Magna Concursos

Foram encontradas 672 questões.

1175260 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

O previsto aumento de participação do gás natural na matriz energética brasileira apresenta algumas características peculiares, relacionadas com tecnologia, mercado e com o contrato de aquisição do gás da Bolívia, que corresponde a uma ponderável parcela do gás natural ofertado no país. Acerca das perspectivas para o aumento de participação do gás natural na matriz energética brasileira, no cenário atual, julgue o item abaixo.

No setor elétrico, a grande utilização do gás natural deverá dar-se em projetos de co-geração, isto é, aqueles nos quais a energia excedente é vendida para a rede, o que ficou mais fácil após a mudança do modelo do setor elétrico brasileiro.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175259 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) nutrem, com a paisagem econômica e política da história paulista, uma relação interessante: no limiar do século XX, elas foram imprescindíveis para o surgimento de São Paulo como ente regional da modernidade brasileira, pelas peculiaridades de seu desenvolvimento. Em meados daquele século, as PCHs pareceram ficar obsoletas ou destinadas a um lugar menor e particular nos grandes planos de controle da economia e da natureza. E, na passagem para o século XXI, elas despontam como parceiras essenciais de um novo desenvolvimento, em que justamente se exige relativizar os sonhos de um controle total da economia e de um domínio pleno da natureza.

Ricardo Maranhão. Histórico. In: Pequenas centrais hidrelétricas no estado de São Paulo, p. 201.

Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.

De acordo com a lei e as portarias pertinentes, para autoprodutor e produtor independente, PCHs com potência entre 1 MW e 30 MW poderão obter concessão apenas mediante licitação, desde que tenham área inundada inferior a 3 km2.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175258 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) nutrem, com a paisagem econômica e política da história paulista, uma relação interessante: no limiar do século XX, elas foram imprescindíveis para o surgimento de São Paulo como ente regional da modernidade brasileira, pelas peculiaridades de seu desenvolvimento. Em meados daquele século, as PCHs pareceram ficar obsoletas ou destinadas a um lugar menor e particular nos grandes planos de controle da economia e da natureza. E, na passagem para o século XXI, elas despontam como parceiras essenciais de um novo desenvolvimento, em que justamente se exige relativizar os sonhos de um controle total da economia e de um domínio pleno da natureza.

Ricardo Maranhão. Histórico. In: Pequenas centrais hidrelétricas no estado de São Paulo, p. 201.

Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.

Apesar de inúmeros incentivos, as PCHs não estão isentas do pagamento de compensação financeira aos estados e municípios, pelo uso dos recursos hídricos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175257 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) nutrem, com a paisagem econômica e política da história paulista, uma relação interessante: no limiar do século XX, elas foram imprescindíveis para o surgimento de São Paulo como ente regional da modernidade brasileira, pelas peculiaridades de seu desenvolvimento. Em meados daquele século, as PCHs pareceram ficar obsoletas ou destinadas a um lugar menor e particular nos grandes planos de controle da economia e da natureza. E, na passagem para o século XXI, elas despontam como parceiras essenciais de um novo desenvolvimento, em que justamente se exige relativizar os sonhos de um controle total da economia e de um domínio pleno da natureza.

Ricardo Maranhão. Histórico. In: Pequenas centrais hidrelétricas no estado de São Paulo, p. 201.

Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.

A Lei n.º 9.648/1998 dispõe que as PCHs de potência superior a 1.000 kW e inferior a 30.000 kW, destinadas à produção independente ou à autoprodução, poderão comercializar energia elétrica com consumidores com carga maior ou igual a 500 kW, contando com redução mínima de 50% para tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175256 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) nutrem, com a paisagem econômica e política da história paulista, uma relação interessante: no limiar do século XX, elas foram imprescindíveis para o surgimento de São Paulo como ente regional da modernidade brasileira, pelas peculiaridades de seu desenvolvimento. Em meados daquele século, as PCHs pareceram ficar obsoletas ou destinadas a um lugar menor e particular nos grandes planos de controle da economia e da natureza. E, na passagem para o século XXI, elas despontam como parceiras essenciais de um novo desenvolvimento, em que justamente se exige relativizar os sonhos de um controle total da economia e de um domínio pleno da natureza.

