Um paciente de 60 anos, do sexo masculino, apresenta massa
bem delimitada no mediastino posterior (paravertebral),
assintomática. A tomografia computadorizada mostra uma lesão
homogênea, com densidade de tecido mole, sem calcificações.
A ressecção cirúrgica é realizada. O exame anatomopatológico
revela uma cápsula fibrosa, células de Schwann com núcleos em
empalizada (corpos de Verocay), e ausência de atipia nuclear.
O diagnóstico histopatológico mais provável para esse caso é
Paciente de 45 anos, do sexo feminino, apresenta diplopia, ptose
palpebral e fraqueza muscular que piora com a atividade física
(fadigabilidade). A tomografia de tórax revela um timoma no
mediastino anterior.
Nesse caso, a associação clínica clássica descrita é
Um paciente de 25 anos, do sexo masculino, apresenta massa
volumosa no mediastino anterior, dor torácica, tosse e perda de
peso. A alfafetoproteína (AFP) sérica está marcadamente elevada
(> 1000 ng/mL). A beta-hCG está normal. A biópsia da massa
revela células germinativas primitivas.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
Paciente de 50 anos, assintomático, apresenta uma massa bem
delimitada de 4 cm no mediastino anterior, descoberta
incidentalmente em uma radiografia de tórax de rotina.
A tomografia computadorizada confirma a massa, que não invade
estruturas adjacentes. A ressecção cirúrgica completa é realizada.
O exame anatomopatológico revela células epiteliais fusiformes,
misturadas a linfócitos maduros, sem atipia nuclear e com baixo
índice de mitose.
Nesse caos, a classificação histológica de Masaoka-Kudo mais
provável é
Um paciente de 35 anos, do sexo masculino, apresenta tosse
seca, dor torácica anterior e síndrome da veia cava superior.
A tomografia computadorizada de tórax revela uma massa
volumosa no mediastino anterior, invadindo estruturas
adjacentes. A biópsia mostra células grandes, anaplásicas, com
alto índice de proliferação (Ki-67 > 80%).
O diagnóstico histopatológico mais provável para o caso
apresentado é
Uma mulher de 63 anos, portadora de adenocarcinoma de mama
metastático, apresenta dispneia progressiva, ortopneia e fadiga.
Ao exame, apresenta hipotensão arterial, taquicardia, turgência
jugular e bulhas cardíacas hipofonéticas. O ecocardiograma
evidencia derrame pericárdico volumoso com sinais de
tamponamento cardíaco. A tomografia demonstra espessamento
irregular do pericárdio.
Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é
Um homem de 69 anos, com exposição ocupacional prolongada
ao asbesto, apresenta dor torácica, dispneia e derrame pleural à
direita. A tomografia evidencia espessamento pleural difuso e
nodular, envolvendo as pleuras parietal, mediastinal e
diafragmática, sem lesões pulmonares. A citologia do líquido
pleural é negativa para malignidade.
Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta
mais adequada é
Um homem de 58 anos apresenta febre, tosse produtiva, dor
torácica e dispneia há oito dias, sem melhora após
antibioticoterapia oral. A tomografia computadorizada evidencia
derrame pleural loculado com espessamento pleural (sinal da
pleura dividida), e a ultrassonografia confirma múltiplas
septações.
Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar
metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame
pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a
toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido
citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência
precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para
programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência
de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão,
apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após
controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a
melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame
pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da
pleurodese química é
Uma mulher de 54 anos foi submetida à ressecção em bloco de
um tumor da parede torácica envolvendo a 4ª à 6ª costelas
esquerdas. Permaneceu defeito ântero-lateral de 12 × 10 cm,
com exposição parcial do pulmão e sem sinais de infecção.
Considerando esse cenário, a reconstrução mais adequada
consiste em