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Criança de 7 anos com síndrome craniofacial apresenta padrão em V com depressão em abdução do olho direito. Não há história de cirurgia prévia nem trauma. O teste de ducção forçada é negativo. Realizada cirurgia de enfraquecimento do oblíquo inferior direito sem melhora do padrão. Nesse contexto, a causa mais provável da falha cirúrgica é:
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Paciente de 50 anos com exotropia de grande ângulo há 20 anos apresenta aparente hiperatividade bilateral dos oblíquos superior e inferior ao exame de versões. Há elevação e depressão exageradas em adução bilateralmente. Com base no tema, assinale CORRETAMENTE o mecanismo fisiopatológico envolvido:
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Paciente apresenta estrabismo vertical adquirido que mimetiza paralisia do oblíquo superior, porém o exame fundoscópico revela intorção do olho hipertrófico. Diante do exposto, o achado adicional que favorece o diagnóstico alternativo e a condição clínica provável é:
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Paciente de 8 anos com exotropia de grande ângulo apresenta, ao exame de versões, aparente hiperfunção de ambos os músculos oblíquos superiores e inferiores simultaneamente. De acordo com o tema, a causa mais provável desse achado é:
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Paciente de 7 anos apresenta limitação de elevação em adução do olho direito. Durante avaliação, observa-se padrão A discreto, intorsão fundoscópica do olho direito, teste de Bielschowsky negativo e hiperfunção significativa do oblíquo superior direito. A dução forçada para elevação em adução é positiva. Acerca do caso, assinale a hipótese diagnóstica CORRETA:
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Paciente de 12 anos com exotropia apresenta desvio horizontal idêntico em posição primária e supraversão, porém com aumento significativo da divergência em infraversão. Observa-se hiperdepressão em adução bilateral. O padrão descrito e a provável disfunção muscular associada são, CORRETA e respectivamente:
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Paciente de 28 anos com exotropia de grande ângulo (65Δ) apresenta aparente hiperfunção de ambos os oblíquos inferiores e superiores bilateralmente. A hiperelevação e hiperdepressão em adução tornam-se evidentes quando o olho se move ligeiramente acima ou abaixo da posição horizontal em lateroversão. O desvio horizontal aumenta tanto em supraversão quanto em infraversão. O mecanismo isiopatológico mais provável e a conduta cirúrgica inicial adequada são, CORRETA e respectivamente:
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Paciente de 45 anos apresenta hipertropia esquerda de início recente após evento vascular cerebral. O exame demonstra hipertropia esquerda de 10Δ que aumenta em dextroversão e com inclinação cefálica para a esquerda. A fundoscopia revela intorsão do olho esquerdo (hipertrópico). O achado fundoscópico descrito sugere:
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Criança de 3 anos apresenta esotropia com desvio horizontal de 30Δ em posição primária. Em supraversão mede-se 31Δ ET e em infraversão 22Δ ET. Considerando o enunciado, é CORRETO afirmar que:
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Paciente de 6 anos com história de esotropia infantil operada apresenta hiperelevação em adução bilateral. Durante exame sob oclusão alternada com prisma, observa-se que a hiperelevação do olho aduzido esquerdo é maior quando o olho direito está fixando do que quando o olho esquerdo está fixando. Não há padrão V significativo nem torção fundoscópica. Sobre o caso, a principal hipótese diagnóstica é:
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