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Considerando a literatura que versa sobre a
“Educação física e lazer” do Roberto Alves Garcia,
assinale V para as afirmações verdadeiras e F para
as afirmações falsas.
( ) O brincar e o jogar não apresenta uma importância muito grande no processo de desenvolvimento humano da infância à melhor idade.
( ) É por meio das brincadeiras e dos jogos que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si, sobre as pessoas que as rodeiam e sobre o mundo em que estão inseridas.
( ) Adequar os diferentes jogos e brincadeiras às características dos jogadores é imprescindível para a obtenção de sucesso.
A sequência correta é:
( ) O brincar e o jogar não apresenta uma importância muito grande no processo de desenvolvimento humano da infância à melhor idade.
( ) É por meio das brincadeiras e dos jogos que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si, sobre as pessoas que as rodeiam e sobre o mundo em que estão inseridas.
( ) Adequar os diferentes jogos e brincadeiras às características dos jogadores é imprescindível para a obtenção de sucesso.
A sequência correta é:
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No que tange a obra “Educação física e cotidiano
escolar: reflexões e pesquisas contemporâneas”
os autores citam que o lúdico na educação infantil
pode ser trabalhado em todas as atividades, pois
é uma maneira de aprender/ensinar, despertar o
prazer e dessa forma a aprendizagem se realiza.
No entanto, o verdadeiro sentido da educação
lúdica só estará garantido se o professor estiver
preparado para realizá-lo, tendo conhecimento
sobre os fundamentos da mesma. Assinale a
alternativa correta de acordo com a citação acima:
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Segundo Venditti Júnior, na obra “educação
física inclusiva e interdisciplinaridade: diferenças
e alteridades na atuação profissional”... “é
inadmissível que uma pessoa seja restrita a
frequentar um espaço público, ou ser excluída de
praticar atividade física, ou até mesmo de uma sala
de aula, por apresentar algum tipo de deficiência
[...]” Nesta mesma obra, Ríos (2009) relata diversas
barreiras que podem afetar o processo de inclusão
em atividades físicas, sendo assim assinale a
alternativa que faz interface com as respectivas
barreiras:
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Considerando a Epistemologia e pedagogia
na educação física: inter-relações necessárias,
dos autores, Marcia e Silvio Gamboa, podemos
destacar a tentativa de responder à questão
inicial sobre as formas de desenvolvimento das
relações entre a prática e teoria pedagógica com
a epistemologia e a reflexão filosófica no campo
da educação física no Brasil, podemos apontar as
seguintes ponderações:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
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Para explicar a evolução da Educação Física
no Brasil, buscamos a fundamentação em Darido
e Rangel (2005), que mencionam uma linha de
tendências nem sempre destacadas uma das
outras de forma estanque, que às vezes interagem
e se completam. Para efeito didático, as autoras
classificam essas tendências em: Higienismo
e militarismo, Esportivista, Recreaconista.
Considerando a classificação citada pelas autoras,
analise as alternativas abaixo.
I. Sobre o higienismo e militarismo. no primeiro instante os objetivos eram os hábitos de higiene e saúde, em que se buscava o aprimoramento físico e moral, através dos exercícios. As aulas geralmente eram ministradas por médicos e militares.
II. Na tendência esportivista, a mesma foi caracterizada pela política do pão e circo, que segundo Melo e Alves Júnior (2003) uma forma de dominação e controle de massa. Foi quando o governo pregou a ideologia do aprimoramento físico através dos esportes, incentivando a sua prática nas escolas.
III. No que concerne a tendência recreacionista as críticas à tendência esportivista foram iniciadas e tornaram-se constantes, dando espaço ao surgimento, como alternativa, à tendência recreacionista. Porém, a recreação única e exclusiva também deixa a desejar como ferramenta pedagógica, e não foram apresentadas mudanças significativas.
IV. Na tendência recreacionista a educação física passou a significar esportes de alto rendimento e esta era a palavra de ordem.
