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No que diz respeito a aspectos socioantropológicos da surdez e à
importância do ensino da LIBRAS à comunidade surda, julgue os
itens a seguir.
I Os surdos que crescem inseridos na comunidade surda e adquirem a LIBRAS como primeira língua tendem a apresentar identidade surda consolidada, marcada pelo forte pertencimento cultural.
II Os surdos que passam por processos de escolarização baseados exclusivamente no oralismo, sem contato com a LIBRAS, costumam apresentar identidade incompleta, pois não acessam plenamente a cultura surda.
III A identidade surda híbrida caracteriza indivíduos que transitam entre práticas culturais surdas e ouvintes, incorporando elementos de ambos os mundos em sua constituição identitária.
Assinale a opção correta.
I Os surdos que crescem inseridos na comunidade surda e adquirem a LIBRAS como primeira língua tendem a apresentar identidade surda consolidada, marcada pelo forte pertencimento cultural.
II Os surdos que passam por processos de escolarização baseados exclusivamente no oralismo, sem contato com a LIBRAS, costumam apresentar identidade incompleta, pois não acessam plenamente a cultura surda.
III A identidade surda híbrida caracteriza indivíduos que transitam entre práticas culturais surdas e ouvintes, incorporando elementos de ambos os mundos em sua constituição identitária.
Assinale a opção correta.
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De acordo com a Lei n.º 12.319/2010, compete ao tradutor e
intérprete de LIBRAS
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De acordo com o Decreto n.º 5.626/2005, que estabelece
diretrizes para o atendimento educacional às pessoas surdas e
com deficiência auditiva,
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Texto 15A2-II
A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou
recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs
conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal
regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo,
Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser
CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia.
Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a
influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre.
O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de
pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT
para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção
da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos
meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é
CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.
Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches
mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando
da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser
pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom
emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”,
dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de
prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens
está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a
partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e
plutocracia (poder do dinheiro).
C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-II
A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou
recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs
conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal
regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo,
Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser
CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia.
Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a
influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre.
O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de
pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT
para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção
da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos
meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é
CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.
Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches
mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando
da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser
pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom
emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”,
dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de
prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens
está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a
partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e
plutocracia (poder do dinheiro).
C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
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Em uma atividade investigativa sobre eletroquímica, os
alunos tiveram que analisar os fatores que influenciam a corrosão
de metais no cotidiano. Para isso, utilizaram placas zincadas,
pregos de ferro, além de recursos simples, como lixas, soluções
salinas caseiras, água filtrada, limão, cobre retirado de fios e
uma bateria comum de 9 V. A atividade integrou observação
experimental, construção de modelos explicativos e registro em
portfólio, culminando com uma roda de discussão e
um instrumento avaliativo individual com itens abertos. O
professor também forneceu aos alunos uma tabela simplificada
da série eletroquímica, contendo potenciais-padrão de redução
(E°), a 25 °C, 1 atm e 1 mol/L, de Fe2+/Fe, Cu2+/Cu e Zn2+/Zn,
mostrada a seguir.
No que se refere à eletroquímica e ao uso adequado de recursos didáticos e princípios de ensino e avaliação em química, assinale a opção correta.
No que se refere à eletroquímica e ao uso adequado de recursos didáticos e princípios de ensino e avaliação em química, assinale a opção correta.
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Segundo a BNCC, é desejável articular conceitos científicos,
competências e habilidades de forma contextualizada,
promovendo autonomia, argumentação e compreensão da ciência
em diferentes dimensões sociais, culturais e ambientais. Sobre as
competências no campo das ciências da natureza, julgue os itens
a seguir.
I A competência de pensamento científico, crítico e criativo inclui a capacidade de formular hipóteses, avaliar evidências, propor soluções e analisar problemas em contextos reais.
II A competência argumentação e comunicação envolve interpretar fenômenos químicos, construir explicações fundamentadas em evidências, planejar experimentos e apresentar resultados de forma coerente e contextualizada.
III A competência repertório cultural limita-se ao estudo de descobertas históricas da química, sem contemplar tecnologias ou práticas científicas contemporâneas.
IV A competência trabalho e projeto de vida inclui a compreensão das ciências da natureza como ferramenta para decisões éticas, profissionais e sociais, considerando impactos ambientais e tecnológicos.
V A competência responsabilidade e cidadania abrange ações que promovam sustentabilidade, saúde e participação social exclusivamente no espaço escolar.
Estão certos apenas os itens
I A competência de pensamento científico, crítico e criativo inclui a capacidade de formular hipóteses, avaliar evidências, propor soluções e analisar problemas em contextos reais.
II A competência argumentação e comunicação envolve interpretar fenômenos químicos, construir explicações fundamentadas em evidências, planejar experimentos e apresentar resultados de forma coerente e contextualizada.
III A competência repertório cultural limita-se ao estudo de descobertas históricas da química, sem contemplar tecnologias ou práticas científicas contemporâneas.
IV A competência trabalho e projeto de vida inclui a compreensão das ciências da natureza como ferramenta para decisões éticas, profissionais e sociais, considerando impactos ambientais e tecnológicos.
V A competência responsabilidade e cidadania abrange ações que promovam sustentabilidade, saúde e participação social exclusivamente no espaço escolar.
Estão certos apenas os itens
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Um professor propôs que os estudantes investigassem a
eficiência de diferentes materiais, como filtros caseiros, para
remover impurezas da água. Os alunos deveriam elaborar
hipóteses, montar procedimentos e justificar os resultados
obtidos.
Nessa situação, a atividade em questão desenvolve principalmente a competência geral da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) relacionada
Nessa situação, a atividade em questão desenvolve principalmente a competência geral da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) relacionada
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Texto 12A5-I
Antigamente, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver
navios; outros eram pegos com a boca na botija, contavam tudo
tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde
Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com
linguiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde.
As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no
carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta,
desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não
tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que,
andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da
Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e
deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As
donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear
do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que
velhacos: eram grandessíssimos tratantes.
Carlos Drummond Andrade. Quadrante (1962). In: Caminhos de João Brandão.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1970, p. 180.
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Texto 12A5-I
Antigamente, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver
navios; outros eram pegos com a boca na botija, contavam tudo
tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde
Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com
linguiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde.
As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no
carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta,
desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não
tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que,
andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da
Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e
deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As
donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear
do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que
velhacos: eram grandessíssimos tratantes.
Carlos Drummond Andrade. Quadrante (1962). In: Caminhos de João Brandão.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1970, p. 180.
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