Foram encontradas 354.957 questões.
Analise as partes que seguem: O trabalho na
cozinha escolar exige atenção constante. A Merendeira e
responsável por receber e armazenar os alimentos
destinados à merenda de forma a conservá-los em
perfeito estado (1a parte). Alem disso, deve observar o
aspecto dos alimentos antes e depois de sua preparação,
quanto ao cheiro, cor e sabor (2a parte). Por fim, deve
abrir apenas as embalagens para o consumo do dia,
guardando bem fechadas as que não forem utilizadas
totalmente (3a parte).
Pode-se afirmar que:
Pode-se afirmar que:
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O atendimento contínuo à pessoa com
deficiência requer muita compreensão e o fiel
cumprimento das suas prioridades legais na repartição.
A
deficiência não afeta a plena ____ civil da pessoa
para exercer seus direitos. Ademais, a pessoa com
deficiência tem direito
à ____ de reais oportunidades
com as demais, não devendo jamais sofrer nenhuma
espécie de ____ no trato social.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
I. Em A praça é o palco da vida pública, o termo o palco da vida pública exerce função de predicativo do sujeito.
II. Em Sócrates parava gente comum, o termo gente comum exerce função de objeto direto.
IIl. Em A praça também é feira, festa, anúncio de milagre, arte, os termos feira, festa, anúncio de milagre, arte exercem Íunção de sujeitos compostos.
IV. Em A dúvida durou poucos segundos, o termo poucos segundos exerce função de adjunto adverbial de tempo.
Estão CORRETAS:
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
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A relação entre as letras e os fonemas revela
particularidades na escrita de diversas palavras.
Considerando isso, leia o trecho inicial da fala do menino
na charge: MAS ESSE NEGÓCIO. Considerando a grafia
das palavras, é CORRETO afirmar que:
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Na charge, os balões de fala dos personagens
apresentam uma pontuação específica no final de cada
frase. Diante disso, analise as assertivas abaixo sobre o
emprego dos sinais de pontuação:
I. O ponto de interrogação foi empregado na fala do menino para expressar uma dúvida ou um questionamento sobre o funcionamento do livro.
II. O ponto de exclamação na fala da menina serve para dar ênfase ao seu entusiasmo e demonstrar a sua firmeza ao dar a resposta afirmativa.
III. O ponto de exclamação é utilizado na charge com a função exclusiva de indicar que a personagem está chorando e gritando com o amigo.
Está CORRETO o que se afirma em
I. O ponto de interrogação foi empregado na fala do menino para expressar uma dúvida ou um questionamento sobre o funcionamento do livro.
II. O ponto de exclamação na fala da menina serve para dar ênfase ao seu entusiasmo e demonstrar a sua firmeza ao dar a resposta afirmativa.
III. O ponto de exclamação é utilizado na charge com a função exclusiva de indicar que a personagem está chorando e gritando com o amigo.
Está CORRETO o que se afirma em
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A classificação da sílaba tônica e a separação
silábica são fundamentais nas regras da Língua
Portuguesa. Diante disso, analise as palavras retiradas da
charge: NEGÓCIO e NÃO. Considerando essas regras,
analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V)
ou Falsas (F):
( ) A palavra NEGÓCIO possui três sílabas, sendo separadas da seguinte forma: ne-gó-cio.
( ) A sílaba tônica da palavra NEGÓCIO e a última, o que a classifica gramaticalmente como uma palavra oxítona.
( ) A palavra NÃO é formada por apenas uma sÍlaba, sendo classificada como uma palavra monossílaba.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
( ) A palavra NEGÓCIO possui três sílabas, sendo separadas da seguinte forma: ne-gó-cio.
( ) A sílaba tônica da palavra NEGÓCIO e a última, o que a classifica gramaticalmente como uma palavra oxítona.
( ) A palavra NÃO é formada por apenas uma sÍlaba, sendo classificada como uma palavra monossílaba.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Analise o trecho a seguir:
A menina afrrma animada que o livro vai turbinar o seu tico e teco. Nesse cenário da charge, a palavra turbinar possui o sentido de ______, enquanto a expressão popu/ar tico e teco refere-se ______.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
A menina afrrma animada que o livro vai turbinar o seu tico e teco. Nesse cenário da charge, a palavra turbinar possui o sentido de ______, enquanto a expressão popu/ar tico e teco refere-se ______.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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