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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Ensino das DisciplinasHistória
- Temas Educacionais Pedagógicos
- Interdisciplinaridade e Contextualização
Segundo o documento que define a Base Nacional
Curricular - BNCC, as Ciências Humanas e Sociais têm
como uma de suas competências “proporcionar ao aluno
desenvolvimento para que possa participar, pessoal e
coletivamente, do debate público de forma consciente e
qualificada, respeitando diferentes posições, com vistas a
possibilitar escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e
ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.”
(BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Curricular. Brasília: MEC 2018. p. 558)
A partir dessa perspectiva e com base no texto de Bittencourt, Capitalismo e Cidadania nas atuais propostas curriculares de história, assinale a opção que apresenta a visão da autora acerca das finalidades políticas da disciplina História.
(BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Curricular. Brasília: MEC 2018. p. 558)
A partir dessa perspectiva e com base no texto de Bittencourt, Capitalismo e Cidadania nas atuais propostas curriculares de história, assinale a opção que apresenta a visão da autora acerca das finalidades políticas da disciplina História.
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
- Ensino das DisciplinasHistória
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
“As últimas décadas, em nosso país, têm sido marcadas
pela emergência de movimentos sociais e pela
intensificação de debates, propostas e políticas visando o
combate a desigualdades historicamente perpetuadas.
Nesse processo, tem-se apostado na valorização de diversidade sociocultural que caracteriza a sociedade
brasileira, enquanto um dos caminhos para o
reconhecimento e maior visibilidade da história e cultura
de grupos socialmente marginalizados.”
(SANTOS, Lorene dos. Ensino de história e cultura africana e afro-brasileira: dilemas e desafios da recepção à Lei 10.639/03. In. PEREIRA. Amilcar Araújo. MONTEIRO, Ana Maria (org.) Ensino de História e Culturas afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro. Pallas. 2013. p. 57.)
Com base no texto de Lorene dos Santos apresentado acima, assinale a opção que apresenta a visão da autora em relação às políticas implementadas para reorientação curricular e demanda para constituição de novos saberes e práticas escolares e formação de docentes.
(SANTOS, Lorene dos. Ensino de história e cultura africana e afro-brasileira: dilemas e desafios da recepção à Lei 10.639/03. In. PEREIRA. Amilcar Araújo. MONTEIRO, Ana Maria (org.) Ensino de História e Culturas afro-brasileiras e indígenas. Rio de Janeiro. Pallas. 2013. p. 57.)
Com base no texto de Lorene dos Santos apresentado acima, assinale a opção que apresenta a visão da autora em relação às políticas implementadas para reorientação curricular e demanda para constituição de novos saberes e práticas escolares e formação de docentes.
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A pluralidade cultural é um dos temas da proposta dos
Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs. O documento
destaca a noção de grupos sociais como espaço onde a
diversidade se manifesta. Godijo, em seu texto, Identidade
Nacional e Ensino de História: a diversidade como
“patrimônio sociocultural”, afirma que “Esta perspectiva de
reconhecimento dos grupos sociais que compõe uma
coletividade parece ser norteada por um princípio de
cidadania igualitária” criando, segundo a autora, um
impasse entre defesa da igualdade e afirmação das
diferenças.
(GODIJO, Rebeca. Identidade Nacional e Ensino de História: a diversidade como “patrimônio sociocultural”. In. ABREU, Marta; SOIHET, Rachel. (orgs.). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2009.)
Assinale a opção que apresenta a solução sugerida pela autora para o impasse que se manifesta entre grupos sociais norteado pelo princípio da cidadania igualitária.
(GODIJO, Rebeca. Identidade Nacional e Ensino de História: a diversidade como “patrimônio sociocultural”. In. ABREU, Marta; SOIHET, Rachel. (orgs.). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2009.)
Assinale a opção que apresenta a solução sugerida pela autora para o impasse que se manifesta entre grupos sociais norteado pelo princípio da cidadania igualitária.
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- Ensino das DisciplinasHistória
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
A Lei nº. 11.645, de 10 de março de 2008, “toma
obrigatório, nos estabelecimentos de ensino fundamental e
de ensino médio, o estudo da história e cultura afrobrasileira e indígena, que deverá ter em seus conteúdos
programáticos a valorização da cultura negra e indígena
brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade
nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas
social, econômica e política, pertinentes à história do
Brasil.”
(Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008.)
Bittencourt, em seu texto “História das populações indígenas na escola: memórias e esquecimentos”, analisa a proposta da lei e como os povos indígenas foram representados no material didático de História ao longo do século XIX e no final do século XX. A partir dos livros didáticos de História e da produção acadêmica, a autora conclui que, apesar dos avanços na aproximação entre a produção de material didático e a produção acadêmica, os indígenas foram alijados dos livros didáticos de História em várias fases da construção da história do Brasil.”
