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Paciente masculino, 10 meses, nascido prematuro de 26
semanas, evoluiu com DBP. Recebeu alta há 1 mês, com suporte
domiciliar, traqueostomizado, com bipap e oxigênio contínuo e
acesso profundo. Há 4 dias, iniciou febre insidiosa que foi ficando
mais alta e persistente. Surgiram petéquias pelo corpo. A médica
de rotina que o avaliou observou bulhas normofonéticas, sopro
cardíaco e esplenomegalia, não existentes previamente.
Exames complementares solicitados mostraram hemograma com anemia normocítica, leucocitose e desvio para esquerda; VHS aumentado; ECG com arritmias; ecocardiograma com surgimento de vegetações em válvula mitral.
A conduta imediata é
Exames complementares solicitados mostraram hemograma com anemia normocítica, leucocitose e desvio para esquerda; VHS aumentado; ECG com arritmias; ecocardiograma com surgimento de vegetações em válvula mitral.
A conduta imediata é
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Paciente de 3 anos com história de prurido cutâneo envolvendo
áreas de flexuras. Refere pele seca no último ano. De acordo com
os critérios diagnósticos de dermatite atópica (DA), o mesmo
pode ser feito na presença dessas duas sintomatologias somadas
a mais um critério, como por exemplo a história pessoal de rinite
ou asma.
Outros sinais que podem estar associados à DA incluem os listados nas opções a seguir, exceto uma. Assinale-a.
Outros sinais que podem estar associados à DA incluem os listados nas opções a seguir, exceto uma. Assinale-a.
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Para diagnóstico e prognóstico de linfedema de membros
inferiores, o melhor exame é
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Menino de 12 anos é levado à consulta por seus pais devido a
cansaço aos esforços associados a dor torácica precordial, que
melhoram em repouso. Houve progressão dos sintomas no
último mês razão pela qual procuraram atendimento. Os pais
relatam que o paciente apresenta bom desempenho escolar, mas
nunca se interessou pela prática esportiva, por achar que “não
levava jeito”. Nega febre, síncope, palpitações, assim como
qualquer outra comorbidade, história familiar de cardiopatia ou
uso de medicamentos.
Ao exame: lúcido, orientado, fácies atípica, eupneico em ar
ambiente, corado, acianótico. Estatura reduzida para a idade.
PA: 100x60 mmHg. FC: 102 bpm, FR: 18 irpm, SatO2: 96%.
Ausculta pulmonar sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo
palpável na linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular, em
3 tempos (B3), com sopro sistólico em foco mitral 2+/6+. Abdome
e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de
repouso em ritmo sinusal e com alterações de repolarização
sugestivas de isquemia anterolateral. Ecocardiograma
transtorácico revelou dilatação do ventrículo esquerdo com
fração de ejeção de 40% e insuficiência mitral moderada
secundária. Em seguida, foi solicitada uma angiotomografia
coronariana, que revelou a seguinte imagem.

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Homem de 64 anos apresenta dor epigástrica irradiada para o
dorso e perda ponderal de 9 kg em quatro meses. A tomografia
computadorizada com protocolo para pâncreas evidencia
adenocarcinoma de 4,3 cm no corpo pancreático, sem
metástases hepáticas, peritoneais ou linfonodais à distância.
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
A lesão envolve circunferencialmente a origem da artéria esplênica e invade o tronco celíaco, mantendo-se livre a artéria mesentérica superior. A artéria gastroduodenal está pérvia, com possibilidade de fluxo arterial retrógrado para o território hepático através das arcadas pancreaticoduodenais. Após tratamento sistêmico de indução, observa-se estabilidade da lesão e ausência de progressão metastática.
Considerando o estadiamento anatômico e as possibilidades de ressecção vascular, a seguinte estratégia cirúrgica pode permitir ressecção oncológica desse tumor:
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Na avaliação de um nódulo tireoidiano de 1,8 cm, a
ultrassonografia demonstra composição sólida,
hipoecogenicidade, orientação mais alta que larga, margens
regulares e ausência de focos ecogênicos. O TSH sérico encontra-se dentro da faixa de referência. Após a investigação indicada
pelo padrão ultrassonográfico, a citologia é classificada como
Bethesda IV — neoplasia folicular ou suspeita para neoplasia
folicular.
