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Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Cidadezinha cheia de graça
Mário Quintana
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só.
—
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um segundo…
E fica a torre sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
—-
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (que triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
—
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha…Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
Em: Mário Quintana, Prosa e verso – série paradidática — Porto Alegre,
Editora Globo: 1978. Disponível em
https://peregrinacultural.com/2010/11/29/cidadezinha-cheia-graca-soneto-demario-quintana-uso-escolar/
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TEXTO III
Cidadezinha cheia de graça
Mário Quintana
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só.
—
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um segundo…
E fica a torre sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
—-
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (que triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
—
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha…Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
Em: Mário Quintana, Prosa e verso – série paradidática — Porto Alegre,
Editora Globo: 1978. Disponível em
https://peregrinacultural.com/2010/11/29/cidadezinha-cheia-graca-soneto-demario-quintana-uso-escolar/
“Ah, quem me dera ter lá nascido!”
Quanto à sua forma verbal, “dera” está empregada no
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Cidadezinha cheia de graça
Mário Quintana
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só.
—
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um segundo…
E fica a torre sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
—-
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (que triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
—
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha…Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
Em: Mário Quintana, Prosa e verso – série paradidática — Porto Alegre,
Editora Globo: 1978. Disponível em
https://peregrinacultural.com/2010/11/29/cidadezinha-cheia-graca-soneto-demario-quintana-uso-escolar/
“Com seus burricos a pastar na praça… / Sua igrejinha de uma torre só.”
No trecho, o pronome destacado foi empregado para
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Cidadezinha cheia de graça
Mário Quintana
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só.
—
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um segundo…
E fica a torre sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
—-
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (que triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
—
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha…Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
Em: Mário Quintana, Prosa e verso – série paradidática — Porto Alegre,
Editora Globo: 1978. Disponível em
https://peregrinacultural.com/2010/11/29/cidadezinha-cheia-graca-soneto-demario-quintana-uso-escolar/
“Sem pouso fixo (que triste sina!)”
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo adequado para o termo destacado:
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Cidadezinha cheia de graça
Mário Quintana
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só.
—
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um segundo…
E fica a torre sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
—-
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (que triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
—
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha…Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
Em: Mário Quintana, Prosa e verso – série paradidática — Porto Alegre,
Editora Globo: 1978. Disponível em
https://peregrinacultural.com/2010/11/29/cidadezinha-cheia-graca-soneto-demario-quintana-uso-escolar/
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TEXTO II
Navegar é preciso, viver não é preciso
No mundo das letras, sabemos que o processo criativo
nem sempre se encerra na mente geniosa de um
escritor capaz de gerar um mundo completamente
isento da realidade que o cerca. Cada vez mais,
estudiosos vêm detectando que vários romances,
contos, poemas e canções se mostram ricamente
contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns
casos, ainda é possível ver que o processo criativo
também abraça referências históricas bastante
remotas em relação ao tempo em que vive o autor.
Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é
preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor
português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais
adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o
poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença
sobre a condição do homem, dialogava ricamente
com a tradição histórica dos portugueses na
exploração dos mares. Contudo, devemos saber que
essa interpretação está longe de remontar as origens
da afamada frase.
No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu
processo de expansão econômica e territorial. Na
medida em que Roma se transformava em um império
de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar
os mares se colocava como elemento fundamental
para o fortalecimento de uma das mais importantes
potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto
que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi
incumbido da missão de transportar o trigo das
províncias para a cidade de Roma.
Naqueles tempos, os riscos de navegação eram
grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos
vários ataques piratas que aconteciam com relativa
frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela
viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de
Roma da grave crise de abastecimento causada por
uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da
viagem mantendo-se confortáveis na cidade de
Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador
Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária
frase.
De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons
frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar
ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das
camadas populares romanas. Pouco tempo depois,
esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do
Primeiro Triunvirato que governou todo o território
romano. Afinal, será que foi a vitória da história de
Pompeu que levou o lendário escritor português a
tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem
sabe!
Por Rainer Sousa
BRASIL ESCOLA. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/navegar-preciso-viver-naopreciso.htm (adaptado).
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TEXTO II
Navegar é preciso, viver não é preciso
No mundo das letras, sabemos que o processo criativo
nem sempre se encerra na mente geniosa de um
escritor capaz de gerar um mundo completamente
isento da realidade que o cerca. Cada vez mais,
estudiosos vêm detectando que vários romances,
contos, poemas e canções se mostram ricamente
contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns
casos, ainda é possível ver que o processo criativo
também abraça referências históricas bastante
remotas em relação ao tempo em que vive o autor.
Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é
preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor
português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais
adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o
poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença
sobre a condição do homem, dialogava ricamente
com a tradição histórica dos portugueses na
exploração dos mares. Contudo, devemos saber que
essa interpretação está longe de remontar as origens
da afamada frase.
No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu
processo de expansão econômica e territorial. Na
medida em que Roma se transformava em um império
de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar
os mares se colocava como elemento fundamental
para o fortalecimento de uma das mais importantes
potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto
que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi
incumbido da missão de transportar o trigo das
províncias para a cidade de Roma.
Naqueles tempos, os riscos de navegação eram
grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos
vários ataques piratas que aconteciam com relativa
frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela
viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de
Roma da grave crise de abastecimento causada por
uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da
viagem mantendo-se confortáveis na cidade de
Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador
Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária
frase.
De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons
frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar
ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das
camadas populares romanas. Pouco tempo depois,
esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do
Primeiro Triunvirato que governou todo o território
romano. Afinal, será que foi a vitória da história de
Pompeu que levou o lendário escritor português a
tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem
sabe!
Por Rainer Sousa
BRASIL ESCOLA. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/navegar-preciso-viver-naopreciso.htm (adaptado).
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TEXTO II
Navegar é preciso, viver não é preciso
No mundo das letras, sabemos que o processo criativo
nem sempre se encerra na mente geniosa de um
escritor capaz de gerar um mundo completamente
isento da realidade que o cerca. Cada vez mais,
estudiosos vêm detectando que vários romances,
contos, poemas e canções se mostram ricamente
contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns
casos, ainda é possível ver que o processo criativo
também abraça referências históricas bastante
remotas em relação ao tempo em que vive o autor.
Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é
preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor
português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais
adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o
poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença
sobre a condição do homem, dialogava ricamente
com a tradição histórica dos portugueses na
exploração dos mares. Contudo, devemos saber que
essa interpretação está longe de remontar as origens
da afamada frase.
No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu
processo de expansão econômica e territorial. Na
medida em que Roma se transformava em um império
de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar
os mares se colocava como elemento fundamental
para o fortalecimento de uma das mais importantes
potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto
que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi
incumbido da missão de transportar o trigo das
províncias para a cidade de Roma.
Naqueles tempos, os riscos de navegação eram
grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos
vários ataques piratas que aconteciam com relativa
frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela
viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de
Roma da grave crise de abastecimento causada por
uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da
viagem mantendo-se confortáveis na cidade de
Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador
Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária
frase.
De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons
frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar
ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das
camadas populares romanas. Pouco tempo depois,
esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do
Primeiro Triunvirato que governou todo o território
romano. Afinal, será que foi a vitória da história de
Pompeu que levou o lendário escritor português a
tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem
sabe!
Por Rainer Sousa
BRASIL ESCOLA. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/navegar-preciso-viver-naopreciso.htm (adaptado).
I. “...o processo criativo nem sempre se encerra...” – adjetivo.
II. “Cada vez mais, estudiosos vêm detectando...” – advérbio.
III. “Contudo, devemos saber que essa interpretação...” – conjunção.
IV. “...foi incumbido da missão de transportar o trigo...” – pronome.
Estão CORRETAS:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Navegar é preciso, viver não é preciso
No mundo das letras, sabemos que o processo criativo
nem sempre se encerra na mente geniosa de um
escritor capaz de gerar um mundo completamente
isento da realidade que o cerca. Cada vez mais,
estudiosos vêm detectando que vários romances,
contos, poemas e canções se mostram ricamente
contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns
casos, ainda é possível ver que o processo criativo
também abraça referências históricas bastante
remotas em relação ao tempo em que vive o autor.
Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é
preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor
português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais
adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o
poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença
sobre a condição do homem, dialogava ricamente
com a tradição histórica dos portugueses na
exploração dos mares. Contudo, devemos saber que
essa interpretação está longe de remontar as origens
da afamada frase.
No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu
processo de expansão econômica e territorial. Na
medida em que Roma se transformava em um império
de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar
os mares se colocava como elemento fundamental
para o fortalecimento de uma das mais importantes
potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto
que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi
incumbido da missão de transportar o trigo das
províncias para a cidade de Roma.
Naqueles tempos, os riscos de navegação eram
grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos
vários ataques piratas que aconteciam com relativa
frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela
viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de
Roma da grave crise de abastecimento causada por
uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da
viagem mantendo-se confortáveis na cidade de
Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador
Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária
frase.
De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons
frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar
ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das
camadas populares romanas. Pouco tempo depois,
esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do
Primeiro Triunvirato que governou todo o território
romano. Afinal, será que foi a vitória da história de
Pompeu que levou o lendário escritor português a
tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem
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Por Rainer Sousa
BRASIL ESCOLA. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/navegar-preciso-viver-naopreciso.htm (adaptado).
“Contudo, devemos saber que essa interpretação está longe de remontar as origens da afamada frase. ” (2º parágrafo)
A palavra destacada estabelece, em relação à ideia anterior, uma relação de
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Navegar é preciso, viver não é preciso
No mundo das letras, sabemos que o processo criativo
nem sempre se encerra na mente geniosa de um
escritor capaz de gerar um mundo completamente
isento da realidade que o cerca. Cada vez mais,
estudiosos vêm detectando que vários romances,
contos, poemas e canções se mostram ricamente
contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns
casos, ainda é possível ver que o processo criativo
também abraça referências históricas bastante
remotas em relação ao tempo em que vive o autor.
Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é
preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor
português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais
adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o
poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença
sobre a condição do homem, dialogava ricamente
com a tradição histórica dos portugueses na
exploração dos mares. Contudo, devemos saber que
essa interpretação está longe de remontar as origens
da afamada frase.
No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu
processo de expansão econômica e territorial. Na
medida em que Roma se transformava em um império
de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar
os mares se colocava como elemento fundamental
para o fortalecimento de uma das mais importantes
potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto
que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi
incumbido da missão de transportar o trigo das
províncias para a cidade de Roma.
Naqueles tempos, os riscos de navegação eram
grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos
vários ataques piratas que aconteciam com relativa
frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela
viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de
Roma da grave crise de abastecimento causada por
uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da
viagem mantendo-se confortáveis na cidade de
Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador
Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária
frase.
De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons
frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar
ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das
camadas populares romanas. Pouco tempo depois,
esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do
Primeiro Triunvirato que governou todo o território
romano. Afinal, será que foi a vitória da história de
Pompeu que levou o lendário escritor português a
tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem
sabe!
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