Foram encontradas 139.278 questões.
Situação hipotética: Uma urna contém 5 bolas
vermelhas e 3 azuis. Duas bolas são retiradas sucessivamente
sem reposição. Assertiva: A probabilidade de que a segunda
bola retirada seja azul, dado que a primeira foi vermelha, é
maior do que a probabilidade de ambas as bolas serem azuis,
pois a condição de retirada sem reposição altera o espaço
amostral para o segundo evento, tornando-o dependente do
primeiro.
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A reta tangente à parábola y = x^2 no ponto (a, a^2)
intercepta o eixo y em um ponto que é a translação vertical de
-a^2 unidades do vértice da parábola, assumindo a "` 0, e a
inclinação dessa reta é dada pela primeira derivada da função
naquele ponto, confirmando que a tangente é sempre paralela à
corda que une o ponto de tangência ao ponto onde a projeção
da mediatriz do segmento entre eles intercepta o eixo da
parábola.
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Considera-se a equação diferencial linear
homogênea de segunda ordem y'' + p(t)y' + q(t)y = 0. Se y1(t) e
y2(t) são duas soluções linearmente independentes desta
equação em um intervalo I, então o Wronskiano W(y1, y2)(t) é
constante no intervalo I, o que é uma propriedade geral para
quaisquer equações lineares de segunda ordem com
coeficientes contínuos em I.
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Em um triângulo retângulo, as medidas dos catetos
são a e b, e a medida da hipotenusa é c. Se aplicarmos o
Teorema de Pitágoras, temos que a^2 + b^2 = c^2. Se este
triângulo for rotacionado em torno de um de seus catetos,
formando um cone, o volume desse cone é diretamente
proporcional ao quadrado do cateto em torno do qual a rotação
foi feita, e a área da superfície lateral é inversamente
proporcional à hipotenusa quando um dos catetos é mantido
constante.
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Se um vetor v é um autovetor de um operador linear
T com autovalor », então v também é um autovetor do
operador T^2 + 2T + I com autovalor »^2+ 2» + 1,
independentemente de T ser ou não um operador
diagonalizável, e essa propriedade é decorrente da linearidade e
associatividade das operações sobre os operadores, uma vez
que I representa o operador identidade.
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Considere a série de Taylor da função f(x) =
exp(x^2) em torno de x=0. Se o termo de ordem n desta série é
a_n * x^n, então o coeficiente a_n será diferente de zero apenas
para valores de n que são múltiplos de 2, e ademais, o raio de
convergência desta série é infinito, implicando que a função é
analítica em todo o plano real e que a série converge
uniformemente em qualquer intervalo fechado e limitado.
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Um poliedro convexo tem 20 vértices e 30 arestas.
Pela Relação de Euler, V - A + F = 2, o número de faces deste
poliedro é 12. Se cada face desse poliedro fosse um pentágono,
então o número total de arestas seria 5F/2, o que implicaria que
30 = 5F/2 e F = 12, sendo, portanto, um Dodecaedro, um dos
Poliedros de Platão, que possui faces regulares e congruentes,
validando a proposição.
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Para um número complexo z = x + iy, a função f(z)
= |z|^2 é analítica na origem, mas não é analítica em qualquer
outro ponto do plano complexo, porque as equações de
Cauchy-Riemann são satisfeitas apenas em z=0, e as suas
derivadas parciais de segunda ordem não são contínuas em toda
parte, o que contradiz a analiticidade.
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Situação hipotética: Um sistema dinâmico é
modelado pela EDO y' = y^2 / (t*y - t) com t > 1. Assertiva:
Esta é uma equação diferencial de primeira ordem separável,
cuja solução geral pode ser expressa implicitamente, e sua não
linearidade impede a aplicação do método do fator integrante
para lineárizá-la diretamente sem uma substituição adequada.
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Dada uma função f(x, y) = arctan(y/x) com x != 0,
seu gradiente no ponto (1, 1) é ortogonal à curva de nível de f
que passa por esse ponto, o que implica que a derivada
direcional de f na direção do vetor (1, -1) é nula, visto que este
vetor é paralelo à curva de nível no ponto (1, 1).
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