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Assinale a alternativa em que o uso da(s) vírgula(s)
está correto.
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Assinale a alternativa correta em relação à concordância verbal.
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Preencha os quadradinhos em branco no diálogo
com as flexões apropriadas dos verbos ver e vir.
Disponível em: https://tirasdidaticas.wordpress.com/2023/04/19/ veem-vem-e-vem/. Acesso em: 05 jun. 2026 [adaptado].
Assinale a alternativa que corresponde à sequência correta da grafia desses verbos no diálogo.
Disponível em: https://tirasdidaticas.wordpress.com/2023/04/19/ veem-vem-e-vem/. Acesso em: 05 jun. 2026 [adaptado].
Assinale a alternativa que corresponde à sequência correta da grafia desses verbos no diálogo.
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Analise o texto abaixo:
A preservação do meio ambiente deixou de ser apenas um debate ecológico e tornou- -se uma questão de sobrevivência para o planeta. A degradação contínua dos recursos naturais, impulsionada pelo consumo desenfreado e pela poluição industrial, tem gerado impactos climáticos severos que ameaçam a biodiversidade e a qualidade de vida das futuras gerações.
Para reverter esse cenário alarmante, é fundamental adotar medidas práticas em âmbito global e local. Governos e empresas precisam investir massivamente em fontes de energia limpa, como a solar e a eólica, além de implementar políticas rigorosas de redução de resíduos. Paralelamente, a educação ambiental nas escolas torna-se uma ferramenta indispensável para formar cidadãos mais conscientes.
Assinale a alternativa que represente corretamente a sequência final para o texto indicado, de modo a garantir a progressão textual.
A preservação do meio ambiente deixou de ser apenas um debate ecológico e tornou- -se uma questão de sobrevivência para o planeta. A degradação contínua dos recursos naturais, impulsionada pelo consumo desenfreado e pela poluição industrial, tem gerado impactos climáticos severos que ameaçam a biodiversidade e a qualidade de vida das futuras gerações.
Para reverter esse cenário alarmante, é fundamental adotar medidas práticas em âmbito global e local. Governos e empresas precisam investir massivamente em fontes de energia limpa, como a solar e a eólica, além de implementar políticas rigorosas de redução de resíduos. Paralelamente, a educação ambiental nas escolas torna-se uma ferramenta indispensável para formar cidadãos mais conscientes.
Assinale a alternativa que represente corretamente a sequência final para o texto indicado, de modo a garantir a progressão textual.
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Leia para responder à questão:
No panteão dos vilões mais icônicos da literatura
fantástica contemporânea, poucos personagens
despertam tanto fascínio e repulsa quanto
Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa
Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias
mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea,
ela personifica a decadência moral da aristocracia
bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma
devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem
servia como uma sacerdotisa em um culto
macabro. Diferentemente de outros seguidores
movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix
amava a causa das trevas com uma paixão
arrebatadora e quase erótica, encontrando na
crueldade e na tortura não apenas um dever, mas
uma forma suprema de prazer, como demonstrou
ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice
Longbottom até que ambos perdessem a
sanidade. Sua risada estridente, seus olhos
esbugalhados de fanatismo e sua varinha
desferindo feitiços assassinos com uma elegância
sádica tornaram-na uma força da natureza
caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort –
ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem
mesmo diante dos longos anos de aprisionamento
em Azkaban, onde os dementadores apenas
reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu
espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto,
revela não apenas sua ferocidade, mas também as
trágicas contradições que a definiam como
personagem – uma mulher capaz de matar o
próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o
lançou para além do Véu da Morte, e de guardar
a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco
com a precisão de uma estrategista, enquanto
exalava o desprezo mais profundo por qualquer
ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de
Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi
o palco de sua última e mais memorável
performance: confrontada por Molly Weasley, a
mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix
subestimou o poder do amor e da proteção
materna – forças que, ironicamente, sempre
foram a antítese de sua existência – e tombou sob
o feitiço que a transformou em pó, encerrando a
vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais
assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples
antagonista, Bellatrix Lestrange permanece
como um espelho distorcido do que há de mais
sombrio na natureza humana: a renúncia total à
própria identidade em nome de uma causa que
promete poder, mas entrega apenas aniquilação.
