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Uma criança de 3 anos apresenta dor torácica, dificuldade para
caminhar e fraqueza progressiva dos membros inferiores. A
tomografia evidencia massa de 6,8 cm na goteira costovertebral
direita,
com calcificações e alargamento do forame
intervertebral. A ressonância magnética demonstra extensão
para o canal vertebral com compressão medular.
Considerando esse quadro, a hipótese diagnóstica mais provável
e a conduta inicial são:
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Uma mulher de 39 anos apresenta dor escapular esquerda e
parestesias no membro superior ipsilateral. Ao exame físico,
observam-se múltiplas manchas café-com-leite e numerosos
tumores cutâneos. A tomografia evidencia massa de 7,5 cm na
goteira costovertebral esquerda, com alargamento do forame
intervertebral entre T2 e T3, sem destruição óssea.
Considerando esse cenário, a opção que melhor correlaciona o
diagnóstico mais provável e o planejamento cirúrgico é
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Uma mulher de 48 anos apresenta miastenia gravis generalizada,
com anticorpos anti-receptor de acetilcolina positivos. Após
controle clínico da doença, a tomografia computadorizada do
tórax evidencia massa sólida encapsulada de 4,8 cm no
compartimento pré-vascular, sem sinais de invasão das
estruturas adjacentes.
Considerando esse cenário, a conduta mais apropriada é
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Uma mulher de 42 anos apresenta massa mediastinal incidental à
tomografia computadorizada. O exame evidencia lesão sólida,
homogênea, bem delimitada, localizada inteiramente no
compartimento pré-vascular, sem sinais de invasão das
estruturas adjacentes.
Com base na localização da lesão, o principal diagnóstico
diferencial inclui
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Em 2014, o International Thymic Malignancy Interest Group
(ITMIG) propôs uma classificação anatômica do mediastino
baseada
na
tomografia
computadorizada,
atualmente
recomendada para padronizar a localização das lesões
mediastinais e orientar o diagnóstico diferencial. Embora
mantenha a divisão em três compartimentos, essa classificação
redefine seus limites anatômicos em relação às classificações
clássicas de Felson e Shields.
De acordo com a classificação do ITMIG, o compartimento
paravertebral é delimitado anteriormente e posteriormente por
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Paciente de 35 anos, do sexo masculino, apresenta infecções
pulmonares recorrentes no mesmo lobo inferior esquerdo. A
tomografia computadorizada de tórax com contraste mostra uma
lesão cística multiloculada no lobo inferior esquerdo, com
suprimento sanguíneo anômalo vindo da aorta descendente
torácica e drenagem venosa para as veias pulmonares (ou
sistêmicas).
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
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Um recém-nascido apresenta desconforto respiratório severo
logo após o nascimento. A radiografia de tórax revela um
diafragma em forma de cúpula no hemitórax esquerdo, com alças
intestinais deslocadas para o mediastino e hemitórax
contralateral. O diagnóstico pré-natal era de hérnia diafragmática
congênita.
A malformação congênita mais comum do diafragma, que
corresponde a este quadro clínico e radiológico (hérnia póstero
lateral), é
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Um paciente de 65 anos, com histórico de esofagite eosinofílica e
uso prolongado de corticoides, apresenta dor torácica severa,
dispneia, febre e leucocitose após episódios de vômitos intensos.
A tomografia computadorizada de tórax e abdome revela
pneumomediastino, derrame pleural esquerdo e espessamento
da parede esofágica distal.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
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Paciente de 55 anos, obeso, apresenta pirose, regurgitação e dor
torácica retroesternal. A endoscopia mostra esofagite erosiva (LA
grau B) e hérnia de hiato deslizante de 2 cm. A manometria
esofágica mostra hipotonia do esfíncter esofágico inferior (EEI) e
peristalse normal. O paciente prefere tratamento cirúrgico
devido à falha e efeitos colaterais do uso crônico de IBP.
Assinale a opção que indica a técnica cirúrgica antirrefluxo
padrão-ouro para este paciente.
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Um paciente de 45 anos apresenta disfagia intermitente para
sólidos e líquidos, sensação de corpo estranho na garganta e
regurgitação. A manometria esofágica de alta resolução mostra
relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior (EEI)
(Pressão Integrada de Relaxamento - IRP elevada) e aperistalse
no corpo esofágico distal (100% de falhas peristálticas).
Nesse caso, o diagnóstico manométrico é
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