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Salvem os jumentos
Bruno Pavan
Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da
preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território
nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável
de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop
Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de
animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO)
e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre
1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele
do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de
peles até 2027.
Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The
Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem
votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo
biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo -
uma zoonose letal para humanos.
Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não
dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”.
Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno
via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando
a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Salvem os jumentos
Bruno Pavan
Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da
preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território
nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável
de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop
Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de
animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO)
e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre
1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele
do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de
peles até 2027.
Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The
Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem
votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo
biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo -
uma zoonose letal para humanos.
Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não
dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”.
Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno
via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando
a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
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Bruno Pavan
Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da
preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território
nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável
de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop
Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de
animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO)
e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre
1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele
do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de
peles até 2027.
Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The
Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem
votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo
biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo -
uma zoonose letal para humanos.
Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não
dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”.
Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno
via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando
a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
“O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC).Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.”
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Bruno Pavan
Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da
preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território
nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável
de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop
Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de
animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO)
e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre
1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele
do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de
peles até 2027.
Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The
Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem
votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo
biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo -
uma zoonose letal para humanos.
Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não
dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”.
Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno
via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando
a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
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Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da
preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território
nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável
de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop
Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de
animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO)
e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre
1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele
do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de
peles até 2027.
Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The
Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem
votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo
biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo -
uma zoonose letal para humanos.
Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não
dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”.
Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno
via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando
a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
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- SintaxeRegência
- SintaxeCrase
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Leia o texto para responder à questão.
IA é usada por técnicos, equipe médica
e gestores de times de futebol
As decisões estratégicas dentro das quatro linhas do
campo de futebol sempre foram baseadas em observação direta, experiência acumulada e intuição do treinador. O avanço da ciência da computação nos últimos anos vem alterando
esse quadro. Novas pesquisas na área da inteligência artificial (IA) têm disponibilizado ferramentas que podem ampliar
o repertório dos técnicos, munindo esses profissionais com
sistemas capazes de analisar milhares de dados por partida,
identificar padrões coletivos de jogo e apoiar decisões técnicas e gerenciais.
A análise dos dados de jogadores nos jogos – movimentação, capacidade de explosão, roubos de bola e outras características importantes – é uma das grandes vantagens da
integração da IA no futebol, segundo um artigo de revisão
elaborado por um grupo de pesquisadores do Brasil, de Portugal e do Reino Unido, que analisou 32 estudos feitos na
área.
“A revisão mostra que os modelos de inteligência artificial
conseguem transformar dados complexos das partidas em
informação útil para os treinadores. Tudo de maneira muito
rápida”, contou à Pesquisa FAPESP o cientista do esporte
Luís Branquinho, do Instituto Politécnico de Portalegre, em
Portugal, um dos autores do estudo. As informações fornecidas pelos modelos de IA, ele explica, indicam a posição dos
jogadores e da bola em cada milissegundo da partida, indo
muito além do que o auxiliar técnico pode perceber, anotar e
analisar depois, mesmo com o apoio de outros membros da
comissão técnica.
A IA também pode beneficiar os departamentos médicos
dos times de futebol – e, em última instância, o setor financeiro do clube – com a prevenção de lesões nos jogadores. “As
novas técnicas não impedem uma lesão súbita, mas permitem acompanhar a evolução de possíveis danos no corpo do
atleta”, conta Branquinho.
(Enrico Di Gregorio. https://revistapesquisa.fapesp.br/,
maio de 2026. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto para responder à questão.
IA é usada por técnicos, equipe médica
e gestores de times de futebol
As decisões estratégicas dentro das quatro linhas do
campo de futebol sempre foram baseadas em observação direta, experiência acumulada e intuição do treinador. O avanço da ciência da computação nos últimos anos vem alterando
esse quadro. Novas pesquisas na área da inteligência artificial (IA) têm disponibilizado ferramentas que podem ampliar
o repertório dos técnicos, munindo esses profissionais com
sistemas capazes de analisar milhares de dados por partida,
identificar padrões coletivos de jogo e apoiar decisões técnicas e gerenciais.
A análise dos dados de jogadores nos jogos – movimentação, capacidade de explosão, roubos de bola e outras características importantes – é uma das grandes vantagens da
integração da IA no futebol, segundo um artigo de revisão
elaborado por um grupo de pesquisadores do Brasil, de Portugal e do Reino Unido, que analisou 32 estudos feitos na
área.
“A revisão mostra que os modelos de inteligência artificial
conseguem transformar dados complexos das partidas em
informação útil para os treinadores. Tudo de maneira muito
rápida”, contou à Pesquisa FAPESP o cientista do esporte
Luís Branquinho, do Instituto Politécnico de Portalegre, em
Portugal, um dos autores do estudo. As informações fornecidas pelos modelos de IA, ele explica, indicam a posição dos
jogadores e da bola em cada milissegundo da partida, indo
muito além do que o auxiliar técnico pode perceber, anotar e
analisar depois, mesmo com o apoio de outros membros da
comissão técnica.
A IA também pode beneficiar os departamentos médicos
dos times de futebol – e, em última instância, o setor financeiro do clube – com a prevenção de lesões nos jogadores. “As
novas técnicas não impedem uma lesão súbita, mas permitem acompanhar a evolução de possíveis danos no corpo do
atleta”, conta Branquinho.
(Enrico Di Gregorio. https://revistapesquisa.fapesp.br/,
maio de 2026. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
IA é usada por técnicos, equipe médica
e gestores de times de futebol
As decisões estratégicas dentro das quatro linhas do
campo de futebol sempre foram baseadas em observação direta, experiência acumulada e intuição do treinador. O avanço da ciência da computação nos últimos anos vem alterando
esse quadro. Novas pesquisas na área da inteligência artificial (IA) têm disponibilizado ferramentas que podem ampliar
o repertório dos técnicos, munindo esses profissionais com
sistemas capazes de analisar milhares de dados por partida,
identificar padrões coletivos de jogo e apoiar decisões técnicas e gerenciais.