Na ausência de adenopatia cervical suspeita, história de irradiação cervical, câncer familiar da tireoide ou teste molecular disponível, a seguinte sequência de avaliação e conduta é a mais adequada:
Na ausência de adenopatia cervical suspeita, história de irradiação cervical, câncer familiar da tireoide ou teste molecular disponível, a seguinte sequência de avaliação e conduta é a mais adequada:
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Durante a fase inflamatória da cicatrização, ocorre recrutamento
coordenado de células inflamatórias e liberação de mediadores
responsáveis pela remoção de detritos, pelo controle da
contaminação bacteriana e pela ativação da fase proliferativa.
Sobre essa etapa da cicatrização, assinale a afirmativa correta.
Sobre essa etapa da cicatrização, assinale a afirmativa correta.
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Homem de 67 anos, com adenocarcinoma gástrico ressecável,
está programado para gastrectomia eletiva. Relata perda de 12%
do peso corporal nos últimos três meses, redução importante da
ingestão alimentar e astenia. Apresenta IMC de 17,8 kg/m² e
albumina sérica de 2,7 g/dL, sem evidências de infecção ativa,
sepse ou disfunção orgânica aguda. A avaliação oncológica não
demonstra necessidade de intervenção cirúrgica imediata.
Considerando o risco nutricional e os princípios de terapia nutricional perioperatória, a conduta mais adequada é
Considerando o risco nutricional e os princípios de terapia nutricional perioperatória, a conduta mais adequada é
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Mulher de 46 anos apresenta dor progressiva na mandíbula e
dificuldade para mastigação há quatro meses. A tomografia
demonstra lesão osteolítica expansiva de 3,6 cm no corpo
mandibular, sem matriz mineralizada e com adelgaçamento
cortical.
A investigação laboratorial revela cálcio sérico de 12,1 mg/dL, fósforo de 1,8 mg/dL, fosfatase alcalina de 412 U/L e PTH de 1.180 pg/mL. A ultrassonografia cervical identifica nódulo hipoecoico de 2,4 cm posterior ao polo inferior do lobo esquerdo da tireoide, compatível com adenoma de paratireoide. A biópsia da lesão mandibular demonstra células gigantes multinucleadas em estroma fibrovascular, sem critérios de malignidade.
Considerando o diagnóstico e a fisiopatologia da lesão óssea, a conduta terapêutica mais apropriada é
A investigação laboratorial revela cálcio sérico de 12,1 mg/dL, fósforo de 1,8 mg/dL, fosfatase alcalina de 412 U/L e PTH de 1.180 pg/mL. A ultrassonografia cervical identifica nódulo hipoecoico de 2,4 cm posterior ao polo inferior do lobo esquerdo da tireoide, compatível com adenoma de paratireoide. A biópsia da lesão mandibular demonstra células gigantes multinucleadas em estroma fibrovascular, sem critérios de malignidade.
Considerando o diagnóstico e a fisiopatologia da lesão óssea, a conduta terapêutica mais apropriada é
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A sua equipe multidisciplinar de emergência examina um homem
de 29 anos, que foi admitido após colisão automobilística de alta
energia.
No exame físico, ele apresenta dor abdominal intensa, frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 85/50 mmHg. Tem FAST positivo e é imediatamente levado ao centro cirúrgico, enquanto se procedia à reanimação hemodinâmica em extrema urgência com estabilização. Após laparotomia exploradora, observa-se hemoperitônio volumoso. O controle inicial do sangramento é realizado, porém permanece hematoma expansivo na região retroperitoneal direita, estendendo-se da segunda porção do duodeno até a raiz do mesentério, dificultando a exposição da veia cava inferior infrarrenal, da terceira porção do duodeno e dos vasos ilíacos direitos. O cirurgião decide ampliar a exposição retroperitoneal para identificar e controlar a lesão vascular.
A conduta técnica mais adequada para essa exposição é
No exame físico, ele apresenta dor abdominal intensa, frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 85/50 mmHg. Tem FAST positivo e é imediatamente levado ao centro cirúrgico, enquanto se procedia à reanimação hemodinâmica em extrema urgência com estabilização. Após laparotomia exploradora, observa-se hemoperitônio volumoso. O controle inicial do sangramento é realizado, porém permanece hematoma expansivo na região retroperitoneal direita, estendendo-se da segunda porção do duodeno até a raiz do mesentério, dificultando a exposição da veia cava inferior infrarrenal, da terceira porção do duodeno e dos vasos ilíacos direitos. O cirurgião decide ampliar a exposição retroperitoneal para identificar e controlar a lesão vascular.
A conduta técnica mais adequada para essa exposição é
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