É correto o que se afirma apenas em:
I. Sobre o higienismo e militarismo. no primeiro instante os objetivos eram os hábitos de higiene e saúde, em que se buscava o aprimoramento físico e moral, através dos exercícios. As aulas geralmente eram ministradas por médicos e militares.
II. Na tendência esportivista, a mesma foi caracterizada pela política do pão e circo, que segundo Melo e Alves Júnior (2003) uma forma de dominação e controle de massa. Foi quando o governo pregou a ideologia do aprimoramento físico através dos esportes, incentivando a sua prática nas escolas.
III. No que concerne a tendência recreacionista as críticas à tendência esportivista foram iniciadas e tornaram-se constantes, dando espaço ao surgimento, como alternativa, à tendência recreacionista. Porém, a recreação única e exclusiva também deixa a desejar como ferramenta pedagógica, e não foram apresentadas mudanças significativas.
IV. Na tendência recreacionista a educação física passou a significar esportes de alto rendimento e esta era a palavra de ordem.
É correto o que se afirma apenas em:
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TEXTO I
COMO ESCRITA À MÃO BENEFICIA O CÉREBRO
E GANHA NOVA CHANCE EM ESCOLAS
Aprender a escrever em cursivo parece ativar
caminhos neurais importantes ao aprendizado;
Califórnia volta a adotar a técnica em escolas a partir
deste ano.
Por BBC

Especialista diz que ‘escrever letras em cursivo, especialmente em
comparação com digitar, ativa caminhos neurais específicos que
facilitam e otimizam o aprendizado’. — Foto: GETTY IMAGES via BBC
A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto
ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) estão
novamente tendo de aprender a escrever em letra
cursiva. Essa escrita à mão havia saído do currículo
californiano em 2010, mas agora está de volta —
movimento semelhante ao que ocorre em mais de
20 Estados americanos, em diferentes graus.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra
parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis
do caderno — chegou a ser vista como uma técnica
moribunda nos EUA. Agora, a decisão na Califórnia
reacende debates educacionais e científicos a
respeito do valor da escrita à mão, bem como dos
benefícios ao cérebro e das implicações globais se
essa técnica acabar caindo no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora
na Califórnia, diz que “mais e mais pesquisas
sustentam a ideia de que escrever letras em
cursivo, especialmente em comparação com digitar,
ativa caminhos neurais específicos que facilitam e
otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da
linguagem”.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) prevê o ensino da habilidade de se escrever
em letra cursiva nos primeiros anos do ensino
fundamental. Karin James, professora de Ciências
Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana
(EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6
anos. Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são
ativadas pela digitação num teclado. Isso inclui áreas
cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento
da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger
(Universidade de Washington), também mostrou
que a escrita cursiva, os materiais impressos e a
digitação usam funções cerebrais relacionadas,
porém diferentes. Além disso, no caso da digitação
em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos
para qualquer tecla de letra. Como consequência, se
apenas aprenderem a digitar, as crianças perderão
a chance de desenvolver habilidades obtidas ao
compreenderem e dominarem a capacidade de
escrever.
Um pequeno estudo italiano aponta que o ensino da
cursiva a alunos de primeiro ano podem melhorar
as habilidades de leitura. A despeito disso, o ensino
da letra cursiva para crianças pequenas vinha se
tornando mais raro. Em vários países, essa técnica
não é mais obrigatória.
Nos EUA, embora o ensino da cursiva esteja
voltando à luz, ele não é padronizado — o que traz
desafios aos professores. “Mais de 20 Estados
acrescentaram a suas diretrizes educacionais a
exigência da escrita cursiva entre o 3° e o 5° anos”,
explica Kathleen S. Wright, fundadora e diretoraexecutiva do Colaborativo de Escrita à Mão,
organização que ensina boas práticas nessa área.
“Mas essa exigência não é imposta nem recebe
financiamento, então o ensino da escrita à mão não
é endereçado de forma consistente.”
