Foram encontradas 355.154 questões.
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:
O nome errado para o inimigo
Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira
reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É
fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam
territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima
o que essas facções representam.
Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos
Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a
soberania e a proteção de brasileiros inocentes.
Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou
religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com
ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso
errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta.
A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode
adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as
autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em
setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais
cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de
força militar em território soberano.
Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência
entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a
reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o
conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.
O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado.
A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o
arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos,
impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes
em terroristas e com respeito à nossa soberania.
O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em
bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da
gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação
entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento
seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro
passo para a derrota.
(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml).
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O nome errado para o inimigo
Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira
reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É
fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam
territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima
o que essas facções representam.
Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos
Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a
soberania e a proteção de brasileiros inocentes.
Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou
religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com
ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso
errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta.
A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode
adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as
autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em
setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais
cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de
força militar em território soberano.
Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência
entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a
reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o
conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.
O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado.
A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o
arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos,
impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes
em terroristas e com respeito à nossa soberania.
O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em
bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da
gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação
entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento
seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro
passo para a derrota.
(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml).
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Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira
reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É
fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam
territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima
o que essas facções representam.
Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos
Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a
soberania e a proteção de brasileiros inocentes.
Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou
religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com
ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso
errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta.
A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode
adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as
autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em
setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais
cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de
força militar em território soberano.
Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência
entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a
reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o
conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.
O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado.
A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o
arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos,
impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes
em terroristas e com respeito à nossa soberania.
O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em
bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da
gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação
entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento
seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro
passo para a derrota.
(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml).
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Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira
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fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam
territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima
o que essas facções representam.
Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos
Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a
soberania e a proteção de brasileiros inocentes.
Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou
religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com
ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso
errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta.
A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode
adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as
autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em
setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais
cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de
força militar em território soberano.
Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência
entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a
reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o
conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.
O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado.
A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o
arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos,
impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes
em terroristas e com respeito à nossa soberania.
O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em
bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da
gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação
entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento
seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro
passo para a derrota.
(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml).
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Questão presente nas seguintes provas
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:
O nome errado para o inimigo
Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira
reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É
fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam
territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima
o que essas facções representam.
Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos
Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a
soberania e a proteção de brasileiros inocentes.
Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou
religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com
ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso
errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta.
A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode
adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as
autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em
setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais
cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de
força militar em território soberano.
Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência
entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a
reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o
conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.
O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado.
A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o
arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos,
impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes
em terroristas e com respeito à nossa soberania.
O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em
bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da
gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação
entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento
seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro
passo para a derrota.
(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml).
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Assinale a alternativa que preenche
CORRETAMENTE a lacuna do texto.
"Quando pensamos em participação na gestão pública, estamos tratando de formas que os cidadãos dispõem para contribuir _________________ para os resultados da ação estatal."
"Quando pensamos em participação na gestão pública, estamos tratando de formas que os cidadãos dispõem para contribuir _________________ para os resultados da ação estatal."
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CAZO. Aumento no número de focos. Disponível em
<https://blogdoaftm.com.br/charge-aumento-no-numerode-focos/>.
Na charge acima, a forma verbal “devia dizer” tem como verbo auxiliar uma forma no:
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“_______ vários pontos para serem discutidos
durante a reunião.”
Assinale a alternativa em que qualquer uma das formas verbais apresentadas preenche corretamente a lacuna acima, pela norma-padrão.
Assinale a alternativa em que qualquer uma das formas verbais apresentadas preenche corretamente a lacuna acima, pela norma-padrão.
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“A literatura tem que ter um tempo, mas também
tem que ter uma saída, se colocar no domínio do
sonho, da utopia.” (Mia Couto)
Os sentidos expressos em cada uma das palavras destacadas no pensamento acima, nessa mesma ordem, são:
Os sentidos expressos em cada uma das palavras destacadas no pensamento acima, nessa mesma ordem, são:
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Assinale a alternativa cuja frase apresenta a
figura de linguagem conhecida por metonímia.
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