Foram encontradas 166.694 questões.
Provas
Provas
Provas
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Provas
- Ensino das DisciplinasCiências
- Temas Educacionais Pedagógicos
- Interdisciplinaridade e Contextualização
As principais discussões da geopolítica ambiental.
As mudanças climáticas estão no centro das preocupações globais. O aumento das temperaturas, a elevação do nível do mar e os eventos climáticos extremos afetam todos os países, mas essas consequências são particularmente mais graves em regiões vulneráveis. Essas mudanças não só resultam em desastres naturais e crises humanitárias, como também influenciam políticas de comércio, segurança e desenvolvimento. Alguns países em desenvolvimento, por exemplo, enfrentam grandes dificuldades em adaptar as suas economias aos impactos ambientais. As nações desenvolvidas, por sua vez, precisam lidar com as pressões para reduzir suas emissões de carbono. As negociações climáticas internacionais, como a Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP) , tentam reunir esforços para mitigar os impactos das mudanças climáticas. As soluções, porém, muitas vezes são desafiadas por conta de interesses econômicos conflitantes.
Extraído de: https://posdigital.pucpr.br/blog/geopolitica-ambiental
Considerando o texto apresentado, a trajetória histórica dos acordos e cúpulas climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) e os fundamentos do Ensino de Ciências voltado para a Alfabetização Científica e a Educação Ambiental Crítica, analise as afirmativas a seguir:
I. O Protocolo de Quioto (1997), adotado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), inovou ao estabelecer metas quantitativas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) exclusivamente para os países industrializados (Anexo I), fundamentando-se no princípio das "responsabilidades comuns, porém diferenciadas". No entanto, encontrou severas limitações práticas, como a não ratificação por grandes emissores históricos e a ausência de mecanismos coercitivos eficazes de cumprimento.
II. O Acordo de Paris (2015), firmado na COP 21, representou uma mudança estrutural na diplomacia climática ao abandonar o modelo centralizado de imposição de metas e adotar as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), nas quais cada país define voluntariamente suas metas de mitigação e adaptação. Essa flexibilidade, embora tenha ampliado a adesão global, transfere a responsabilidade e o ônus do monitoramento e da ambição climática para instâncias nacionais, fragilizando a garantia do cumprimento coletivo para manter o aquecimento global abaixo de 1,5 °C.
III. A Conferência de Estocolmo (1972) marcou o nascimento oficial da agenda ambiental internacional da ONU, institucionalizando o conceito de desenvolvimento sustentável e estabelecendo metas vinculantes imediatas para a erradicação da pobreza e o controle demográfico global, diretrizes que foram posteriormente ratificadas na Conferência Rio-92 sem quaisquer contestações teóricas por parte dos países do Sul Global.
IV. A inserção curricular da temática das negociações internacionais sobre o clima na Educação Básica, sob a ótica da Educação Ambiental Crítica, deve afastar-se de abordagens meramente tecnicistas ou salvacionistas individuais, priorizando a compreensão das dimensões geopolíticas, econômicas e sociais que estruturam a crise ecológica contemporânea, articulando conceitos termodinâmicos da atmosfera com a justiça socioambiental.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
Provas
- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
Provas
- Autores da EducaçãoVygotsky
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemVygotsky: Teoria Histórico-Cultural
Provas
Provas
- Tecnologias Educacionais
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Considerando os fundamentos do uso pedagógico das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) na sala de aula, assinale a alternativa correta.
Provas
- Educação InfantilLudicidade
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Jogos e suas Características: Pedagógicos, de Raciocínio e Psicomotor
CASO: Em uma instituição de Educação Infantil, a professora Marina organizou uma sequência de experiências com jogos de regras, brincadeiras de faz de conta, circuitos corporais e jogos digitais. Antes de cada proposta, observou os interesses e os repertórios das crianças, explicitou ou negociou regras quando necessário, assegurou tempos de exploração e acompanhou as interações sem antecipar soluções. Durante as atividades, algumas crianças demonstraram envolvimento pleno, enquanto outras solicitaram mudanças nas regras, trocaram de parceiros ou abandonaram determinadas propostas. Ao avaliar o trabalho, a professora considerou as narrativas, as estratégias, a cooperação, a autonomia e as formas de expressão das crianças, e não apenas o acerto de respostas previamente definidas. Na reunião pedagógica, dois posicionamentos foram apresentados. O primeiro sustentou que toda atividade denominada jogo é, por si mesma, lúdica e educativa, especialmente quando utiliza recursos digitais e oferece recompensas imediatas. O segundo defendeu que a ludicidade depende da experiência vivida pelos participantes e que o potencial formativo dos jogos e das brincadeiras resulta da articulação entre condições de participação, mediação docente, intencionalidade pedagógica e respeito à dinâmica própria do brincar.
Considerando as concepções de ludicidade, jogos e brincadeiras na educação, analise as afirmativas a seguir.
I. A ludicidade não constitui uma qualidade automática do objeto, do recurso ou da atividade proposta. Desse modo, uma mesma brincadeira pode ser experienciada como lúdica por uma criança e como constrangedora, desinteressante ou excessivamente controlada por outra.
II. A intencionalidade pedagógica e a mediação docente são compatíveis com o caráter lúdico quando organizam condições de participação, desafios significativos, interação, autonomia e possibilidade de criação, sem converter o jogo em mero exercício disfarçado, rigidamente dirigido para a obtenção de uma resposta única.
III. Os jogos digitais apresentam valor educativo intrínseco por combinarem linguagem tecnológica, feedback imediato e elementos de recompensa; por essa razão, sua inserção na rotina escolar dispensa análise dos objetivos, das condições de infraestrutura, da acessibilidade, da qualidade das interações e das intervenções realizadas pelo professor.
IV. A utilização de jogos e brincadeiras apenas como recompensa por tarefas concluídas ou como estratégia para tornar atraente uma sequência repetitiva pode reduzir o brincar a instrumento de controle; seu potencial educativo amplia-se quando contempla dimensões cognitivas, corporais, sociais e afetivas e preserva a participação ativa dos educandos.
Após análise, conclui-se que está coreto o que se afirma em:
Provas
Caderno Container