Em seu artigo intitulado “O espaço nas exposições museológicas: atualizando percepções e significações”, Helena C. Uzeda diz que “A relação entre zonas iluminadas e sombreadas, principalmente sobre as cores das superfícies, pode conferir dramaticidade, mistério e introspecção, sintonizando o espírito a um tema que deverá enquadrar- se na mesma índole”. Com base nessa citação da autora sobre a iluminação em espaços expositivos, é correto afirmar:
Na publicação “Conceito de Cultura e sua inter-relação com o patrimônio cultural e a preservação”, Waldisa Rússio Camargo Guarnieri afirma que “... musealizamos os testemunhos do homem e do seu meio”, e que a musealização permite ao homem a leitura do mundo. Segundo esse artigo dessa influente personalidade do desenvolvimento do pensamento teórico da museologia brasileira,
Em “Museologia e Identidade”, elaborado em 1986 e
publicado em 1989, Waldisa Rússio Camargo Guarniere
trata, entre alguns temas, da relação da identidade com a
consciência da herança do patrimônio cultural. Ao abordar
o problema da ação museológica, a notável museóloga
afirma que “... os homens são seres históricos e é na experiência vivida e partilhada que se conhecem uns aos
outros e se conhecem a si mesmos.” Qual é o aspecto
constitutivo da Memória e, portanto, da Identidade, ressaltado pela pensadora paulista no contexto dessa reflexão?
No art. 39 da Lei n° 11.904/2009, que rege o Estatuto de
Museus, está escrito que “É obrigação dos museus manter a documentação sistematicamente atualizada sobre
os bens culturais que integram seus acervos, na forma de
registros e inventários”. No mesmo sentido, no capítulo
“Proteção dos Acervos” do Código de Ética do ICOM, há
um conjunto de recomendações a respeito da Documentação dos Acervos. Neste contexto, uma das estratégias
amplamente adotadas tem sido a implantação de banco de dados para as coleções museológicas, atualmente fortalecida com o desenvolvimento e o oferecimento
de ferramentas cada vez mais sofisticadas, acessíveis e
adequadas à realidade nacional, sendo necessário aos
profissionais de museus um maior domínio da natureza
do acervo museológico. Assinale a alternativa que relaciona cinco metadados (campos do banco de dados)
considerados essenciais na catalogação das coleções
museológicas históricas e científicas.
Um museu que mantenha animais vivos deve assumir plena responsabilidade por sua saúde e pelo bem-estar animal. Diante desta premissa relacionada nos princípios do Código de Ética do ICOM para Museus, voltados para a Proteção do Acervo Museológico, é correto afirmar que para proteção de seus profissionais e visitantes, assim como dos animais, o Museu deve adotar e implementar normas de segurança aprovadas por
59. Em relação à implementação da Política de Gestão de Acervos em uma instituição museológica, um ponto extremamente importante se refere ao Plano de Proteção dos Acervos e, dentro dele, à Delegação de Responsabilidades, previsto no Código de Ética do ICOM de 2009, sendo correto afirmar que
A partir de uma perspectiva abrangente e sistêmica, os
procedimentos curatoriais nos museus contemporâneos
brasileiros, que buscam assegurar o tratamento adequado dos acervos, com atenção para a sua preservação,
podemos considerar que a Curadoria é
O Plano Museológico é constituído por uma série de programas, agrupados, desmembrados ou ampliados, desenvolvidos de acordo com as seguintes características
e conteúdo mínimo:
O Plano Museológico é o instrumento de planejamento estratégico do Museu, que define sua missão e função específica na sociedade. Uma das primeiras etapas da sua elaboração é a realização do diagnóstico institucional, que é caracterizado por ser
O Inciso 9° , do Parágrafo IV, do art. 46, da Seção III, da
Lei n° 11.904/2009, que rege o Estatuto de Museus, relaciona o Financiamento e Fomento como um programa
que deve estar presente no Plano Museológico institucional. Entre as várias fontes e oportunidades de obtenção
de Financiamento e Fomento que o profissional de museu deve pleitear, existe uma na qual os seus recursos
são governamentais e podem ser direcionados a editais
de fomento, ou realização de ações diretas pelos entes
federativos, como festejos e festas populares, aquisição
de bens culturais, construção e manutenção de espaços
culturais, entre outras possibilidades de ações e atividades destinadas a fomentar a cultura. Por meio da transferência de recursos do Ministério da Cultura (MinC), os
estados, Distrito Federal e municípios, que devem destiná-los às ações e atividades que fortaleçam o acesso e
a produção cultural. O texto se refere à seguinte política
de apoio à cultura: