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Considere o texto e a imagem que seguem.
“O serialismo não foi a única força propulsora da música pelo final dos anos 40 e início dos anos 50: o advento do gravador de fita finalmente tornara possível a música eletrônica. Os instrumentos musicais elétricos como as ondas martenot e o trautonium haviam permitido a produção de alguns novos timbres e as fitas davam ao compositor versatilidade e flexibilidade na gravação e estocagem de sons, permitindo-lhe manipular sua altura e ritmo pela alteração de velocidade de gravação, sobrepô-los uns aos outros e organizá-los na ordem desejada.
Proliferaram nesse período rapidamente os estúdios de música eletrônica, sobretudo em estações de rádio, onde já havia disponibilidade de equipamentos. Entre as primeiras a firmar autoridade no campo estiveram a Radiodiffusion Française em Paris e a Nordwestdeutscher Rundfunk em Colônia, cujos estúdios logo se tornariam centros de facções opostas de compositores eletrônicos. Em Paris impôs-se a musique concrète (Pierre Schaeffer, 1910 - 1995) e em Colônia a Música Eletrônica (Stockhausen, 1928 - 2007)”.
Fonte: GRIFFITHS, Paul. A Música Moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2011.
Não tardou para que essas técnicas composicionais de “música nova” chegassem (e permanecessem) ao Brasil. Aqui, alguns compositores as incorporaram tanto nos gêneros de “música de concerto”, como também nas músicas populares. Os autores brasileiros que confirmam esta afirmação são
“O serialismo não foi a única força propulsora da música pelo final dos anos 40 e início dos anos 50: o advento do gravador de fita finalmente tornara possível a música eletrônica. Os instrumentos musicais elétricos como as ondas martenot e o trautonium haviam permitido a produção de alguns novos timbres e as fitas davam ao compositor versatilidade e flexibilidade na gravação e estocagem de sons, permitindo-lhe manipular sua altura e ritmo pela alteração de velocidade de gravação, sobrepô-los uns aos outros e organizá-los na ordem desejada.
Proliferaram nesse período rapidamente os estúdios de música eletrônica, sobretudo em estações de rádio, onde já havia disponibilidade de equipamentos. Entre as primeiras a firmar autoridade no campo estiveram a Radiodiffusion Française em Paris e a Nordwestdeutscher Rundfunk em Colônia, cujos estúdios logo se tornariam centros de facções opostas de compositores eletrônicos. Em Paris impôs-se a musique concrète (Pierre Schaeffer, 1910 - 1995) e em Colônia a Música Eletrônica (Stockhausen, 1928 - 2007)”.
Fonte: GRIFFITHS, Paul. A Música Moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2011.
Não tardou para que essas técnicas composicionais de “música nova” chegassem (e permanecessem) ao Brasil. Aqui, alguns compositores as incorporaram tanto nos gêneros de “música de concerto”, como também nas músicas populares. Os autores brasileiros que confirmam esta afirmação são
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Considere a lista apresentada a seguir.

Fonte: FARIA, Nelson. Acordes Arpejos E Escalas: para violão e guitarra. (editado por Almir Chediak). Ed. FONTE: Lumiar/Irmãos Vitale, 1999.
A cifragem correta para um acorde cuja Fundamental seja a nota “sib” e as demais notas sejam, nesta mesma ordem, as notas “ré - fá - láb - dó# - sol” é:
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A compreensão da instrumentação em bandas musicais e fanfarras envolve identificar os instrumentos
adequados para cada função sonora dentro do grupo,
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Considere as afirmações a seguir:
“Escala nordestina é uma denominação popular para alguns tipos de escalas musicais comuns nos estilos musicais da região Nordeste do Brasil. Visto que não se conhecem outras referências ao termo, na prática, ele pode representar três escalas distintas, duas modais em seu formato moderno e uma exótica.
Na maioria dos casos, ao usar o termo escala nordestina, busca-se caracterizar o modo mixolídio. Algumas exceções aplicam tal denominação ao modo dórico (que pode ser visto, nos estilos nordestinos, como uma forma menor da escala mixolídia) ou ainda, a escala conhecida como Lídio b7 (pronuncia-se lídio bemol 7, ou lídio bemol, ou mesmo lídio com sétima menor), sendo que qualquer uma das referências está correta (por tratar-se de formas populares para designar tais escalas).
A opção que melhor representa uma análise dos contornos melódicos modais utilizados, levando em consideração o(s) acorde(s) implícito(s) na melodia, é:
“Escala nordestina é uma denominação popular para alguns tipos de escalas musicais comuns nos estilos musicais da região Nordeste do Brasil. Visto que não se conhecem outras referências ao termo, na prática, ele pode representar três escalas distintas, duas modais em seu formato moderno e uma exótica.
Na maioria dos casos, ao usar o termo escala nordestina, busca-se caracterizar o modo mixolídio. Algumas exceções aplicam tal denominação ao modo dórico (que pode ser visto, nos estilos nordestinos, como uma forma menor da escala mixolídia) ou ainda, a escala conhecida como Lídio b7 (pronuncia-se lídio bemol 7, ou lídio bemol, ou mesmo lídio com sétima menor), sendo que qualquer uma das referências está correta (por tratar-se de formas populares para designar tais escalas).
A opção que melhor representa uma análise dos contornos melódicos modais utilizados, levando em consideração o(s) acorde(s) implícito(s) na melodia, é:
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Fonte: https://brasilsonoro.com/mille-regretz/ Acesso em: 23 de setembro de 2025.
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Fonte: https://brasilsonoro.com/mille-regretz/ Acesso em: 23 de setembro de 2025.
Considere a transcrição da partitura exposta e as observações a seguir:
OBS1.: O acorde entre parênteses “( )” significa: “acorde de passagem”. OBS2.: O número entre parênteses “( )” significa: “tensão acrescida ao acorde”. OBS3.: Considere, na cifragem, apenas acordes em posição fundamental (desconsidere as inversões).
A cifragem harmônica que melhor representa os 05 (CINCO) PRIMEIROS COMPASSOS desta obra é
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Considere o texto a seguir.
“O folclorista Luís da Câmara Cascudo acreditava que Choro vinha de xolo, um baile que os negros escravos faziam nas fazendas, e que teria a palavra gradativamente mudado para xoro e, finalmente, Choro. Ary Vasconcelos acreditava que o termo teria origem nos choro-meleiros, corporação de músicos de importância no período colonial, e assinala que esses músicos não executavam somente as charamelas (instrumentos de palhetas precursores dos oboés, fagotes e clarinetes). O povo teria passado a chamar qualquer tipo de agrupamento instrumental de choro-meleiros, passando em seguida a encurtar o termo para Choros. Já José Ramos Tinhorão crê que Choro viria da impressão de melancolia gerada pelas baixarias do violão e que a expressão chorão seria uma decorrência. Mais tarde a palavra Choro apareceu com diferentes significados: o grupo de chorões, a festa onde se tocava Choro e, somente na década de 1910, pelas mãos geniais de Pixinguinha, Choro passou a significar também um gênero musical de forma definida”.
Fonte: CAZES, Henrique. Do quintal ao municipal. São Paulo: Ed. 34 (Coleção Todos os Cantos), 1998.
