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O que impulsiona o consumo abusivo de álcool entre universitários?

Por Ivanir Ferreira

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) adaptou e validou novos instrumentos

que ampliam a capacidade de pesquisadores e profissionais de saúde mental de compreender as

motivações associadas ao consumo de álcool entre universitários. As ferramentas, com

estratégias voltadas para o manejo das emoções, avaliam por que estudantes bebem e por que

decidem reduzir ou interromper a ingestão de bebidas alcoólicas — dimensões ainda pouco

exploradas em estudos e práticas clínicas.

Dentre os padrões encontrados, associados ao uso abusivo do álcool, observou-se que os

estudantes tendem a beber mais quando utilizam o álcool como recurso para lidar com emoções

negativas, como ansiedade, tristeza, angústia, medo e culpa, ou ainda como reforço de emoções

positivas, como alegria, prazer, entusiasmo e autoestima. Em estudos publicados no Brasil na

última década, verificou-se que as pesquisas sobre consumo de álcool entre universitários se

concentravam em dados epidemiológicos, padrões de uso e consequências do consumo. Segundo

o psicólogo Kairon de Sousa, autor do estudo, havia pouca exploração das variáveis psicológicas

que antecedem o ato de beber e que ajudam a compreender fatores relacionados à adesão, à

redução ou à interrupção do consumo.

Após a validação, os instrumentos fundamentaram a etapa empírica do estudo, que

envolveu 506 estudantes de graduação de diferentes regiões do país. Nessa fase, os

pesquisadores analisaram como determinados constructos psicológicos — ou seja, fatores como

estados emocionais — se relacionavam com as respostas ao AUDIT (Teste de Identificação de

Distúrbios por Uso de Álcool), ferramenta internacionalmente utilizada para rastrear o uso nocivo

de bebidas alcoólicas. O AUDIT reúne perguntas sobre frequência e padrão de consumo, além

de consequências associadas ao beber.

A pesquisa completa resultou na tese “Motivações, vivências afetivas e problemas de uso

de álcool em universitários”, defendida por Kairon de Sousa no Departamento de Psicologia da

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, sob orientação da professora

Sonia Regina Pasian. O trabalho terá seus capítulos submetidos ___ publicação em periódicos

científicos e então ficará disponível on-line. “O estudante bebe para aliviar sentimentos

desagradáveis, obtém um alívio momentâneo, mas não enfrenta as causas do sofrimento. Isso

favorece a repetição do comportamento e pode aumentar o risco de dependência”, afirma o

psicólogo. “O processo cria um ciclo em que o consumo passa a ser a resposta recorrente ao

mal-estar emocional”.

Segundo a pesquisa, a entrada do jovem no ensino superior tem sido associada ao aumento

nocivo do uso de bebidas alcoólicas. O período é marcado por diversos desafios, como adaptação

___ vida universitária, afastamento da família, busca de integração entre pares, estresse e

cobranças acadêmicas. O estudo identificou ainda padrões elevados de consumo de álcool nessa

faixa etária, como episódios de ingestão excessiva em curto período de tempo (binge drinking),

trazendo prejuízos físicos, mentais e sociais, como queda no desempenho acadêmico, apagões

alcoólicos, comportamentos sexuais de risco, dificuldade nas relações interpessoais e maior

probabilidade de uso combinado ___ substâncias ilícitas.

(Disponível em: jornal.usp.br/ciencias/o-que-impulsiona-consumo-abusivo-de-alcool-entre-universitarios/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A estratégia argumentativa que legitima a relevância do novo estudo mencionado no texto fundamenta-se na:
 

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O que impulsiona o consumo abusivo de álcool entre universitários?

Por Ivanir Ferreira

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) adaptou e validou novos instrumentos

que ampliam a capacidade de pesquisadores e profissionais de saúde mental de compreender as

motivações associadas ao consumo de álcool entre universitários. As ferramentas, com

estratégias voltadas para o manejo das emoções, avaliam por que estudantes bebem e por que

decidem reduzir ou interromper a ingestão de bebidas alcoólicas — dimensões ainda pouco

exploradas em estudos e práticas clínicas.

