
seguido de outro que corta outro pedaço do céu e
explode mais próximo, como se uma salva da
artilharia dos anjos saudasse Deus passando por
trás das nuvens, numa inspeção de rotina pelos
jardins do céu.
E a trovoada segue firme, enquanto o
vento começa a aumentar de força balançando
cada vez com mais violência os galhos das
árvores.
Instala-se um duelo dramático. De um
lado os trovões dando cobertura para os raios que
cortam o céu. De outro o vento querendo superar
os trovões, ajudado pelas árvores sem outra
chance, emprestando seus galhos para caixa de
ressonância da tempestade alucinada, assobiando
entre as folhas os cantos de guerra de uma raça
esquecida no passado distante, ressuscitada pelas
forças da natureza medindo força na noite cada
vez mais escura.
De repente cai uma gota. E outra, e outra.
Uma mais pesada do que a outra, a seguinte
maior que a anterior até que a chuva desaba,
densa, oblíqua, arrastada pelo vento,
inconformado com soma entre os raios, os
trovões e a água que cai feito uma cachoeira das
nuvens cada vez mais baixas e mais claras,
iluminadas por rápidas sequências de raios,
explodindo em trovões cada vez mais perto.
A tempestade se acerta. Todas a forças se
compõem. Deixam de lado os ciúmes e as
vaidades menores, para encherem a noite com a
força incontrolável de todos os elementos
somando forças para arrasarem a terra no reinado
da lua, desmantelado pela explosão da natureza.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Tempestade de noite.
Crônicas da cidade. Disponível em<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2020/12/20/te
mpestade-de-noite/>. .
“(...) a chuva desaba, densa, oblíqua, arrastada pelo vento”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Tempestade de noite
É impressionante. É deslumbrante. Chega
a dar medo. Mas pouca coisa no mundo é mais
bonita do que uma tempestade de noite. O céu
carregado e coberto de nuvens mais escuras que
o escuro da noite de repente iluminado por um
primeiro raio, que estoura num trovão distante,
seguido de outro que corta outro pedaço do céu e
explode mais próximo, como se uma salva da
artilharia dos anjos saudasse Deus passando por
trás das nuvens, numa inspeção de rotina pelos
jardins do céu.
E a trovoada segue firme, enquanto o
vento começa a aumentar de força balançando
cada vez com mais violência os galhos das
árvores.
Instala-se um duelo dramático. De um
lado os trovões dando cobertura para os raios que
cortam o céu. De outro o vento querendo superar
os trovões, ajudado pelas árvores sem outra
chance, emprestando seus galhos para caixa de
ressonância da tempestade alucinada, assobiando
entre as folhas os cantos de guerra de uma raça
esquecida no passado distante, ressuscitada pelas
forças da natureza medindo força na noite cada
vez mais escura.
De repente cai uma gota. E outra, e outra.
Uma mais pesada do que a outra, a seguinte
maior que a anterior até que a chuva desaba,
densa, oblíqua, arrastada pelo vento,
inconformado com soma entre os raios, os
trovões e a água que cai feito uma cachoeira das
nuvens cada vez mais baixas e mais claras,
iluminadas por rápidas sequências de raios,
explodindo em trovões cada vez mais perto.
A tempestade se acerta. Todas a forças se
compõem. Deixam de lado os ciúmes e as
vaidades menores, para encherem a noite com a
força incontrolável de todos os elementos
somando forças para arrasarem a terra no reinado
da lua, desmantelado pela explosão da natureza.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Tempestade de noite.
Crônicas da cidade. Disponível em<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2020/12/20/te
mpestade-de-noite/>. .
“É impressionante. É deslumbrante. Chega a dar medo.”
O trecho acima, da introdução do texto “Tempestade de noite”, é essencialmente do tipo:
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Assinale a alternativa cujo enunciado se
apresenta totalmente correto em relação ao
emprego de pronome de tratamento, de acordo
com a redação oficial.
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Assinale a alternativa cujos elementos
preenchem corretamente as lacunas abaixo, na
mesma ordem:
- ___ depender do que você precisa, estou sempre ___ disposição.
- De leste ___ oeste, pretendemos passar por toda ___ Europa.
- Daqui ___ algumas horas pode me esperar para nos dedicarmos ___ árdua tarefa.
- ___ depender do que você precisa, estou sempre ___ disposição.
- De leste ___ oeste, pretendemos passar por toda ___ Europa.
- Daqui ___ algumas horas pode me esperar para nos dedicarmos ___ árdua tarefa.
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QUINO. Mafalda. Disponível em <https://agendadasbugigangas.wordpress.com/wpcontent/uploads/2011/05/mafalda-quino.pdf>.
“(...) tem milhões de pessoas (...)”
O verbo destacado no enunciado acima, utilizado no primeiro quadrinho, pode ser substituído corretamente por:
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“Diz-se que a literatura existe para purificar – sublimar – o inferno real.” (José Castello)
A palavra destacada no pensamento acima possui o sentido de
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado se
refere a algo mencionado posteriormente no
mesmo enunciado.
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Assinale a alternativa cujo enunciado se
apresenta sob a figura de linguagem conhecida
como prosopopeia ou personificação.
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