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4262844 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Na primeira estrofe, a voz poética conclui seu pensamento com a exclamação Triste de quem é assim!. Do ponto de vista da morfologia da Língua Portuguesa, o vocábulo sublinhado classifica-se como:
 

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4262842 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

A partir da perspectiva construída pelo eu lírico a respeito do seu próprio percurso vital, do tédio e da dor existencial, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) A voz poética demonstra indiferença e desprezo em relação ao sofrimento humano, observando os dilemas da vida com distanciamento crítico e neutro.

( ) A última estrofe encerra o poema com uma mensagem de otimismo, sugerindo que a superação da dor pessoal ocorrerá com a mudança do clima.

( ) A saudade mencionada pelo eu poético refere-se ao arrependimento por ter perdido bens materiais e conquistas concretas que almejou na juventude.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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4262841 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

Na abertura do poema, o poeta utiliza a oração de um único verbo: Chove. Considerando as regras de regência e concordância da norma-padrão da língua portuguesa, a oração é classificada sintaticamente como:
 

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4262840 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

No verso De mim, estou de mim partido, o autor utiliza recursos estilísticos e sintáticos para expressar a crise existencial do sujeito poético. A respeito da construção desse verso e do seu efeito de sentido no texto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4262839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Autor: Fernando Pessoa.

A partir da leitura da segunda estrofe do poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas abaixo:

I. A febre na alma indica que o eu lírico está tomado por um entusiasmo apaixonado e por um desejo ardente de viver intensamente a vida que lhe resta.

II. A expressão angústia sem remédio retrata um sofrimento de ordem existencial e irrecuperável, para o qual não há solução lógica ou material.

III. O verso Só do que nunca quis ter... constrói um paradoxo em que o eu lírico sente a falta de algo que jamais chegou a desejar.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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4262726 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 
Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal
    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
No terceiro parágrafo, o autor expõe a distribuição racial do mercado de trabalho ativo. Sobre as informações explícitas e os pressupostos contidos nesse segmento, julgue as afirmativas abaixo em Verdadeiras (V) ou Falsas (F)
( ) O total de trabalhadores autodeclarados pardos constitui o maior contingente numérico individual entre as classificações de cor identificadas.
( ) Há o pressuposto de que o registro racial era mais negligenciado pelas empresas há pouco mais de três anos do que no período atual.
( ) Os trabalhadores autodeclarados amarelos e indígenas somados representam um número superior ao de trabalhadores declarados pretos.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
 

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4262725 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 
Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal
    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
Muitas palavras do texto são formadas por processos morfológicos de acréscimo de afixos ao radical. A respeito da estrutura e formação de palavras no texto, analise as seguintes assertivas:
I. O substantivo subsecretária (4° paragrafo) é formado por derivação prefixal, mediante anexação de afixo de valor hierárquico inferior a base.
II.. O vocábulo escolaridade (5° paragrafo) provém de derivação sufixal a partir do adjetivo escolar, com acréscimo de sufixo nominalizador.
III. A forma verbal acumulou (2° paragrafo) é classificada como exemplo clássico de composição por hibridismo greco-latino.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4262723 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 
Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal
    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
Considere a frase adaptada com base no segundo paragrafo do texto
As vagas formais para as trabalhadoras cresceram consideravelmente, _______ o mercado de trabalho acumulou saldo positivo, __________ a diferença de género continuou ativa.
Para preencher as lacunas mantendo a correta relação de explicação de fatos e de oposição/contraste, devem ser usadas as conjunções:
 

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4262722 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 
Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal
    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
No final do segundo parágrafo, lê-se o seguinte trecho: Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens. Se convertermos a primeira oração desse período (...5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres...) para a voz ativa, a redação resultante e gramaticalmente CORRETA sera:
 

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4262721 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 
Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal
    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
Considere o seguinte trecho do quinto parágrafo: A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Sintaticamente, se convertêssemos esse período para a voz passiva analítica, preservando as correlações de sentido, o termo A escolaridade dos trabalhadores passaria a desempenhar qual papel?
 

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