Sua história inquieta porque nos força a encarar
a inquietante verdade de que os maiores
monstros não são aqueles que agem por maldade
pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia,
transformam o amor em ódio e a vida em
instrumento da morte.
"...Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista..."
No excerto acima, a forma verbal LANÇOU classifica-se, quanto à sua transitividade sintática, como um verbo:
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Leia para responder à questão:
No panteão dos vilões mais icônicos da literatura
fantástica contemporânea, poucos personagens
despertam tanto fascínio e repulsa quanto
Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa
Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias
mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea,
ela personifica a decadência moral da aristocracia
bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma
devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem
servia como uma sacerdotisa em um culto
macabro. Diferentemente de outros seguidores
movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix
amava a causa das trevas com uma paixão
arrebatadora e quase erótica, encontrando na
crueldade e na tortura não apenas um dever, mas
uma forma suprema de prazer, como demonstrou
ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice
Longbottom até que ambos perdessem a
sanidade. Sua risada estridente, seus olhos
esbugalhados de fanatismo e sua varinha
desferindo feitiços assassinos com uma elegância
sádica tornaram-na uma força da natureza
caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort –
ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem
mesmo diante dos longos anos de aprisionamento
em Azkaban, onde os dementadores apenas
reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu
espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto,
revela não apenas sua ferocidade, mas também as
trágicas contradições que a definiam como
personagem – uma mulher capaz de matar o
próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o
lançou para além do Véu da Morte, e de guardar
a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco
com a precisão de uma estrategista, enquanto
exalava o desprezo mais profundo por qualquer
ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de
Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi
o palco de sua última e mais memorável
performance: confrontada por Molly Weasley, a
mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix
subestimou o poder do amor e da proteção
materna – forças que, ironicamente, sempre
foram a antítese de sua existência – e tombou sob
o feitiço que a transformou em pó, encerrando a
vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais
assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples
antagonista, Bellatrix Lestrange permanece
como um espelho distorcido do que há de mais
sombrio na natureza humana: a renúncia total à
própria identidade em nome de uma causa que
promete poder, mas entrega apenas aniquilação.
Sua história inquieta porque nos força a encarar
a inquietante verdade de que os maiores
monstros não são aqueles que agem por maldade
pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia,
transformam o amor em ódio e a vida em
instrumento da morte.
"...uma mulher capaz de matar o próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista, enquanto se exalava o desprezo mais profundo por qualquer ser que não ostentasse sangue puro."
No excerto adaptado acima, a partícula SE desempenha a função de:
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Leia para responder à questão:
No panteão dos vilões mais icônicos da literatura
fantástica contemporânea, poucos personagens
despertam tanto fascínio e repulsa quanto
Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa
Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias
mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea,
ela personifica a decadência moral da aristocracia
bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma
devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem
servia como uma sacerdotisa em um culto
macabro. Diferentemente de outros seguidores
movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix
amava a causa das trevas com uma paixão
arrebatadora e quase erótica, encontrando na
crueldade e na tortura não apenas um dever, mas
uma forma suprema de prazer, como demonstrou
ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice
Longbottom até que ambos perdessem a
sanidade. Sua risada estridente, seus olhos
esbugalhados de fanatismo e sua varinha
desferindo feitiços assassinos com uma elegância
sádica tornaram-na uma força da natureza
caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort –
ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem
mesmo diante dos longos anos de aprisionamento
em Azkaban, onde os dementadores apenas
reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu
espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto,
revela não apenas sua ferocidade, mas também as
trágicas contradições que a definiam como
personagem – uma mulher capaz de matar o
próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o
lançou para além do Véu da Morte, e de guardar
a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco
com a precisão de uma estrategista, enquanto
exalava o desprezo mais profundo por qualquer
ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de
Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi
o palco de sua última e mais memorável
performance: confrontada por Molly Weasley, a
mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix
subestimou o poder do amor e da proteção
materna – forças que, ironicamente, sempre
foram a antítese de sua existência – e tombou sob
o feitiço que a transformou em pó, encerrando a
vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais
assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples
antagonista, Bellatrix Lestrange permanece
como um espelho distorcido do que há de mais
sombrio na natureza humana: a renúncia total à
própria identidade em nome de uma causa que
promete poder, mas entrega apenas aniquilação.
