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Na avaliação histopatológica das dermatoses, a escolha adequada da técnica de biópsia cutânea e o correto processamento histotécnico do espécime são fundamentais para evitar artefatos e limitações diagnósticas. Nesse contexto, é correto afirmar que a:
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Paciente de 26 anos dá entrada em pronto socorro com quadro de colúria, edema de membros inferiores e crise hipertensiva. Nega febre previamente sem comorbidades, relata viagem recente à Bahia, relata ter feito trilhas longas e se alimentado de peixes e crustáceos locais, evoluindo com quadro uma semana depois.
Exames laboratorial: Hb 9,5 g/dL; leucometria 10.000; PCr 1,7 U 256 mg/dL Cr 5. 7mg/dL K 6,8 mEq/L Na 145 mEq/L Bic 14 meQ/L CPK 2.000.
EAS: hb 3+; ptn 2+; ´ph 2
Qual provável diagnóstico e conduta do caso?
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Quanto ao tratamento de água para hemodiálise, trata-se de um parâmetro obrigatório para solução ultrapura:
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Paciente de18 anos, em investigação de HAS resistente, com histórico familiar similar. Foram realizados exames de rastreio de causa secundária de HAS, com os seguintes valores:
- ureia 16 mg/dL; Cr 0,77 mg/dL
- gasometria: Ph 7.47; Bic 32 mEQ/l
- na 144 mEq/L; K 3,0 mEQ/L
- metanefrinas urinarias: não detectadas
- atividade de reninina: 1.99 ng/mL/h (VR 4,16 – 9,18)
- aldosterona: 1.7 ng/dL (VR 5 – 30)
- cortisol sérico 10 mcg/dL
Diante desses resultados e dada etiologia de HAS, qual é a melhor opção para tratamento da HAS do paciente:
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Paciente de 55 anos de idade, mulher, transplantada renal há 15 anos, com rim doado por irmã, atualmente em uso de micofenolato mofetil 500 mg 12/12h e tacrolimus 3 mg de 12/12h. Doença de base: GESF 1ª, sem histórico de recorrência no enxerto. Exames laboratoriais de rotina há um mês mostrava função de enxerto estável (Cr 1,0; U 25 mg/dL; Hb 12,9; Bic 25; K 4,3 mEq/L). Iniciou recentemente tratamento para esporotricose em UBS recentemente, sem outras intercorrências. Deu entrada em PS com quadro de edema de membro inferior, cefaleia, tremores, náuseas, vomitos e oligúria. O exame de admissão mostra: U 239 mg/dL; Cr 4.4 mg/dL K 6,9 mEq/L, Bic 14 mEq/L. Sobre o caso apresentado, é correto afirmar:
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Sobre o diagnóstico de Doença Mineral Óssea do Doente Renal Crônico, é correto afirmar que:
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Mulher, 23 anos, sem comorbidades, internada para tratamento de celulite bacteriana após trauma, em uso de oxacilina 2 g Iv de 4/4h, evoluindo com melhora de lesão em MID, mas com surgimento de rash cutâneo disseminado. Contudo, exames laboratoriais mostram elevação progressiva de escórias nitrogenadas (Cr basal de 0,9, atual de 3,3 mg/dL, com cinco dias de internação). Diante da principal hipótese, a conduta adequada é:
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A falência de ultrafiltração na diálise peritoneal, após a exclusão de problemas relacionados ao cateter e á peritoninte, é definida após:
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Mulher, 65 anos, portadora de Doença Renal Crônica (DRC) em hemodiálise via fístula radiocefalica à esquerda, cursando em últimas sessões de hemodiálise, com sangramento prolongado após a punção, dilatação do cordão venoso da fístula e ausência de colabamento da mesmo após a elevação do membro superiore. Sem demais alterações. A principal hipótese para essa complicação é:
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Homem, 45 anos, DRC por HAS e DM2, e adimitido em hospital com quadro de desorientação, náuseas, vômitos e anasarca. Os exames laboratoriais mostram ureia 351 mg/ dL; Cr 10,4 mg/dL, Na 130 mEq/L K 6,1 mEq/L Bic 12. Indica terapia dialítica via acesso de curta permanência com a seguinte prescrição: tempo 4h; UF 2,0 L; fluxo sanguíneo 300 ml/min fluxo dialisato 500 m/min/ Na dialisato 144. Após 2h de sessão, o paciente apresenta náuseas, vomitos, confusão mental e episódio convulsivo. A complicação apresentada e a principal medida de prevenção são respectivamente:
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