(História das populações indígenas na escola: memórias e esquecimentos. BITTENCOURT, Circe Fernandes. In. BITTENCOURT, Circe Fernandes (Org.) O saber Histórico em Sala de Aula. 9ª ed. São Paulo. Contexto. 2004p. 101-132)
Para a autora, os povos indígenas ainda não são representados nos livros didáticos em várias fases da história do Brasil. Assim, assinale a opção que apresenta a razão para essa ausência.
(Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008.)
Bittencourt, em seu texto “História das populações indígenas na escola: memórias e esquecimentos”, analisa a proposta da lei e como os povos indígenas foram representados no material didático de História ao longo do século XIX e no final do século XX. A partir dos livros didáticos de História e da produção acadêmica, a autora conclui que, apesar dos avanços na aproximação entre a produção de material didático e a produção acadêmica, os indígenas foram alijados dos livros didáticos de História em várias fases da construção da história do Brasil.”
(História das populações indígenas na escola: memórias e esquecimentos. BITTENCOURT, Circe Fernandes. In. BITTENCOURT, Circe Fernandes (Org.) O saber Histórico em Sala de Aula. 9ª ed. São Paulo. Contexto. 2004p. 101-132)
Para a autora, os povos indígenas ainda não são representados nos livros didáticos em várias fases da história do Brasil. Assim, assinale a opção que apresenta a razão para essa ausência.
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- Autores da EducaçãoPaulo Freire
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosTendências Pedagógicas
Em relação ao papel da dialética e do diálogo na proposta educativa de Paulo Freire expressa na obra Pedagogia da autonomia, assinale a opção correta.
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As competências específicas de Matemática para o
Ensino Fundamental, conforme a Base Nacional Comum
Curricular, propõem uma formação que articula
diferentes dimensões do conhecimento matemático,
incluindo aspectos cognitivos, sociais e culturais.
Considerando essa perspectiva ampliada, qual
alternativa expressa de forma mais consistente essa
orientação?
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A Etnomatemática, conforme proposta por Ubiratan
D'Ambrosio, propõe uma reinterpretação do
conhecimento matemático ao considerar sua produção
em diferentes contextos culturais. Considerando as
implicações dessa abordagem para o ensino, qual
alternativa expressa de forma mais consistente seus
fundamentos?
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No ensino de Matemática na Educação Básica, a
incorporação de metodologias diversificadas tem sido
defendida como estratégia para superar práticas
centradas na transmissão de conteúdos, sem, contudo,
negligenciar a sistematização conceitual própria da
disciplina. Considerando essa tensão entre
contextualização, investigação e formalização, qual
alternativa expressa de forma mais consistente uma
prática pedagógica alinhada a esse enfoque?
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Avaliação EducacionalFunções da Avaliação Escolar e a Análise dos Resultados
- Currículo (Teoria e Prática)
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
Desigualdade social é o principal obstáculo à
qualidade da educação no país.
A educação básica brasileira registrou avanços
significativos nas últimas décadas, mas continua
marcada por desigualdades profundas e por um
descompasso entre o modelo de ensino e as
transformações tecnológicas e sociais contemporâneas.
A avaliação é do pesquisador Ivan Siqueira, professor
titular de Interdisciplinaridade da UFBA (Universidade
Federal da Bahia), durante a 2ª Conferência FAPESP
2026 − "Educação Básica no Brasil: Desafios e
Oportunidades".
Segundo o conferencista, o país ampliou o acesso à
escola desde a Constituição de 1988, mas ainda
enfrenta dificuldades para garantir qualidade compatível
com os investimentos realizados. "Há muita evidência de
que avançamos. Mas, quando consideramos os níveis
de desigualdade, entendemos que ainda precisamos
fazer muito, muito, muito mais", ressaltou.
Um dos pontos centrais da apresentação foi a distinção
entre princípios e critérios na definição das políticas
públicas. Para Siqueira, a legislação brasileira possui
diretrizes acertadas, mas carece de mecanismos
objetivos de implementação. O pesquisador analisou
especificamente o artigo 205 da Constituição da
República Federativa do Brasil, que estabelece: "A
educação, direito de todos e dever do Estado e da
família, será promovida e incentivada com a colaboração
da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da
pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho".
"O maior problema do artigo 205 é ser ele uma
declaração de princípio e não o estabelecimento de um
critério. E o princípio não é binário: você pode dizer que
está indo em determinada direção, mesmo sem nunca
chegar lá", explicou. "Precisamos transformar princípios
em critérios, porque critérios são objetivos e permitem
cobrança."
Essa lacuna, segundo ele, afeta diretamente a
governança educacional, especialmente em municípios
com baixa capacidade administrativa. "Grande parte da
educação básica está nas mãos das prefeituras, que têm
menos recursos e menos estrutura, justamente na fase
mais importante do desenvolvimento humano", disse.