Sua história inquieta porque nos força a encarar
a inquietante verdade de que os maiores
monstros não são aqueles que agem por maldade
pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia,
transformam o amor em ódio e a vida em
instrumento da morte.
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No panteão dos vilões mais icônicos da literatura
fantástica contemporânea, poucos personagens
despertam tanto fascínio e repulsa quanto
Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa
Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias
mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea,
ela personifica a decadência moral da aristocracia
bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma
devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem
servia como uma sacerdotisa em um culto
macabro. Diferentemente de outros seguidores
movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix
amava a causa das trevas com uma paixão
arrebatadora e quase erótica, encontrando na
crueldade e na tortura não apenas um dever, mas
uma forma suprema de prazer, como demonstrou
ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice
Longbottom até que ambos perdessem a
sanidade. Sua risada estridente, seus olhos
esbugalhados de fanatismo e sua varinha
desferindo feitiços assassinos com uma elegância
sádica tornaram-na uma força da natureza
caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort –
ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem
mesmo diante dos longos anos de aprisionamento
em Azkaban, onde os dementadores apenas
reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu
espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto,
revela não apenas sua ferocidade, mas também as
trágicas contradições que a definiam como
personagem – uma mulher capaz de matar o
próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o
lançou para além do Véu da Morte, e de guardar
a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco
com a precisão de uma estrategista, enquanto
exalava o desprezo mais profundo por qualquer
ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de
Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi
o palco de sua última e mais memorável
performance: confrontada por Molly Weasley, a
mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix
subestimou o poder do amor e da proteção
materna – forças que, ironicamente, sempre
foram a antítese de sua existência – e tombou sob
o feitiço que a transformou em pó, encerrando a
vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais
assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples
antagonista, Bellatrix Lestrange permanece
como um espelho distorcido do que há de mais
sombrio na natureza humana: a renúncia total à
própria identidade em nome de uma causa que
promete poder, mas entrega apenas aniquilação.
Sua história inquieta porque nos força a encarar
a inquietante verdade de que os maiores
monstros não são aqueles que agem por maldade
pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia,
transformam o amor em ódio e a vida em
instrumento da morte.
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No panteão dos vilões mais icônicos da literatura
fantástica contemporânea, poucos personagens
despertam tanto fascínio e repulsa quanto
Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa
Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias
mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea,
ela personifica a decadência moral da aristocracia
bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma
devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem
servia como uma sacerdotisa em um culto
macabro. Diferentemente de outros seguidores
movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix
amava a causa das trevas com uma paixão
arrebatadora e quase erótica, encontrando na
crueldade e na tortura não apenas um dever, mas
uma forma suprema de prazer, como demonstrou
ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice
Longbottom até que ambos perdessem a
sanidade. Sua risada estridente, seus olhos
esbugalhados de fanatismo e sua varinha
desferindo feitiços assassinos com uma elegância
sádica tornaram-na uma força da natureza
caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort –
ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem
mesmo diante dos longos anos de aprisionamento
em Azkaban, onde os dementadores apenas
reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu
espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto,
revela não apenas sua ferocidade, mas também as
trágicas contradições que a definiam como
personagem – uma mulher capaz de matar o
próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o
lançou para além do Véu da Morte, e de guardar
a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco
com a precisão de uma estrategista, enquanto
exalava o desprezo mais profundo por qualquer
ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de
Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi
o palco de sua última e mais memorável
performance: confrontada por Molly Weasley, a
mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix
subestimou o poder do amor e da proteção
materna – forças que, ironicamente, sempre
foram a antítese de sua existência – e tombou sob
o feitiço que a transformou em pó, encerrando a
vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais
assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples
antagonista, Bellatrix Lestrange permanece
como um espelho distorcido do que há de mais
sombrio na natureza humana: a renúncia total à
própria identidade em nome de uma causa que
promete poder, mas entrega apenas aniquilação.
Sua história inquieta porque nos força a encarar
a inquietante verdade de que os maiores
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pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia,
transformam o amor em ódio e a vida em
instrumento da morte.
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4270809
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Monte Belo-MG
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
Disciplina: Português
Banca: Pref. Monte Belo-MG
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Na frase “A comunidade escolar participa das decisões pedagógicas”, a palavra “escolar”
exerce função de:
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