Dentre os padrões encontrados, associados ao uso abusivo do álcool, observou-se que os

estudantes tendem a beber mais quando utilizam o álcool como recurso para lidar com emoções

negativas, como ansiedade, tristeza, angústia, medo e culpa, ou ainda como reforço de emoções

positivas, como alegria, prazer, entusiasmo e autoestima. Em estudos publicados no Brasil na

última década, verificou-se que as pesquisas sobre consumo de álcool entre universitários se

concentravam em dados epidemiológicos, padrões de uso e consequências do consumo. Segundo

o psicólogo Kairon de Sousa, autor do estudo, havia pouca exploração das variáveis psicológicas

que antecedem o ato de beber e que ajudam a compreender fatores relacionados à adesão, à

redução ou à interrupção do consumo.

Após a validação, os instrumentos fundamentaram a etapa empírica do estudo, que

envolveu 506 estudantes de graduação de diferentes regiões do país. Nessa fase, os

pesquisadores analisaram como determinados constructos psicológicos — ou seja, fatores como

estados emocionais — se relacionavam com as respostas ao AUDIT (Teste de Identificação de

Distúrbios por Uso de Álcool), ferramenta internacionalmente utilizada para rastrear o uso nocivo

de bebidas alcoólicas. O AUDIT reúne perguntas sobre frequência e padrão de consumo, além

de consequências associadas ao beber.

A pesquisa completa resultou na tese “Motivações, vivências afetivas e problemas de uso

de álcool em universitários”, defendida por Kairon de Sousa no Departamento de Psicologia da

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, sob orientação da professora

Sonia Regina Pasian. O trabalho terá seus capítulos submetidos ___ publicação em periódicos

científicos e então ficará disponível on-line. “O estudante bebe para aliviar sentimentos

desagradáveis, obtém um alívio momentâneo, mas não enfrenta as causas do sofrimento. Isso

favorece a repetição do comportamento e pode aumentar o risco de dependência”, afirma o

psicólogo. “O processo cria um ciclo em que o consumo passa a ser a resposta recorrente ao

mal-estar emocional”.

Segundo a pesquisa, a entrada do jovem no ensino superior tem sido associada ao aumento

nocivo do uso de bebidas alcoólicas. O período é marcado por diversos desafios, como adaptação

___ vida universitária, afastamento da família, busca de integração entre pares, estresse e

cobranças acadêmicas. O estudo identificou ainda padrões elevados de consumo de álcool nessa

faixa etária, como episódios de ingestão excessiva em curto período de tempo (binge drinking),

trazendo prejuízos físicos, mentais e sociais, como queda no desempenho acadêmico, apagões

alcoólicos, comportamentos sexuais de risco, dificuldade nas relações interpessoais e maior

probabilidade de uso combinado ___ substâncias ilícitas.

(Disponível em: jornal.usp.br/ciencias/o-que-impulsiona-consumo-abusivo-de-alcool-entre-universitarios/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, a análise das motivações para o consumo de álcool permite depreender que a ingestão de bebidas alcoólicas, no contexto acadêmico, configura-se como um(a)
 

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4168314 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7
As palavras “públicas”, “específico” e “científico” são acentuadas graficamente porque são:
 

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4168313 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “tais projetos serão norteados por estudos referentes à síntese do conhecimento”, retirado do texto, a transposição da voz passiva analítica para a voz ativa, mantendo-se o tempo verbal original, resulta em:
 

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4168312 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos “atender aos preceitos” e “preocupação com o meio ambiente”, retirados do texto, a regência presente em cada um deles é classificada, respectivamente, como:
 

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4168311 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “contemplando a inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com a sociedade”, a locução “bem como” estabelece uma relação de:
 

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4168310 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “o Centro de Agricultura Tropical Sustentável, coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP em Piracicaba [...]”, as vírgulas que isolam o trecho “coordenado pelo professor Durval Dourado Neto” foram empregadas para:
 

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4168309 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, a palavra “paralelo” poderia ser substituída, sem alteração do sentido original do trecho, por:
 

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4168308 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, o emprego do termo “cuja” é um recurso de coesão que tem a função de:
 

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4168307 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRP-7

Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros

Por Cláudia Costa

Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,

coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de

Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas

interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos

biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque

em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos

articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da

Organização das Nações Unidas (ONU).

“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e

importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,

complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como

os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e

cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,

Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de

desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da

USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à

síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados

na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a

inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com

a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo

crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção

sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação

estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.

“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao

mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma

ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome

em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham

juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da

prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as

políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção

da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de

sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.

(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A menção aos ODS da Agenda 2030 da ONU exemplifica um recurso de intertextualidade que busca:
 

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