Magna Concursos

Foram encontradas 5.028 questões.

1264598 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Itaiópolis-SC

Acerca do Parnasianismo brasileira, analise a sentenças a seguir:

I. O Parnasianismo é uma escola literária que data do século XIX.

II- Os autores parnasianos não usavam rimas em seus escritos pois acreditavam que isso tiraria a perfeição dos versos.

III - O Parnasianismo no Brasil teve como marco ini\.:ial a publicação da obra "Fanfarras". de Teófilo Dias, em 1882. 1

V - Os escritores parnasianos buscavam o sentido para a existência humana por meio da perfeição estética.

Agora, assinale a alternativa CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1262694 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: URCA
Orgão: URCA
Provas:
Leia o poema da poetisa mineira Adélia Prado e responda o que se pede:
Com licença poética
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina. Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
I. O texto é uma intertextualidade com a poesia de Drummond;
II. Há, no texto, uma forte oralidade e proximidade entre os interlocutores discursivos;
III. Erudita e com forte tendência ao estilo clássico, a poesia apresenta, no entanto, uma temática cotidiana;
IV. O eu-lírico se expõe ao leitor, apresentando virtudes e defeitos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1255296 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Provas:
Tal movimento distingue-se pela atenuação do sentimentalismo e da melancolia, a ausência quase completa de interesse político no contexto da obra (embora não na conduta) e (como os modelos franceses) pelo cuidado da escrita, aspirando a uma expressão de tipo plástico. O mito da pureza da língua, do casticismo vernacular abonado pela autoridade dos autores clássicos, empolgou toda essa fase da cultura brasileira e foi um critério de excelência. É possível mesmo perguntar se a visão luxuosa dos autores desse movimento não representava para as classes dominantes uma espécie de correlativo da prosperidade material e, para o comum dos leitores, uma miragem compensadora que dava conforto.
(Antonio Candido. Iniciação à literatura brasileira, 2010. Adaptado.)
O texto refere-se ao movimento denominado
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1255188 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FMO
Provas:
Algumas características da linguagem da poesia modernista podem ser observadas no poema a seguir de Cassiano Ricardo. Considere-o para a questão proposta.
Metamorfose
Meu avô foi buscar prata
mas a prata virou índio.
Meu avô foi buscar índio
mas o índio virou ouro.
Meu avô foi buscar ouro
mas o ouro virou terra.
Meu avô foi buscar terra
e a terra virou fronteira.
Meu avô, ainda intrigado,
foi modelar a fronteira:
E o Brasil tomou a forma de harpa.
(Cassino Ricardo. Martim Cererê, José Olympio: 1974, Rio de Janeiro, 13ª edição.)
No poema “Metamorfose” de Cassiano Ricardo é possível identificar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1255123 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNCISAL
Provas:
No livro Pau-brasil, um dos marcos da poesia modernista brasileira, Oswald de Andrade inseriu o seguinte poema, que trata do patrimônio linguístico brasileiro e de sua importância para a identidade nacional.
Vício na fala
Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados.
ANDRADE, Oswald de. Obras completas/Pau-brasil. São Paulo: Globo, 1990.
Os contrastes entre as pronúncias de palavras elencados por Oswald de Andrade em seu poema evidenciam
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1254167 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FMO
Provas:
Acerca das definições e características do texto literário, analise as afirmativas a seguir.
I. É fundamental que um texto literário apresente em sua construção versos, rimas e palavras diferentes das que usamos no dia a dia.
II. Dentre as características do texto literário, pode-se observar que o conteúdo tratado aproxima-se sempre do ficcional refletindo a realidade, mas não a retratando.
III. A linguagem literária diz respeito a uma linguagem em que se encontram recursos expressivos que demonstram uma linguagem pessoal.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1254162 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Provas:
Leia o soneto “VII”, de Cláudio Manuel da Costa, para responder às questões de 09 a 13.
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
Considerando o contexto histórico-geográfico de produção do soneto, as transformações na paisagem assinaladas pelo eu lírico relacionam-se à seguinte atividade econômica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1254045 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
Leia um trecho de um poema de Olavo Bilac.
Profissão de fé
“Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Como um rubim.
Quero que a estrofe cristalina
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito”.
Os versos de Olavo Bilac, transcritos acima, representam o ideal literário do:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1254038 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Provas:

Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Somos Todos Estrangeiros.

