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Homem de 61 anos, com derrame pleural unilateral à direita, moderado a volumoso, identificado à radiografia de tórax durante investigação de dispneia progressiva. Não há diagnóstico etiológico definido até o momento. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de insuficiência respiratória aguda. Considerando a abordagem inicial do derrame pleural unilateral de causa indeterminada, qual conduta é mais adequada para maximizar a segurança do procedimento e a acurácia diagnóstica?
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Homem de 52 anos, previamente hígido, procura atendimento ambulatorial com febre, tosse e dispneia há 3 dias. A tomografia de tórax evidencia consolidação lobar compatível com pneumonia. Teste molecular respiratório por PCR é positivo para influenza A. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, saturando 96% em ar ambiente, sem critérios de gravidade e sem comorbidades. De acordo com a diretriz da American Thoracic Society (2025) para PAC, qual é a conduta mais apropriada em relação ao uso de antibióticos?
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Homem, 62 anos, ex-tabagista (45 anos-maço), apresenta dispneia progressiva há 2 anos, classe funcional III (OMS). Tomografia de tórax evidencia enfisema centrolobular moderado a grave, sem sinais de tromboembolismo pulmonar crônico. Provas de função pulmonar mostram VEF1 40% do previsto e DLCO 30% do previsto. Ecocardiograma transtorácico sugere alta probabilidade de hipertensão pulmonar, com dilatação e disfunção moderada de ventrículo direito, sem disfunção sistólica do ventrículo esquerdo ou valvopatia significativa. O paciente é submetido a cateterismo cardíaco direito, que revela os seguintes dados em repouso:
- Pressão média da artéria pulmonar (PAPm): 38 mmHg.
- Pressão de oclusão da artéria pulmonar (POAP): 14 mmHg.
- Débito cardíaco (termodiluição): 4,2 L/min.
- Resistência vascular pulmonar (RVP): 5,7 Wood.
Com base exclusivamente nesses dados clínicos, funcionais e hemodinâmicos, segundo a classificação da Diretriz ESC/ERS 2022, qual é o grupo de hipertensão pulmonar mais provável?
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De acordo com o Manual de Abordagem e Tratamento do Fumante do INCA/Ministério da Saúde, qual é a principal indicação para o uso de farmacoterapia no tratamento do tabagismo?
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Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para o Tratamento do Tabagismo do Ministério da Saúde, qual estratégia farmacológica é padronizada e disponibilizada no SUS para o tratamento da dependência de nicotina?
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Paciente de 48 anos, com diagnóstico de asma desde a idade adulta, que permanece mal controlada apesar do uso regular de corticosteroide inalatório em alta dose associado a LABA e LAMA. Apresentou duas exacerbações graves no último ano, ambas necessitando de corticosteroide sistêmico. Exames laboratoriais mostram eosinófilos no sangue periférico de 420 células/µL e fração exalada de óxido nítrico (FeNO) de 38 ppb. O IgE total é de 60 UI/mL, sem evidência de sensibilização alérgica clinicamente relevante. Foram revisadas técnica inalatória, adesão ao tratamento e comorbidades associadas, não sendo identificados fatores corrigíveis. Com base nas características clínicas e nos fenótipos de asma grave, assinale a alternativa que melhor justifica a indicação de terapia biológica para esse paciente.
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Homem de 55 anos com AR em uso de metotrexato 15 mg/semana há 4 meses, associado a ácido fólico, encontra-se assintomático. Em exames de rotina, observa-se elevação persistente de AST e ALT para cerca de 2 vezes o limite superior da normalidade, com hemograma e função renal normais. Considerando a monitorização laboratorial do metotrexato, qual é a conduta mais adequada?
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Mulher de 42 anos apresenta dor musculoesquelética difusa há 8 meses, associada à fadiga intensa, sono não reparador e dificuldade de concentração. Exame físico sem sinais inflamatórios objetivos. Exames laboratoriais (hemograma, VHS, PCR, TSH) são normais. Com base nos critérios diagnósticos atuais da fibromialgia, assinale a alternativa correta.
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Mulher de 49 anos, com diagnóstico de fibromialgia há 1 ano, apresenta dor musculoesquelética difusa, fadiga e sono não reparador. Já utilizou amitriptilina em baixa dose, com melhora parcial, mas mantém limitação funcional importante. Com base nas recomendações atuais para o manejo da fibromialgia, assinale a alternativa correta.
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Mulher de 70 anos, pós-menopausa, procura avaliação de risco de fratura. Não apresenta fraturas prévias, mas relata histórico de fratura de antebraço na mãe. Possui hipertensão controlada, IMC 19 kg/m² e faz uso crônico de corticosteroides orais por Doença Pulmonar Intersticial (DPI). A densitometria óssea mostra T-score −1,8 no colo do fêmur e −1,5 na coluna lombar. O FRAX calculado com densitometria estima: Risco de fratura osteoporótica maior em 10 anos: 25%; Risco de fratura de quadril em 10 anos: 6%. Com base nos critérios atuais de decisão terapêutica, a conduta mais adequada é:
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