Ricardo Maranhão. Histórico. In: Pequenas centrais hidrelétricas no estado de São Paulo, p. 201.

Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.

Por meio de uma série de mecanismos legais e regulatórios criados a partir de 1998, estimulou-se no Brasil a construção e a reativação de PCHs com potência máxima instalada de até 10.000 kW.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175255 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) nutrem, com a paisagem econômica e política da história paulista, uma relação interessante: no limiar do século XX, elas foram imprescindíveis para o surgimento de São Paulo como ente regional da modernidade brasileira, pelas peculiaridades de seu desenvolvimento. Em meados daquele século, as PCHs pareceram ficar obsoletas ou destinadas a um lugar menor e particular nos grandes planos de controle da economia e da natureza. E, na passagem para o século XXI, elas despontam como parceiras essenciais de um novo desenvolvimento, em que justamente se exige relativizar os sonhos de um controle total da economia e de um domínio pleno da natureza.

Ricardo Maranhão. Histórico. In: Pequenas centrais hidrelétricas no estado de São Paulo, p. 201.

Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.

Hoje, as PCHs são consideradas, no âmbito das formas alternativas de obtenção de energia, inviáveis e caras para a eletrificação. Foram, por essa razão, abandonadas pelos planos estatais no novo modelo, até em razão do fato de estarem, na sua imensa maioria, desativadas, não havendo ainda incentivo à sua recuperação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175247 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

participação dos gastos energéticos (em%)

fontes de energia

1946 1956 1966 1976 1986

biomassa (lenha, carvão vegetal, bagaço de cana e álcool)

73 51 41 33 29,5

carvão mineral e coque

8 6 4 3 6

petróleo

8 11 16 21 32

hidreletricidade

8 11 16 21 32

gás natural

- - - 1 2

total (em tep × 1.000)

19 30 54 112 175

Milton Vargas (org.). História da técnica e da tecnologia no Brasil. São Paulo: UNESP, 1994, p. 349.

O quadro acima apresenta a evolução histórica da matriz energética brasileira. Quando se iniciou o surto de industrialização, a energia no Brasil provinha predominantemente da lenha e do carvão. A distribuição se alterou, principalmente, devido ao petróleo, às hidrelétricas e ao programa Pró-Álcool. Considerando os dados apresentados, julgue o item a seguir, relativo à evolução histórica da matriz energética brasileira.

A França foi o primeiro país a pesquisar o uso do álcool obtido a partir do açúcar para substituir o petróleo, logo após a primeira guerra mundial. No Brasil, o estudo sistematizado do assunto data da década de 20 do século passado. Na década de 60 daquele século, o CNP autorizou a adição de 10% de etanol à gasolina, como medida de escoamento para a crise de superprodução de açúcar então existente. Em 1975, foi criado o Pró-Álcool. A falta de pesquisa para resolver os problemas do motor a álcool, como a corrosão, o alto consumo e a partida a frio, resultou no fracasso do lançamento do carro a álcool em 1980, que perdurou até 1983, quando esses problemas foram sanados.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175243 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

participação dos gastos energéticos (em%)

fontes de energia

1946 1956 1966 1976 1986

biomassa (lenha, carvão vegetal, bagaço de cana e álcool)

73 51 41 33 29,5

carvão mineral e coque

8 6 4 3 6

petróleo

8 11 16 21 32

hidreletricidade

8 11 16 21 32

gás natural

- - - 1 2

total (em tep × 1.000)

19 30 54 112 175

Milton Vargas (org.). História da técnica e da tecnologia no Brasil. São Paulo: UNESP, 1994, p. 349.

