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Foram encontradas 5.028 questões.

2583313 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Bauru-SP

Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que

amava Lili

que não amava ninguém.

João foi para os Estados Unidos, Teresa para o

convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história.

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond. Alguma poesia. Belo Horizonte: Edições Pindorama, 1930. Adaptado.

A partir da leitura do poema de Carlos Drummond de Andrade, Texto 1, é possível afirmar que se trata de obra produzida no período

 

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2346990 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Costa Marques-RO
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Foi um dos maiores expoentes da poesia brasileira da segunda geração romântica, considerado o “poeta da natureza”, nascido em Rio Claro (RJ), abordando temas sobre a natureza, a angústia, a solidão, a melancolia e o desengano, assim como temas sociais e políticos.
A afirmativa feita acima diz respeito a:
 

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2346989 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Costa Marques-RO
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No fragmento do soneto de Gregório de Matos:

"Nasce o Sol, e não dura mais que um dia.

Depois da luz, se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas a alegria."

A principal característica do Barroco:

 

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As opções a seguir apresentam frases referentes a diversos estilos de época.

Assinale a que se refere ao Naturalismo.

 

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As opções a seguir apresentam definições de alguns gêneros literários, retiradas do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa.

Assinale a que cabe ao gênero denominado crônica.

 

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O Manual de Redação e Estilo, editado por O Estado de São Paulo, recomenda em suas instruções gerais que o redator deve ser claro, preciso, direto, objetivo e conciso, não devendo compor períodos de mais de três linhas e adotando sempre a ordem direta.

Assinale a opção que apresenta o segmento de Machado de Assis que segue mais de perto essas instruções.

 

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2341291 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Assinale o segmento que pertence à obra, de estilo muito particular, do escritor modernista João Guimarães Rosa.

 

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2336588 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Pref. Cândido Abreu-PR
Orgão: Pref. Cândido Abreu-PR

Leia:

O profissional de Enfermagem é essencial para o funcionamento de hospitais e outras instituições de saúde. Mas não é um trabalho pra qualquer pamonha não! Muito menos para um manteiga derretida!

As palavras destacadas no texto acima são figuras de linguagens classificadas como:

 

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2324942 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Texto para o item.

Guardou a mão no bolso pra ainda ocupar menos lugar; encontrou um pedaço de giz; apertou ele com força e o giz se partiu em dois. Com um barulhinho gostoso mesmo. Barulhinho de escola. Vera lembrou da professora quebrando um pedaço de giz e escrevendo no quadro-negro. Pensou: quadro-negro é escuro assim. Quem sabe o giz também riscava a escuridão?

Tirou a mão do bolso devagarinho. Tomou coragem e experimentou desenhar na frente dela a roda de um sol. E não é que saiu? Vera ficou tão feliz que berrou:

— O escuro é que nem quadro-negro, Alexandre! Alexandre foi pra junto dela; pegou o outro pedaço de giz, e foi desenhando também. Uma casa. Uma árvore. Uma onda no mar. Quanto mais os dois desenhavam, menos iam se importando com o escuro. Fizeram uma flor nascendo, um rio correndo, dois besouros se encontrando; fizeram cada desenho lindo. E quanto menos se importavam com o escuro, mais gostoso iam desenhando. De repente, Alexandre teve uma ideia gozada:

— Vou desenhar a cara do medo.

Vera se assustou de novo:

— Psiu! fala baixo.

— Por quê?

— Ele pode não gostar da ideia.

— Mas ele ainda anda por aí?

— Acho que sim.

Alexandre achou melhor não dizer mais nada, mas começou a desenhar uma cara esquisita, toda inchada de um lado:

— O medo tá com dor de dente. — E riu baixinho.

O Pavão gostou tanto de ouvir Alexandre rindo, que riu também.

Vera entrou na brincadeira: desenhou no medo uma orelha inchada e disse que ele estava com dor de ouvido também (…). E não se importaram mais se o medo ia ouvir ou não: desabaram numa gargalhada.

Lygia Bojunga. A casa da madrinha. Casa Lygia Bojunga:

Rio de Janeiro, 2015 (com adaptações).


Com base no texto apresentado, julgue o item, relativos à literatura infantil brasileira.
A reescrita de mitos clássicos presente na obra de Monteiro Lobato influencia a narrativa de Lygia Bojunga, como no modo lúdico a partir do qual o fragmento aborda o medo.
 

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2260324 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Douradina-PR
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LÍNGUA PORTUGUESA

Leia atentamente o texto a seguir, extraído de uma das crônicas de Rachel de Queiroz, para responder as próximas questões.

Se me perguntassem qual é o aspecto mais desolante da civilização moderna, eu diria que é a sua padronização. Neste mundo em que vivemos está se acabando realmente a invenção, a originalidade, a marca pessoal. Hoje, no mais longínquo sertão, as moças se vestem pelo figurino de Hollywood — talvez com uns toques de Brigitte Bardot ― tão igual, tão igual que dá bocejos, quando não dá risadas. Os concursos de beleza, então. As meninas são tão estereotipadas, tão decalcadas umas pelas outras, tão estandardizadas, dentro de dois ou três tipos, que parecem bonecas saídas de uma linha de montagem. Nem mesmo na roupa se diferenciam. Ou antes, muito menos se diferenciam na roupa, se justamente é a roupa o elemento principal da padronização. E se fossem só as misses. Mas ande-se em Copacabana e a impressão que se tem é que um colégio soltou as suas meninas pelas ruas do bairro sul. Tudo de blusa de listra horizontal e calça comprida colante — ou saia branca de tergal. Os penteados, os colares, a pintura, os sapatos (agora no inverno é mocassim) são também uniformes. E note- -se o traço mais curioso da coisa — elas têm prazer de se sentir idênticas, fazem questão de parecer reproduções fotográficas do mesmo modelo, adoram ser uma unidade num rebanho uniforme. Alguma que venha diferente, mesmo elegante, mesmo bem vestida, choca ― só mesmo porque é diferente. Parece que morreu aquela preocupação feminina da originalidade, que fazia as mulheres ricas pagarem fortunas por um ‘modelo’ único de grande costureiro, ou as moças pobres rasgarem a página escolhida no figurino da modista, para evitar outras cópias. Será que a humanidade está marchando mesmo para a padronização geral, será que o fim próprio do aperfeiçoamento da técnica, o progresso da indústria, o avanço danado da ciência vai nos levar a isso? Tudo parecido, como andorinhas no fio ou misses na passarela?”.

(Rebanho, de Rachel de Queiroz, com adaptações).

Em sua crônica, Rachel de Queiroz argumenta que o mundo moderno tem se caracterizado pelo declínio de algumas coisas. Marque a alternativa que NÃO indica uma delas.

 

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