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Na investigação anatomopatológica das dermatoses inflamatórias, infecciosas e bolhosas, técnicas complementares, como a imunohistoquímica, a imunofluorescência e as colorações histoquímicas especiais, são fundamentais para a correta caracterização do processo patológico e para o diagnóstico definitivo. Nesse aspecto, uma técnica complementar em dermatopatologia e sua correta descrição consistem em:
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O diagnóstico das lesões melanocíticas pode representar um desafio, especialmente nos casos limítrofes entre nevos atípicos e melanoma. Nessas situações, técnicas auxiliares têm papel relevante ao complementar a avaliação morfológica convencional, contribuindo para maior acurácia diagnóstica. Diante disso, a técnica mais indicada como método auxiliar na diferenciação entre nevos melanocíticos e melanoma, no contexto histopatológico, é:
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Na avaliação histopatológica das lesões melanocíticas, o reconhecimento de critérios arquiteturais e citológicos é fundamental para diferenciar nevos melanocíticos comuns, nevos especiais e lesões melanocíticas atípicas, evitando tanto o subdiagnóstico quanto o excesso de diagnósticos de melanoma. Entre os achados histopatológicos abaixo, aquele mais compatível com nevo melanocítico displásico é:
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Paciente de 28 anos apresenta pápula eritematosa, bem delimitada, de crescimento lento, localizada no couro cabeludo. A lesão é assintomática e sangra facilmente ao trauma mínimo. A biópsia revela proliferação lobular de capilares, separados por estroma edemaciado, sem atipias celulares significativas. A lesão descrita corresponde mais provavelmente a:
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Paciente de 55 anos apresenta lesão pigmentada assimétrica no dorso, com crescimento progressivo nos últimos 8 meses. Ao exame dermatoscópico, observa-se padrão multicomponente. A biópsia excisional evidencia proliferação melanocítica atípica, com ninhos irregulares e células isoladas na epiderme (disseminação pagetoide), ausência de maturação progressiva na derme e mitoses ocasionais. A correlação clínico-histopatológica mais adequada para o caso descrito é:
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Na dermatopatologia tumoral, o reconhecimento dos critérios histológicos que diferenciam neoplasias epiteliais benignas das malignas é essencial para o diagnóstico correto e para a definição do prognóstico. Alguns tumores compartilham arquitetura semelhante, exigindo atenção a detalhes microscópicos específicos. Considerando esses princípios, no que diz respeito às neoplasias epiteliais cutâneas, pode-se afirmar que o(a):
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Paciente de 63 anos relata dor em queimação em faixa no hemitórax direito há três dias. Evolui com surgimento de vesículas agrupadas sobre base eritematosa, respeitando a linha média. A etiologia mais provável do quadro é:
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Paciente de 27 anos apresenta placa eritematosa quente, dolorosa e mal delimitada em perna direita, associada à febre e a mal-estar. A lesão iniciou-se de forma súbita e apresenta progressão rápida. Não há flutuação à palpação. O diagnóstico mais provável é:
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Paciente de 42 anos apresenta surgimento agudo de púrpura palpável em membros inferiores, associado à discreta dor local, sem sinais de livedo ou necrose extensa. A biópsia cutânea evidencia infiltrado neutrofílico perivascular e transmural, com leucocitoclasia e necrose fibrinoide da parede vascular. Com base nesse quadro clínico, o diagnóstico mais provável é:
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Na dermatopatologia, os padrões histopatológicos fundamentais permitem classificar as dermatoses com base na morfologia predominante e direcionar o raciocínio diagnóstico inicial. Nesse contexto, um exemplo de achado compatível com um padrão histopatológico é o padrão:
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