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Durante uma sindicância administrativa, um membro do Ministério Público solicita ao médico assistente acesso irrestrito aos prontuários dos pacientes atendidos em uma unidade básica de saúde, alegando investigação de suposta fraude em atestados médicos.
O procedimento correto, segundo a legislação brasileira, nesse caso, é
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Em determinado município, foi detectado aumento de casos de tuberculose multirresistente (TB-MDR) entre pessoas privadas de liberdade.
Considerando as diretrizes nacionais e o papel da vigilância epidemiológica, a seguinte estratégia deve ser priorizada para conter a disseminação da TB-MDR nesse contexto específico:
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Um gestor municipal deseja monitorar o impacto das ações intersetoriais sobre as condições de vida da população. Para isso, decide utilizar um indicador sintético que reflita aspectos socioeconômicos, educacionais e de saúde.
Dos indicadores a seguir, assinale o que melhor atende a esse objetivo.
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Durante a análise do perfil epidemiológico de um município brasileiro, a equipe de saúde identificou aumento da taxa de mortalidade infantil nos últimos dois anos, apesar da ampliação da cobertura vacinal e do acesso ao pré-natal.
Considerando os principais indicadores de saúde coletiva, a medida mais adequada para investigar as causas desse fenômeno seria
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Em um hospital universitário, foi realizado um estudo para avaliar fatores associados à infecção hospitalar por Klebsiella pneumoniae multirresistente. Foram selecionados pacientes infectados (casos) e não infectados (controles), e posteriormente investigadas as possíveis exposições prévias, como uso de antibióticos e procedimentos invasivos.
Sobre esse delineamento, é correto afirmar que
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Gestante de 33 anos, G3P1A1, encontra-se com gestação única na 20ª semana. História obstétrica revela um parto prematuro espontâneo prévio com 32 semanas, associado a trabalho de parto espontâneo. Na gestação atual, encontra-se assintomática. Ultrassonografia transvaginal mostra: comprimento cervical de 27 mm, colo fechado, sem dilatação. Não há sinais de infecção, sangramento transvaginal ou contrações uterinas.
A melhor estratégia para prevenção de novo parto prematuro nesse momento é
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Gestante de 35 anos, G2P1, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto ativo, sob analgesia peridural. Bolsa rota há 3 horas, líquido claro. Dilatação cervical de 6 cm, dinâmica uterina com 4–5 contrações em 10 minutos. Durante a monitorização intraparto, a cardiotocografia evidencia linha de base fetal: 150 bpm, variabilidade ausente, desacelerações tardias recorrentes, em mais de 50% das contrações e ausência de acelerações. Ao exame clínico materno: PA 120 × 80 mmHg, FC 88 bpm, afebril. Apresentação cefálica em plano +1.
A conduta mais adequada é
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Gestante de 30 anos, G2P1, com 32 semanas e 4 dias de gestação, em pré-natal regular, sem comorbidades conhecidas. Ultrassonografia obstétrica realizada por suspeita de baixo ganho ponderal materno evidencia: peso fetal estimado: percentil 6; circunferência abdominal: percentil 4; líquido amniótico normal; placenta grau II, posterior. A Dopplerfluxometria mostrou artéria umbilical com índice de pulsatilidade elevado, fluxo diastólico presente; artéria cerebral média: índice de pulsatilidade reduzido; relação cérebro-placentária (RCP): < percentil 5 e ducto venoso: onda “a” preservada. Cardiotocografia basal reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 36 anos, G3P2, com 34 semanas de gestação, procura atendimento na emergência obstétrica por sangramento transvaginal súbito, indolor, de moderada intensidade, iniciado há cerca de 1 hora. Nega contrações uterinas, dor abdominal ou trauma. Refere pré-natal regular.
Ao exame: PA: 120 × 80 mmHg, FC: 92 bpm, útero flácido, indolor. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: toque vaginal não realizado. Ultrassonografia obstétrica recente (há 5 dias) demonstra placenta prévia centro-total, com feto único, vivo, em apresentação cefálica. Monitorização fetal atual mostra FCF normal e reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 32 anos, G2P1, com 38 semanas de gestação, dá entrada na maternidade com queixa de dor abdominal súbita e intensa, associada a sangramento vaginal escuro em pequena quantidade. Refere diminuição da movimentação fetal nas últimas horas. Nega trauma. Ao exame: PA: 140 × 90 mmHg, FC: 102 bpm, útero hipertônico e doloroso à palpação. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: colo uterino com 4 cm de dilatação e bolsa íntegra. Monitorização fetal: batimentos cardíacos fetais com bradicardia e variabilidade mínima. Ultrassonografia sugere área retroplacentária compatível com descolamento. Feto único e vivo.
A conduta mais adequada nesse momento é
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