Mulher, 39 anos de idade, 26 semanas de gestação, refere
que notou aumento assimétrico das mamas ao longo do último
mês. Ao exame, nota-se nodulação de aproximadamente
2,5 cm em junção de quadrantes inferiores de mama
esquerda, profundo, pouco móvel, sem calor local. Neste
caso, recomenda-se:
Primigesta, 39 anos de idade, é admitida com 40 semanas de
gravidez para indução de parto. Apresenta antecedente de
hipertensão arterial crônica, controlada atualmente com
metildopa 1,5 g por dia e diabetes gestacional em uso de
insulina NPH 12 unidades antes do café da manhã, 6 unidades
na hora do almoço e 6 unidades às 22 horas (12-6-0-6) e
insulina regular 4 unidades no café da manhã, 4 unidades no
almoço e 2 no jantar (4-4-2-0). Ao exame inicial, apresenta
bom estado geral, corada, normotensa e normocárdica, altura
uterina de 38 cm, cefálico, BCF presente de 148 bpm, colo
médio, medianizado, com 4 cm.
Após 6 horas de trabalho de parto, a paciente apresentava
dilatação total e apresentação cefálica no plano 0 de De Lee,
occipito transversa direita e avaliação abdominal conforme a
imagem a seguir: Qual é o diagnóstico e a conduta?
Primigesta, 39 anos de idade, é admitida com 40 semanas de
gravidez para indução de parto. Apresenta antecedente de
hipertensão arterial crônica, controlada atualmente com
metildopa 1,5 g por dia e diabetes gestacional em uso de
insulina NPH 12 unidades antes do café da manhã, 6 unidades
na hora do almoço e 6 unidades às 22 horas (12-6-0-6) e
insulina regular 4 unidades no café da manhã, 4 unidades no
almoço e 2 no jantar (4-4-2-0). Ao exame inicial, apresenta
bom estado geral, corada, normotensa e normocárdica, altura
uterina de 38 cm, cefálico, BCF presente de 148 bpm, colo
médio, medianizado, com 4 cm.
Considerando que será ofertada dieta pré-parto, no dia da
indução, qual deve ser a prescrição de insulina?
Mulher, 58 anos de idade, menopausada, refere desconforto
pélvico e sensação de “peso” na região vaginal, que se
acentua ao final do dia e após longos períodos em pé.
Também refere dificuldade para evacuar, com necessidade
frequente de realizar manobras digitais para completar a
evacuação. Apresenta atividade sexual regular com uso de
lubrificantes à base de óleos naturais. Durante o exame
ginecológico com manobra de Valsalva, observa-se que a
parede vaginal posterior ultrapassa o hímen em 2 cm e o colo
uterino exterioriza-se 1 cm além do hímen. Assinale a
alternativa que apresenta a melhor conduta terapêutica a ser
considerada neste caso.
Gestante, 30 anos de idade, 30 semanas de gravidez, com
antecedente de prolapso de valva mitral diagnosticado na
infância, comparece no pronto atendimento com queixa de
taquicardia. Está muito preocupada com o bem-estar de seu
bebê. Refere que tem tido cansaço a esforços pequenos,
como caminhar no plano, e sente “o coração disparado” com
muita frequência. Ao exame físico, apresenta bom estado
geral, descorada 1+, PA de 108×70 mmHg, FC de 108 bpm,
IMC de 38,2 kg/m2
, bulhas rítmicas normofonéticas com sopro
sistólico ejetivo aórtico 2+/6+, murmúrios vesiculares sem
ruídos adventícios. Abdome gravídico, altura uterina de 32 cm,
BCF presente de 146 bpm. Diante da anamnese e exame
clínico, a hipótese diagnóstica principal é de
Mulher, 23 anos de idade, com 26,7 kg/m² de IMC, refere estar
preocupada com suas “gordurinhas a mais”. Relata que, nos
últimos meses, apresenta um a dois episódios por mês em
que, em meia hora, come muito doce, principalmente
chocolate. Está com medo de engordar mais. Uma amiga está
tomando lisdexanfetamina e perdeu 2 kg em um mês. Não
apresenta alterações no exame físico. Ao exame psíquico, não
apresentou alterações. Refere ser uma pessoa pragmática,
mas não se adapta bem a rotinas; já tentou fazer atividade
física algumas vezes, sem muito sucesso na continuidade.
Nega problemas de saúde e gostaria de poder tomar
lisdexanfetamina para controlar seu peso e apetite. Qual a
conduta adequada?
Homem, 58 anos de idade, em atendimento em unidade
básica de saúde, refere estar “mais ou menos”. Queixa-se de
intestino “um pouco preso” e boca seca. Durante a consulta
diz estar se sentindo mais tenso, com pouca paciência,
preocupando-se demais com pequenos problemas. Refere,
ainda, tontura quando se levanta e bebe mais água para a
boca seca. Fazia tratamento para pressão alta há 1 ano com
captopril irregularmente. Há 2 meses, seu médico anterior
disse que ele teria transtorno de ansiedade e prescreveu
nortriptilina e, para hipertensão, foi substituído o captopril por
enalapril, pois a pressão não baixava. No final da consulta, diz
não se dar bem com remédios para a pressão. Reconhece
que com frequência não toma os medicamentos para pressão,
pois tem preguiça e também, eventualmente, não se lembra.
Ao exame físico, apresentou PA de 150×95 mmHg, FC de
74 bpm. Além de abordar aspectos relativos a hábitos e à
adesão ao tratamento, a conduta indicada seria substituir
Homem e sua companheira iniciaram tratamento para
tuberculose pulmonar há 7 dias. A equipe da unidade básica
de saúde realiza visita domiciliar a fim de avaliar os
contactantes domiciliares do caso. Na casa, além do casal,
mora a filha com 26 dias de vida, assintomática, com bom
ganho de peso, em aleitamento materno exclusivo, vacinação
de acordo com o calendário vacinal do Programa Nacional de
Imunização. Assinale a alternativa que apresenta a conduta
adequada para a criança.
Considere o registro a seguir, realizado no prontuário de um
homem cisgênero, 35 anos de idade, bancário. A UBS de
referência está localizada em área urbana.
S1: Dor abdominal em cólica e diarreia malcheirosa há cerca
de 20 dias, sem sangue ou muco. Em uso de analgésico e
anti-espasmódico com controle dos sintomas. Sem febre,
perda de 1 kg nesse período, nega viagens recentes.
S2: Renovação de prescrição de PrEP para HIV (profilaxia
pré-exposição). Uso diário há 2 anos, esquece de tomar
menos de 1 vez por semana; últimos exames há cerca de
4 meses sem alterações. Relações sexuais anais
receptivas e insertivas, uso irregular de preservativo.
O: Abdome timpânico, sem dor à palpação e sem massas;
hidratado, anictérico.
Exames realizados há 4 meses: sorologias para HIV, sífilis e
hepatites B e C: negativo; pesquisa clamídia e gonorreia retal
e urinária negativas; creatinina 0,8 mg/dL. Para esse paciente,
a conduta mais indicada seria pesquisa nas fezes de:
Mulher, 67 anos de idade, procura atendimento na sua
Unidade Básica de Saúde (UBS) para exames de rotina,
especialmente preocupada com os exames ginecológicos.
Tem vida sexual ativa, não tem comorbidades. Realizou
exame citopatológico do colo uterino aos 61 e 64 anos de
idade, e mamografia aos 65 anos. Não tem história familiar de
câncer, nem teve exames de rastreamento alterados
anteriormente. Seguindo as recomendações do Ministério da
Saúde para câncer de mama e colo de útero, qual conduta
deve ser orientada para a paciente?