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Um paciente de 58 anos internado em um grande hospital terciário da capital está no 12º dia de pós-operatório (DPO) de uma duodenopancreatectomia (DP), complicada por uma fístula pancreática clinicamente relevante Grau B, segundo o ISGPS (International Study Group of Pancreatic Surgery). Na enfermaria, o paciente evolui subitamente com letargia, palidez cutânea, sudorese fria, frequência cardíaca de 130 bpm e pressão arterial de 85×45 mmHg. O débito do dreno abdominal, que era seroso, torna-se agudamente hemático-escuro (“borra de café”); não há hematêmese nem melena. Após reanimação volêmica inicial com 2 L de cristaloide, o paciente recupera a consciência, mas mantém-se taquicárdico (FC 115 bpm) e com pressão arterial limítrofe (100×60 mmHg). Há suspeita de erosão do coto arterial gastroduodenal. Diante desse quadro, qual é a conduta diagnóstico-terapêutica prioritária e mais adequada?
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Um paciente de 58 anos, diagnosticado com carcinoma epidermoide de soalho de boca estádio clínico cT2N2b, será submetido à ressecção da lesão primária e esvaziamento cervical bilateral. A equipe cirúrgica planeja realizar um Esvaziamento Cervical Radical Modificado (MRND) Tipo III à direita, pois os exames de imagem não mostram invasão ou contato direto do conglomerado linfonodal com as estruturas neurovasculares principais. Assinale a alternativa que descreve corretamente o escopo da dissecção e as estruturas preservadas no procedimento planejado para o lado direito.
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Um paciente de 64 anos, submetido a uma gastrectomia total com reconstrução em Y-de-Roux por adenocarcinoma gástrico, evolui no 6º dia de pós-operatório (DPO) com febre (38,4°C) e drenagem súbita de 500 mL/dia de secreção biliosa pelo dreno sentinela posicionado próximo ao coto duodenal. O abdome está flácido, sem sinais de peritonite difusa, e a tomografia computadorizada de abdome confirma dreno bem posicionado e ausência de coleções residuais. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável. Considerando o manejo da fístula duodenal pós gastrectomia total, nesse cenário, qual é a conduta mais adequada?
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Paciente de 48 anos, sexo masculino, foi submetido à ressecção de carcinoma de suprarrenal há 4 dias (4º DPO), evoluindo com confusão mental, náuseas e sonolência. Exames laboratoriais de urgência mostram: Na⁺ 119 mEq/L; K⁺ 4,1 mEq/L; osmolalidade sérica 255 mOsm/kg; osmolalidade urinária 350 mOsm/kg. O diagnóstico mais provável é SIADH (Síndrome de Secreção Inapropriada do Hormônio Antidiurético) pós-operatória. Considerando o risco de Síndrome de Desmielinização Osmótica (mielinólise pontina), a meta terapêutica principal nas primeiras 24 horas é
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Homem de 61 anos, ex-tabagista (30 anos-maço), foi diagnosticado com carcinoma espinocelular de borda lateral de língua, HPV-negativo. A tomografia de cabeça e pescoço mostrou lesão infiltrativa medindo 2,8 cm de maior diâmetro, restrita ao músculo intrínseco da língua, sem invasão óssea. O pescoço apresentou um linfonodo único aumentado no nível IIa, medindo 2,1 cm, com limites preservados e sem sinais de invasão extracapsular, compatível com estadiamento clínico cT2N1M0. O paciente foi submetido à hemiglossectomia parcial com esvaziamento cervical seletivo (níveis I–III). O laudo anatomopatológico revelou margens livres (6 mm), um linfonodo positivo (nível IIa, sem extravasamento capsular) e presença de invasão perineural moderada no leito primário. Considerando os achados pós-operatórios, qual é a conduta adjuvante mais indicada para o caso conforme as diretrizes atuais?
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Homem de 62 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 controlado, é encaminhado para investigação de anemia ferropriva sintomática (cansaço e dispneia aos esforços). A colonoscopia identificou uma lesão ulcerovegetante, friável, ocupando 50% da circunferência da luz na flexura hepática, e as biópsias confirmaram adenocarcinoma invasivo. O estadiamento (TC de tórax e abdome) revelou espessamento parietal na transição cólon ascendente/transverso, sem invasão de órgãos adjacentes, e ausência de metástases à distância (cT3 N0 M0). Qual procedimento cirúrgico oferece a ressecção oncológica curativa ideal para esse caso?
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Mulher de 62 anos, no 21º dia de pós-operatório de mastectomia radical modificada à esquerda, retorna ao ambulatório queixando-se de “inchaço” e desconforto na região axilar e parede torácica. O dreno aspirativo foi removido no 10º DPO. Ao exame, não há hiperemia ou calor local, mas nota-se abaulamento flutuante. A ultrassonografia confirma coleção líquida anecoica (compatível com seroma) de aproximadamente 90 mL. Essa é a terceira avaliação pela mesma queixa, tendo sido puncionada (com esvaziamento) duas vezes na última semana, com recidiva rápida do volume. Diante desse quadro de seroma persistente, a conduta prioritária é
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Homem de 65 anos, tabagista pesado, foi diagnosticado com carcinoma de pulmão de células não pequenas localizado no lobo superior direito, medindo 4,5 cm. A avaliação funcional revelou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF₁) de 55% do previsto. Considerando as diretrizes atuais, no caso descrito, a abordagem cirúrgica mais apropriada é
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Mulher de 64 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma de cabeça de pâncreas com indicação de tratamento cirúrgico (gastroduodenopancreatectomia), relata saciedade precoce e dor abdominal há 3 meses, evoluindo com perda de 9 kg no período (peso habitual 60 kg, peso atual 51 kg). Seu IMC atual é de 17,8 kg/m² e a albumina sérica é de 2,9 g/dL. Com base nesse caso clínico, a conduta mais apropriada é
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Mulher de 68 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma de pulmão metastático (pulmão, fígado e ossos), está em acompanhamento domiciliar pela equipe de Cuidados Paliativos exclusivos, com status de performance ECOG 4. Na última semana, evoluiu com piora acentuada da dispneia, referindo “fome de ar” constante, mesmo em repouso. Ao exame, encontra-se ansiosa, taquipneica (FR 28 irpm), com uso de musculatura acessória, estando a saturação de oxigênio em ar ambiente em 91%. A medida de primeira linha para o alívio da dispneia refratária nessa fase de fim de vida é
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