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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
As medidas são dadas em termos de unidades, ou seja, uma grandeza exprime-se por meio de um valor numérico multiplicado por uma unidade.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) foi adotado, no âmbito internacional, pela 11.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM), em 1960, e abrange praticamente todos os domínios da ciência e da tecnologia.
As unidades de base do SI são sete: metro, quilograma, segundo, ampère, kelvin, mol e candela. No SI, há, também, outras unidades de medida, classificadas como derivadas e suplementares, como hertz, newton, pascal, joule, watt, coulomb, volt, farad, ohm, lux e outras.
Existem, ainda, certas unidades que, embora não façam parte do SI, são reconhecidas pelo Comitê Internacional de Pesos e Medidas (CIPM) e pela Organização de Normatização Internacional (ISO), como devendo ser consideradas pela sua importância prática. Algumas dessas unidades são: minuto, hora, dia, litro e tonelada.
Contudo, no setor de energia, têm sido e continuam a ser utilizadas numerosas unidades tradicionais, como, por exemplo, a caloria (cal), a British thermal unit (Btu), o barril de petróleo (bbl), a tonelada equivalente de petróleo (tep) e a tonelada equivalente de carvão (tec), que não fazem parte do SI, da CIPM e da ISO.
Conselho Mundial da Energia. Dicionário
de terminologia energética. Associação Portuguesa de Energia, 1992, p. 151 (com adaptações).
Em face do texto acima, julgue o item seguinte, relativo a unidades de medida na área de energia.
O joule (J), o Btu, a cal e oW são unidades de energia.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
As medidas são dadas em termos de unidades, ou seja, uma grandeza exprime-se por meio de um valor numérico multiplicado por uma unidade.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) foi adotado, no âmbito internacional, pela 11.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM), em 1960, e abrange praticamente todos os domínios da ciência e da tecnologia.
As unidades de base do SI são sete: metro, quilograma, segundo, ampère, kelvin, mol e candela. No SI, há, também, outras unidades de medida, classificadas como derivadas e suplementares, como hertz, newton, pascal, joule, watt, coulomb, volt, farad, ohm, lux e outras.
Existem, ainda, certas unidades que, embora não façam parte do SI, são reconhecidas pelo Comitê Internacional de Pesos e Medidas (CIPM) e pela Organização de Normatização Internacional (ISO), como devendo ser consideradas pela sua importância prática. Algumas dessas unidades são: minuto, hora, dia, litro e tonelada.
Contudo, no setor de energia, têm sido e continuam a ser utilizadas numerosas unidades tradicionais, como, por exemplo, a caloria (cal), a British thermal unit (Btu), o barril de petróleo (bbl), a tonelada equivalente de petróleo (tep) e a tonelada equivalente de carvão (tec), que não fazem parte do SI, da CIPM e da ISO.
Conselho Mundial da Energia. Dicionário
de terminologia energética. Associação Portuguesa de Energia, 1992, p. 151 (com adaptações).
Em face do texto acima, julgue o item seguinte, relativo a unidades de medida na área de energia.
O metro é uma unidade de comprimento, o ampère (A) é uma unidade de intensidade de corrente elétrica, o mol é uma unidade de quantidade de matéria e o pascal (Pa) é uma unidade de tensão e de pressão.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
As medidas são dadas em termos de unidades, ou seja, uma grandeza exprime-se por meio de um valor numérico multiplicado por uma unidade.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) foi adotado, no âmbito internacional, pela 11.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM), em 1960, e abrange praticamente todos os domínios da ciência e da tecnologia.
As unidades de base do SI são sete: metro, quilograma, segundo, ampère, kelvin, mol e candela. No SI, há, também, outras unidades de medida, classificadas como derivadas e suplementares, como hertz, newton, pascal, joule, watt, coulomb, volt, farad, ohm, lux e outras.
Existem, ainda, certas unidades que, embora não façam parte do SI, são reconhecidas pelo Comitê Internacional de Pesos e Medidas (CIPM) e pela Organização de Normatização Internacional (ISO), como devendo ser consideradas pela sua importância prática. Algumas dessas unidades são: minuto, hora, dia, litro e tonelada.
