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No que diz respeito ao processo de comunicação em uma
instituição museal, a partir das novas correntes museológicas,
a partir da década de 1970, a abordagem institucional deve
ter um olhar voltado, principalmente, para:
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No Plano museológico, entre os programas, tem-se a previsão da
criação dos projetos de execução arquitetônicos/expositivos.
Esses projetos não são voltados para:
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“No século XIX, o desenvolvimento dos museus históricos
esteve associado ao surgimento das nacionalidades[...], ao
mesmo tempo em que, sem contradição, à História universal,
na qual a História Nacional representaria a culminação no
desenvolvimento da civilização. Daí a importância dos museus
de arqueologia das civilizações clássicas da Grécia e de
Roma, bem como do Egito e da mesopotâmia[...] No Brasil, o
modelo oitocentista é, também, o do Museu de história
Natural, no qual se insere organicamente a Antropologia,
como um enclave evocativo, a História.”
FIGUEIREDO, Betânia; VIDAL, Diana Gonçalves. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p.22-23. Texto adaptado.
Considerando o museu histórico como uma tipologia de museu e sabendo-se da existência de museus de antropologia, de arqueologia e de História Natural, é correto afirmar:
FIGUEIREDO, Betânia; VIDAL, Diana Gonçalves. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p.22-23. Texto adaptado.
Considerando o museu histórico como uma tipologia de museu e sabendo-se da existência de museus de antropologia, de arqueologia e de História Natural, é correto afirmar:
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Muitos acervos universitários se formam [...] a partir de
operações próprias da metodologia de produção do
conhecimento. Espécie de artifício de aproximação, as
coleções reúnem e conferem universalidade ao que está
disperso, ao que é singular no mundo, funcionando como
dispositivos que reduzem ou amplificam realidades,
permitindo, dessa maneira, procedimentos próprios da
pesquisa como a observação, a comparação, a mensuração,
classificação e interpretação. Algumas coleções são
constituídas com propósito exclusivo de ensino, e se prestam
para ilustrar conteúdos; outras transitam dos laboratórios de
pesquisa para as salas de aulas. Como apoio didático, são
portadoras de informações que nutrem o conhecimento
científico e emprestam materialidade a ideias abstratas ou a
processos experimentais no exercício da docência.
JULIÃO, Letícia. O desafio da comunicação nos museus universitários. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 9, p. 13-23, 2020.
Há muitos exemplos de museus universitários no Brasil, enquanto tipo de museu que direciona as dinâmicas institucionais às pesquisas realizadas pelos diferentes cursos e estudos desenvolvidos por instituições de ensino superior, aspecto que impacta na forma como as exposições são pensadas nessas instituições. Assim sendo, é correto afirmar que não seria um exemplo de museu universitário:
JULIÃO, Letícia. O desafio da comunicação nos museus universitários. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 9, p. 13-23, 2020.
Há muitos exemplos de museus universitários no Brasil, enquanto tipo de museu que direciona as dinâmicas institucionais às pesquisas realizadas pelos diferentes cursos e estudos desenvolvidos por instituições de ensino superior, aspecto que impacta na forma como as exposições são pensadas nessas instituições. Assim sendo, é correto afirmar que não seria um exemplo de museu universitário:
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O Público dos museus, conforme a definição do dicionário
(Holanda, 1975, p.1165), é um “conjunto de pessoas que
leem, veem, escutam as obras”. Desse modo, o público dos
museus não é constituído por:
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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- Conservação e PreservaçãoArquitetura de Museus
- Conservação e PreservaçãoMuseografia
- Educação e EnsinoAções Educativas
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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