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Sobre os processos de formação de palavras, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As palavras “reprodução” e “envelhecer” são formadas por derivação parassintética.
( ) As palavras “subterrâneo” e “apadrinhar” passaram por dois processos de formação de palavras: primeiro derivação sufixal e depois derivação prefixal.
( ) As palavras “atraso” e “pesca” foram formadas por derivação regressiva.
 

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Assinalar a alternativa em que as palavras destacadas nas frases estabelecem uma relação de polissemia.
 

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A respeito das normas de regência nominal, analisar os itens.

I. Vinicius não fica calado a coisa alguma.
II. A terra foi cedida para os familiares do dono.
III. A censura ao aluno foi séria.

Está CORRETO o que se afirma:
 

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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer
   Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
   A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.
   Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Considerando a frase “Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.” (4º parágrafo), assinalar a alternativa em que a reescrita das orações mantém o sentido original do período.
 

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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer
   Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
   A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.
   Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Assinalar a alternativa em que a oração destacada é classificada como subordinada adjetiva explicativa.
 

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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer
   Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
   A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.
   Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
No trecho “[...] João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.” (2º parágrafo), os termos da oração sublinhados são, respectivamente:
 

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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a progressão da Doença de Alzheimer
   Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
    A demência é, em geral, uma condição clínica progressiva que compromete um ou mais domínios cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A principal causa de demência é a DA, que culmina na degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
   A pesquisa examina o papel da inflamação neural na progressão da DA a partir da interação entre micróglia e astrócitos, tipos de células que desempenham um papel fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos. “Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide desencadeia alterações no cérebro que favorecem a progressão da doença apenas na presença da micróglia ativada”, explica João.
   Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator sugere que futuras terapias devem ir além da simples remoção da proteína beta-amiloide, buscando também regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Considerando as informações contidas no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A maioria dos casos de demência no mundo são provenientes de Alzheimer.
( ) A interação entre determinadas células pode influenciar o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A inflamação neural não influencia o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A demência pode resultar na morte cerebral de um indivíduo.
 

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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo
    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase no modo imperativo.
 

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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo
    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado. 

Ler a tirinha abaixo.

Enunciado 4640976-1

As palavras “triste”, “sozinho” e “a cada dia” são respectivamente classificadas como:

 

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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo
    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Assinalar a alternativa em que há uma frase com sentido denotativo.
 

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