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Criança de 4 anos, previamente hígida, é
admitida com febre persistente há 5 dias,
associada a dor abdominal intensa, diarreia,
vômitos e exantema maculopapular difuso.
Evoluiu nas últimas 24 horas com prostração,
taquicardia e taquipneia. Ao exame físico
apresenta conjuntivite não purulenta, edema
de mãos e pés e pressão arterial limítrofe para
idade. Exames laboratoriais evidenciam:
neutrofilia com linfopenia, plaquetopenia
(110.000/mm³), elevação de PCR e ferritina,
discreto aumento de transaminases.
Ecocardiograma mostra leve dilatação de
câmaras cardíacas, fração de ejeção
preservada e pequeno derrame pericárdico.
Sorologia para SARS-CoV-2: IgG positiva e
IgM negativa. Com base no quadro clínico e
nas informações do Tratado de Pediatria,
assinale a alternativa correta.
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Um lactente de 4 meses, previamente hígido,
é levado ao pronto atendimento com coriza e
tosse há 3 dias, evoluindo nas últimas 24
horas com aumento do esforço respiratório e
recusa parcial das mamadas. Ao exame físico:
irritado, FR 66 irpm, tiragem subcostal
moderada, sibilos e estertores difusos,
obstrução nasal importante. SatO₂ 91% em ar
ambiente. Sem sinais de choque. De acordo
com o capítulo do Tratado sobre Bronquite
Viral Aguda (BVA), a classificação de
gravidade e a conduta inicial mais adequadas
são:
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Menina de 4 anos, previamente hígida, é
levada ao Pronto Atendimento com história de
febre alta há 24 horas, associada a cefaleia
intensa e dois episódios de vômitos. Nas
últimas horas, tornou-se sonolenta e
apresentou um episódio de crise convulsiva
tônico-clônica generalizada, com duração
aproximada de 3 minutos, revertida
espontaneamente. Ao exame físico:
temperatura de 39,2 °C, rigidez de nuca
presente, sinais de Kernig positivos, sem
déficits neurológicos focais. Diante da suspeita
diagnóstica, o exame essencial para
confirmação etiológica do quadro, é:
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Em relação à etiologia e fisiopatologia da
diarreia aguda na infância, assinale a
alternativa correta.
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Menina de 4 anos, previamente hígida, é
levada à Unidade de Pronto Atendimento com
história de diarreia líquida há 48 horas, cerca
de 6 episódios ao dia, sem sangue ou muco,
associada a dois episódios de vômito nas
últimas 12 horas. A mãe relata ainda redução
da aceitação alimentar e maior sonolência. Ao
exame físico: criança irritada, olhos
levemente encovados, mucosas secas, turgor
cutâneo discretamente diminuído, frequência
cardíaca de 110 bpm, extremidades
aquecidas, pulsos palpáveis, tempo de
enchimento capilar < 2 segundos. Com base
na classificação do grau de desidratação
segundo o Ministério da Saúde, a conduta
mais adequada neste momento, é:
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Lactente do sexo feminino, 9 meses de idade,
previamente hígida, é levada ao pronto
atendimento por quadro de febre alta há 3
dias, com temperaturas que atingiam 39,5 °C,
sem sintomas respiratórios associados. A mãe
relata irritabilidade e dois episódios de
diarreia leve. No quarto dia de evolução, a
febre cessou abruptamente e, poucas horas
depois, surgiram lesões maculopapulares
róseas, inicialmente no tronco e abdome,
disseminando-se posteriormente para pescoço
e membros proximais. Ao exame físico,
encontra-se afebril, ativa, hidratada, com
exantema maculopapular róseo, não
pruriginoso, sem descamação e sem
linfonodomegalias significativas. Com base na
evolução clínica e nos achados do exame
físico, a hipótese diagnóstica mais provável,
é:
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Menino de 4 anos é levado à Unidade Básica
de Saúde com febre há 3 dias, tosse produtiva
e taquipneia leve. Mantém boa aceitação
alimentar e está ativo. Ao exame físico: FR
discretamente aumentada para a idade,
SatO₂: 96% em ar ambiente, ausência de
tiragem ou gemência; à ausculta pulmonar
apresenta Estertores crepitantes em base
direita sem comorbidades prévias.
Considerando o diagnóstico de Pneumonia
Adquirida na Comunidade (PAC) leve, a
conduta mais adequada, neste caso, é:
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Lactente masculino de 6 semanas, nascido a
termo por parto vaginal, sem intercorrências,
é levado à UPA por tosse persistente há 7
dias, referida como em “salvas” e sem febre.
A mãe relata boa aceitação alimentar. Informa
que, na terceira semana de vida, o bebê
apresentou conjuntivite tratada em domicílio.
Ao exame: afebril, taquipneia leve, sem
toxemia, SatO₂ 97% em ar ambiente.
Ausculta pulmonar com estertores finos
difusos bilaterais. Radiografia de tórax mostra
hiperinsuflação e infiltrado intersticial difuso.
Hemograma sem leucocitose, com eosinofilia
periférica. Diante do quadro clínico, a conduta
terapêutica mais adequada, neste caso, é:
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Secundigesta, 35 anos de idade, 12 semanas
de gestação, assintomática, comparece a
consulta trazendo duas dosagens de glicemia
de jejum: a primeira com 10 semanas de
gestação=130 mg/dL e segunda com 12
semanas=128 mg/dL. Nega exames
anteriores com glicemia alterada. Nega
diagnósticos prévios de doença crônica. Fez
pré-natal completo na primeira gravidez, sem
intercorrências na gestação e no parto. Neste
contexto a principal hipótese diagnóstica é:
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Primigesta, cuja ultrassonografia transvaginal
realizada com 08 semanas de gestação
evidencia sinal do lâmbida e dois sacos
gestacional. Diante deste exame é possível
afirmar que trata-se de:
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