Foram encontradas 364.872 questões.
Sobre os processos de formação de palavras, avaliar se as
afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a
sequência correspondente.
( ) As palavras “reprodução” e “envelhecer” são formadas por derivação parassintética.
( ) As palavras “subterrâneo” e “apadrinhar” passaram por dois processos de formação de palavras: primeiro derivação sufixal e depois derivação prefixal.
( ) As palavras “atraso” e “pesca” foram formadas por derivação regressiva.
( ) As palavras “reprodução” e “envelhecer” são formadas por derivação parassintética.
( ) As palavras “subterrâneo” e “apadrinhar” passaram por dois processos de formação de palavras: primeiro derivação sufixal e depois derivação prefixal.
( ) As palavras “atraso” e “pesca” foram formadas por derivação regressiva.
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Assinalar a alternativa em que as palavras destacadas nas
frases estabelecem uma relação de polissemia.
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A respeito das normas de regência nominal, analisar os
itens.
I. Vinicius não fica calado a coisa alguma.
II. A terra foi cedida para os familiares do dono.
III. A censura ao aluno foi séria.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Vinicius não fica calado a coisa alguma.
II. A terra foi cedida para os familiares do dono.
III. A censura ao aluno foi séria.
Está CORRETO o que se afirma:
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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaSubstantivos
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
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Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
( ) A maioria dos casos de demência no mundo são provenientes de Alzheimer.
( ) A interação entre determinadas células pode influenciar o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A inflamação neural não influencia o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A demência pode resultar na morte cerebral de um indivíduo.
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
Ler a tirinha abaixo.

As palavras “triste”, “sozinho” e “a cada dia” são respectivamente classificadas como:
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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