O quadro acima apresenta a evolução histórica da matriz energética brasileira. Quando se iniciou o surto de industrialização, a energia no Brasil provinha predominantemente da lenha e do carvão. A distribuição se alterou, principalmente, devido ao petróleo, às hidrelétricas e ao programa Pró-Álcool. Considerando os dados apresentados, julgue o item a seguir, relativo à evolução histórica da matriz energética brasileira.

O monopólio federal do petróleo foi contrariado em 1989, com a criação, em São Paulo, da PAULIPETRO, um consórcio entre a CESP e o IPT, para contratos de risco com a PETROBRAS, na bacia do rio Paraná. Esse consórcio foi desativado em 1995, em meio a muitas críticas da sociedade, sem descobrir sequer gás nas regiões pesquisadas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175242 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

participação dos gastos energéticos (em%)

fontes de energia

1946 1956 1966 1976 1986

biomassa (lenha, carvão vegetal, bagaço de cana e álcool)

73 51 41 33 29,5

carvão mineral e coque

8 6 4 3 6

petróleo

8 11 16 21 32

hidreletricidade

8 11 16 21 32

gás natural

- - - 1 2

total (em tep × 1.000)

19 30 54 112 175

Milton Vargas (org.). História da técnica e da tecnologia no Brasil. São Paulo: UNESP, 1994, p. 349.

O quadro acima apresenta a evolução histórica da matriz energética brasileira. Quando se iniciou o surto de industrialização, a energia no Brasil provinha predominantemente da lenha e do carvão. A distribuição se alterou, principalmente, devido ao petróleo, às hidrelétricas e ao programa Pró-Álcool. Considerando os dados apresentados, julgue o item a seguir, relativo à evolução histórica da matriz energética brasileira.

A busca de independência tecnológica para a extração e o refino de petróleo se confunde com os principais movimentos políticos e sociais brasileiros, a partir do segundo quartel do século passado. Com a revolução de 1930, o petróleo foi posto como questão de dignidade nacional. Com a iminência de guerra das grandes potências, surgiram condições para a criação, em 1938, do Conselho Nacional do Petróleo (CNP), que formulou o conceito de empresa nacional, como exigência para a criação de refinarias. O projeto de criação da PETROBRAS, com característica nacionalista estatizante, acabou sendo sancionado por Vargas em 1953, na famosa Lei n.º 2.004. Em 1963, a PETROBRAS passou a deter o monopólio da importação de óleo cru e, a partir de 1973, praticamente encampou todo o refino.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175241 Ano: 2002
Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

participação dos gastos energéticos (em%)

fontes de energia

1946 1956 1966 1976 1986

biomassa (lenha, carvão vegetal, bagaço de cana e álcool)

73 51 41 33 29,5

carvão mineral e coque

8 6 4 3 6

petróleo

8 11 16 21 32

hidreletricidade

8 11 16 21 32

gás natural

- - - 1 2

total (em tep × 1.000)

19 30 54 112 175

Milton Vargas (org.). História da técnica e da tecnologia no Brasil. São Paulo: UNESP, 1994, p. 349.

O quadro acima apresenta a evolução histórica da matriz energética brasileira. Quando se iniciou o surto de industrialização, a energia no Brasil provinha predominantemente da lenha e do carvão. A distribuição se alterou, principalmente, devido ao petróleo, às hidrelétricas e ao programa Pró-Álcool. Considerando os dados apresentados, julgue o item a seguir, relativo à evolução histórica da matriz energética brasileira.

A energia elétrica vinculada à produção de calor está presente no Brasil desde o início do século passado, quando se instalou, na Escola de Minas de Ouro Preto, o primeiro forno elétrico para a produção de ferro. Na década de 50 do século XX, com a implantação do parque automobilístico, indústrias mecânicas e metalúrgicas fizeram uso intensivo de fornos elétricos. Com a crise do petróleo, a eletrotermia foi incentivada pelo governo com tarifas especiais, como a EGTD, que vigorou até meados de 2000, quando se acentuou a queda do nível de água nos reservatórios da região Sudeste.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas