Foram encontradas 354.957 questões.
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
No período “Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade.”, a forma verbal “tornando-se” poderia ser substituída, mantendo-se a correção gramatical e a coerência do texto, por tendo se tornado.
Provas
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Infere-se do texto que o animal doméstico pode ser tratado, em determinados contextos, como ser integrante da família.
Provas
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Conclui-se do texto que, atualmente, os seres humanos não apresentam problemas de digestão do leite de vaca.
Provas
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Diferentemente dos animais, os seres humanos mantiveram-se incólumes à convivência entre os seres humanos e os animais.
Provas
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
A domesticação provocou alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais dos cães.
Provas
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue os itens a seguir.
De acordo com o texto, os cães foram os animais que mais sofreram alterações genéticas em razão do processo de domesticação.
Provas
O texto a seguir serve como referência para as questões de 07 a 10.
A composição asfáltica das estradas reúne brita, areia, pó de pedra e ligante betuminoso, materiais que garantem resistência à pressão dos veículos e à ação do clima. Quando esses componentes são bem misturados, o pavimento dura mais e reduz a formação de buracos.
Condicionada ou não à dependência de outra oração, o termo “quando” inicia uma oração nomeada corretamente de:
Provas
O texto a seguir serve como referência para as questões de 07 a 10.
A composição asfáltica das estradas reúne brita, areia, pó de pedra e ligante betuminoso, materiais que garantem resistência à pressão dos veículos e à ação do clima. Quando esses componentes são bem misturados, o pavimento dura mais e reduz a formação de buracos.
Determine a alternativa correta sobre a condição semântica e morfológica de “bem”:
Provas
O texto a seguir serve como referência para as questões de 07 a 10.
A composição asfáltica das estradas reúne brita, areia, pó de pedra e ligante betuminoso, materiais que garantem resistência à pressão dos veículos e à ação do clima. Quando esses componentes são bem misturados, o pavimento dura mais e reduz a formação de buracos.
Tendo em vista o contexto exposto e em análise às informações contidas nas assertivas abaixo a acentuação gráfica e os sinais de pontuação:
I- “Asfáltica” caracteriza-se como paroxítona, pois é acentuada na 2ª sílaba da esquerda para a direita;
II- “Pó” é oxítona apenas no singular;
III- Em “reúne” ocorre uma paroxítona com hiato;
IV- A pontuação do texto evidencia a organização das ideias: a vírgula após “betuminoso” separa o aposto explicativo (“materiais que garantem resistência à pressão dos veículos e à ação do clima”), destacando essas informações adicionais e garantindo clareza na leitura.
Pode-se afirmar que:
Provas
O texto a seguir serve como referência para as questões de 07 a 10.
A composição asfáltica das estradas reúne brita, areia, pó de pedra e ligante betuminoso, materiais que garantem resistência à pressão dos veículos e à ação do clima. Quando esses componentes são bem misturados, o pavimento dura mais e reduz a formação de buracos.
As ocorrências de crase dispostas no texto têm como justificativa correta de sua utilização a informação contida na alternativa:
Provas
Caderno Container