Dessa forma, professores californianos terão agora
de descobrir como integrar a cursiva a suas aulas.
Mesmo assim, a iniciativa do Estado é vista como
benéfica, num momento pós-pandemia em que se
buscam formas de ensinar habilidades que reduzam
a dependência das telas entre crianças. “Temos
visto cada vez mais pais reclamando que seus filhos
estão tendo dificuldades na escola, que não foram
ensinados a escrever porque usam principalmente
computadores e outros aparelhos”, diz Kelsey
Voltz-Poremba, professora-assistente de terapia
ocupacional da Universidade de Pittsburgh (EUA).
A escrita cursiva ainda é amplamente ensinada na
Europa Ocidental, em particular em países como
Reino Unido, Espanha, Itália, Portugal e França. Já
a Finlândia pôs fim à exigência da escrita cursiva de
suas escolas em 2016. O Canadá tentou descartar
a escrita cursiva, mas voltou a ensiná-la em 2023.
O Ministério de Educação da província de Ontário
restabeleceu a exigência da escrita cursiva e agora
está virando uma espécie de laboratório para outras
regiões que tentam entender quais as melhores
práticas para esse ensino, quanto tempo devem
durar as aulas e com qual frequência essa técnica deve ser ensinada.
Em meio a tantas diferenças globais, as pesquisas
ressaltam que não há lado negativo em aprender
letra cursiva. E embora a ligação entre escrever à
mão e melhorar a leitura não sejam necessariamente
causais, alguns educadores temem que o abandono
da letra cursiva pode piorar o desempenho de alunos
em sua capacidade de ler textos. Além disso, o mero
ato de escrever ajuda a memória e o aprendizado
de palavras. “É importante achar um equilíbrio para
garantir que os alunos tenham habilidades que
sejam obtidas sem o uso da tecnologia”, opina a
especialista Voltz-Poremba.
Fonte: Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/
noticia/2024/01/31/como-escrita-a-mao-beneficia-o-cerebro-eganha-nova-chance-em-escolas.ghtml. Acesso em 28/08/2025.
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Conforme a Política Nacional de Educação
Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva:
“O movimento mundial pela educação ___________
é uma ação política, cultural, social e pedagógica,
desencadeada em defesa do direito de todos
os alunos de estarem juntos, aprendendo e
participando, sem nenhum tipo de _____________.
A educação inclusiva constitui um paradigma
educacional fundamentado na concepção de
direitos humanos, que conjuga igualdade e
diferença como valores ____________, e que
avança em relação à idéia de _____________
formal ao contextualizar as circunstâncias históricas
da produção da exclusão dentro e fora da escola.”
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A educação inclusiva propõe garantir os direitos
de aprendizagem a todos os alunos, respeitando
suas diferenças em um ambiente escolar acessível
e acolhedor. Neste sentido é correto afirmar que:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional,
em seu artigo 3º, define que o ensino será ministrado
com base nos seguintes princípios, EXCETO:
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O delineamento dos conteúdos de ensino
seguindo um padrão de discriminação tipológica
tem conexão com as mudanças curriculares que
emergiram na educação brasileira a partir da década
de 1990.
A partir desse contexto, analise as asserções a seguir.
I. O ensino de fatos, acontecimentos, situações e fenômenos concretos e singulares corresponde ao conteúdo do tipo conceitual.
II. O ensino de um conjunto de estratégias ordenadas e dirigidas para a realização de um objetivo corresponde ao conteúdo do tipo procedimental.
III. O ensino de valores, atitudes e normas é contemplado como um conteúdo atitudinal.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
A partir desse contexto, analise as asserções a seguir.
I. O ensino de fatos, acontecimentos, situações e fenômenos concretos e singulares corresponde ao conteúdo do tipo conceitual.
II. O ensino de um conjunto de estratégias ordenadas e dirigidas para a realização de um objetivo corresponde ao conteúdo do tipo procedimental.
III. O ensino de valores, atitudes e normas é contemplado como um conteúdo atitudinal.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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