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Homem, 73 anos, é admitido na emergência por hematêmese volumosa iniciada há
duas horas. Ao exame físico, apresenta-se confuso e pálido, com PA de 88/54 mmHg, frequência
cardíaca de 122 bpm e extremidades frias. Exames laboratoriais evidenciaram hemoglobina
de 7,6 g/dL, com plaquetas de 240.000/mm³, INR de 1,1, ureia de 78 mg/dL e creatinina
de 1,2 mg/dL. Após estabilização hemodinâmica inicial, foi realizada endoscopia digestiva alta, que
demonstrou úlcera duodenal com vaso visível não sangrante (Forrest IIa), sendo efetuada terapia
endoscópica combinada com adrenalina e hemoclipes. De acordo com as diretrizes atuais, qual é a
conduta subsequente mais adequada?
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Homem, 69 anos, procura atendimento devido à disfagia progressiva há cinco meses.
Refere perda ponderal de 11 kg e anorexia. Nega história prévia de doença do refluxo gastroesofágico.
A endoscopia digestiva alta demonstra discreta resistência à passagem do aparelho pela junção
esofagogástrica, sem lesão vegetante evidente. A biópsia é negativa para malignidade. A manometria
de alta resolução demonstra aperistalse do corpo esofágico e pressão integrada de relaxamento
elevada. A tomografia computadorizada evidencia espessamento irregular da junção esofagogástrica
e linfonodo pericárdico de 1,8 cm. Considerando os achados clínicos, qual é o diagnóstico mais
provável?
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Mulher, 63 anos, branca, IMC 31 kg/m², refere pirose há mais de 20 anos,
parcialmente controlada com inibidor da bomba de prótons. Nega disfagia, perda ponderal ou
hemorragia digestiva. É tabagista (35 maços-ano) e possui histórico familiar de adenocarcinoma de
esôfago em irmão de primeiro grau. Endoscopia digestiva alta evidencia segmento de mucosa colunar
circunferencial de 3 cm e extensão máxima de 5 cm acima da junção esofagogástrica (classificação
de Praga C3M5). Foram realizadas biópsias conforme o protocolo de Seattle, evidenciando metaplasia
intestinal especializada sem displasia, com confirmação por dois patologistas independentes. De
acordo com as recomendações atuais para a vigilância do esôfago de Barrett, qual é a conduta mais
adequada?
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O fezolinetanto foi recentemente aprovado pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (ANVISA) para uso no tratamento de sintomas vasomotores no climatério. Sobre esse
fármaco, é correto afirmar que:
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Qual é a manifestação mais comum da Neoplasia Endócrina Múltipla tipo 1 (NEM1)?
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Mulher de 32 anos procura atendimento por irregularidade menstrual e galactorreia
há seis meses. Nega cefaleia ou alterações visuais. β-hCG negativo. Exames laboratoriais:
TSH = 2,1 mUI/L (VR: 0,4-4,5), prolactina = 120 ng/mL (VR <25), creatinina normal. Ressonância
magnética de sela túrcica evidencia lesão hipofisária de 4 mm compatível com microadenoma.
Considerando o quadro, qual é a conduta mais adequada?
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São características neurocognitivas na síndrome de Klinefelter, EXCETO:
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O romosozumabe é um anticorpo monoclonal humanizado que inibe a esclerostina.
É aprovado para tratamento da osteoporose pós-menopausa em pacientes com risco muito alto de
fratura. Sobre esse fármaco, é INCORRETO afirmar que:
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Mulher de 42 anos foi submetida à tireoidectomia total por um carcinoma papilífero
de tireoide clássico de 1,8 cm. O anatomopatológico demonstrou tumor intratireoidiano, sem invasão
vascular, margens livres, ausência de extensão extratireoidiana e ausência de metástases nos 6
linfonodos do compartimento central ressecados (0/6). A tireoglobulina estimulada pós-operatória foi
de 0,4 ng/mL e a ultrassonografia cervical não evidenciou doença residual. Considerando o quadro,
qual é a conduta mais adequada?
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Mulher de 38 anos, com diagnóstico de diabetes melito há 4 meses, IMC de 22 kg/m²,
refere perda ponderal de 6 kg no último ano. Foi inicialmente diagnosticada com diabetes tipo 2 e
iniciou metformina, porém mantém glicemias entre 220-280 mg/dL. Antecedentes pessoais de
tireoidite de Hashimoto. Exames: HbA1c = 9,4%, peptídeo C = 0,5 ng/mL (VR: 1,1-4,4) e anti-GAD
positivo em altos títulos. Considerando o quadro, qual é a conduta mais adequada?
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