O professor criticou também a formação de professores
no país. Segundo ele, o sistema permite que docentes
sejam formados sem experiência prática em escolas. "O
Brasil autoriza a formação de pessoas que nunca
pisaram em uma sala de aula. Isso não acontece em
áreas como medicina", ponderou. Outro problema
apontado foi a fragmentação curricular. "É ilusório
imaginar que um aluno consiga aprender 13 disciplinas
diferentes com menos de quatro horas de aula por dia",
sublinhou. Para ele, o modelo pressupõe uma escola em
tempo integral, que ainda não é realidade na maior parte
do país.
Siqueira destacou que as tecnologias digitais
introduziram uma mudança estrutural no processo de
aprendizagem, afetando atenção, linguagem e formas de
interação. "O modelo tradicional de aula expositiva está
morto. Ele não serve mais para os estudantes que temos
hoje", resumiu. Conforme o pesquisador, os estudantes
têm dificuldade crescente de concentração e
organização do pensamento: "Hoje é muito difícil manter
um aluno focado por dez minutos. Para escrever, ele
precisa pensar — e não está exercitando isso".
Ele relatou ainda o aumento de fenômenos como
desinformação, dependência de redes sociais e
problemas de saúde mental. "Na UFBA, 70% dos
estudantes de medicina relatam problemas de saúde
mental. Na psicologia, o percentual é ainda maior: 80%.
Tanto que os professores, meus colegas, dizem que o
pessoal vem para a psicologia para se tratar", contou.
A IA (inteligência artificial) foi apresentada como um dos
principais vetores de transformação da educação e do
mercado de trabalho. Siqueira citou demissões recentes
no setor financeiro para ilustrar o impacto da adoção das
novas tecnologias digitais. "Nos últimos quatro meses, os
quatro maiores bancos norte-americanos demitiram 15
mil funcionários, enquanto obtinham mais de US$ 1
bilhão de lucro. Uma pessoa com IA faz o trabalho de
dez. E isso muda completamente o mercado", enfatizou.
Ao mesmo tempo, ele destacou aplicações positivas no
sistema educacional. "Modelos baseados na BNCC
[Base Nacional Comum Curricular] conseguem gerar
planos de aula adaptados para diferentes perfis de
estudantes, reduzindo enormemente o trabalho do
professor", disse. A BNCC é o documento normativo que
define o que todos os estudantes brasileiros têm o direito
de aprender ao longo da educação básica (educação
infantil, ensino fundamental e ensino médio).
Além disso, a incorporação das novas tecnologias
digitais favorece o acesso a conteúdos de qualidade, a
formação de comunidades de aprendizagem e a
possibilidade de integrar o currículo às realidades locais,
como em comunidades indígenas e quilombolas,
ampliando o potencial de uma educação mais
contextualizada, colaborativa e alinhada às demandas
contemporâneas.
Mas há vários gargalos a serem ultrapassados. Entre
eles, o modelo de avaliação. Siqueira argumentou que
exames como o do Sistema de Avaliação da Educação
Básica (Saeb) estão defasados e não capturam
competências essenciais. E defendeu a incorporação de
habilidades como pensamento crítico, metacognição e
resolução de problemas complexos. "O estudante
precisa saber mobilizar conhecimentos em situações
reais. Não basta repetir conteúdo", disse.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/desigualdade-social-e-o-princip
al-obstaculo-a-qualidade-da-educacao-no-pais/
Considerando o trecho, assim como as diretrizes da BNCC, analise as afirmativas a seguir:
I.O trecho converge com a BNCC ao valorizar a mobilização de conhecimentos; contudo, diverge ao desconsiderar a importância da memorização, a qual, segundo o documento, constitui etapa suficiente para garantir a aprendizagem significativa.
II.No eixo Leitura, ensinar a ler envolve compreender textos verbais e visuais, bem como desenvolver uma leitura crítica e responsiva da literatura. Assim, o texto literário deve estimular o diálogo, a reflexão e a produção de sentidos, permitindo ao aluno interpretar, reagir, recriar e expressar suas próprias ideias.
III.O trecho está em consonância com a BNCC, pois mostra que o estudante deve ser capaz de utilizar os conhecimentos adquiridos de forma funcional, aplicando-os em diferentes contextos além do ambiente escolar, de modo a resolver situações diversas com autonomia e adequação.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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As orientações curriculares para o ensino de História no
Ensino Fundamental destacam a importância da análise
de diferentes experiências humanas no tempo e da
compreensão das relações entre sociedade, memória e
cultura. Nesse contexto, o trabalho pedagógico busca
desenvolver habilidades relacionadas à interpretação
crítica e ao reconhecimento da diversidade de sujeitos
históricos. Considerando especificamente práticas
pedagógicas coerentes com a BNCC, é correto afirmar
que:
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