A palavra Chorinho, muito usada na nomenclatura do Choro, ganhou, a partir dos anos 1970, um significado específico, passando a denominar a estrutura formal cristalizada do Choro, e que tem como uma de suas características típicas
“O folclorista Luís da Câmara Cascudo acreditava que Choro vinha de xolo, um baile que os negros escravos faziam nas fazendas, e que teria a palavra gradativamente mudado para xoro e, finalmente, Choro. Ary Vasconcelos acreditava que o termo teria origem nos choro-meleiros, corporação de músicos de importância no período colonial, e assinala que esses músicos não executavam somente as charamelas (instrumentos de palhetas precursores dos oboés, fagotes e clarinetes). O povo teria passado a chamar qualquer tipo de agrupamento instrumental de choro-meleiros, passando em seguida a encurtar o termo para Choros. Já José Ramos Tinhorão crê que Choro viria da impressão de melancolia gerada pelas baixarias do violão e que a expressão chorão seria uma decorrência. Mais tarde a palavra Choro apareceu com diferentes significados: o grupo de chorões, a festa onde se tocava Choro e, somente na década de 1910, pelas mãos geniais de Pixinguinha, Choro passou a significar também um gênero musical de forma definida”.
Fonte: CAZES, Henrique. Do quintal ao municipal. São Paulo: Ed. 34 (Coleção Todos os Cantos), 1998.
A palavra Chorinho, muito usada na nomenclatura do Choro, ganhou, a partir dos anos 1970, um significado específico, passando a denominar a estrutura formal cristalizada do Choro, e que tem como uma de suas características típicas
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Considere o texto a seguir:
“Indubitavelmente, a eclosão da bossa-nova revolucionou o ambiente musical no Brasil: nunca antes um acontecimento ocorrido no âmbito de nossa música popular trouxera tal acirramento de controvérsias e polêmicas, motivando mesas redondas, artigos, reportagens e entrevistas, mobilizando enfim os meios de divulgação mais variados. No Rio de Janeiro, estava-se em 1958, e vários compositores, entre os quais cumpre destacar o nome do teórico e animador do movimento, Antônio Carlos Jobim (Tom), que julgaram ser chegado o momento propício para realizarem obras de concepção totalmente nova. Compositores, cantores e instrumentistas, músicos de um modo geral passaram a se agrupar em um verdadeiro movimento. Cremos ser conveniente registrar as influências sofridas pela bossa nova da parte de outras manifestações musicais do populário estrangeiro. Dentre estas, destacam-se, no caso, direta ou indiretamente (...) o cool jazz, designação usada em contraparte a hot jazz”.
Fonte: BRITO, Brasil Rocha. Bossa Nova. In. CAMPOS, Augusto de. Balanço da bossa e outras bossas - São Paulo: Ed. Perspectiva, 1960.
A partir da leitura do texto, dentre as inovações técnico-musicais que a Bossa Nova inaugura, temos:
“Indubitavelmente, a eclosão da bossa-nova revolucionou o ambiente musical no Brasil: nunca antes um acontecimento ocorrido no âmbito de nossa música popular trouxera tal acirramento de controvérsias e polêmicas, motivando mesas redondas, artigos, reportagens e entrevistas, mobilizando enfim os meios de divulgação mais variados. No Rio de Janeiro, estava-se em 1958, e vários compositores, entre os quais cumpre destacar o nome do teórico e animador do movimento, Antônio Carlos Jobim (Tom), que julgaram ser chegado o momento propício para realizarem obras de concepção totalmente nova. Compositores, cantores e instrumentistas, músicos de um modo geral passaram a se agrupar em um verdadeiro movimento. Cremos ser conveniente registrar as influências sofridas pela bossa nova da parte de outras manifestações musicais do populário estrangeiro. Dentre estas, destacam-se, no caso, direta ou indiretamente (...) o cool jazz, designação usada em contraparte a hot jazz”.
Fonte: BRITO, Brasil Rocha. Bossa Nova. In. CAMPOS, Augusto de. Balanço da bossa e outras bossas - São Paulo: Ed. Perspectiva, 1960.
A partir da leitura do texto, dentre as inovações técnico-musicais que a Bossa Nova inaugura, temos:
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Na prática comum da música moderna, podem ser consideradas técnicas de registro válidas:
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Na perspectiva da pedagogia do piano aplicada às aulas de música, espera-se do professor que ele
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