A análise dos dados de jogadores nos jogos – movimentação, capacidade de explosão, roubos de bola e outras características importantes – é uma das grandes vantagens da
integração da IA no futebol, segundo um artigo de revisão
elaborado por um grupo de pesquisadores do Brasil, de Portugal e do Reino Unido, que analisou 32 estudos feitos na
área.
“A revisão mostra que os modelos de inteligência artificial
conseguem transformar dados complexos das partidas em
informação útil para os treinadores. Tudo de maneira muito
rápida”, contou à Pesquisa FAPESP o cientista do esporte
Luís Branquinho, do Instituto Politécnico de Portalegre, em
Portugal, um dos autores do estudo. As informações fornecidas pelos modelos de IA, ele explica, indicam a posição dos
jogadores e da bola em cada milissegundo da partida, indo
muito além do que o auxiliar técnico pode perceber, anotar e
analisar depois, mesmo com o apoio de outros membros da
comissão técnica.
A IA também pode beneficiar os departamentos médicos
dos times de futebol – e, em última instância, o setor financeiro do clube – com a prevenção de lesões nos jogadores. “As
novas técnicas não impedem uma lesão súbita, mas permitem acompanhar a evolução de possíveis danos no corpo do
atleta”, conta Branquinho.
(Enrico Di Gregorio. https://revistapesquisa.fapesp.br/,
maio de 2026. Adaptado)
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o texto para responder à questão.
IA é usada por técnicos, equipe médica
e gestores de times de futebol
As decisões estratégicas dentro das quatro linhas do
campo de futebol sempre foram baseadas em observação direta, experiência acumulada e intuição do treinador. O avanço da ciência da computação nos últimos anos vem alterando
esse quadro. Novas pesquisas na área da inteligência artificial (IA) têm disponibilizado ferramentas que podem ampliar
o repertório dos técnicos, munindo esses profissionais com
sistemas capazes de analisar milhares de dados por partida,
identificar padrões coletivos de jogo e apoiar decisões técnicas e gerenciais.
A análise dos dados de jogadores nos jogos – movimentação, capacidade de explosão, roubos de bola e outras características importantes – é uma das grandes vantagens da
integração da IA no futebol, segundo um artigo de revisão
elaborado por um grupo de pesquisadores do Brasil, de Portugal e do Reino Unido, que analisou 32 estudos feitos na
área.
“A revisão mostra que os modelos de inteligência artificial
conseguem transformar dados complexos das partidas em
informação útil para os treinadores. Tudo de maneira muito
rápida”, contou à Pesquisa FAPESP o cientista do esporte
Luís Branquinho, do Instituto Politécnico de Portalegre, em
Portugal, um dos autores do estudo. As informações fornecidas pelos modelos de IA, ele explica, indicam a posição dos
jogadores e da bola em cada milissegundo da partida, indo
muito além do que o auxiliar técnico pode perceber, anotar e
analisar depois, mesmo com o apoio de outros membros da
comissão técnica.
A IA também pode beneficiar os departamentos médicos
dos times de futebol – e, em última instância, o setor financeiro do clube – com a prevenção de lesões nos jogadores. “As
novas técnicas não impedem uma lesão súbita, mas permitem acompanhar a evolução de possíveis danos no corpo do
atleta”, conta Branquinho.
(Enrico Di Gregorio. https://revistapesquisa.fapesp.br/,
maio de 2026. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
IA é usada por técnicos, equipe médica
e gestores de times de futebol
As decisões estratégicas dentro das quatro linhas do
campo de futebol sempre foram baseadas em observação direta, experiência acumulada e intuição do treinador. O avanço da ciência da computação nos últimos anos vem alterando
esse quadro. Novas pesquisas na área da inteligência artificial (IA) têm disponibilizado ferramentas que podem ampliar
o repertório dos técnicos, munindo esses profissionais com
sistemas capazes de analisar milhares de dados por partida,
identificar padrões coletivos de jogo e apoiar decisões técnicas e gerenciais.
A análise dos dados de jogadores nos jogos – movimentação, capacidade de explosão, roubos de bola e outras características importantes – é uma das grandes vantagens da
integração da IA no futebol, segundo um artigo de revisão
elaborado por um grupo de pesquisadores do Brasil, de Portugal e do Reino Unido, que analisou 32 estudos feitos na
área.
“A revisão mostra que os modelos de inteligência artificial
conseguem transformar dados complexos das partidas em
informação útil para os treinadores. Tudo de maneira muito
rápida”, contou à Pesquisa FAPESP o cientista do esporte
Luís Branquinho, do Instituto Politécnico de Portalegre, em
Portugal, um dos autores do estudo. As informações fornecidas pelos modelos de IA, ele explica, indicam a posição dos
jogadores e da bola em cada milissegundo da partida, indo
muito além do que o auxiliar técnico pode perceber, anotar e
analisar depois, mesmo com o apoio de outros membros da
comissão técnica.
A IA também pode beneficiar os departamentos médicos
dos times de futebol – e, em última instância, o setor financeiro do clube – com a prevenção de lesões nos jogadores. “As
novas técnicas não impedem uma lesão súbita, mas permitem acompanhar a evolução de possíveis danos no corpo do
atleta”, conta Branquinho.
(Enrico Di Gregorio. https://revistapesquisa.fapesp.br/,
maio de 2026. Adaptado)
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