Contudo, no setor de energia, têm sido e continuam a ser utilizadas numerosas unidades tradicionais, como, por exemplo, a caloria (cal), a British thermal unit (Btu), o barril de petróleo (bbl), a tonelada equivalente de petróleo (tep) e a tonelada equivalente de carvão (tec), que não fazem parte do SI, da CIPM e da ISO.
Conselho Mundial da Energia. Dicionário
de terminologia energética. Associação Portuguesa de Energia, 1992, p. 151 (com adaptações).
Em face do texto acima, julgue o item seguinte, relativo a unidades de medida na área de energia.
As unidades de medida cujas siglas são m, kg, K e mol são classificadas como unidades de base do SI.
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
Com base na metodologia de balanços energéticos apresentada no texto I, julgue o item abaixo.
O consumo final de energia compreende o consumo final não-energético e o energético.
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Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
Com base na metodologia de balanços energéticos apresentada no texto I, julgue o item abaixo.
A soma, em valores absolutos, do consumo final de energia e das perdas nos centros de transformação ou o ajuste estatístico é igual à oferta interna bruta de um país.
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Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
Com base na metodologia de balanços energéticos apresentada no texto I, julgue o item abaixo.
Variação de estoques representa a diferença entre os estoques inicial e final de cada ano de uma determinada forma de energia. Um aumento nos estoques de um ano representa uma redução na oferta.
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Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
Com base na metodologia de balanços energéticos apresentada no texto I, julgue o item abaixo.
Ajuste estatístico é a variável de equilíbrio dos fluxos de entradas e saídas das fontes de energia e, portanto, pode receber sinal positivo ou negativo no BEN. O ajuste estatístico normalmente ocorre em função de erros de informação ou de medida, ou devido à formação de estoques sigilosos.
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Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
Com base na metodologia de balanços energéticos apresentada no texto I, julgue o item abaixo.
No Brasil, todo aumento na quantidade de energia disponível para o consumo — entradas — recebe sinal positivo no BEN, como produção primária, saídas dos centros de transformação, importação e aumento do estoque; e toda quantidade que tende a diminuir a energia disponível — saídas — recebe sinal negativo, como exportação, retirada do estoque, reinjeção, energia transformada ou não- aproveitada, perdas na transformação, na distribuição e na armazenagem e consumo final nos setores da economia.
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Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
À luz do texto I, julgue o item subsequente, relativo ao tratamento uniforme de formas de energia em balanços energéticos.
Plantas de gás natural, coquerias, destilarias, carvoarias, centrais elétricas e plataformas de petróleo são consideradas centros de transformação de energia
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Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
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Os balanços energéticos são os instrumentos de contabilização das estatísticas de oferta, transformação e demanda de energia, amplamente utilizados pela maioria dos países e pelas organizações internacionais ligadas ao assunto, como a Agência Internacional de Energia e o Conselho Mundial de Energia. A partir do tratamento uniforme dado às diferentes formas de energia, é possível a comparação entre variáveis energéticas e destas com variáveis econômicas e sociais, tanto no âmbito interno de cada país como entre países.
No Brasil, o balanço energético (BEN), instituído em 1975, é de responsabilidade do Ministério de Minas e Energia, que o atualiza e divulga a cada ano. Sua base de dados contempla uma estrutura matricial anual de 49 formas (ou fontes) de energia por 46 atividades, a partir de 1970.
A oferta interna bruta de energia (também denominada oferta interna ou oferta total de energia primária, ou consumo total de energia primária) de uma região ou país é a grandeza mais representativa de um balanço energético. Representa toda a energia que se coloca à disposição do país para ser submetida aos processos de transformação e(ou) consumo final, incluído o saldo do comércio externo. As relações dessa grandeza com a população, o produto interno bruto (PIB) e as emissões de CO2 são comumente utilizadas para subsidiar diretrizes de políticas energéticas, econômicas e ambientais.
À luz do texto I, julgue o item subsequente, relativo ao tratamento uniforme de formas de energia em balanços energéticos.
Centros de transformação correspondem aos processos em que a energia que entra — primária e(ou) secundária — se transforma em uma ou mais formas derivadas de energia. Por exemplo, no centro de transformação denominado usina de gaseificação, a nafta, o carvão mineral e o gás natural podem ser processados para produzir gás de cidade de médio poder calorífico (gás canalizado).
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