Estrangeiro é o bairro em que moramos, estrangeira é a mulher que encoxamos no elevador, estrangeiros são nossos pais, nossos filhos. Nunca me senti em casa no Brasil, ninguém está em casa no Brasil: todo mundo foi até a esquina, todo mundo foi tomar um cafezinho. Achava que, de uma maneira ou de outra, eu estava embromando ou sendo embromado por alguém. Que viver não era nada daquilo, que eu não tinha nada com o peixe, que os verdadeiros brasileiros estavam misteriosamente ocupados com seus sofrimentos, ou então atarefados criando um Brasil melhor: gente andando rapidamente nas ruas da cidade, ou cavando uma terra dura e Ingrata. Os brasileiros eram abstratos, distantes, mais calados do que comumente se supõe. Conheço algumas vozes brasileiras: gostaria de saber escrever na tonal1dade do Jorge Veiga, ou do Moreira da Silva, misturada a uma retórica aborrecida e és avessas semelhante à de Ruy Barbosa - como o Hino à Bandeira acompanhado de caixinha de f6sforos. Os sambinhas. claro, eram brasileiros, o pessoal que sentava ao meu lado no Maracanê era brasileiro. as piadas de papagaio eram brasileiras. Mas tudo era de mentirinha, beirando sempre o pitoresco ou se precipitando na tragédia policial ou no editorial dos jornais.A vida a sério, os seis quarteirões em que me locomovia, as seis pessoas com quem convivia não eram, digamos assim, bem brasileiros - assim como eu, tinham máquina fotográfica a tiracolo e camisas com palmeiras.

Em tudo que eu engolia ficava uma ponta de tradução atravessada em minha garganta: os filmes com legendas em português as histórias em quadrinhos, os livros, as noticias; os foxes. Éramos uma versão pobre do que a vida deveria ser - e a vida vinha sempre em inglês, em francês, em alemão. Mesmo quando dizia Meu te amo·, ou "não me chateia", eu me sentia vagamente ridículo, apropriador - feito um homem de série da televisão mal dublado: minha boca fechada e as palavras ainda saindo, um ventríloquo com descontroIe psicomotor.

Reconheci, pelo paladar, pelos olhos, certos molhos, certas bossas tipicamente brasileiras (o problema é que eram tlpicos): feijoada, dendê, folha seca de Didi, Noel Rosa, escola de samba. Masa essência, a parte que tratava de mim (nos meus seis quarteirões, na cidade no sul do pais) e de minha relação com os severinos todos, essa parte era sempre tratada em outra língua; eu pertencia aos estrangeiros, foram eles que me disseram como vim a fazer parte ou como nunca fiz parte. Eu era, como todo brasileiro, um improvisador, um adaptador, um tradutor, consequentemente um traidor - porque eu olhava para a cara de meu semelhante e não sabia como poderíamos nos entender, o que ele Unha a me dizer, o que eu poderia lhe dizer, como Juntos conseguiriamos nos salvar. No entanto, o tempo todo, eu era, eu sou, apenas mais um Joilo, só que em russo.

Não consegui, como tanta gente de minha geração ou mais moça do que eu, me interessar pelo folclore caboclo. A própria palavra folclore Já leva embutido um desaforo urbano. No entanto, achava que o setor, devidamente estudado por profissionais competentes. me seria útil, me forneceria, por exemplo, dados para escrever com justeza para um público moço que vive de cinema, disco e que sabe, curiosamente. que há uma tremenda safadeza, uma violência no ar. Não tia, portanto, O Negrinho do Pastoreio - o que já preparava o terreno até para eu deixar de ler Machado de Assis ou Dalton Trevisan. Comprava pocketbooks, que eram mais baratos. mais engraçados, e, de certa forma. sobre mim, a meu respeito. Preocupado comigo mesmo, com esse "meu respeito", descobri-me sozinho no melo da avenida repetindo eu ... eu ... eu ... como um pronome enguiçado que não consegue engatara segunda e a terceira do singular. Perdi os joões, os Josés, os severinos, vim para o originai, o estrangeiro, dando inicio a uma certa paz, tranquilidade, a noção de ordem: as legendas acabaram, sou finalmente, completamente, um estrangeiro. Posso agora conjugar-me no plural, dizer nós. Somos todos estrangeiros, sds todos estrangeiros, são todos estrangeiros. Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente. Daí então a gente começa a falar brasileiro, coça o saco, conta como é que é. Daí então o papo, aquele papo, pode começar. 56 que agora pra valer.

Londres, 7 de setembro, 1910. (LESSA. Nan. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. p. 227/229)

A referência intertextual não está devidamente explicitada em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1254022 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Provas:
Há, na literatura brasileira, um mesmo período em que surgem correntes com características próprias, mas também semelhantes. As semelhanças envolvem: a objetividade, a oposição ao Romantismo e a valorização de descrições minuciosas. A proposição anterior diz respeito a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas