Waldisa Russio Camargo Guarnieri foi uma professora, museóloga e servidora pública paulista, que iniciou sua atuação no campo das políticas culturais na década de 1960 e se inseriu no campo da museologia na década de 1970, permanecendo nele até seu falecimento em 1990. Dentre os seus vários escritos, destacou a importância dos processos de preservação do patrimônio cultural, ao afirmar que “... preservação do patrimônio cultural é um ato e um fato político e temos que assumi-lo como tal...”. Seguindo os passos dessa importante referência mundial do pensamento museológico, assinale a alternativa correta.
Em suas reflexões com bases teóricas sobre as estruturas coloniais dos museus, Bruno Brulon afirma que “... os Museus não são feitos só de paredes. Seus objetos são investidos de um discurso encenado por certos atores. Suas vitrines são o resultado de escolhas de outros. Aquilo que materializam é produto de um processo complexo e politicamente determinado que intitulamos teoricamente de musealização. Musealizar é uma forma de construir consenso sobre o valor e sobre a matéria...” Seguindo a linha de análise do professor Bruno Brulon a respeito do processo de musealização, é correto afirmar que é
De acordo com o indígena Suzenalson da Silva Santos,
o Museu Indígena Kanindé (MK) foi criado no Ceará em
1995 pelo seu fundador cacique Sotero, para mostrar o
indígena na sociedade. Desde a sua criação, o museu
dos Kanindé vem chamando atenção, principalmente por
suas atividades realizadas em torno da educação escolar
indígena e em museologia indígena. Assinale a alternativa correta sobre o elemento essencial que este Museu se
tornou após a sua criação pelo cacique Sotero.
Em sua tese de doutorado, intitulada “Museus de Ciências e Tecnologia no Brasil: uma história da museologia
entre as décadas de 1950–1970”, Maria Esther Alvarez
Valente apresenta uma importante contribuição para a
história da museologia brasileira, com foco nos museus
de ciências e tecnologia. Segundo a tese defendida pela
autora, é correto afirmar que a concepção de Museus de
Ciências e Tecnologia adotada é
Em seus textos, o professor Ulpiano Bezerra de Meneses
frequentemente trata de temas cruciais, mas por vezes
marginalizados nas discussões museológicas. Em suas
análises, ele não ignora as tarefas educacionais (que
podem se tornar mera doutrinação), a função estética,
o lúdico, o afetivo, o devaneio, o sonho, a mística da comunicação e da comunhão, a curiosidade, a necessidade
de mera informação nos Museus. Muito menos ignora as
responsabilidades sociais – e políticas – dos museus, especialmente os históricos. Reconhecer essa gama multiforme de possibilidades é recusar o modelo único de
museu, chave da sua natureza e camisa de força. O que
o autor aborda não é a trilha que todo museu histórico
deverá seguir, mas as direções em que ele pode trazer
uma contribuição específica e, portanto, insubstituível.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao
tema central dessas discussões.
Camilo de Mello Vasconcellos, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, ressalta em artigo o desenvolvimento do campo museal nos últimos anos e, como possível consequência disso, passamos a presenciar a disputa entre dois reinos no interior das instituições museológicas contemporâneas. Essa disputa, segundo ele, é o resultado de uma visão elitista e hierárquica que ainda persiste nessas instituições. Em seu artigo, o professor se refere ao reino dos
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à seguinte afirmação: “... pode ser definida como um conjunto de valores, de conceitos, de saberes e de práticas que têm como fim o desenvolvimento do visitante”.
O engajamento da sociedade é uma pauta muito significativa para os programas educativos dos Museus de Ciências, principalmente para os que atuam dentro de uma perspectiva da “Cultura Científica”. Nesse contexto, o que diferencia a comunicação científica da divulgação científica?
Partindo do princípio de que a exposição museológica é
uma convenção visual para a produção de sentidos, uma
representação cultural que ocorre dentro do processo de
musealização e por meio uma estrutura expográfica, é
correto afirmar que os seus três elementos essenciais
são: